Confraria Floydstock: thrash metal
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quinta-feira, 10 de junho de 2021

Dia dos Namorados com releituras de clássicos

A linguagem do amor pode ser traduzida de muitas maneiras, mas só uma é universal: Música. Esteja você adicionando algumas músicas românticas à sua playlist para um encontro especial, ou precise de algo emocional para sua próxima viagem, ou até mesmo em busca de uma música para superar o término e te ajudar a cuidar de sua dor; Em qualquer uma destas situações se deseja transmitir a sensação de conforto que as músicas trazem, ao lembrar da sua primeira paixão, ou te inspirar para declarar seu amor por alguém. Há um milhão de canções românticas por aí, mas as mesmas continuam aparecendo repetidamente nas playlists.

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Uma forma de fugir da mesmice é se jogar na releitura dos clássicos românticos que diferentes cantores profissionais fazem. Cada uma dessas canções, assim como cada romance, é linda à sua maneira. Portanto, quer o amor soe para você como um solo de guitarra escaldante, um piano de cauda poderoso ou uma linha de baixo vibrante, uma dessas músicas certamente despertará o amor em você.

Assista na playlist: https://youtube.com/playlist?list=PLtei1X5jtW4wBlqtb-qk9R_kq83SGKusc

"Listen to your Heart", do Roxette, em versão do Leo Moracchioli e Violet Orlandi

"Bring me to life", do Evanescence, em versão do Halocene:

"Send me an Angel", do Scorpions, em versão de Aline Happ

"Ever Dream", do Nightwish, em versão de Dan Vasc

"Alone", do Heart, em versão da Floor Jansen

"Nothing Else Matters", do Metallica, em versão da Julia Westlin

 

"Always With Me, Always With You", do Steve Vai, em versão de Camille & Kennerly

terça-feira, 11 de maio de 2021

Iggor Cavalera revisita “Refuse/Resist” em série no YouTube “Beneath the Drums”

Baterista apresenta clássico de sua carreira de maneira detalhada em seu canal

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O baterista Iggor Cavalera lançou um novo episódio da série “Beneath the Drums” em seu canal no YouTube. A música “Refuse/Resist”, uma das mais emblemáticas de sua carreira, é o mais recente registro disponibilizado pelo músico. Os vídeos mostram Iggor tocando as músicas e explicando detalhes e curiosidades sobre criação e gravação.

Confira o novo vídeo da série:

A série Beneath the Drums foi criada para celebrar a obra do baterista e vem obtendo grande destaque nos principais veículos especializados. As músicas apresentadas anteriormente foram “Kamaitachi”; “Sanctuary”, lançada em 2008 com o Cavalera Conspiracy; além de “Territory” e “Itsari”, ambas dos anos 1990.

O baterista Iggor Cavalera lançou este ano sua conta no Patreon, onde disponibiliza conteúdos únicos e diferenciados. A plataforma é um serviço de financiamento coletivo, onde os fãs contribuem com valores pré-determinados para obter acesso exclusivo a conteúdos e recompensas. O serviço oferece um complemento ao conteúdo disponibilizado pela série Beneath the Drums.

Entre os projetos musicais atuais de Iggor Cavalera estão o eletrônico MixHell; o alternativo Soulwax e o mais recente Petbrick, duo industrial em parceria com Wayne Adams, do Big Lad. O último álbum de Iggor com o Cavalera Conspiracy, banda que tem ao lado de seu irmão Max Cavalera, é "Psychosis", de 2017.

Assista no canal de Iggor Cavalera no YouTube: www.youtube.com/IggorCavaleraDrums

Megadeth comenta sobre vazamento dos vídeos íntimos de Dave Ellefson

"Estamos acompanhando tudo de perto"

O Megadeth comentou sobre as especulações em torno do envolvimento íntimo do baixista David Ellefson nos vídeos íntimos com uma mulher, suposta fã.

No fim de semana, mensagens com toque sexual e vídeos explícitos envolvendo o músico de 56 anos vazaram no Twitter. Ontem cedo, Ellefson divulgou uma declaração no Instagram negando todas as conversas nas redes sociais de que ele "seduziu" uma fã menor de idade.

Na noite de segunda-feira, o Megadeth emitiu a seguinte declaração:

"Estamos cientes das declarações recentes sobre David Ellefson e estamos acompanhando de perto os desenvolvimentos.

No que se refere à criatividade e aos negócios, estamos todos familiarizados uns com os outros. No entanto, existem aspectos claros da vida privada de David que ele guardou para si mesmo.

À medida que esta situação se desenrola, é importante que todas as vozes sejam ouvidas com clareza e respeito. Esperamos que a verdade venha à tona."

Em sua declaração, Ellefson escreveu:

"Como você pode ou não saber, algumas conversas e interações privadas e pessoais surgiram online, divulgadas com má intenção por um terceiro que não estava autorizado a tê-las ou compartilhá-las. Embora certamente embaraçoso, quero abordá-lo da forma mais aberta e honesta possível.

Por mais que não seja algo de que me orgulho, essas foram interações adultas privadas que foram tiradas do contexto e manipuladas para infligir o máximo de dano à minha reputação, minha carreira e família", continuou ele. "A outra parte envolvida fez uma declaração que você pode ver abaixo. Agradeço a ela por fazer isso e espero que isso esclareça que a situação não foi como apresentada."

A declaração de Ellefson foi acompanhada por uma captura de tela de uma postagem em mídia social da mulher envolvida, que negou qualquer sugestão de que ela era menor de idade na época. A mulher também revelou que gravou os momentos íntimos e os compartilhou com uma amiga sem a permissão de Ellefson, se autodenominando "ingênua" por ter feito isso e alegando que o contato entre ela e o músico era "todo consensual e todo online". Ela também chamou as suposições de que foi "seduzida" por Ellefson de "desinformação".

"Sim, essas videochamadas aconteceram, mas fui eu que iniciei e nunca fui menor de idade, sempre foi algo adulto e consentido. Nada de impróprio aconteceu antes. Foi tudo consensual, não sou uma vítima e eu não fui nem um pouco seduzida, pois fui eu que o incitei", afirmou a mulher.

David, que se tornou pastor luterano há quase uma década, e sua esposa Julie Ellefson estão casados ​​há 27 anos. Eles teriam namorado por seis anos depois de ficarem juntos em 1988. Após dois dias de noivado, eles se casaram em 2 de abril de 1994. Eles têm dois filhos, Roman Alexander (25) e Athena Grace (22).

Via BLABBERMOUTH.

quarta-feira, 15 de março de 2017

Ouça a playlist Slow Heavy. Porque peso não é velocidade


Desde a década de 70 quando o hard rock começou a dar cada vez mais peso e intensidade ao rock and roll, a velocidade dos andamentos das canções passou a aumentar, quer seja em um ou outro elemento, tais como os solos rápidos de Eddie Van Halen, baterias cada vez mais céleres ou mesmo músicas extremamente rápidas como um todo.

Isso tomou extrema força no advento Heavy Metal ou simplesmente Metal, como gostam de chamar por aí, quando as grandes bandas do gênero ganharam o mundo.

Aumentou sobremaneira na expansão do trash metal e outros braços do metal que viriam.

Nesses dias últimos andei ouvindo uma série de álbuns, bons até instrumentalmente falando, mas que ao meu ver ( ou melhor, ao meu ouvir) ficam massantes por terem o andamento "speed" em tempo integral.

Confesso que nunca fui um simpatizante da equação quanto mais rápido é mais pesado e portanto melhor, ao contrário, sempre me encantei mais com o peso bem colocado e variações de velocidades e andamentos e preferencialmente embebido em melodia, afinal, gosto de música.

Então resolvi pensar e enumerar de cabeça algumas canções que traduzem bem o supracitado e oferecem um bom peso em sua atmosfera, sem necessariamente abusarem da velocidade rítmica e cheguei inicialmente a dez músicas, que integram uma playlist que disponibilizo no fim desse post.

São elas:

Black Sabbath - "Age of Reason"

O  Sabbath e especialmente Tony Iommi é a explicação literal desse texto. Desde os tempos de seu álbum de estreia, a faixa-título mostrava um clima sombrio, denso e pesado, calcado num andamento quase parado que só depois acelerava.
Em "Age of Reason", do álbum de estúdio derradeiro do grupo não é diferente. Tony Iommi está afiadíssimo nos riffs e fraseados de ótimo peso e variações de andamentos. Ozzy dá o tom lúgubre, como sempre.
Atenção especial no minuto 3:58.

Judas Priest - "Victim of Changes"

Entoada logo de cara pelas fabulosas guitarras gêmeas de Glenn Titpton e K.K. Downing, a música cai solenemente no riff pesado e rítmico e se completa na frente com o canto magistralmente hipersônico de Rob Halford, que nela brada um dos melhores gritos de todo o heavy metal.
A versão ao vivo no disco "Unleashed in The East" é conclusiva.   

Mercyful Fate - "Into the Coven"

Aqui novamente o tripé formado pela dupla de guitarristas e o vocalista fazem toda a diferença. No caso, Hank Shermann e Michael Denner nas guitarras e o mago das cordas vocais, King Diamond.
O andamento é fascinante, sobretudo pelo canto agudo contrastando com o grave, ambos os tons cantados pelo mesmo Diamond, entre bases e solos das guitarras sensacionais.

Iron Maiden - "Wrathchid"

A Velha Donzela é, sempre foi e sempre será peso embebido e melodia. Mesmo na crua e direta "Wrathchild", que soa visceral com o canto forte, aqui nessa versão de Bruce Dickinson, com o andamento regido pelo chefe Steve Harris no baixo e a trinca de guitarristas Gers/Murray/Smith se alternando nas bases e solos.

Accept - "Shades of Death

A entrada com climatização de suspense já nos dá a sensação e certeza que um musicaço se seguirá. E é o que acontece em Shades of Death, quinta faixa do ótimo álbum "Blood of Nations" do Accept.
Quando entra o riff de Wolf  Hoffmann e o canto visceral-esganiçado de Mark Tornillo, o sentimento é que a vida toda melhora.

Epica - "Kingdom of Heaven - A New Age Dawns"

O symphonic metal é um dos sub-gêneros do metal com mais incidência da hiper-aceleração. Mas não com o Epica. Nesta longa canção, uma das melhores da banda, a porrada é firme, o peso é sem erro, mas sem acelerar fora de hora ou em demasia. Corais lindos e o belo canto da prima-dona Simone Simons a enobrecem ainda mais.
Atenção especial no minuto 4:50

Megadeth - "Countdown to Exctincion"

Dave Ellefson num trovejante e rítmico contrabaixo e a voz peculiar do líder Dave Mustaine, com seu fraseado na guitarra tornam esta música uma delícia de se ouvir. Nada de muito veloz. Uma aula sem pressa do bom e velho metal.

Sepultura - "Territory"

Quando o baterista Iggor Cavalera começa esta, dá a impressão que virá uma porrada supersônica. Mas eis que a dupla Max Cavalera e Andreas Kisser, puxam o freio, tornando-a um clássico de rítmo e peso, cheia de variações de andamento. Maravilha.

Motörhead - "Metropolis"

Aqui é Lemmy Kilmister!!! Onde tem sua voz e seu baixo Rickebacker tem peso e qualidade certamente. Numa ode ao espaço metalico, embalada pelos solos de Eddie "Fast" Clark, essa pode ser considerada A balada do Motörhead.

Metallica - "One"

Para mim a melhor música do Metallica, especialmente nesta versão orquestrada sob a regência do saudoso Michael Kamen. A beleza de sua construção e andamento é difícil traduzir em palavras.
O naipe de violinos dão um espetáculo à parte.
Sim, ela acelera e muito no final, mas no momento preciso e eruptivo. Tudo perfeito.

Ouça a playlist clicando na cruz abaixo (Com o passar do tempo novas músicas serão incluídas nessa playlist, que agora é colaborativa. Inclua a sua também):