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segunda-feira, 17 de janeiro de 2022

Assista Floor Jansen entoando "Dangerous Game" (ft. Henk Poort) de Jekyll & Hyde em show solo

Frontwoman fizera apresentações paralelamente aos compromissos de sua banda.

Assista Floor Jansen entoando "Sweet Curse" (ft. Henk Poort) do Revamp em show solo.

Nightwish: Assista Floor Jansen entoando "Nemo" em show solo.

Nightwish: Assista Floor Jansen entoando "Mama" em show solo.

Assista Floor Jansen entoando "Storm in a Glass" em show solo.

Nightwish: Assista Floor Jansen entoando "Ever Dream" em show solo.

Nightwish: Floor Jansen desaprova reunião do After Forever: "É bom deixar as coisas para o passado".

Assista Floor Jansen entoando "Agape", cover do Kadawatha.

"Se Floor Jansen sair do Nightwish a banda acaba", diz Tuomas.

A vocalista do Nightwish, Floor Jansen, disponiblizara um clipe ao vivo de sua execução da canção "Dangerous Game" (ft. Henk Poort), de Jekyll & Hyde, durante sua apresentação como artista solo em setembro último, na sala de concertos AFAS Live em Amsterdã, Holanda, como parte de sua turnê europeia, onde ela inclui, além de canções do próprio Nightwish, músicas do After Forever e Revamp (suas bandas anteriores), do Northward e sucessos que ela entoara no reality neerlandês Best Zangers (melhores cantores), do qual ela saíra vencedora em 2020.

Assista "Dangerous Game" no player abaixo:

Setlist:

• “Ever Dream” (Nightwish)
• “Storm In A Glass” (Northward)
• “Nemo” (Nightwish)
• “Mama” (Samantha Steenwijk cover)
• “Sweet Curse” (ReVamp song – com Henk Poort)
• “Dangerous Game” (from Jekyll & Hyde – with Henk Poort)
• “Euphoria” (Loreen)
• “Face Your Demons” (After Forever)
• “Winner” (Tim Akkerman cover)
• “Slow, Love, Slow” (Nightwish)
• “Shallow” (Lady Gaga & Bradley Cooper cover)
• “Strong” (After Forever)
• “Élan” (Nightwish)
• “Energize Me” (After Forever)
• “Qué Se Siente” (Rolf Sanchez)
• “Bridle Passion” (Northward)
• “Our Decades In The Sun” (Nightwish)
• “Wolf And Dog” (ReVamp)
• “The Phantom Of The Opera” (Andrew Lloyd Webber cover – com Henk Poort)

Banda de apoio:

- Marcel Fisser - Guitarra
- Serge Bredewold - Baixo
- Gregor Hamilton - Piano
- Will Maas - Teclados
- Marijn van den Berg - Bateria
- Lesley van der Aa - Backing Vocals
- Rob de Nijs - Backing Vocals

quarta-feira, 12 de janeiro de 2022

Jethro Tull lança clipe de "The Zealot Gene", faixa-título de seu novo álbum; assista

The Zealot Gene”, 22° álbum de estúdio e o 1º de inéditas do Jethro Tull em 18 anos, chegará no dia 28 de janeiro próximo, via InsideOut Music.

Jethro Tull - Ian Anderson: "Bruce Dickinson me convidou para um projeto ao vivo".

Jethro Tull lança clipe de "Sad City Sisters", canção de seu novo álbum; assista.

Jethro Tull anuncia novo álbum e lança clipe de “Shoshana Sleeping”; assista.

A faixa-título oferece muitas alusões ao mundo radical e politicamente carregado do populismo na liderança. Como uma letra de música, ela resume, para mim, a natureza divisora das relações sociais e as visões extremas que alimentam o fogo do ódio e do preconceito, talvez mais hoje do que em qualquer outro momento da história. Talvez você pense que sabe em quem eu poderia estar pensando aqui, mas, na realidade, provavelmente há agora pelo menos cinco figuras nacionais ditatoriais proeminentes que poderiam se encaixar no projeto. - declarara o frontman Ian Anderson.

Assista ao clipe de “The Zealot Gene” no player abaixo:

Tracklist:

Mrs. Tibbets (5:54)
Jacob’s Tales (2:13)
Mine Is The Mountain (5:40)
The Zealot Gene (3:54)
Shoshana Sleeping (3:41)
Sad City Sisters (3:40)
Barren Beth, Wild Desert John (3:37)
The Betrayal Of Joshua Kynde (4:06)
Where Did Saturday Go? (3:53)
Three Loves, Three (3:30)
In Brief Visitation (3:00)
The Fisherman Of Ephesus (3:41)

A Banda:

Ian Anderson – voz, flauta, violão, gaita
Joe Parrish-James – guitarra
Florian Opahle – guitarra (em estúdio)
Scott Hammond – bateria
John O’Hara – piano, teclado e acordeão
David Goodier – baixo

terça-feira, 11 de janeiro de 2022

Após anunciar discos e turnê, Jack White lança versão ao vivo de “Taking Me Back”


Artista revelará “Fear of the Dawn” em abril e “Entering Heaven Alive” em julho, no meio de uma turnê pela América do Norte e Europa
.

Quer anunciar sua banda/artista/eventos/notícias/produtos musicais na Confraria? Mande seu material para confrariafloydstock@gmail.com

Jack White se prepara para voltar aos palcos com grandes novidades para este ano. Ele fará uma longa turnê denominada “The Supply Chains Issues Tour” com quase 60 datas anunciadas para a América do Norte e Europa em meio ao lançamento de dois álbuns de estúdio para o próximo ano. “Fear of the Dawn” está previsto para o dia 08 de abril e “Entering Heaven Alive”, para o dia 22 de julho. O clima dos shows e dos álbuns é antecipada em um registro ao vivo da enérgica “Taking Me Back”, que abre o primeiro disco, apresentando sua nova banda. Esses são lançamentos da Third Man Records disponíveis para pré-venda.

Um dos artistas mais inquietos dos últimos 25 anos e vencedor de 12 Grammys, Jack White se tornou sinônimo de um novo modelo de rockstar para o século XXI com seu projeto solo, com o The White Stripes, The Dead Weather e The Raconteurs. Guitarrista com sonoridade icônica, White une os tons do rock de garagem com o espírito do começo do blues. Suas melodias são entoadas em coro tanto nos principais festivais de música quanto em estádios esportivos como cânticos de torcidas.

Fundada por White em 2001 e baseada em Detroit, a Third Man Records se consolidou como um sinônimo de inovação e bom gosto ao buscar alternativas para experiências exclusivas e analógicas em um meio digital. Os novos lançamentos de Jack White podem ser garantidos em múltiplos formatos físicos e digitais pelo selo.

Assista ao clipe para “Taking Me Back”:

Garanta “Fear of the Dawn” na pré-venda: https://orcd.co/fearofthedawn

Garanta “Entering Heaven Alive” na pré-venda: https://orcd.co/enteringheavenalive

Confira “Taking Me Back” ao vivo:

segunda-feira, 10 de janeiro de 2022

Mariangela Demurtas, vocalista do Tristania, lança clipe de "City", seu 1º single solo; assista

Frontwoman deu o pontapé inicial em sua carreira solo.

A cantora italiana Mariangela Demurtas, da banda de gothic metal Tristania e também da banda Ardours, lançou o seu primeiro single como artista solo, intitulado "City", que integrará o seu EP de estreia, “Dark Ability”, que chegará em 11 de fevereiro próximo.

A canção ganhara um videoclipe, que você pode assistir imediatamente abaixo:

sábado, 8 de janeiro de 2022

Assista Floor Jansen entoando "Sweet Curse" (ft. Henk Poort) do Revamp em show solo

Frontwoman fizera apresentações paralelamente aos compromissos de sua banda.

Nightwish: Assista Floor Jansen entoando "Nemo" em show solo.

Nightwish: Assista Floor Jansen entoando "Mama" em show solo.

Assista Floor Jansen entoando "Storm in a Glass" em show solo.

Nightwish: Assista Floor Jansen entoando "Ever Dream" em show solo.

Nightwish: Floor Jansen desaprova reunião do After Forever: "É bom deixar as coisas para o passado".

Assista Floor Jansen entoando "Agape", cover do Kadawatha.

"Se Floor Jansen sair do Nightwish a banda acaba", diz Tuomas.

A vocalista do Nightwish, Floor Jansen, disponiblizara um clipe ao vivo de sua execução da canção "Sweet Curse" (ft. Henk Poort), sucesso do Revamp, durante sua apresentação como artista solo em setembro último, na sala de concertos AFAS Live em Amsterdã, Holanda, como parte de sua turnê europeia, onde ela inclui, além de canções do próprio Nightwish, músicas do After Forever e Revamp (suas bandas anteriores), do Northward e sucessos que ela entoara no reality neerlandês Best Zangers (melhores cantores), do qual ela saíra vencedora em 2020.

Assista "Sweet Curse" no player abaixo:

Setlist:

• “Ever Dream” (Nightwish)
• “Storm In A Glass” (Northward)
• “Nemo” (Nightwish)
• “Mama” (Samantha Steenwijk cover)
• “Sweet Curse” (ReVamp song – com Henk Poort)
• “Dangerous Game” (from Jekyll & Hyde – with Henk Poort)
• “Euphoria” (Loreen)
• “Face Your Demons” (After Forever)
• “Winner” (Tim Akkerman cover)
• “Slow, Love, Slow” (Nightwish)
• “Shallow” (Lady Gaga & Bradley Cooper cover)
• “Strong” (After Forever)
• “Élan” (Nightwish)
• “Energize Me” (After Forever)
• “Qué Se Siente” (Rolf Sanchez)
• “Bridle Passion” (Northward)
• “Our Decades In The Sun” (Nightwish)
• “Wolf And Dog” (ReVamp)
• “The Phantom Of The Opera” (Andrew Lloyd Webber cover – com Henk Poort)

Banda de apoio:

- Marcel Fisser - Guitarra
- Serge Bredewold - Baixo
- Gregor Hamilton - Piano
- Will Maas - Teclados
- Marijn van den Berg - Bateria
- Lesley van der Aa - Backing Vocals
- Rob de Nijs - Backing Vocals

sexta-feira, 7 de janeiro de 2022

A opinião de Frank Zappa sobre Hendrix, Bob Dylan e os Rolling Stones

Um dos mais importantes artistas do Rock and Roll nos Estados Unidos, Frank Zappa sempre deu sua verdadeira opinião sobre qualquer assunto, inclusive outras bandas. Em uma entrevista à revista Playboy em 1993, pouco antes de sua morte aos 52 anos, Zappa deu sua opinião sobre Jimi Hendrix, Bob Dylan e  Rolling Stones.

Algumas das coisas realmente boas que Hendrix fez foram as primeiras, quando ele era apenas rasgado e brutal. "Manic Depression" era minha música favorita de Jimi Hendrix. Quanto mais experimental ficava, menos interessante e mais fino ficava. Quanto a Dylan, o "Highway 61 Revisited" foi ótimo. Então pegamos "Blonde on Blonde" e começou a soar como música de cowboy. Você sabe o que eu acho da música cowboy. Eu gostei dos Rolling Stones.

Na mesma entrevista, Frank Zappa confirmou que Mick Jagger uma vez arrancou uma farpa do dedão do pé e falou um pouco mais sobre os Stones. “Ele veio até minha casa e eu estava pulando por causa dessa farpa, então ele a puxou. Boa história, hein? Eu gostei de sua atitude e da atitude dos Stones. No final das contas, porém, a música estava sendo feita porque era um produto. Era música pop feita porque havia uma gravadora esperando pelos discos.

Frank Zappa não era fã de "Like a Rolling Stone" de Bob Dylan

Conforme apontado pelo autor Clinton Heylin para o livro "Bob Dylan: Behind the Shades", Frank Zappa disse que não era fã da famosa canção de Dylan, "Like a Rolling Stone". “Quando ouvi 'Like a Rolling Stone', quis sair do mundo da música, porque pensei: 'Se isso vencer e fizer o que deve fazer, não preciso fazer mais nada ...' Mas não não faça nada. Vendeu, mas ninguém respondeu da maneira que deveria.

Jimi Hendrix visitou Frank Zappa

Em uma entrevista (transcrita por Rock and Roll Garage) feita pouco antes de sua morte, ele se lembrou de uma coisa que achava que Hendrix deveria ter feito. Também falou sobre quando o guitarrista britânico foi até sua casa:

Eu tinha escrito em artigos naquela época que pensava no que deveria ser feito, já que ele não era musicalmente alfabetizado, ele não conseguia escrever sozinho, que deveria ser colocado em algum tipo de relação de trabalho com alguém que pudesse escrever suas ideias. E escrever para instrumentos que não fossem a guitarra elétrica. Acho que valeria a pena fazer isso. Mas não, ele estava muito ocupado fazendo outras coisas para se sentar e fazer essa abordagem.

Jimi veio à nossa casa uma vez com Buddy Miles, quando estávamos morando em Nova York. Eles entraram, disseram olá, Buddy sentou-se no sofá e imediatamente desmaiou e começou a roncar. Pouco depois, Jimi, que usava calças de veludo verde, demonstrou algum tipo de intrincada etapa de dança e rasgou o interior da calça. Gail (esposa de Zappa) teve que costurá-la para ele. Então, quando eles estavam prontos para sair, Jimi acordou Buddy Miles. Ele disse 'tchau Frank' e eles saíram pela porta”.

Frank Zappa foi incluído no Hall da Fama do Rock and Roll em 1995, 2 anos após sua morte. Lou Reed do Velvet Underground foi o responsável por induzir o falecido músico e disse: "Frank era uma força de razão e honestidade".

Via Rockandrollgarage.

Rolling Stones: as origens da música 'Miss You'

Canção integra o 16º álbum de estúdio do grupo, "Some Girls".

Após seu lançamento, a faixa rapidamente caiu na Billboard Hot 100, onde finalmente avançara para o número um. Muito do sucesso de ‘Miss You’ na América, mas também na Europa e no Reino Unido - deveu-se ao seu endosso pelo mundo da discoteca, com uma nova cultura de dança oferecendo uma alternativa hedonística aos clubes antagônicos ao rock e punk da época.

De certa forma, "Miss You" é uma espécie de cavalo de Tróia; aquele que os Rolling Stones usaram para atingir um novo público. “Nós sempre apenas nos adaptamos com a música que está no ar”, Ronnie Wood explicou em uma entrevista de 2011, com Charlie Watts acrescentando: “Muitas dessas canções como‘ Miss You ’foram fortemente influenciadas por ir às discotecas. Você pode ouvi-la em muitos desses quatro ritmos no solo e na bateria ao estilo da Filadélfia. Mick e eu íamos muito a discotecas ... Foi um grande período. Lembro-me de estar em Munique e voltando de um clube com Mick cantando uma das canções do Village People: ‘Y.M.C.A.’, acho que era - e Keith enlouqueceu, mas parecia ótimo na pista de dança.

Esse som pronto para a pista se deve em grande parte à linha de baixo inebriante da faixa. “A ideia para essas linhas de baixo veio de Billy Preston”, observou certa vez o baixista Bill Bywan. “Havíamos feito uma demo bruta mais ou menos um ano antes, após uma sessão de gravação. Eu já tinha ido para casa e Billy pegou meu velho baixo quando eles começaram a tocar aquela música.

Ele começou a fazer aquela parte porque parecia ser o estilo de sua mão esquerda. Então, quando finalmente chegamos para fazer a melodia, os meninos disseram: Por que você não contorna a ideia de Billy? Então, eu ouvi uma vez e ouvi aquela execução básica e parti daí. Demorou algumas mudanças e polimento, mas a ideia básica era de Billy.

Mas, embora o sabor musical de "Miss You" esteja claramente enraizado na disco, o conteúdo lírico da música é muito mais aberto à interpretação. Muitos sugeriram que a letra foi inspirada pelo casamento fracassado de Mick Jagger, mas o vocalista sempre afirmou que a música foi projetada para evocar um sentimento generalizado de saudade, em vez de um relacionamento específico. Então, novamente, suponho que se você estivesse tendo um caso - como Jagger estava na época - você não estaria muito ansioso para compartilhar os detalhes de sua infidelidade. De qualquer forma, "Miss You" ainda se destaca como uma das melhores evocações do desejo no cânone dos Rolling Stones.

Via FAR OUT.

quarta-feira, 5 de janeiro de 2022

Tarja lança clipe de "Closer To the Sky", 1° single de seu novo projeto Outlanders; ouça

"Closer To the Sky" integra o projeto Outlanders, parceria da soprano Tarja Turunen com Torsten Stenzel e traz Trevor Rabin, mais conhecido como guitarrista do Yes, bem como compositor de trilhas sonoras de sucessos de bilheteria de Hollywood

A faixa marca o início de uma série de lançamentos de oito faixas via earMusic, precedendo um álbum completo.

Cada música apresenta um guitarrista excepcional como convidado. Os participantes incluem: Al Di Meola, Joe Satriani, Jennifer Batten, Steve Rothery, Mike Oldfield, Walter Giardino, Ron "Bumblefoot" Thal, Vernon Reid e Marty Friedman.

Mas o que é o gênero Outlanders? A resposta é simples: é um gênero musical em si, já que classificar os Outlanders como qualquer gênero preexistente seria um esforço infrutífero.

A visão de Tarja para Outlanders é criar algo novo e fresco. Outlanders combinam batidas eletrônicas emocionantes e emocionantes com os vocais clássicos e emocionais de Tarja, junto com performances únicas de guitarra. Esses três elementos são uma constante em todas as músicas.

Gravado e mixado principalmente na ilha caribenha de Antigua durante os últimos dez anos, os sons de Outlanders são místicos. Eles são suaves e poderosos; cativante e sonhadora; moderno, mas vintage ao mesmo tempo. Sua música é sobre opostos que se atraem magicamente e os três elementos do pilar estético se unem para criar um som único e singular.

O próximo single "The Cruellest Goodbye" chega em 28 de janeiro e apresenta Al Di Meola. Ele será lançado como uma edição limitada de vinil de sete polegadas exclusivamente na loja online da Tarja e digitalmente na earMUSIC.

Assista ao clipe de "Closer To the Sky" clicando na imagem abaixo:

terça-feira, 4 de janeiro de 2022

Cinco das melhores linhas de baixo de Phil Lynott com o Thin Lizzy

Em uma banda como Thin Lizzy, o baixo pode ocasionalmente ser relegado para segundo plano. Como alguns dos melhores artistas de hard rock dos anos 1970,  o Thin Lizzy deixou sua marca com um ataque de guitarra dupla distinto: Scott Gorham e Brian Robertson conquistaram uma habilidade incomparável de se harmonizarem perfeitamente um com o outro, pegando linhas de guitarra memoráveis ​​e fazendo-as soar com real poder musical.

Até o próprio baixista tinha um papel mais essencial: Phil Lynott era um cantor e frontman diferente de qualquer outro, e não apenas porque não havia praticamente nenhum outro irlandês negro cantando rock. Lynott tinha uma atitude arrogante, iluminando multidões com apenas um olhar ou um gesto. Sua voz parecia encharcada de uísque, mas nunca abatida. Era uma correia controlada que nunca precisou ser esticada para se conectar. Mesmo hoje, ele continua sendo um dos líderes de banda mais subestimados de sua geração.

Mas vamos ver se entendi: Phil Lynott também era um baixista fodão. Embora possa não ser a primeira coisa que chama sua atenção em uma música do Thin Lizzy, uma vez que você ouça o estrondoso trabalho low-end que Lynott apresenta música após música, você nunca vai esquecer. Originalmente um cantor que pegou o baixo por necessidade, Lynott trouxe uma sensação melódica singular que frequentemente complementava suas linhas vocais.

Seja roubando blues da velha escola, sendo pioneiro no hard rock e no heavy metal, ou retornando às suas raízes com a música tradicional irlandesa, o Thin Lizzy sempre trouxe um som todo próprio para suas gravações e apresentações ao vivo.

Esse som estaria incompleto sem as habilidades de baixo estelares de Lynott, então selecionemos algumas de suas melhores linhas de baixo do catálogo do Thin Lizzy. Embora as partes de ‘Jailbreak’ e ‘The Boys Are Back in Town’ sejam fantásticas, você não as encontrará aqui. Lynott e a banda eram muito mais do que apenas seus sucessos.

Cinco grandes linhas de baixo de Phil Lynott (Via FAR OUT):

‘‘Waiting for an Alibi’’

OK, tudo bem, que tal um acerto? Mesmo que este tenha sido o primeiro desvio da formação clássica da banda, com o guitarrista Gary Moore aparecendo em seu único álbum, ‘Waiting for an Alibi’ é inconfundível Thin Lizzy.

Lynott deve ter estado em um clima experimental, vendo como seu baixo é tratado com uma boa quantidade de refrão. Mas é mais do que apenas um efeito, é uma adição atraente ao arranjo elegante da música. Lynott conduz a música sem nunca manter as coisas muito simples.


"Romeo and the Lonely Girl"

Uma das maiores decepções no catálogo de Thin Lizzy é que um de seus álbuns mais amados, "Jailbreak" de 1976, enfatiza o ataque de guitarra gêmea da banda em detrimento do baixo de Lynott. O trabalho de quatro cordas de Lynott é criminosamente baixo na mixagem do álbum, mas quando você aumenta o volume para ouvi-lo, as linhas de baixo são funky e originais.

Originalmente "Romeo and the Lonely Girl" foi outra dos roqueiros de ritmo acelerado da banda. Ao longo dos anos, gradualmente se transformou em uma balada lenta que mostrou a linha de baixo inspirada na alma de Lynott. Lynott era um especialista em andar entre a simplicidade e a exibição, acrescentando a quantidade perfeita de preenchimentos e corridas para adicionar distinção, não distração.


"Vagabonds of the Western World"

A versão de Thin Lizzy que se tornou grande envolveu uma maquilagem de guitarra gêmea matadora, mas houve um tempo em que Thin Lizzy era apenas um power trio. Para seus três primeiros álbuns, Lynott teve muito mais espaço para preencher, e ele avançou com partes de baixo cada vez mais complicadas que ele posteriormente reduziria em lançamentos subsequentes.

É uma pena, porque o baixo tocando em "Vagabonds of the Western World", especificamente a faixa-título do álbum, é Lynott em sua forma mais chamativa e indelével. Apesar de ocupar todo o espaço de que gosta, Lynott ainda mantém o ritmo e nunca passa do tom. Provavelmente foi o melhor que o Thin Lizzy trouxera com Scott Gorham e Brian Robertson em "Nightlife" de 1974, mas teria sido fascinante ouvir o que Lynott teria tocado se a banda mantivesse sua configuração de três homens.


"Emerald"

Principalmente uma banda de hard rock, Thin Lizzy teve uma influência considerável na nova onda emergente de heavy metal britânico que dominaria a música no final dos anos 1970 e início dos anos 80. Com suas roupas de palco revestidas de couro e poderoso ataque sônico da Marshall, não é nenhuma surpresa que Thin Lizzy foram os antepassados de um estilo de música mais pesado.

Basta ouvir as linhas que Lynott define em ‘Emerald’. Essas são as mesmas linhas galopantes que Steve Harris mais tarde tomaria para si em uma série de faixas clássicas do Iron Maiden. É ainda mais surpreendente pensar que ele estava tocando essas corridas e cantando ao mesmo tempo que no clássico álbum ao vivo da banda, "Live and Dangerous".


"I’m Still in Love With You"

Thin Lizzy era uma banda de hard rock de ponta a ponta. Mas mesmo as bandas mais barulhentas e pesadas podiam pagar uma ou duas baladas em seu repertório, e foi em uma das músicas mais apaixonadas do grupo que Lynott realmente conseguiu se esticar e mostrar suas habilidades no baixo: 'I’m Still in Love With You'.

A música soul irlandesa estava sempre presente no país natal do Thin Lizzy enquanto eles estavam surgindo como uma banda. Lynott não gostava da confluência entre sua raça e seus gostos musicais, mas tinha um grande apreço pelas linhas de baixo atraentes e o forte impacto em que o soul se baseava. Seria difícil encontrar uma música mais impactante no catálogo do Thin Lizzy, e ela vem completa com uma das linhas de baixo mais indeléveis de Lynott.

quarta-feira, 29 de dezembro de 2021

Nightwish: Assista Floor Jansen entoando "Nemo" em show solo

Frontwoman fizera apresentações paralelamente aos compromissos de sua banda.

Nightwish: Assista Floor Jansen entoando "Mama" em show solo.

Assista Floor Jansen entoando "Storm in a Glass" em show solo.

Nightwish: Assista Floor Jansen entoando "Ever Dream" em show solo.

Nightwish: Floor Jansen desaprova reunião do After Forever: "É bom deixar as coisas para o passado".

Assista Floor Jansen entoando "Agape", cover do Kadawatha.

"Se Floor Jansen sair do Nightwish a banda acaba", diz Tuomas.

A vocalista do Nightwish, Floor Jansen, disponiblizara um clipe ao vivo de sua execução da canção "Nemo" (acoustic version), clássico do Nightwish, durante sua apresentação como artista solo em setembro último, na sala de concertos AFAS Live em Amsterdã, Holanda, como parte de sua turnê europeia, onde ela inclui, além de canções do próprio Nightwish, músicas do After Forever e Revamp (suas bandas anteriores), do Northward e sucessos que ela entoara no reality neerlandês Best Zangers (melhores cantores), do qual ela saíra vencedora em 2020.

Assista "Nemo" no player abaixo:

Setlist:


• “Ever Dream” (Nightwish)
• “Storm In A Glass” (Northward)
• “Nemo” (Nightwish)
• “Mama” (Samantha Steenwijk cover)
• “Sweet Curse” (ReVamp song – com Henk Poort)
• “Dangerous Game” (from Jekyll & Hyde – with Henk Poort)
• “Euphoria” (Loreen)
• “Face Your Demons” (After Forever)
• “Winner” (Tim Akkerman cover)
• “Slow, Love, Slow” (Nightwish)
• “Shallow” (Lady Gaga & Bradley Cooper cover)
• “Strong” (After Forever)
• “Élan” (Nightwish)
• “Energize Me” (After Forever)
• “Qué Se Siente” (Rolf Sanchez)
• “Bridle Passion” (Northward)
• “Our Decades In The Sun” (Nightwish)
• “Wolf And Dog” (ReVamp)
• “The Phantom Of The Opera” (Andrew Lloyd Webber cover – com Henk Poort)

Banda de apoio:

- Marcel Fisser - Guitarra
- Serge Bredewold - Baixo
- Gregor Hamilton - Piano
- Will Maas - Teclados
- Marijn van den Berg - Bateria
- Lesley van der Aa - Backing Vocals
- Rob de Nijs - Backing Vocals

domingo, 26 de dezembro de 2021

Banda Tempo Rei lança clipe de "Giro Do Tempo"; assista

A banda carioca Tempo Rei lançara ontem o clipe para canção "Giro Do Tempo" e o baterista, percussionista e compositor Reinaldo Pestana explica mais sobre a canção, o vídeo e a banda.

"Tudo começou com apenas um sonho. Depois foram se tornando vários. Depois do fim de um relacionamento, vieram melodias e letras constantes nos sonhos. Pensei: tenho que registrar isso. Estas  mensagens não foram à toa. Como trabalho com música há 25 anos, acreditei que seria fácil convidar os amigos a participar deste sonho. E deu certo! Estão comigo nesta jornada Aprigio Berth - voz, André Barros - guitarra, Maurício Figueiredo - baixo elétrico, Renato Catharino - teclado e piano e eu, Reinaldo Pestana - bateria e percussão."

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"Tempo Rei" é uma banda de possibilidades. Neste primeiro álbum, o grupo se propõe a expressar sonora e verbalmente o que a nossa cultura "universal" nos oferece.

Vários gêneros musicais são inseridos na visão da banda: maracatu, frevo, ijexá, new bossa, jazz, rock, etc. Esses gêneros sempre caminham nas interpretações da banda, sem se esquecer das improvisações, que fazem parte do processo musical.

Neste álbum, trabalha-se a metáfora como forma de expressão. É um CD conceitual. A maioria das letras falam sobre escolhas, sentimentos, esperança... É para se perguntar por que as coisas que desejamos, precisamos e queremos não são realizadas. É também um canto de alerta para o caminhar da nossa sociedade.

Este CD é dedicado ao cantor e compositor Gilberto Gil e à Tropicália. Sem dúvidas, é uma influência forte no nome e na sonoridade da banda.

Há também muitos outros compositores que influenciaram o grupo, tais como: Villa-Lobos, Black Sabbath, Gonzaguinha, Igor Stravinsky, Hermeto Pascoal, John Coltrane, Peter Tosh, Rage Against The Machine, Herbie Hancok, Banda Black Rio, Fela Kuti, Mutantes entre outros.

Assista ao clipe no player abaixo:

Ficha Técnica "Giro Do Tempo"

 Aprigio Berth - voz

 André Barros - guitarra

 Maurício Figueiredo - baixo elétrico

 Renato Catharino - teclado e piano

Reinaldo Pestana - bateria e percussão.

Gravado no Estúdio Artista70 por Marcelo Oiticica.

Animação: Designer Gráficos 2D / 3D e Vídeo Makers

Fatima Figueiredo e Mauro Enrique

quinta-feira, 23 de dezembro de 2021

Lyria: Aline Happ lança clipe de "Flower of Light", sua primeira canção autoral em trabalho solo; assista

Aline Happ, frontwoman do Lyria, cantora, compositora e produtora musical, que traz influências do folk e da música celta para o seu symphonic metal, está lançando "Flower of Light", sua primeira composição como artista solo, em projeto que desenvolve paralelamente a sua banda principal. A música está disponível no canal do YouTube de Aline Happ, que conta com mais de 10 mil inscritos.

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"Escrevi Flower of Light" em memória de minha avó.  Ela sempre me apoiou na minha carreira musical!  Ela era uma pessoa muito especial;  sempre vendo o lado bom da vida" - dissera Aline sobre sua composição.

Conhecida mundialmente por seu trabalho como líder, vocalista e compositora do Lyria, Aline Happ é hoje uma das vozes mais famosas do metal brasileiro. Em seu projeto solo, a artista promove releituras Gothic/Folk/Celtic de canções do rock e do metal mundial que estão disponíveis em seu canal no YouTube. Graças ao apoio dos fãs, a cantora arrecadou mais de 200% da meta do financiamento coletivo para o seu disco solo de estreia, que será lançado ainda neste ano.

Os vídeos postados no canal de Aline Happ contam com o apoio de fãs no Patreon e no Padrim. Conhecidos mundialmente, o Lyria é uma banda carioca fundada em 2012 por Aline Happ. De lá pra cá, o grupo lançou dois discos com apoio de crowdfunding, "Catharsis" (2014) e "Immersion" (2018) e tocou em diversas cidades brasileiras como Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Curitiba, São Paulo, entre outras, além de transmitir shows online com venda de ingressos para o mundo todo.

Assista ao clipe no player abaixo:

quarta-feira, 22 de dezembro de 2021

Regis Tadeu fala sobre a genialidade de Frank Zappa; assista

O jornalista e crítico musical Regis Tadeu publicou um vídeo onde discorre sobre todo o gigantismo que que compreendera a obra de Frank Zappa, que completaria 81 anos de vida ontem.

No vídeo, Regis didaticamente dá o caminho e a porta de entrada para o iniciante que desejar ingressar no vasto material do maestro, com sua coleção de álbuns em mãos, além de explicar sobre a predileção do saudoso músico por subverter regras comuns da música, a relevância de suas letras e inteligência ímpar ao expor suas ideias, entre tantas outras coisas.

Assista no player abaixo:

sábado, 18 de dezembro de 2021

Nocturna divulga clipe de "Daughters of the Night", faixa-título de seu álbum de estreia; assista

"Daughters Of The Night" dá nome ao debut da banda Nocturna, que chegará no início de janeiro próximo.

Nocturna divulga "New Evil", clipe de seu álbum de estreia; assista.

"Daughters Of The Night" é focado na dualidade da fundadora e vocalista Grace Darkling e Rehn Stillnight, ambas retratadas na bela arte. Suas vozes poderosas e personalidades carismáticas se destacam em todo o disco, cada uma com um tom bem distinto.

Gravado, mixado e masterizado por Andrea Fusini no Fusix Studio, "Daughters of the Night" mistura elementos Gothic Symphonic e Power metal, alternando entre episódios rápidos e pesados de partir o pescoço e baladas intensas orientadas ao piano.

O conceito de dualidade é particularmente perceptível nas letras também, retratando algumas paisagens românticas, decadentes e miltonianas." - explicou a banda em nota.

Assista ao clipe de "Daughters of the Night" no player abaixo:

Tracklist:

1. Spectral Ruins
2. New Evil
3. Daughters of the Night
4. The Sorrow Path
5. Sea of Fire
6. Blood of Heaven
7. In this Tragedy
8. Darkest Days
9. Nocturnal Whispers
10. The Trickster

A Banda:

Grace Darkling - Lead vocals
Rehn Stillnight - Lead vocals
Antares - Bass
Hedon - Guitar
Deimos - Drums

Eye of Melian: Líder do Delain e frontwoman do Auri lançam "The Bell", 1º single do novo projeto; assista ao clipe

Martijn Westerholt, tecladista e principal compositor do Delain e Johanna Kurkela, cantora do AURI, projeto com o marido Tuomas Holopainen (Nightwish) apresentam o novo projeto Eye of Melian.

A nova empreitada musical é completada pela letrista Robin La Joy e o arranjador Mikko P. Mustonen.

A temática dos trabalhos rumará para os livros de fantasia, sobretudo na obra de Tolken, embalada pela sonoridade do metal sinfônico, peculiar aos músicos, com a atmosfera musical das trilhas de cinema.

"The Bell", faixa-título do álbum de estreia homônimo que chegará no ano próximo, traz os músicos convidados Troy Donockley, companheiro de Kurkela no AURI e que também integra o Nightwish, além da cantora de celtic-symphonic metal Leah McHenry.

Somos o Eye of Melian, composto por uma irmandade de quatro pessoas diferentes de três países diferentes – Holanda, Estados Unidos e Finlândia. Todos somos fãs de fantasia nerd e compartilhamos a paixão pela música etérea e sinfônica. Portanto, tivemos uma experiência incrivelmente empolgante ao iniciar esta jornada, criando arte inspirada na fantasia para compartilhar com todos os espíritos afins.

Nenhuma gravadora está dando ordens. Por causa disso, dependemos muito de pessoas que compartilham nossa obra com outras. Nossa música é criada para soar como se tivesse saído direto de uma trilha sonora de filme de fantasia. Nossas letras contêm fantasia poética / temas do tipo Tolkien – embora nem sempre as referências sejam diretas a ele, definitivamente existem algumas.” - declarou a banda em nota. 

Assista ao clipe no player abaixo:

Nightwish: Assista Floor Jansen entoando "Mama" em show solo

Frontwoman fizera apresentações paralelamente aos compromissos de sua banda.

Assista Floor Jansen entoando "Storm in a Glass" em show solo.

Nightwish: Assista Floor Jansen entoando "Ever Dream" em show solo.

Nightwish: Floor Jansen desaprova reunião do After Forever: "É bom deixar as coisas para o passado".

Assista Floor Jansen entoando "Agape", cover do Kadawatha.

"Se Floor Jansen sair do Nightwish a banda acaba", diz Tuomas.

A vocalista do Nightwish, Floor Jansen, disponiblizara um clipe ao vivo de sua execução da canção "Mama", cover de Samantha Steenwijk, durante sua apresentação como artista solo em setembro último, na sala de concertos AFAS Live em Amsterdã, Holanda, como parte de sua turnê europeia, onde ela inclui, além de canções do próprio Nightwish, músicas do After Forever e Revamp (suas bandas anteriores) e também do Nightwish, sua outra banda da atualidade, bem como sucessos que ela entoara no reality neerlandês Best Zangers (melhores cantores), o qual ela saíra vencedora em 2020.

Assista "Mama" no player abaixo:

Setlist:

• “Ever Dream” (Nightwish)
• “Storm In A Glass” (Northward)
• “Nemo” (Nightwish)
• “Mama” (Samantha Steenwijk cover)
• “Sweet Curse” (ReVamp song – com Henk Poort)
• “Dangerous Game” (from Jekyll & Hyde – with Henk Poort)
• “Euphoria” (Loreen)
• “Face Your Demons” (After Forever)
• “Winner” (Tim Akkerman cover)
• “Slow, Love, Slow” (Nightwish)
• “Shallow” (Lady Gaga & Bradley Cooper cover)
• “Strong” (After Forever)
• “Élan” (Nightwish)
• “Energize Me” (After Forever)
• “Qué Se Siente” (Rolf Sanchez)
• “Bridle Passion” (Northward)
• “Our Decades In The Sun” (Nightwish)
• “Wolf And Dog” (ReVamp)
• “The Phantom Of The Opera” (Andrew Lloyd Webber cover – com Henk Poort)

Banda de apoio:

- Marcel Fisser - Guitarra
- Serge Bredewold - Baixo
- Gregor Hamilton - Piano
- Will Maas - Teclados
- Marijn van den Berg - Bateria
- Lesley van der Aa - Backing Vocals
- Rob de Nijs - Backing Vocals

quinta-feira, 16 de dezembro de 2021

Amaranthe lança clipe de "PVP", seu novo single; assista

A banda sueca Amaranthe lançara em novembro último o seu novo single, intitulado "PVP", que agora ganhara um vídeoclipe.

Trata-se do hino oficial da equipe de e-sports da Suécia. .

Estamos orgulhosos de ter alguns dos maiores competidores do esporte eletrônico na Suécia. Escrever uma música para a seleção nacional que disputa a Copa do Mundo foi muito divertido! Canções enérgicas e edificantes são características que servem como marca registrada do Amaranthe. ‘PvP’ certamente não é exceção, ela foi projetada desde o início para ser uma injeção de adrenalina e endorfina nestes tempos cada vez mais sombrios. Esperamos que todos gostem e, claro, desejamos à seleção sueca da Copa do Mundo todo o sucesso que ela merece.” - declarara a banda em nota, à época do lançamento do single.

Assista ao clipe no player abaixo:

quarta-feira, 15 de dezembro de 2021

Stevie Nicks: "Rihanna deveria liderar uma banda de rock"

Frontwoman do Fleetwood Mac acha que Rihanna poderia ter uma carreira semelhante a dela.

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Ao longo de seus dois primeiros álbuns, Rihanna cantou uma mistura de canções pop, canções de R&B e canções inspiradas no Caribe. Seu terceiro álbum, "Good Girl Gone Bad", viu a cantora de “Unfaithful” experimentar o rock em um de seus singles pela primeira vez. Seu single “Shut Up and Drive” tem uma forte influência do rock. Notavelmente, é uma amostra do clássico da nova onda dos anos 80 do New Order, "Blue Monday".

Durante uma entrevista para o HuffPost, Nicks comentou sobre a performance de Rihanna em “Shut Up and Drive”.

Então, eu a vi no David Letterman muitos anos atrás, e ela fez uma performance ao vivo de ‘Shut Up and Drive’ e eu disse a várias pessoas que essa garota poderia começar uma banda de rock”, opinou Nicks. “Ela realmente poderia ser uma cantora de rock. Ela poderia e deveria liderar uma banda de rock ‘n’ roll realmente ótima.”

Nicks sentiu que Rihanna ficaria mais feliz se ela cantasse rock. “E é claro que isso não aconteceu, e ela se tornou uma grande estrela, mas provavelmente ficaria mais feliz se tivesse feito algo assim, porque então ela poderia ter sido Rihanna com uma grande banda”, disse Nicks.

Nicks queria que Rihanna tivesse uma carreira semelhante à dela “E então ela poderia ter sido uma estrela do rock e ela poderia ter ido para a carreira solo e ser uma estrela pop”, disse Nicks. “Ela poderia ter feito as duas coisas como eu. E, claro, uma vez que não somos amigas e eu não a conheço, não fui capaz de dizer isso a ela, mas disse a muitas outras pessoas.

Shut Up and Drive” se tornou um sucesso. A faixa alcançou a posição 15 na Billboard Hot 100, permanecendo nas paradas por 20 semanas. O álbum da música, "Good Girl Gone Bad", alcançou a segunda posição na Billboard 200. Permaneceu nas paradas por 100 semanas.

A Official Charts Company relata que “Shut Up and Drive” foi ainda mais popular no Reino Unido. Lá, a canção alcançara a 5ª posição e permanecera na parada por 31 semanas. Enquanto "Good Girl Gone Bad" durou 177 semanas na parada do Reino Unido, passando uma dessas semanas no primeiro lugar. Rihanna nunca começou uma banda de rock, mas “Shut Up and Drive” provou que ela poderia ter sucesso com uma música influenciada pelo rock.

Via Cheatsheet.

domingo, 12 de dezembro de 2021

Edge of Paradise lança clipe de "Love, Reign o'er Me", cover do The Who; assista

A banda norte-americana Edge of Paradise liberou um clipe para a canção "Love, Reign o'er Me", clássico do The Who.

Edge of Paradise lança clipe de "The Unknow", faixa-título de seu novo álbum; assista.

A canção aparecera originalmente no álbum "Quadrophenia" (1973), uma ópera-rock escrita por Pete Townshend e fora também executada pelo Heart.

Agora ela ganha uma nova versão na voz de Margarita Monet com a banda Edge of Paradise.

Assista no player abaixo: