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quinta-feira, 29 de julho de 2021

Mission Pilots and the Dropkick Apollo traz peso do stoner com camadas psicodélicas

Álbum de estreia conta com cinco músicas instrumentais com referências à Dead Meadow e Truckfighters.

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A Abraxas Records lança nas plataformas de streaming o disco de estreia da Mission Pilots and the Dropkick Apollo, power trio instrumental de Florianópolis. São cinco músicas que carregam o peso do stoner em meio à viagens psicodélicas e camadas de fuzz.

Ouça aqui: https://onerpm.link/242548343897.

O álbum foi concebido em torno de um universo narrativo embebido nas referências do sci-fi, nas viagens espaciais, no etéreo e no passional. Esses elementos se estabelecem, criando de forma subjetiva - e muito vinculada ao interpretativo - o início de uma saga.

"Mission Pilots and the Dropkick Apollo" foi gravado em 2019 de forma independente, no estúdio da banda, e todas as faixas foram produzidas por Bruno Bastos Nogueira.

Para a estreia, Sleepy Sun, Truckfighters, Dead Meadow, Causa Sui e Pink Floyd são referências para o material consistente e empolgante, uma viagem lisérgica com altas doses de adrenalina.

A banda

Formada em 2012, a Mission Pilots and the Dropkick Apollo inicia sua jornada tocando em pequenas festas na região.

Instrumental, busca uma sonoridade que une o peso do stoner com momentos introspectivos, sempre instigada por uma camada psicodélica. Em suas inspirações iniciais, lá estavam bandas como Sleepy Sun, Dead Meadow, Causa Sui e Pink Floyd.

Já com um repertório autoral, a banda logo é chamada para se apresentar ao lado de nomes internacionais do rock chapado, dentre eles, três realizados pela Abraxas: Radio Moscow, The Shrine e Earthless.

Próximo lançamento

Já está em produção uma graphic novel que aprofunda a narrativa do disco de estreia. A intenção da banda é ampliar a experiência auditiva para outras plataformas.

Evil Motor: quarteto disponibiliza novo videoclipe de “The Blast”

A banda carioca de hard rock Evil Motor, um dos precursores do Stoner no Brasil, lançou nessa última Quarta (28) seu novo single. “The Blast”, ótima faixa de hard rock e rock´n roll, veio com um videoclipe e foi disponibilizada no Youtube e no streaming, atrelando peso e boa melodia com uma dose generosa de energia.

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O quarteto, formado nos anos 90 na cidade de Teresópolis, é um dos primeiros nomes do país relacionados ao cenário Stoner, tendo lançado o álbum “Atomic Vacuum” em 1999. Seu lançamento anterior foi a faixa “Tell of My”, e mais material já se encontra em processo de produção, trazendo a banda de volta à ativa como nunca!

Confiram “The Blast”:

Em memória de Aldir Blanc, novo EP do músico brasiliense apresenta 3 faixas autorais com tom de protesto

Tiago Sá é músico, produtor, cantor e compositor com influências que vão do rock ao reggae, passando pela música brasileira até a eletrônica. Ele começou sua carreira ainda na década de 1990, tocando em bandas de reggae da capital e na banda do músico Renato Matos, com quem lançou um álbum ao vivo em 2004.  Ele tem dois álbuns autorais lançados: “Reação da Alquimia” (2012) com produção de Lucas Santtana e “Música pra te aguçar” (2019). Ambos lançados de maneira física e fora dos serviços de streaming atuais.

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Agora, o artista lança digitalmente o EP “Querelas de Brasília” (ouça no spotify, deezer, apple music), que tem esse nome em referência a Aldir Blanc e ao complicado momento político do nosso país. O protesto dá o tom das letras do EP e a sonoridade viaja pelo rock, o dub, a música brasileira e a eletrônica ao longo das três faixas do trabalho. "O Brazil tá matando o Brasil. Os versos de Blanc permanecem atuais. Nesse pesadelo necropolítico a resistência é nos mantermos vivos junto com os nossos sonhos. Esse EP é em memória de Aldir Blanc e das vítimas do desgoverno Bolsonaro, é minha afirmação de oposição e ao mesmo tempo uma espécie de terapia. Apesar do horror não deixo de contemplar a beleza que resiste junto com a esperança”, comenta Tiago.

O EP, que foi produzido pelo próprio artista, conta com as participações do rapper Japão Viela 17 em “Quase Tudo Bem”, do guitarrista Marcelo Barbosa da banda Angra fazendo o solo da faixa “Querelas de Brasília” e da cantora Andressa Munizo da banda Binarious na canção “Anticorpos Antifascistas”. A arte de capa é da Imaginarte.

Além das faixas, o EP ainda será acompanhado por Lyric Videos, também produzidos pela Imaginarte para todas as canções. Os 3 lyrics são praticamente clipes já que são feitos 100% com filmagens, têm uma estética que lembra o punk rock dos anos 80 e cada vídeo tem uma cor predominante como na trilogia de Kieslowski. O primeiro video lançado foi do single “Anticorpos Antifascistas” em junho. Junto com o lançamento do EP, Tiago aproveita para lançar o Lyric Video da faixa que dá nome ao trabalho. O último lyric, da canção “Quase tudo Bem”, será lançado em seguida.

Veja o Lyric Video de "Querelas de Brasília":

O EP “Querelas de Brasília” tem letras e produção do Tiago Sá, com mix e master por Ricardo Ponte e será lançado pelo selo digital nordestino Hominis Canidae REC. Tiago é o primeiro artista autoral do cast, de fora da região mais amada e antifascista do Brasil. O selo aproveita pra avisar que também irá disponibilizar os outros álbuns autorais do cantor e compositor brasiliense em todos os streamings, ao longo deste segundo semestre.

Ouça o EP “Querelas de Brasília” em seu streaming favorito:

https://rec.hominiscanidae.org/2021/07/HC36TiagoSa.html

Dream Theater divulga título, data, capa e tracklist de novo álbum; confira

"A View From The Top Of The World", 15º álbum de estúdio do Dream Theater chegará no dia 22 de outubro próximo.

O trabalho sucederá "Distance Over Time" (2019) e trará o tracklist abaixo:

"The Alien" (9 minutos e 32 segundos)

"Answering The Call" (7 minutos e 35 segundos)

"Invisible Monster" (6 minutos e 31 segundos)

"Sleeping Giant" (10 minutos e 5 segundos)

"Transcending Time" (6 minutos e 25 segundos)

"Awaken The Master" (9 minutos e 47 segundos)

"A View From The Top Of The World" (20 minutos e 24 segundos)

quarta-feira, 28 de julho de 2021

Chal lamenta a ganância política no Brasil em clipe com videografismo

Cantor e compositor goiano, com uma indicação ao Grammy Latino, faz apelo na forte canção folk rock "Sinto Muito".

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A reflexiva ‘Sinto Muito’, música na qual o cantor e compositor Chal escancara um Brasil atual carregado de ganâncias e problemas do passado e do presente, ganha movimentos e elucidações – ora subjetivas, ora fiéis à realidade – em um impactante videoclipe, com direção e animação de Thales Magno.

Assista aqui:

Sinto Muito’, a canção, foi lançada pelo selo Toca Discos no último mês de maio, como a primeira faixa bônus de outras remanescentes do disco ‘O Céu Sobre a Cabeça’, registro indicado ao Grammy Latino de 2019, que ganhará uma edição Delux.

O audiovisual ilustra a crítica de Chal diante de um país assombrado pelas escolhas individualistas do ser humano. No clipe, o cantor aparece dentro de um trem que anda para trás, cuja estética sugere o retrocesso do país, nas rédeas de políticos autoritários, corruptos e que a todo custo buscam normalizar a miséria, a fome e a desigualdade.

Para além das críticas racionais, ‘Sinto Muito’ é um brado cantado do fundo do coração de Chal. Sua performance intensa quer despertar a indignação e a empatia por meio de sua arte - a música.

A trama do clipe perpassa a dimensão espiritual da música, reforçada pelas imagens do clipe por meio da técnica de videografismo com animação 2D, que remete também à relação do cantor com a religiosidade e sua sensibilidade à força e trabalho do padre Júlio Lancellotti e do seu tio Dom Tomás Balduino, bispo emérito da Cidade de Goiás ligado a Pastoral da Terra e aos movimentos Campesinos.

O roteiro, assinado por Chal junto a Thales, é expressado no clipe com uso de elementos antigos para reforçar – graficamente – como os problemas da construção da nação ainda refletem num presente igualmente desastroso e perigoso.

Enquanto Chal viaja em um trem dando ré, tendo como pano de fundo a construção de Brasília, diversas imagens sugerem à cena, bastante sugestivos: a vacina, um ditador com cloroquina em mãos, gado, tocos de madeira pegando fogo, a dicotomia fome/petróleo, um punho cerrado de resistência, uma cidade construída cheia de figuras tenebrosas (políticos e suas ganâncias), morte na pandemia, censura contra liberdade de expressão, pedidos por mais amor etc.

Um importante elemento do clipe é a maçã que tanto acompanha Chal ao longo da viagem como surge em diversas situações externas aos trilhos. A maçã comida representa a entrega humana a essa ganância, enquanto a maçã apodrecida representa uma esperança para uma consciência menos egoísta, a deixa urgente à pergunta final de ‘Sinto Muito’: “Vai ficar assim? Diz pra mim”.