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sexta-feira, 19 de março de 2021

'Nothing Else Matters' do Metallica ganha versão ao Hurdy-Gurdy dos membros da Eluveitie

A hurdy-gurdyista polonesa Michalina Malisz, que é membro da banda de folk metal suíça Eluveitie desde 2016, lançou sua versão cover do clássico do Metallica "Nothing Else Matters". O vídeo oficial da faixa, que conta com a participação de sua colega de banda, a frontwoman Fabienne Erni, pode ser visto no fim deste post.

De acordo com a Wikipedia, o hurdy-gurdy é um instrumento de cordas que produz som por uma roda rosada virada de manivela esfregando contra as cordas. A roda funciona como um arco de violino, e notas únicas tocadas no instrumento soam semelhantes às de um violino. As melodias são tocadas em um teclado que pressiona tangentes - pequenas cunhas, geralmente feitas de madeira - contra uma ou mais cordas para alterar seu tom. Como a maioria dos outros instrumentos acústicos de cordas, tem uma placa de som e uma cavidade oca para tornar audível a vibração das cordas. A maioria dos hurdy-gurdies tem várias cordas de zumbido, que fornecem um acompanhamento de altura constante para a melodia, resultando em um som semelhante ao da gaita de foles.

A versão original de "Nothing Else Matters" foi lançada como o quarto single do quinto álbum autointitulado do Metallica, que foi lançado em 1991. A canção alcançou a posição 11 na parada Billboard Mainstream Rock Tracks, bem como nos dez primeiros posições em muitas paradas europeias.


BrightStorm, Even Vast e Revengin confirmadas no Raven Fest

No próximo final de semana será realizada o Raven Fest -  International Edition, idealizado por Dewindson Wolfheart e apoiado pela S.O.S. METAL RADIO SHOW via 106 FM, Antena Minho a N#1 de Portugal desde 1985, o festival tem em seu objetivo entreter o público da vertente Gothic, Doom, Dark Rock e Symphonic Metal neste período de pandemia, inclusive apresentar e unir artistas de vários países.

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Três bandas da EM Music Management estarão presentes no festival. São elas:

A BrightStorm que vai mostrar toda sua competência com o seu Symphonic Metal, diretamente da São José dos Campos/SP, os ingleses do Even Vast e a banda Revengin Rio de Janeiro.

O idealizador do Raven Fest, Dewindson Wolfheart afirma:

Outros Festivais físicos e presenciais já foram promovidos pela SOS METAL RADIO SHOW, tanto em Portugal como no Brasil, mas neste momento onde a pandemia nos obriga a ficar em casa, artistas e público necessitam disto, então, fizemos a versão online, inicialmente para um dia, com somente uma banda de cada país representando-os, porém, muitas bandas de qualidade precisavam mostrar o seu trabalho e então, incluímos mais uma data onde enfatizamos mais a cena Dark e Doom Metal Brasileira ainda com alguns artistas de outros países”.

O Raven Fest acontecerá nos dias 20 E 21 de Março, sábado e domingo, as 15h da tarde, no canal do Yotube do programa NAS ASAS DO CORVO .

As bandas confirmadas são:

ASRAI - Holanda                                                ODE INSONE – Brasil

HEAVENWOOD – Portugal                                 LIBRA – Estados Unidos

WOLFHEART AND THE RAVENS - Brasil           IMAGO MORTIS – RJ

MORKE - Noruega                                              PETTALOM - SP

SADDOLLS - Grécia                                           ALCHEMIA - SP

DWELL IN DOOM - Suécia                                 SPLEENFUL – RS

LONG NIGHT - Noruega                                     DARK VALEY - RS

ROCK&ROLL QUEEN - Rússia                           EVICTUS – ES

SEASON OF GHOSTS – Inglaterra                     HERETIC – GO

ARKAN ASRAFOKOR – Togo - África                 BRIGHT STORM – SP        

METAL HEART – Belarus                                     FINAL DISASTER – SP

SLANIA – Argentina                                            MISS LAVA – Portugal

EGREGOR – Chile                                               EVEN VAST – Itália

INFESTUS – Venezuela                                       REVENGIN - RJ

LOST IN THE STORM – França                           LILITH´S REVENGE - Portugal

Confira o teaser do Raven Fest:

https://www.youtube.com/watch?v=I-lCvS3BtQE

Além deste lineup de bandas incríveis, o Raven Fest traz ainda a participação especial de alguns apresentadores, dentre eles, Aaron Stainthorpe, vocalista do grupo Britânico My Dying Bridge,  Tommy Lindal, guitarrista Norueguês ex-Theatre Of Tragedy, o simpático e magnífico baixista e vocalista do grupo Sueco Deathstars e a talentosa e maravilhosa vocalista, tecladista e Harpista Lindsay Schoolcraft ex-Cradle Of Filth, além do próprio Filipe Marta, apresentador âncora do SOS METAL RADIO SHOW. O Raven Fest será seguido com um after party no TWITCH/REDEVAMP.TV comandado pelo famoso Vampiro e escritor DJ Lord A.: e a Rainha Xendra.

Se inscrevam no canal NAS ASAS DO CORVO do youtube e acompanhem em tempo real a exibição, interagindo com os artistas e público através do chat online.

Confirmem presença na página do evento no Facebook:

https://www.facebook.com/events/734008630861009

SERVIÇO:

Data: 20 e 21 de março

Horário: 15:00hrs (Brasil)

Local: @NAS ASAS DO CORVO SOS Metal Radio Show


Burning Witches divulga clipe de, "Flight Of The Valkyries", canção de seu novo álbum; assista


"Flight Of The Valkyries", novo single da banda suíça Burning Witches, integra "The Witch of The North", novo álbum que chegará ém 28 de março próximo, via Nuclear Blast.


O trabalho marca a estreia da guitarrista Larissa Ernst, que substituíra Sonia "Anubis" Nusselder, que deixara a banda em maio de 2020 para se juntar à nova banda de death metal Crypta.

Assista ao clipe de "Flight Of The Valkyries" no player abaixo:


Tracklist:

01. Winter's Wrath
02. The Witch Of the North
03. Tainted Ritual
04. We Stand As One
05. Flight Of The Valkyries
06. The Circle Of Five
07. Lady Of The Woods
08. Thrall
09. Omen
10. Nine Worlds
11. For Eternity
12. Dragon's Dream
13. Eternal Frost

Gilberto Gil lança o clipe de “Do Guarani Ao Guaraná”, canção em parceria com Lenine; assista

Música integra o projeto “Festival Demarcação Já Remix”, um dos principais eventos culturais em defesa da causa indígena.

A canção, de autoria de  Carlos Rennó e Chico César, tivera o seu clipe divulgado. Assista no player abaixo:

quarta-feira, 17 de março de 2021

6º Rio Choro 2021 tem 48 semifinalistas para a fase aberta à votação popular

Entre os autores participantes, compositores do interior do estado e artistas mais conhecidos – não necessariamente no gênero choro – como os cantores Cláudio Nucci, Anna Paes e Alfredo Del Penho, o maestro Cristóvão Bastos, o trompetista Silvério Pontes, o sanfoneiro Marcelo Caldi, o violonista Zé Paulo Becker, o pianista Leandro Braga e o flautista Antonio Rocha.

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O 6º Rio Choro 2021, Mostra Virtual Competitiva recebeu 273 músicas inscritas, das quais foram selecionadas 48 semifinalistas para a fase aberta à votação popular. Todas as obras classificadas estão disponíveis no canal do Rio Choro no YouTube, onde o público pode curtir as composições de que mais gostar até o próximo dia 17. A música que obtiver mais “likes” ganhará o Prêmio Waldir Azevedo no valor de R$ 6 mil.

Além desse prêmio, o Rio Choro 2021 divulgará, no dia 19 de março, o Prêmio Aldir Blanc para o melhor choro-canção (choro com letra), também no valor de R$ 6 mil. Em seguida, serão escolhidos 12 finalistas, que concorrerão aos prêmios Ernesto Nazareth para o 1º colocado (R$ 12 mil), Pixinguinha para o 2º lugar (R$ 9 mil) e Jacob do Bandolim para o 3º (R$ 6 mil), a serem anunciados no dia 26 de março. Os outros nove finalistas receberão, cada um, R$ 1 mil.

A proposta do Rio Choro 2021 foi plenamente alcançada: divulgar o choro, a produção contemporânea, seus compositores e os músicos do gênero. Por isso, o compositor e saxofonista Mário Sève, idealizador da mostra, está feliz com o sucesso. “Como o edital é da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado do Rio de Janeiro, só eram permitidas inscrições de compositores que morassem no estado. Então, 273 composições é um ótimo número. E o melhor é a qualidade das músicas. Basta ouvir a playlist com os 48 semifinalistas que é possível perceber o alto nível das obras”, empolga-se Sève.

Puderam participar compositores com idade acima de 18 anos, residentes no Estado do Rio de Janeiro, com obras dos gêneros choro e valsa-choro, no formato de música instrumental ou canção (com letra em português). Entre os autores participantes, compositores do interior do estado e artistas mais conhecidos – não necessariamente no gênero choro – como os cantores Cláudio Nucci, Anna Paes e Alfredo Del Penho, o maestro Cristóvão Bastos, o trompetista Silvério Pontes, o sanfoneiro Marcelo Caldi, o violonista Zé Paulo Becker, o pianista Leandro Braga e o flautista Antonio Rocha.

Das 48 obras semifinalistas, 40 são instrumentais e oito são canções; 35 são de autores da cidade do Rio de Janeiro, sete de Niterói, duas de Cordeiro, uma de Valença, uma de Três Rios, uma de Teresópolis e uma de Nova Friburgo. Das 35 do Rio, 10 são de compositores que moram em Laranjeiras, cinco de Santa Teresa, três da Glória, três do Flamengo, três de Botafogo, dois da Lagoa, dois de Copacabana, dois do Catete, um da Tijuca, um do Méier, um do Leblon, um do Humaitá e um do Centro.

A esmagadora maioria de compositores é masculina. São 44 homens e apenas quatro mulheres. Já o mais jovem tem 29 anos; enquanto o mais velho, 74. Além disso, 36 músicas inscritas são de um único compositor; e 12, em parceria

As inscrições foram gratuitas e se encerraram no dia 14 de fevereiro de 2021. O anúncio dos 48 semifinalistas, escolhidos por uma comissão de jurados especialistas em choro (que só receberam as músicas sem saber seus autores), foi feito no dia 5 de março, quando foi aberta a votação popular pelo canal do Rio Choro no YouTube.

SOBRE OS HOMENAGEADOS

Ernesto Nazareth

Compositor fundamental na formação do que seria a música popular brasileira, nascido em 20 de março (mês das principais fases do Rio Choro 2021), Ernesto Nazareth (1863-1934) é o homenageado na primeira colocação do concurso. Além de lindas valsas, compôs tangos e polcas, que, mais tarde, reconheceríamos como gênero choro. O pianista é autor de clássicos como “Odeon”, que nos anos 1960 ganhou versos de Vinicius de Moraes, “Apanhei-te cavaquinho”, "Brejeiro" e “Coração que sente”, obrigatórios em qualquer roda de choro que se preze!

Pixinguinha

Compositor, flautista, saxofonista, arranjador. Este era Alfredo da Rocha Vianna, nosso Pixinguinha, responsável por definir a forma musical do choro e por fixar o uso da percussão na base com flauta, violão e cavaquinho. Seu grupo, Oito Batutas, ficou conhecido pela temporada musical em Paris, no ano de 1922. Sua canção mais popular é “Carinhoso”, que ficou engavetada por anos até ganhar letra de João de Barro, o Braguinha, e virar o sucesso que atravessa gerações. Pixinguinha é tão importante para o choro que o dia em que nasceu virou o Dia Nacional do Choro: 23 de abril. Entre suas obras mais populares, estão também “1x0”, “Rosa”, “Lamentos”, “Ingênuo” (sua preferida) e “Naquele tempo”.

Jacob do Bandolim

Um dos maiores expoentes do choro, Jacob do Bandolim foi um virtuose no instrumento que, de tão importante, foi incorporado em seu nome artístico. A importância de Jacob vai muito além de sua bela obra, que inclui pérolas como "Doce de coco", "Noites cariocas", "Assanhado", "Santa morena", "Vibrações" e "Receita de samba", só para citar algumas das mais tocadas por chorões de todas as nacionalidades e idades, para os quais é uma das mais relevantes influências. Como se não bastasse ser compositor produtivo e exímio instrumentista, Jacob foi grande intérprete de Ernesto Nazareth e de Pixinguinha – de quem era amigo –, fundador do Conjunto Época de Ouro e minucioso arquivista, registrando tudo o que era tocado nos saraus em sua casa.

Waldir Azevedo

Instrumentista virtuose, muito famoso e um dos maiores divulgadores do nosso choro, inclusive fora do Brasil, Waldir Azevedo é, por isso, o homenageado na categoria escolhida pelo voto popular. Quem não conhece seu famoso “Brasileirinho”, que já foi parar até em jogos olímpicos nas apresentações da ginasta Daiane dos Santos? Mas Waldir Azevedo – com seu cavaquinho único e original – tem seu nome gravado na história da música brasileira com obra ainda mais significativa, da qual se destacam também “Delicado”, “Pedacinho do céu” e “Carioquinha” – todos no repertório de chorões de todos os cantos do mundo.

Aldir Blanc

Um dos grandes letristas do nosso cancioneiro, Aldir Blanc virou nome da lei que destina recursos para artistas e profissionais da área cultural brasileira. Só isso já bastaria para ele ser homenageado pelo Rio Choro 2021, mas é bom destacar que Aldir também tem, em sua extensa obra musical, choros como “Choro pro Zé” e “Catavento e girassol”, dele e Guinga; “Choro das ondas”, com Moacyr Luz; “Santo Amaro”, com Franklin da Flauta; e “Bola Preta”, parceria póstuma com Jacob do Bandolim.

SOBRE O RIO CHORO

A primeira edição – 2000

Idealizado por Mário Sève, o Rio Choro foi criado em 2000. A primeira edição contemplou a então recente produção do gênero, reunindo a maior parte dos músicos envolvidos – intérpretes e compositores – para uma série de concertos no Espaço Cultural Sérgio Porto, no Humaitá, Rio de Janeiro.

As obras dos “novos compositores” foram interpretadas pelos grupos Nó em Pingo D’Água, Galo Preto, Água de Moringa, Rabo de Lagartixa e Trio Madeira Brasil, e os instrumentistas Cristóvão Bastos, Armandinho, Zé da Velha, Silvério Pontes, Henrique Cazes, Andrea Ernest Dias e Bruno Rian.

Com produção de Mário Sève, o Rio Choro 2000 gerou um álbum de partituras com novos choros, que teve distribuição gratuita.

A segunda edição – 2001

Em 2001, a rica discografia contemporânea do choro inspirou a segunda edição do Rio Choro. Mais uma vez com produção e coordenação de Mário Sève, foi criada a série Rio Choro – Nova Discografia, que apresentou 18 concertos na Sala Baden Powell, em Copacabana, Rio de Janeiro.

Foram belas apresentações de Época de Ouro & Rildo Hora; Zé da Velha & Silvério Pontes; Altamiro Carrilho; Déo Rian; Paulo Sérgio Santos com participação de Joel Nascimento; Maurício Carrilho e Arranca Toco; Pedro Amorim e Luciana Rabello; Álvaro Carrilho e Índio do Cavaquinho; Mário Sève & Marcelo Fagerlande com Quinteto Pixinguinha; Henrique Cazes & Marcello Gonçalves com Zé Paulo Becker; Gilson Peranzzetta com participação de Guinga; e Nó em Pingo D'Água & Cristóvão Bastos.

Uma festa para os chorões!

A terceira edição – 2002

Os grupos de choro foram o destaque do Rio Choro 2002, que contou com shows envolvendo artistas de várias gerações e a exposição fotográfica “Os Regionais”, sobre a história dos grupos de choro.

Foram 12 shows dos mais expressivos conjuntos de choro (ou que tinham o choro em sua base), de quinta a domingo, no mês de julho, na Sala Baden Powell, em Copacabana, Rio de Janeiro. A exposição – com curadoria de Sérgio Prata – foi no foyer da casa.

A programação incluiu Água de Moringa, Novo Quinteto, Conjunto Época de Ouro, Galo Preto, Trio Madeira Brasil com Beto Cazes, Nó em Pingo D'Água, Pagode Jazz Sardinha's Club com Mestre Zé Paulo, Quarteto Maogani, Abraçando Jacaré, Conjunto Sarau com Mário Sève e David Ganc, Rabo de Lagartixa com Leandro Braga e Choro na Feira.

A quarta edição – 2003

Em 2003, já consagrado como um dos principais musicais da cidade do Rio de Janeiro, o Rio Choro jogou luz sobre os instrumentos característicos do gênero e seus respectivos mais importantes intérpretes.

Assim, tivemos apresentações de Altamiro Carrilho, destacando a flauta, instrumento também dos compositores Joaquim Callado, Viriato, Pixinguinha e Benedito Lacerda; Jorginho do Pandeiro e Celsinho Silva com o pandeiro na obra do trio Pixinguinha, Donga e João da Baiana; Zé da Velha e Silvério Pontes, armados com seus trombone e trompete, tocando obras de Bonfiglio de Oliveira, Porfírio Costa, Candinho e Carioca; os cavaquinhos de Luciana Rabello e Márcio Almeida (Hulk) interpretando choros de Waldir Azevedo, Jonas Silva, Paulinho da Viola e Esmeraldino Salles; Paulo Moura no clarinete apresentando músicas de Abel Ferreira, Luiz Americano, Severino Araújo e K-Ximbinho; Toninho Ferragutti e seu acordeão reverenciando Luiz Gonzaga, Sivuca e Orlando Silveira; Hamilton de Holanda e Joel Nascimento chorando com seus bandolins em obras de Jacob do Bandolim, Luperce Miranda e Cincinato; os violões de Guinga e Turíbio Santos nos acordes de João Pernambuco, Dilermando Pinheiro e Garoto; Antonio Adolfo ao piano apresentando obras de Ernesto Nazareth, Chiquinha Gonzaga, Tom Jobim e Radamés Gnattali; e Mário Sève e Daniela Spielmann passeando com seus saxofones por choros de Pixinguinha, Abel Ferreira, Luiz Americano e K-Ximbinho.

Tudo isso em dez dias de shows no Espaço Cultural Sérgio Porto, no Humaitá, Zona Sul do Rio de Janeiro.

A quinta edição – 2004

Para comemorar a quinta edição, em 2004, o Rio Choro foi para a rua, com apresentações gratuitas, mais uma vez sob a coordenação de Mário Sève.

No dia 1º de maio, quatro praças da Zona Sul carioca foram palco de uma espécie de "maratona do choro", com apresentações de manhã e à tarde. Enquanto o Tira Poeira se apresentava às 11h, na Praça Antero de Quental, no Leblon, o Nó em Pingo D'Água animava o público na Praça do Leme. E às 15h30, os fãs do choro tiveram que escolher entre assistir ao show do Rabo de Lagartixa na Praça Nossa Senhora da Paz, em Ipanema, ou ao do Conjunto Sarau, no Largo do Machado.

Uma ótima oportunidade para divulgar melhor o choro, formar plateia e conquistar novos fãs.

SOBRE OS REALIZADORES

Mário Sève – curador e diretor do Rio Choro

Saxofonista, flautista e compositor, Mário Sève é fundador dos quintetos Nó em Pingo D'Água e Aquarela Carioca. Integra o grupo de Paulinho da Viola. Foi diretor do Centro de Referência da Música Carioca. É mestre e doutor em música. Ministrou oficinas de música no Brasil e no exterior. Escreveu os livros “Vocabulário do Choro”, “Songbook Choro” e “Choro Duetos”. Gravou os CDs “Bach & Pixinguinha”, “Choros, por que sax?”, “Pixinguinha + Benedito” e “Casa de Todo Mundo”. Junto a Cecilia Stanzione, lançou o DVD “Samba errante” e o CD “Canción necesaria”. Produziu o CD “A paixão segundo Catulo”. Mário Sève dirigiu: Festival Rio Choro 2000 – “Novos compositores”; Rio Choro 2001 – “Nova Discografia”; Rio Choro 2002 – “Grupos”; Rio Choro 2003 – “Instrumentos”; Rio Choro 2004 – “Maratona do Choro”, para a SMC-RJ; Série MP, A e B — Argentina e Brasil (2011), para o CCBB; “Encontros virtuais” (2015); e “A paixão segundo Catulo” (2016), para o CCBB.

José Schiller – diretor geral

Músico, produtor e diretor de programas para a TV Educativa e TV Brasil de 1980 a 2015. Produtor das séries “Concerto das Américas”, “Américas em Concerto” e “Música nas Américas”. Produziu apresentações musicais em estúdio e em teatros. Coordenador do Núcleo de Imagem e Som da UNIRIO, responsável pelos programas para o Canal Universitário da NET-Rio, de 1999 a 2013. Diretor das gravações e editor dos DVDs “Quadros de uma alma brasileira”, “Motetos de Bach” e “Ofício 1816 & Missa Pastoril” com a Cia. Bachiana Brasileira; e “Noel Rosa 100 anos”, com Gilson Peranzzetta, Mauro Senise e Quarteto Bessler. Diretor da gravação das XX e XXI Bienais de Música Brasileira Contemporânea para o Instituto Nacional de Música, Funarte. Produtor executivo do “ABSTRAI ensemble” desde 2016. Coordenador de Música de Concerto da Funarte de 2017 a 2019, responsável pelas XXII e XXIII Bienais de Música Brasileira Contemporânea e pela 1ª Bienal de Música e Cidadania, entre outras políticas públicas para a música.

FICHA TÉCNICA

6º Rio Choro 2021 - Mostra Virtual Competitiva

Direção do festival: Mário Sève

Direção geral: José Schiller

Produção executiva: Antonio Cerdeira | Cultura & ARTE

Coordenação administrativa: Anacris Monteiro | Ouro Verde Produções

Comunicação integrada: Sheila Gomes e Carla Paes Leme

Produção: Bem-Te-Vi Produções

Apoio: Cultura & ARTE Projetos e Ação Cultural, Ouro Verde Produções

Patrocínio: Governo Federal, Governo do Estado do Rio de Janeiro, Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro, por meio da Lei Aldir Blanc.

SERVIÇO

6º RIO CHORO 2021 – Mostra Virtual Competitiva

Votação popular aberta até dia 17 de março, no YouTube: www.youtube.com/riochoro/playlists

Redes sociais (Facebook e Instagram): @riochorooficial

terça-feira, 16 de março de 2021

Prelúdio X: homenagem à banda Signum Regis em vídeo tributo

Enquanto se prepara para o lançamento de um novo single inédito, que sucederá a épica e intensa faixa “The Entrance”, o grupo pernambucano de Heavy/Power Metal Prelúdio X preparou um vídeo tributo em homenagem à banda eslovaca Signum Regis.

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Segundo o vocalista Leandro Silva, “o nosso guitarrista Gerson que apresentou a Signum Regis para a Prelúdio X. Após isso nós fomos conhecer mais a fundo o trabalho deles e me surpreendi ao saber que o vocalista era brasileiro, o J. Fortinho, com uma voz potente e monstruosa”.

 “Para mim foi um desafio para mim cantar uma música com um vocal tão “enérgico” assim do início ao fim e “Never Surrender” tanto por seus arranjos e letra vai de encontro com o que nós da Prelúdio X gostamos de tocar” conclui o músico.

O video tributo para “Never Surrender” pode ser conferido logo abaixo:

sexta-feira, 12 de março de 2021

Aline Happ faz releitura classical crossover para “Losing my Religion” do R.E.M

Uma das canções mais conhecidas do R.E.M, "Losing my Religion", ganha versão classical crossover por Aline Happ. O canto lírico encontra lugar ao lado da letra melancólica da banda americana de rock alternativo. A releitura composta por Aline Happ une elementos do folk e da música celta, incluindo instrumentos como harpa e flauta. A canção foi divulgada no canal de Aline Happ no YouTube, que já conta com versões do Scorpions, Linkin Park, Metallica, entre outros.

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O R.E.M já tinha uma influência folk, então fiz isso ainda mais presente, adicionando elementos celtas e fazendo uma versão no estilo classical crossover. A música contou com diferentes elementos de percussão, harpa, sintetizadores, flauta e uma atmosfera mais etérea e medieval.”, conta Aline Happ sobre a faixa.

Conhecida mundialmente por seu trabalho como líder, vocalista e compositora do Lyria, Aline Happ é hoje uma das vozes mais famosas do metal brasileiro. Em seu projeto solo, a artista promove releituras Gothic/Folk/Celtic de canções do rock e do metal mundial que estão disponíveis em seu canal no YouTube. Graças ao apoio dos fãs, a cantora arrecadou mais de 200% da meta do financiamento coletivo para o seu disco solo de estreia, que será lançado ainda neste ano.

Os vídeos postados no canal de Aline Happ contam com o apoio de fãs no Patreon e no Padrim. Conhecidos mundialmente, o Lyria é uma banda carioca fundada em 2012 por Aline Happ. De lá pra cá, o grupo lançou dois discos com apoio de crowdfunding, "Catharsis" (2014) e "Immersion" (2018) e tocou em diversas cidades brasileiras como Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Curitiba, São Paulo, entre outras.

Assista “Losing my Religion”:

quinta-feira, 11 de março de 2021

Circus Rock alerta sobre perigo da desinformação à democracia

Com mensagem poderosa, música ‘1317’, do elogiado disco "Transmissão" (2020), ganha videoclipe

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Existe um ecossistema que usa a desordem da informação em seu favor e a provoca ativamente. Ele é intencional, organizado e tem muito dinheiro. É assim que a desinformação corrói sociedades e fragiliza democracias, um artifício que até mesmo mata.

Este é um ciclo do mal – entre tantos – que foram empregados com sucesso em diversas estruturas do Brasil e que deve ser compulsivamente combatido, aliás, o conceito do videoclipe da banda carioca de hardcore melódico Circus Rock para a música "1317", presente no elogiado disco ‘Transmissão’ (2020).

Assista ao videoclipe: 

"1317", a música, descreve o cenário político brasileiro dos últimos anos, que a banda pontua a partir do impeachment de Dilam Rousseff até os dias atuais, de um governo enveredado entre fake news e movimentos controversos. Tem uma típica sonoridade hardcore, rápida, direta, com letra que coloca o dedo na ferida, cantada em português.

O cenário do clipe ilustra a mensagem da letra. A banda montou a cronologia do golpe que destituiu a presidente até as eleições de 2018. “Entendemos que é uma mensagem poderosa, que deve ser dada igual um ponta pé na cara, a partir daí, surge a energia da banda tocando, passando a mensagem com toda força e dinamismo possível”, comenta ao vocalista Bernardo Tavares.

A fotografia, edição e roteiro do videoclipe é assinada por Daniel Marques (@danielfugaa), enquanto a produção e direção ficou com a Circus Rock.

Além disso, é uma música forte, com uma mensagem muito importante ao futuro próximo do Brasil, e por isso foi escolhida para ser a primeira produção audiovisual da banda neste início de 2021. “Nela discorremos sobre o processo das campanhas políticas, tudo isso se relacionado às fake news no jogo do marketing eleitoral”.

Repercussão do álbum "Transmissão"

Transmissão foi destaque em diversos sites e blogs especializados em rock, além de músicas incluídas em playlists nas plataformas digitais, rádios rock e clipes em canais de TV. A banda comenta o resultado positivo:

Demoramos aproximadamente um ano para produzir esses 20 e poucos minutos. Pra banda, o poder das oito faixas é imenso. Mostra nossa história, nossa mensagem, nosso potencial, nosso esforço. Tem pessoas de fora do nosso ciclo comentando, galera nova se interessando, além do público que já nos acompanhava. Acreditamos que entregamos o que eles imaginavam ou além”.

Ouça "Transmissão" aqui: https://bit.ly/3mVnzJc.

O disco mescla a potência dos riffs do quinteto carioca com uma lírica pungente e necessária ao Brasil atual e teve participações de peso: Arthur Mutanen (Bullet Bane), Caio Weber (Cefa), Milton Aguiar (Bayside Kings), Renato Rasta (NDR), o rapper Marcão Baixada e Rodrigo Lima (Dead Fish).

quarta-feira, 10 de março de 2021

Adrian Smith e Richie Kotzen divulgam lyric video de "Running", 3º single do novo projeto da dupla; assista


"
Running", 3º single do Smith/Kotzen, novo projeto musical dos guitarristas renomados Adrian Smith (Iron Maiden) e Richie Kotzen (The Winery Dogs, ex-Poison, ex-Mr. Big) integra o álbum que chegará no dia 26 de março próximo.

Adrian Smith e Richie Kotzen divulgam clipe de "Scars", 2º single do novo projeto da dupla; assista.

Adrian Smith e Richie Kotzen divulgam clipe de "Taking My Chances", 1º single do novo projeto da dupla; assista.

Assista ao lyric video de "Runningno player abaixo:


Tracklist:

01. Taking My Chances
02. Running
03. Scars
04. Some People
05. Glory Road
06. Solar Fire
07. You Don't Know Me
08. I Wanna Stay
09. 'Til Tomorrow

Ligante Anfetamínico lança "Bad Girl" (Lyric Video) no dia 8 de Março com diversas participações femininas

Oito de março, dia internacional das mulheres, é um dia muito representativo na luta das mulheres pela equidade entre os gêneros, nas mais diversas áreas da nossa sociedade, nesta data de extremamente, relevante a Ligante Anfetamínico, presta a sua singela homenagem com o lançamento do Lyric Vídeo para música "Bad Girl".

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Um agradecimento em especial para as bad girls que atuaram nesse clipe:

Déby - Punkrockets (Canoas)

Patricia Mass - (Blumenau)

Michele Frison - (Caxias do Sul)

Orla Coughlan - (Galway - Irlanda)

Janaina Perotti - (Caxias do Sul)

Veri D’Avila - Pupilas Dilatadas (Porto Alegre)

Kriz Braga - (Caxias do Sul)

Fran Pigosso - (Farroupilha)

Produzido pela galera do Motim Underground Projeto de divulgação da música autoral independente brasileira Projeto e canal iniciado em 2017 por Ruy Araújo e dedicado à música underground, visando prestar o melhor apoio possível à cena de forma igualitária.

Assista ao vídeo:

Bad Girl - Ligante Anfetamínico (Lyric Video)

"Bad Girl

Bad Girl

Bad Girl day and night

Eu sempre fui uma garota ingênua

Nunca fiz nada de mais

Mas tudo mudou, da água pro vinho

Virei uma garota má

Agora eu sou a garota problema

E você é filha de papai

Eu já cansei de brincar de boneca

E canto pra anunciar quem sou

Queria ser atriz de cinema

Pra Hollywood me filmar

Virei o jogo e faço minha própria cena

No rock underground"

sábado, 6 de março de 2021

Review: "Ωmega", oitavo álbum do Epica, é puro Jung em metal-lírico

O UM, a unidade proliferativa, a expansão, subdivisão, início, meio fim e reagrupamento ao começo e origem de tudo.

Eis o conceito de "Ωmega", diretamente calcado no Ponto Ωmega, desde o bing bang e a criação do universo, convergindo-se nova e unificadamente para o mesmo ponto, agora bem maior, assim como Gaia, a Grande Mãe Terra, que abriga tudo num vasto todo, unificando todas as mentes individuais numa só coletiva, (olha o Jung aí) .

Mark Jansen, guitarrista, co-vocalista e principal criador dos conceitos dos álbuns e canções do Epica, é também psicólogo e deixa cada vez mais entrever nuances do eterno pupilo de Sigmund Freud, o suiço Carl Gustav Jung, trazedor da psicologia analítica ao mundo.

Jansen vem se mostrando cada vez um pesquisador mais afeito às ciências da mente e seus potenciais quânticos, com suas intersecções ou não com os aspectos religiosos, trazendo tais abordagens desde "The "Divine Conspiracy", seu aclamado álbum de 2007 e ficando ainda mais exponencial na agora nominada "trilogia quântica", envolvendo os álbuns "The Quantum Enigma" (2014), "The Holographic Principle" (2016) e agora em "Ωmega", que chegara em 26 de fevereiro último.

O trabalho fora minunciosamente pensado, composto, elaborado, desenvolvido e executado pelo sexteto epiciano, reclusos num estúdio rural nos confins neerlandeses a fim de se concentrarem com mais veemência na obra, sob novamente a produção do competente Joost van den Broek.

Simone, Coen, Isaac, Rob, Mark e Ariën ganharam a companhia da Orquestra Filarmônica de Praga, um coro infantil e mais as incríveis Marcela Bovio e Linda Janssen nos backing vocals, além de Zaher Zorgati, para as traduções e textos em árabe, Paul Babikian e Vicky Psarakis nas narrações.

A impecabilidade musical deste álbum recai sobremaneira nas vigorosas orquestrações e potentes partes coralísticas, notórias em canções como “Abyss of Time – Countdown to Singularity”, uma espécie de futuro hino ao vivo, assim como vem no início do disco, provavelmente deverá abrir futuros concertos, quando a pandemia permitir; “Seal of Solomon” e "Gaia", sim esse álbum felizmente parece possuir duas canções a la "Beyond the Matrix", com refrões coralísticos empolgantes; “Code of Life”, que poderia levar o nome da própria banda, devido à sua atmosfera preponderantemente épico-medieval; “Freedom – The Wolves Within”, brindada com um clipe gráfico lindíssimo; e finalmente, o fator orquestra-coralístico impressiona definitivamente nas suítes, a magnânima “Kingdom of Heaven Part III – The Antediluvian Universe”, encerrando uma feliz trilogia cancioneira, que se iniciara ainda nos tempos de Mark Jansen no After Forever, sua banda de outrora; e a faixa-título, que encerra o trabalho.

"É o nosso oitavo álbum de estúdio. O número oito também é muito espiritual porque se você colocá-lo no lado, é o símbolo do infinito. "Kingdom Of Heaven" é sobre a vida após a morte e também é o número oito no álbum. Portanto, há muito simbolismo oculto no álbum e na capa. A grande questão da vida, "O quê é o verdadeiro sentido da vida? ' Como navegamos pela vida dentro de nós mesmos? Somos todos 'yin e yang'. Todos nós somos feitos de luz e escuridão. Todos nós temos esse labirinto dentro de nós mesmos no qual temos que navegar. Esperamos encontrar nosso caminho para sair do labirinto e não nos perder dentro do labirinto de nós mesmos." - discorrera Simone Simons sobre "Ωmega".

A mezzo-soprano Simone Simons se mostrara cada vez mais madura neste oitavo e simbólico álbum do Epica, tanto como compositora, como entoando notas altas e suaves com crescente autoridade, dividindo o canto com Mark, este com o seu canto gutural marca registrada. Abaixo, "Rivers" e mais adiante "The Skeleton Key", que não me deixam mentir.

Isaac Delahue aqui nos traz uma guitarra com refinadas elaborações e o melhor: mais solos harmônicos, bem como o tecladista, Coen Jenssen, deixando sua assinatura magistral nas harmônicas e bases às teclas.

Se o número 8 remete ao conceito de infinito, "Ωmega", o oitavo álbum do Epica o envia para infindas proposições conceito-sonoras, culminando novamente na unidade absoluta da excelência.

Como cereja do bolo a banda ainda disponibilizara um material bônus, o "ΩmegAcoustic", trazendo 4 versões acústicas.

Tracklist:

01. Alpha – Anteludium (1:38)

02. Abyss of Time – Countdown to Singularity (5:20)

03. The Skeleton Key (5:06)

04. Seal of Solomon (5:28)

05. Gaia (4:46)

06. Code of Life (5:58)

07. Freedom – The Wolves Within (5:37)

08. Kingdom of Heaven Pt. 3 – The Antediluvian Universe (13:24)

09. Rivers (4:48)

10. Synergize – Manic Manifest (6:36)

11. Twilight Reverie – The Hypnagogic State (4:29)

12. Omega – Sovereign of the Sun Spheres (7:06)

sexta-feira, 5 de março de 2021

Assista ao clipe de "Die Alone", novo single de Aura Davis

Canção é o 3º single lançado pela cantora e compositora suíça, sucedendo "Secrets"  e "Keep Running"

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Assista ao clipe no player abaixo:

Simone Simons: ""Omega" é o álbum mais profundo e maduro da história do Epica."

Em uma nova entrevista ao The Metal Hammer Podcast, a cantora do Epica, Simone Simons fora questionada sobre o que ela mais sente falta nas turnês. Ela respondeu:

"O que sinto falta é definitivamente estar no palco, cantar, viajar. Desde os 17 anos, viajo muito e esse era o meu estilo de vida, não apenas o meu trabalho, e era normal para mim. Estar muito em casa não é normal para mim. [Risos] E eu sinto falta da variação, viajar, encontrar os fãs. Não há nada comparado a estar em um palco, cantando ao vivo, criando a música naquele momento, nada se compara a isso; nada pode substituir isso. Definitivamente, isso está faltando e me sinto um pouco como se estivesse em espera. Além disso, o que também sinto falta é que outras pessoas estão cozinhando e limpando para mim [risos]. Quer dizer, eu me sinto escrava da cozinha hoje em dia. De manhã, fazendo café da manhã, depois almoço, jantar ... me sinto um pouco como um hamster preso em um laço, a bagunça nunca acaba; Eu sempre continuo limpando, cozinhando, comprando comida, dormindo e depois repito."

Simone e seu marido, o tecladista do Kamelot Oliver Palotai, têm um filho de sete anos, Vincent G. Palotai. Eles moram na Alemanha.

O novo álbum do EPICA, "Omega", chegara em 26 de fevereiro pela Nuclear Blast. O sucessor de "The Holographic Principle" de 2016 foi mais uma vez produzido por Joost Van Den Broek (Powerwolf, Ayreon), em parte na Sandlane Recording Facilities em Rijen, Holanda.

Em uma entrevista recente com o AMNplify da Austrália, Simons falara sobre suas inspirações e influências para "Omega": "A vida em geral. Quer dizer, nos anos que antecederam 'Omega', eu estava lutando com muito esgotamento, mas também tendo um estilo de vida agitado. Combinar a vida em turnê com a vida familiar nem sempre foi fácil. Então, minha bateria, eu diria que estava extremamente exausta das turnês e também do estresse emocional de estar longe do meu filho. Isso me esgotou muito. Mas acho que você passe por fases em sua vida também.

O que quer que esteja acontecendo na sociedade, nós, como músicos, como artistas, somos um pouco um espelho do que está acontecendo, é claro, dentro de nós mesmos, das pessoas próximas a nós e do que está acontecendo no mundo”, ela continuou. “O aquecimento global é um grande tópico em uma das minhas letras. Edição do genoma. O que está acontecendo no mundo todo é um tópico. Mas acima de tudo, este álbum é um álbum muito espiritual. É o álbum mais profundo e maduro da história do Epica.

O nome 'Omega' está na verdade se referindo ao Ponto Omega, onde você tem o Big Bang, a criação do universo. Omega é o fim, onde basicamente tudo se reúne, espiritualmente e ciência. Tudo no universo está destinado a um final ponto de unificação. É o fim da nossa série "Kingdom Of Heaven". Portanto, esta é a terceira e última música "Kingdom Of Heaven". É o nosso oitavo álbum de estúdio. O número oito também é muito espiritual porque se você colocá-lo no lado, é o símbolo do infinito. "Kingdom Of Heaven" é sobre a vida após a morte e também é o número oito no álbum. Portanto, há muito simbolismo oculto no álbum e na capa. A grande questão da vida, "O quê é o verdadeiro sentido da vida? ' Como navegamos pela vida dentro de nós mesmos? Somos todos 'yin e yang'. Todos nós somos feitos de luz e escuridão. Todos nós temos esse labirinto dentro de nós mesmos no qual temos que navegar. Esperamos encontrar nosso caminho para sair do labirinto e não nos perder dentro do labirinto de nós mesmos."

Via Blabbermouth

Evanescence libera "Better Without You", nova canção de seu novo álbum. Ouça

Better Without You" integra "The Bitter Truth", novo álbum do Evanescence, que chegará no dia 26 de março próximo, em diversos formatos.

Evanescence anuncia data da chegada de seu novo álbum e libera a nova canção “Yeah Right". Ouça.

Evanescence lança clipe oficial de "Use My Voice". Assista.

A banda executará ao vivo este e outros singles previamente divulgados numa Live amanhã (05/12), às 4:00 p.m. ET (18 horas no horário de Brasília) no Rock Falcon Studio.

Ouça “Better Without You" no player abaixo:

quinta-feira, 4 de março de 2021

Hamen lança programação especial no Mês da Mulher

Quem acompanha a cena de metal nacional já sabe: as mulheres são a força que está sempre em movimento. A prova disso é a Hamen, banda de power metal sinfônico de Santa Catarina, liderada por Monica Possel, eles estão sempre ativos nas redes sociais e agora, também lançam conteúdo exclusivo e inédito no canal do YouTube. Em uma série de vídeos, o grupo celebra as mulheres e o seu poder.

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A primeira amostra foi o vídeo react, com a jornalista Carolina Indica, para a canção "Chimerical Love"; Em seguida, a Hamen lançou o webclip "Song of the Heart", presente no álbum “Unreflected Mirror”  (2018); e até o fim do mês ainda teremos ao cover para “Song of the Heart”, feito pela cantora Carla Domingues, da No One Spoke (SC), que também contará com um bate-papo; e ainda, mais um react da Carolina Indica, desta vez para o vídeo da canção "Song of the Heart".


Somos mulheres que lutam, principalmente, para conquistar nossos sonhos, o que muitas vezes são deixados de lado devido à pressão da sociedade. Ver mulheres fazendo o seu sonho no metal acontecer é o que me deu e me dá muita força para continuar, saber que não estamos sozinhas e temos a força umas às outras. Nada mais justo de poder compartilhar isso com nosso público!”, declara Monica Possel, vocalista e letrista.

Criada em 2013, a Hamen surgiu no cenário nacional com o EP “Altar” (2015) e de lá pra cá a banda lançou o álbum “Unreflected Mirror” (2018), que contou com participação especial de Marcelo Barbosa (Angra) e já participou de coletâneas internacionais, se tornando uma das representantes do power metal sinfônico brasileiro. O disco traz como temática noções abordadas na ficção científica, como mundos alternativos e também conta com influências da literatura de Arthur C. Clarke, autor de “2001 - Uma Odisseia no Espaço”, entre outros clássicos. A Hamen é formada atualmente por Monica Possel (voz) e Cadu Puccini (guitarra).

quarta-feira, 3 de março de 2021

Charlotte Wessels, ex-Delain, mostra "Soft Revolution", sua nova canção como artista solo; assista

A cantora neerlandesa Charlotte Wessels, recentemente desligada da banda Delain com mais 3 integrantes, liberara ontem um vídeo no qual ela apresenta a canção "Soft Revolution", single de sua autoria e produzido pela própria.

A vocalista vem se projetando de forma independente, contando com o plano de patrocínio dos fãs, o Patreon, onde disponibiliza seus trabalhos solo e outras interações com seu público.

Assista ao vídeo de "Soft Revolution" no player abaixo:

terça-feira, 2 de março de 2021

Pensando nos fãs, Hamen lança webclip inédito

Os festivais online se tornaram cada vez mais populares desde o início da pandemia, mas não são todos que conseguem acompanhar o conteúdo, que pode durar longas horas, ou mesmo dias. Pensando nesses fãs, a Hamen, banda de power metal sinfônico de Santa Catarina, lançou em seu canal no YouTube a versão inédita de “Song of the Heart”, gravada em formato de live session, com cada membro em sua respectiva casa. O vídeo foi originalmente apresentado nos festivais Under Fest e Caio Indica II.

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Mesmo com a pandemia percebemos que conseguimos produzir materiais audiovisuais para os nossos públicos. E isso nos deixa felizes, pois nos aproximamos ainda mais de nosso público, seja por meio dos festivais online, ou de nossas músicas, mesmo sem os shows ao vivo. Então eu acredito que o objetivo desses vídeos, desse novo passo na Hamen é se aproximar do nosso públicos e apresentar para eles a nossa música de outras formas”, define Monica Possel, vocalista e letrista da Hamen.

A canção faz parte do álbum de estreia da Hamen, "Unreflected Mirror", lançado em 2018 e elogiado pela mídia especializada.

Essa música trata-se da continuação da história contada no álbum,em que a personagem principal se depara com o som de um coração batendo ao longe; E ao procurar, ela não acha, só consegue ouvir. A letra fala que existe um portal e quanto mais ela caminha para este lugar, mais ela se aproxima do dono do coração. O indivíduo do outro lado do portal é um suposto romance, relatado na canção ‘Chimerical Love’”, explica Monica.

Criada em 2013, a Hamen surgiu no cenário nacional com o EP “Altar” (2015) e de lá pra cá a banda lançou o álbum “Unreflected Mirror” (2018), que contou com participação especial de Marcelo Barbosa (Angra) e já participou de coletâneas internacionais, se tornando uma das representantes do power metal sinfônico brasileiro. O disco traz como temática noções abordadas na ficção científica, como mundos alternativos e também conta com influências da literatura de Arthur C. Clarke, autor de “2001 - Uma Odisseia no Espaço”, entre outros clássicos. A Hamen é formada atualmente por Monica Possel (voz) e Cadu Puccini (guitarra).

Assista "Song of the Heart":

A "Song of the Heart" traz letra de Monica Possel, com composição de Matheus Maia. A edição e a arte é também de Monica Possel. Aparecem no vídeo Cadu Puccini (guitarra) e Monica Possel (voz), além dos músicos Gabriel Pedroso (bateria) e Matheus Maia (baixo).

segunda-feira, 1 de março de 2021

Iggor Cavalera participa de bate papo com Régis Tadeu e Paulo Baron

Entrevista repassa momentos importantes da carreira do baterista

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O renomado baterista Iggor Cavalera, músico de extrema importância na história da música pesada, é o mais novo entrevistado no Bate Papo com Regis Tadeu e Paulo Baron. A conversa, descompromissada, mostra Iggor explicando sua relação de longa data com a música industrial e eletrônica; seu método livre de tocar bateria e a situação mundial da atualidade.

A entrevista gravada à distância repassa a carreira musical de Iggor, falando inclusive de seus projetos mais recentes, como o PetBrick, duo industrial em parceria com Wayne Adams, do Big Lad, o eletrônico MixHell e o alternativo Soulwax. Também foram assuntos o Nailbomb e o futuro do Cavalera Conspiracy.

Assista o Bate Papo com Regis Tadeu e Paulo Baron:

Uma das mais recentes novidades de Iggor Cavalera é a série de vídeos Beneath the Drums, criada para mostrar um pouco mais de sua história e música, e vem obtendo grande destaque na mídia internacional, sendo destaque nos principais veículos de música especializados Em seu canal oficial no YouTube, o músico apresenta músicas marcantes de sua carreira, explicando o conceito, composição e tocando as faixas para os fãs.

O baterista também lançou este ano uma conta no Patreon, oferecendo recompensas exclusivas para os fãs. Com esta iniciativa, Iggor Cavalera se aproxima de seu público e oferece uma visão exclusiva sobre sua obra musical e seu legado, inspirando fãs e músicos.

Entre os atuais projetos musicais de Iggor estão o MixHell, o Soulwax, o Petbrick e a banda ao lado de seu irmão Max, o Cavalera Conspiracy. O último álbum da banda é "Psychosis", de 2017.

Mais informações sobre Iggor: https://www.youtube.com/IggorCavaleraDrums

Lyria retorna Lockdown Sessions com música queridinha dos fãs

Ícone do metal sinfônico nacional, o Lyria (RJ) lança novo vídeo da série Lockdown Sessions, iniciada há quase um ano no canal do YouTube. A canção escolhida desta vez é “Best of Me”, presente no disco "Immersion" (2018), e uma das queridinhas dos fãs nos shows.

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A música fala sobre uma pessoa que estava vivendo uma vida péssima mas encontrou alguém que o ajuda a enxergar o melhor dele mesmo. É sempre uma música bem animada dos shows, com o público pulando e cantando. A ideia é trazer vídeos divertidos da banda tocando para que as pessoas possam se sentir próximas da banda, como se estivessem assistindo ao vivo.”, conta Aline Happ, vocalista e compositora do Lyria.

De maneira simples e muita criatividade, o Lyria já apresentou versões ao vivo gravadas à distância das músicas "Jester, Follow the Music, Light and Darkness", e um tributo em homenagem ao Linkin Park, com um mashup de "Crawling" e "Numb", entre outros. Enquanto o streaming de shows é feito do home studio do Lyria, nas Lockdown Sessions cada um está na sua própria casa, ou estúdio. Os vídeos da série são mixados, masterizados e editados por Aline Happ.

Uma das bandas mais conhecidas no cenário brasileiro de metal, o Lyria é formado por Rod Wolf (guitarra), Thiago Zig (baixo) e Thiago Mateu (bateria), além de Aline. O grupo existe desde 2012, e de lá pra cá eles se tornaram conhecidos no Brasil e no mundo, principalmente na Europa e nos Estados Unidos, a partir do lançamento de "Catharsis" (2014). Atualmente, eles seguem com lançamentos online e planejam em breve retornar à turnê com o disco "Immersion" (2018), que já passou por diversas cidades do Brasil.

Assista “Best of Me”: 

Conheça os outros vídeos da série: https://youtu.be/mvj16-4NByo

Anneke van Giersbergen lança clipe de "I Saw A Car", canção de seu novo álbum; assista

"I Saw A Car" integra "The Darkest Skies Are The Brightest", novo álbum solo da cantora neerlandesa Anneke van Giersbergen (The Gathering, Gentle Storm, VUUR e Ayreon), que chegara no dia 26 de fevereiro último, via InsideOut Music.

Anneke van Giersbergen libera lyric video de "Agape", canção de seu novo álbum solo; assista.

O trabalho, traz uma atmosfera acústica e tematizado pelas experiências pessoais vividas ultimamente pela musicista.

Anneke van Giersbergen libera clipe de "Hurricane", canção de seu novo álbum solo; assista.

Além disso, 'The Darkest Skies Are The Brightest' está disponível para encomenda a partir de hoje. O álbum estará disponível em CD Digipak ecológico (sem plástico), em LP 180g Gatefold (incluindo o álbum em CD) e digital. O vinil verde petróleo transparente limitado está disponível exclusivamente na loja online da artista e todos os itens serão assinados pra você.

Anneke van Giersbergen libera clipe de "My Promise", canção de seu novo álbum solo; assista.

https://anneke.merchstore.nl ."

Sobre o lançamento do álbum, ela dissera previamente:

"O título refere-se à ideia de que, diante dos desafios pessoais, somos obrigados a encontrar respostas para as maiores dúvidas da vida.

Um tempo atrás, minha crença no VUUR me fez gastar todas as minhas economias gravando nosso álbum de estréia e levando a banda para a estrada. Depois de completar nosso primeiro ciclo de turnê, percebi que mais VUUR significaria ainda mais, enormes riscos financeiros. Para piorar as coisas, meu casamento duradouro viu inesperadamente uma tempestade se aproximando. Eu soube imediatamente que precisava escrever músicas sobre como consertar minha vida.

Com apenas meu violão e equipamento básico de gravação, eu regularmente me retirava para uma pequena casa perto da floresta, nos arredores de minha cidade natal, Eindhoven. Eu deixei de lado as pressões de como seria o futuro de VUUR, e também dediquei um tempo para tentar salvar meu casamento.

Naquela pequena cabana, entrei no processo meditativo de escrever um álbum solo. Depois de escrever músicas suficientes, pedi ao meu amigo e produtor, Gijs Coolen, para me ajudar a terminar o álbum.

Ao longo da finalização do álbum, minhas histórias de canções acústicas foram fundidas com uma alquimia de cordas panorâmicas, trompas e percussão.

A primeira música vai estrear muito em breve. E eu não posso esperar para compartilhar com todos vocês!

Ame,"

Assista ao clipe de "I Saw A Car" no player abaixo:

Letra:

"I saw a car a really nice car

and I knew this car was gonna get me far

flaming red runs like a jet

and I don’t get why it isn’t mine yet

oh this car is gonna bring me home


I rely on my fear alone

get by on my pain

I deny that I’m to blame

for you to be down so low


I saw a man a really nice man

and to reel him in I do whatever I can

a smile so bold not exactly old

and I don’t really get why he isn’t mine yet


oh this man is gonna take me home  


he’s gonna  save me 


I saw a bird a beautiful bird

if I could steal its wings I would get what I deserve

I’ll stand my ground high up in the clouds 

and escape my responsibilities 


I am 100% imperfect

I am 100% alone"

Ouça o álbum na íntegra:

Tracklist:

01. Agape

02. Hurricane

03. My Promise

04. I Saw A Car

05. The Soul Knows

06. The End

07. Keep It Simple

08. Lo And Behold

09. Losing You

10. Survive

11. Love You Like I Love You