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quinta-feira, 10 de novembro de 2022

Joss Stone no Brasil

Cantora virá ao Brasil em 2023 para celebrar seus 20 anos de carreira.

Após o imbróglio com o Rock in Rio e o cancelamento por engano de sua apresentação no festival carioca, a cantora Joss Stone anunciou 2 shows no país no ano que vem, nas cidades de São Paulo e Curitiba, sendo:

20/04/2023 – Vibra, São Paulo

24/04/2023 – Teatro Positivo, Curitiba.

Os concertos integram a “The Soul Sessions”, que celebra os 20 anos do álbum que a popularizou mundialmente.

SERVIÇO (com informações do IGORMIRANDASITE):

São Paulo

Data: Quinta-feira, 20/04/2023

Local: VIBRA SÃO PAULO – Avenida das Nações Unidas, 17.955 – Vila Almeida

Horário de abertura das portas: 19h00

Horário de início do show: 21h30

Classificação indicativa: 18 anos, menores de 18 anos a entrada é permitida apenas com autorização do responsável legal.

Acessibilidade para PCD.

Ingressos:

Vendas de ingressos: www.uhuu.com

Data do início de vendas: Quinta-feira, 10/11/2022 às 15h00

Bilheteria física: Bilheteria da Vibra São Paulo

Preços:

Camarote – R$900 / Meia R$450

Mesa Premium – R$800 / Meia R$400

Mesa Setor 1 – R$720 / Meia R$360

Mesa Setor 2 – R$640 / Meia R$320

Poltrona – R$660 / Meia R$330

Plateia Superior – R$530 / Meia R$265

Visão Parcial – R$390 / Meia R$195

Informações sobre meia entrada: A meia entrada é destinada para estudantes, jovens de baixa renda até 29 anos, professores, pessoas acima de 60 anos e PCD.

Curitiba

Data: Segunda-feira, 24/04/2023

Local: TEATRO POSITIVO – Rua Prof. Pedro Viriato Parigot de Souza, 5300 – Campo Comprido

Horário de abertura das portas: 20h00

Horário de início do show: 21h00

Classificação indicativa: 14 anos, menores de 14 anos somente acompanhados dos pais ou responsável legal.

Acessibilidade para cadeirantes, elevador e assentos para obesos.

Ingressos:

Vendas de ingressos: www.diskingressos.com.br

Data do início de vendas: Quinta-feira, 10/11/2022 às 15h00

Bilheteria física: Bilheteria do Teatro Positivo

Preços:

Plateia Premium – R$900 / Meia R$450

Plateia Inferior – R$800 / Meia R$400

Plateia Superior – R$690 / Meia R$345

Informações sobre meia entrada: A meia entrada é destinada para estudantes, jovens de baixa renda até 29 anos, pessoas acima de 60 anos, professores, doadores de sangue, portadores de câncer e PCD.

Descontos especiais:

Clube Disk Ingressos – Desconto de 50% sobre o valor de Inteira Clube Gazeta do Povo – Desconto de 50% sobre o valor de Inteira Curitiba Cult – Desconto de 50% sobre o valor de Inteira

Condom VIP – Desconto de 50% sobre o valor de Inteira.

quarta-feira, 31 de agosto de 2022

Junior Carelli lança álbum com grandes clássicos em formato voz e piano

Greatest Hits on Piano” reúne 18 músicas que marcaram gerações com releituras especiais.

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O renomado músico brasileiro Junior Carelli lançou durante este ano três singles com releituras bastante particulares de grandes músicas da história, em um formato de piano e voz, que obtiveram grande retorno do público.

Este novo e versátil trabalho de Junior Carelli é uma oportunidade de entregar aos fãs uma nova abordagem para músicas que marcaram época. Com ampla bagagem de turnês por diversos continentes, o artista agora apresenta versões pianísticas de grandes sucessos internacionais no álbum “Greatest Hits on Piano”, que chegou recentemente às plataformas digitais em parceria com Outono Music, selo especializado em rock e metal, com distribuição da Universal Music.

Todas as 18 músicas presentes em “Greatest Hits on Piano” terão seus respectivos videoclipes, que serão disponibilizados aos fãs por meio do canal oficial do artista no YouTube.

Os singles lançados anteriormente, como uma prévia deste álbum, foram “Wasted Years” (Iron Maiden), “You'll Be in my Heart” (Phil Collins) e “Bridge Over Troubled Water” (Simon & Garfunkel). Confira abaixo a lista de todas as canções presentes neste novo trabalho de Junior Carelli:

1 - Sunrise (Norah Jones)

2 - What a Difference a Day Made (Aretha Franklin)

3 - Alone (Anie)

4 - Fly Me to the Moon (Frank Sinatra)

5 - Night Tale (Anie)

6 - Wasted Years (Iron Maiden)

7 - Hold On (Anie)

8 - When You Wish Upon a Star (Cliff Edwards)

9 - Against all Odds (Phil Collins)

10 - She (Charles Aznavour)

11 - Choices (Anie)

12 - I’m All Over It (Jamie Cullum)

13 - Angels (Robbie Williams)

14 - Bridge Over Troubled Water (Simon & Garfunkel)

15 - You'll Be in my Heart (Phil Collins)

16 - It’s Begging to Look a Lot Like Christmas (Bing Crosby)

17 - Let it Snow! Let it Snow! Let it Snow! (Frank Sinatra)

18 - Have Yourself a Merry Little Christmas (Judy Garland)

Escute na sua plataforma preferida:

https://umusicbrazil.lnk.to/GreatestHitsOnPiano

Dedicando sua vida à música há 25 anos, Junior Carelli tem vasta experiência no mercado musical, tocando ao lado de grandes nomes do Metal nacional, como Shaman, Noturnall, Angra, Edu Falaschi e ANIE. Como produtor, trabalhou com artistas das mais diversas áreas, indo de comediantes a importantes bandas do cenário mundial. Trabalhou por sete anos com a banda Viva Noite, do Pânico na TV e é sócio-diretor da empresa Foggy Filmes, que atua em diversas áreas no entretenimento.

Este novo e versátil trabalho musical de Junior Carelli é uma oportunidade de ouvir e absorver uma nova abordagem para músicas que marcaram gerações.

quarta-feira, 3 de agosto de 2022

Metallica: o conselho de Tom Jones que James Hetfield seguiu para cuidar de sua voz

Tom Jones e o vocalista do Metallica, James Hetfield, aparentemente não compartilham muito em comum, além de seu ofício compartilhado. Embora o galês esteja na casa dos 80 anos, sua voz ainda soa formidável e ele compartilhou com Hetfield o segredo de sua longevidade.

O segredo comercial deveria permanecer confidencial entre os dois. No entanto, o líder do Metallica não conseguiu guardar para si e passou para a geração mais jovem como Jones fez com ele. Se Hetfield quiser continuar se apresentando até ter a mesma idade do cantor galês, ele precisa seguir o plano que recebeu. Funcionou tão bem que ele quer compartilhar com quem o ouve.

Uma pessoa que se beneficiou do conhecimento que Jones passou para o frontman do Metallica é Frank Carter. Durante o verão, sua banda Frank Carter & The Rattlesnakes tocou em vários festivais que as lendas do metal lideraram. Como resultado, eles conseguiram iniciar um relacionamento com Hetfield, colocando Carter sob sua asa.

Continuamos esbarrando nele, e ele é um bom rapaz”, disse Carter à NME. “Ele é o rei do rock’n’roll, ele é correto. Eu assisti o Metallica outro dia. Eu estava do lado do palco assistindo ele de seu pequeno mundo de guitarra, bem, mundo enorme de guitarra, e foi tão foda. Eu tenho tentado minimizar isso, mas foi um dos melhores momentos de toda a minha vida. Eu amo o Metallica. Eu estou lá, vendo ele tocar, ele vem trocar sua guitarra e ele me dá um high five e diz, 'Espere, eu tenho algo para você!'

Carter não sabia o que esperar de Hetfield e não suspeitava que seria um presente tão saudável. O ex-vocalista do Gallows continuou: “Ele vai e pega esse punhado de coisas e depois coloca na minha mão algumas palhetas e essas pequenas pílulas de Vocalzone. Eles são esses pequenos doces para a garganta, e ele diz: 'Isso vai salvar sua vida e salvar sua garganta.'

Depois de passar a pepita de sabedoria, Hetfield revelou que foi Jones quem o colocou no Vocalzone, e Carter ficou honrado por ter recebido conselhos do lendário cantor, mesmo que fossem de segunda mão.

Carter concluiu: "Ele disse: 'Você sabe quem me colocou nisso?' Eu estou sentado lá pensando: 'Cara, alguma lenda do rock' n' roll'. Então ele diz: 'Tom fuckin' Jones', ele coloca sua guitarra de volta e volta para o palco. Eu só fico lá tipo, 'Uau, isso é doentio'".

Via FAR OUT.

Se você quiser saber se as pílulas Vocalzone funcionam, assista ao vídeo abaixo de Jones tocando 'One More Cup Of Coffee' de Bob Dylan no O2 Shepherd's Bush Empire de Londres.

quarta-feira, 6 de julho de 2022

Cantora de soul P.P. Arnold alega que Ike Turner a estuprou

A lendária cantora de soul P.P. Arnold está se preparando para lançar seu novo e revelador livro de memórias, "Soul Survivor: The Autobiography", que levanta a tampa de sua carreira, que a viu lado a lado com alguns dos maiores nomes da música, como Jimi Hendrix e The Rolling Stones.

Agora, em uma nova entrevista ao The Telegraph, foi divulgado que no livro, Arnold afirma que Ike Turner “a prendeu em um quarto e a estuprou”. No entanto, a data e a hora da suposta agressão não são especificadas.

"O que posso dizer? Foi horrível”, explicou Arnold. “Eu desprezava Ike nesse nível, mas não sabia como me expressar. Me disseram que Tina [Turner] queria se livrar de mim porque Ike estava atrás de mim. Se eu tivesse corrido para Tina ou ligado para meus pais, isso significaria que eu teria que voltar para casa.

Tina Turner também falou sobre o abuso que sofreu nas mãos de seu marido. Eles foram casados entre 1962 e 1978, e ao longo dos anos ela compartilhou suas experiências, muitas delas violentas. Em "My Love Story", de 2018, ela escreveu: “Sexo com Ike se tornou uma expressão de hostilidade, uma espécie de estupro – especialmente quando começava ou terminava com uma surra”.

Notoriamente, Arnold fez seu nome como membro das Ikettes, as cantoras de apoio da Ike & Tina Turner Revue. Em 1967, ela também se destacou como cantora solo, lançando uma versão de sucesso de "The First Cut Is The Deepest". Ela então lançou dois álbuns antes de desfrutar de um ressurgimento em meados da década de 1980, quando Andrew Lloyd Webber a escalou para Starlight Express. O novo livro de Arnold, "Soul Survivor: The Autobiography", será lançado amanhã pela Nine Eight Books.

Via FAR OUT.

quarta-feira, 18 de agosto de 2021

Dos Beatles a Stevie Nicks: 15 músicas brilhantes que começam com o refrão

Não nos aborreça. Vá para o refrão”. Uma excelente máxima para se viver e que mais artistas deveriam abraçar com fervor. Introduções longas e estendidas devem ser mantidas no reino das bandas de jam: se você está tentando causar uma primeira impressão sólida, por que acertar o ouvinte na cara com a parte mais cativante e memorável da música logo de cara?

Agora, nem sempre é óbvio qual parte da música é o refrão. Estrutura clássica da canção AABA, mais conhecida por sua prevalência em padrões de jazz e composições de Tin Pan Alley, mas também usada por músicos influenciados por este estilo particular de composição, como Brian Wilson ('Surfer Girl') e Lennon / McCartney ('From Me to You' ), desconsidera a forma verso-refrão. Outras canções, como ‘Bohemian Rhapsody’ e ‘2112’, são suítes épicas que ignoram as formalidades de um refrão.

Mas, existem muitos exemplos de música popular dos últimos 60 anos ou mais de canções que começam com um refrão claro e conciso antes de introduzir o primeiro verso. Para esta lista, estamos jogando rápido e solto com as introduções, com o entendimento básico de que, desde que não seja uma introdução estendida, alguns compassos de trabalho instrumental não vão destruir as chances de uma música.

Aqui estão alguns dos melhores exemplos de músicas que começam com suas seções mais memoráveis: o refrão.

Chapel of Love’ - The Dixie Cups (1964)

Você, o leitor anônimo perspicaz, me julgará duramente se eu disser que uma das minhas músicas favoritas de todos os tempos é este pedaço incrivelmente sincero e inocente do pop dos anos 60? Em uma época em que os grupos femininos ainda eram uma grande parte da cena pop americana, The Dixie Cups marcou seu primeiro e único sucesso com esta ode à felicidade do casamento.

As mãos famosas que ajudaram a dar vida a essa música são tão notáveis quanto a própria música: Phil Spector é um co-escritor junto com os músicos pop Ellie Greenwich e Jeff Barry, enquanto os lendários compositores Leiber e Stoller são os produtores. Aquela equipe combinada conhecia o poder do refrão de abertura, e então chegamos a capella, sem nada para impedir sua glória.

I Wanna Rock’ - Twisted Sister (1984)

Colocado aqui apenas para equilibrar a insegurança que senti ao admitir que uma das minhas músicas favoritas é reconhecidamente meio esquisita. Não me arrependo, mas se um limpador de palato é necessário, por que não torná-lo o mais direto e estúpido possível?

Dee Snider e seus companheiros de banda pesadamente maquiados em Twisted Sister nunca foram realmente do tipo sutil. Como tal, ‘I Wanna Rock’ diz logo de cara o que a banda pretende fazer (aqui vai uma dica: rock). Existe um sentimento mais imediato do que Snider gritando o refrão incrivelmente direto da música para você logo de cara? Não pelo meu dinheiro.


She Loves You’ - The Beatles (1963)

Como mencionado anteriormente, os Beatles eram uma banda com muitas influências de composição que os inspirou a escrever músicas com várias formas e estruturas. Há músicas na forma clássica de trinta e dois compassos A-A-B-A, músicas com formas tradicionais de verso-refrão-meio e até músicas sem refrão, como "Happiness Is a Warm Gun".

Mas para o que ainda permanece como uma das canções mais populares da banda em toda a sua carreira, "She Loves You" dá a você a satisfação imediata de ouvir seu refrão indelével. Tudo o que você precisa é um rápido tom preenchido de Ringo Starr antes que o anzol seja imediatamente plantado em seu cérebro, onde ficará até o fim dos tempos.


Shout’ - Tears for Fears (1984)

De todas as bandas new wave britânicas que invadiram os Estados Unidos durante a década de 1980, hoje uma das mais reverenciadas continua sendo o Tears for Fears. A apreciação por músicas como ‘Pale Shelter’, ‘Mad World’ e ‘Everybody Wants to Rule the World’ os coloca um passo à frente de alguns de seus colegas mais nostálgicos.

O poder de seu maior sucesso, "Shout", vem daquele refrão central eternamente ecoado. Soando como se estivesse sendo recitado do topo das montanhas, o refrão foi uma decisão natural de colocar bem no primeiro plano da melodia, exceto por alguns sons introdutórios de percussão apenas para definir o clima.


Everything Right is Wrong Again’ - They Might Be Giants (1986)

Em sua essência, John Flansburgh e John Linnell são nerds. Nerds sobre ciência, história e linguagem, mas mais especificamente nerds sobre música. Sua gama de influências é ampla o suficiente para emprestar elementos de tudo, desde a polca ao punk, frequentemente fundindo-os na mesma música.

Everything Right Is Wrong Again’, a primeira faixa do primeiro álbum da banda, decide ir direto ao ponto e dar-lhe o refrão imediatamente. Não só isso, mas a música tem um final falso antes de uma ponte lenta e subaquática que explode de volta naquele refrão maravilhosamente cativante.


Build Me Up Buttercup’ - The Foundations (1968)

Com alguma sorte, a presença constante de ‘Build Me Up Buttercup’ em comerciais de carros idiotas e filmes preguiçosos e aparições na televisão não diminuiu o poder da música quando você a ouve pela milionésima vez. Estranhamente, a música se tornou uma estranha sugestão de áudio para a felicidade, apesar de seu contexto claramente deprimente.

Com aquela batida alegre e melodia vocal indelével, no entanto, é difícil não sentir um pouco de alegria quando "Build Me Up Buttercup" explode em seu subconsciente. Após uma breve introdução instrumental, temos aquele refrão memorável bem na frente, pronto para ficar preso na sua cabeça o dia todo.


Le Freak’ – Chic (1978)

"Awwwwww freak out!" Você pode ouvir, eu posso ouvir, todos nós podemos ouvir em nossas cabeças. Nenhuma nota inicial ou jam introdutória necessária. O que o frequentemente difamado movimento disco realmente fez foi pegar R&B e soul music e destilá-las em seus elementos pop mais essenciais. As músicas disco ainda trazem o funk e o sabor de um ótimo R&B, mas a ênfase foi colocada em ganchos memoráveis e dançabilidade.

É difícil conseguir algo melhor no mundo da discoteca do que Chic, o Nile Rodgers dirigiu a banda que trouxe uma atmosfera de festa gigante para tudo o que fizeram. Quando você pensa em música disco em seu cérebro, provavelmente está pensando nos elementos que o Chic foi pioneiro, incluindo a remoção de qualquer coisa que atrapalhe um refrão monstruoso.


Edge of Seventeen’ - Stevie Nicks (1982)

Tentando lutar por conta própria antes de ter que retornar ao seu trabalho diurno no Fleetwood Mac para o álbum "Mirage", Stevie Nicks conjurou seu feitiço diabólico e criou Bella Donna, ainda uma das estreias solo mais idiotas e divertidas de um já famoso cantor.

Edge of Seventeen’ não retém nada da mesma leveza, em vez disso procura acertá-lo bem entre os olhos com poder e drama. Nicks tinha um refrão monstruoso para cantar junto com a música e, muito corretamente, decidiu que deveria ser colocado bem na vanguarda do arranjo da música. O resultado é uma introdução instantânea à carreira solo de Nicks.


I Shot the Sherrif’ - Bob Marley & The Wailers (1973)

Bob Marley tinha uma intuição tão natural para a composição musical que as formas tradicionais e estruturas musicais, bem como as tradições em geral, não se encaixavam em seu MO. Em vez disso, sempre havia espaço para experimentação para criar qualquer que fosse a versão ideal de uma determinada música.

Eu, pessoalmente, teria escolhido o início lento de 'Stir It Up', mas ficou claro que a introdução cada vez maior de instrumentos em camadas era muito longa e muito única em seu próprio direito para dizer razoavelmente que a música começa com seu refrão . Portanto, este anúncio vai para ‘I Shot the Sherrif’, que é muito mais imediato: uma rápida jogada de armadilha e o conto simbólico de assassinato entra em ação na mídia res.


‘Minority’ - Green Day (2000)

OK, então ‘Minority’ claramente tem uma introdução escolhida pela guitarra que vem antes do refrão. Mas, como sou eu que estou na lista, e sou eu que decidi seguir as regras de maneira rápida e solta, eu queria incluir uma das minhas músicas favoritas do Green Day.

Na época de "Warning", os membros do Green Day estavam aparentemente perdidos em seu desejo de diversificar seu som. Uma clara influência folk se insinua em "Minority", quase como se Phil Ochs pudesse ter cantado essa música se fosse um punk rocker, mas como um todo Warning se sente confuso consigo mesmo, especialmente em seu meio inchado. Não há esse problema com ‘Minority’, que arrasa tanto quanto qualquer música do Green Day com guitarras elétricas em vez de acústica.


Song 2’ - Blur (1997)

Falando em experiências da banda com seu som característico. Em 1997, o Britpop acabou. "Be Here Now" meio que arruinou a festa para todos, mas o Blur já estava fora de casa quando lançou seu quinto LP autointitulado alguns meses antes.

Principalmente influenciado pelo rock e grunge alternativo americano, Blur faz de tudo para apagar virtualmente os sons estabelecidos do passado da banda. 'Song 2', apropriadamente, acabou sendo a única música do Blur reconhecível que a maioria dos americanos poderia escolher. “The Woo-hoo Song” conhece seu poder e, depois de uma curta progressão de bateria e guitarra para estabelecer o sentimento, entramos naquele refrão ridículo em quinze segundos.


Any Way You Want It’ - Journey (1980)

Tudo bem, chega dessa merda de “essa música pode entrar na lista mesmo que tenha uma introdução instrumental”. Precisamos de uma música que seja inequívoca, inquestionavelmente iniciada com o refrão exatamente na marca de 0:01. Dói em cada fibra do meu ser dizer isso, mas é verdade: precisamos de Journey.

Na verdade, eu não odeio Journey. Eu costumava fazer isso quando tinha 14 anos e o principal componente do meu ser era mijo e vinagre, mas agora posso apreciar os tons doces e doces de AOR de Steve Perry e companhia. ‘Any Way You Want It’ tem aquele tipo de atração imediata que é difícil de resistir, e todos esses anos depois, eu finalmente consegui voltar ao seu encanto. Droga, Journey, parece que você me pegou.


Nowhere to Run’ - Martha and the Vandellas (1965)

Vamos nos jogar de volta à era clássica da Motown para ver como Martha e os Vandellas subestimados pelo crime. Claro, The Supremes recebem todo o amor e atenção por sua ladainha de sucessos número um, mas Martha Reeves tem uma voz e presença de palco melhores do que Diana Ross (duas tomadas quentes que formam uma colina proeminente na qual vou morrer) e ocasionalmente tem melhores músicas da máquina Motown.

Uma dessas canções é ‘Nowhere to Run’, o single matador de ‘Dancing in the Street’, que retém todos os melhores elementos do som da Motown, ao mesmo tempo em que apresenta um refrão cativante no topo da música. Ponha um pouco de respeito no nome Vandellas!


Casey Jones’ - Grateful Dead (1970)

Gravado em uma época em que os Dead procuravam criar gravações mais concisas e de inspiração folk, "Casey Jones" era a única coisa que ninguém poderia esperar da polêmica banda movida a drogas: uma música com claro potencial pop.

Talvez seja um pouco irônico que uma banda conhecida por suas longas passagens tenha decidido ir direto ao ponto em "Casey Jones", mas isso é parte de seu charme contagiante. O set e o set eram essenciais para a banda, e ambos foram estabelecidos nos segundos iniciais de "Casey Jones", não se entregando aos hábitos passados da banda de construções lentas e recompensas pacientes.


Feels Like We Only Go Backwards’ - Tame Impala (2012)

Os refrões imediatos não são apenas um elemento de algumas das melhores músicas do passado: eles também continuam a surgir nos dias modernos. Kevin Parker do Tame Impala nem sempre brinca com ganchos explicitamente pop-centric, mas quando o faz, eles muitas vezes se encontram na vanguarda de seus arranjos.

Esse é o caso de ‘Feels Like We Only Go Backwards’. Parker sabia o quão grande era aquele refrão e decidiu não mexer em transmiti-lo direto para o cérebro do ouvinte. Sempre fico chocado que ‘The Less I Know the Better’ acabou sendo o maior sucesso da banda, considerando a franqueza e o poder de ‘Feels Like We Only Go Backwards’.


Via FAR OUT.