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terça-feira, 17 de agosto de 2021

Entrevista com Sylvestra Bianchi

A Cantora Curitibana Sylvestra Bianchi,  já tem data marcada para o lançamento do seu mais novo single "Astral Larvae", no estilo Rock Cósmico, em todas as plataformas digitais (Spotify, Deezer, Apple Music, Tidal) programado para  27 de agosto e videoclipe programado para 08  de Setembro  no Youtube.

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Sylvestra alinha o rock com espiritualidade. A música trata de assuntos espirituais. Saiba mais tudo dá sobre ela por ela mesma na entrevista  abaixo:

SB - Me fale um pouco sobre História da Sylvestra Bianchi:

Há pelo menos 13 anos, em uma longa jornada espiritual e de autoconhecimento, passei pelo processo de cura interior, reconexão com a essência e desbloqueio de dons e talentos de alma. Com duas graduações, em administração e engenharia civil, minha alma pedia por algo que me fizesse mais feliz e eu já era movida a música e ao rock n roll. 

Entre inúmeras crenças limitantes que foram identificadas, o canto da infância que estava adormecido, ao longo do processo de cura, reapareceu através das terapias holísticas e com uma chuva de mensagens espirituais em 2015, quando aceitei o desafio de resgatar esse dom, e colocar em ação o canto, alinhado ao propósito que essas músicas auxiliassem na paz de espírito, na alegria de viver, no amor maior, no caminho do bem.

SD- Como surgiu a ideia de montar o projeto musical?

Com o desenvolvimento da espiritualidade e o autoconhecimento, o chamado pela música despertou muito forte. Comecei a frequentar aulas de canto para aprimorar a técnica vocal, e comecei a compor músicas num processo intuitivo. Com algumas letras e melodias, busquei um produtor musical para colocar em prática e criar este projeto musical Sylvestra Bianchi. Desde 2016 venho trabalhando diariamente, numa jornada evolutiva, com muitos desafios sendo superados. 

SD - Conte-nos um pouco sobre a trajetória da Sylvestra início, meio e tomara que não tenha fim (risos)?

Embora essa nova missão de vida, de levar o canto em um projeto musical profissional, tenha vindo de um chamado espiritual, eu nunca imaginei que os desafios seriam tão grandes e complexos! 

Como sou uma cantora que só canta, e não toca instrumentos, precisei de muitas pessoas para colocar as composições e melodias no instrumental, precisei de músicos para gravar, ensaiar e fazer shows, tentei formar uma banda, tentei terceirizar alguns serviços que uma cantora precisa, e foram muitos erros até começar a encontrar o caminho onde as músicas começaram a ficar conhecidas.  

Muitas pessoas não acreditaram no meu potencial, na minha evolução musical, na qualidade do meu canto, além de encontrar muita ganância no caminho. Deus testou minha força, autoconfiança, equilíbrio, perseverança, sabedoria, paciência, coragem de todas as formas possíveis. Quando coloquei 100% da minha energia no projeto, na música, no marketing, na organização em geral, tudo começou a acontecer com resultados positivos.

SD - Por que o nome Sylvestra Bianchi?

Sylvestra Bianchi é um nome espiritual, alinhado a um trabalho de branding, para essa missão e propósito de levar a paz de espírito através da música. 

SD - Quem produz e toca com Sylvestra Bianchi? Onde são os ensaios?

Atualmente trabalho com mais de um produtor musical, pois os streamings pedem lançamentos em curto prazo, e as redes sociais pedem frequência e diversidade nos conteúdos, concentrando mais os trabalhos agora com o renomado Leo Maristi. Os músicos são contratados por show e os ensaios na minha cidade local, Curitiba/PR.

SD - Como vocês definem o som da banda?

O estilo musical é o Rock Cósmico, que é a união das vertentes do rock com a temática de espiritualidade. O instrumental varia conforme a mensagem e a consciência que queremos transmitir. 

SD - Quais são suas principais influências?

O Rock Cósmico traz inovação. O meu gosto musical pessoal tem The Doors, Guns N Roses, Led Zepplin, Beatles, BB King, Nina Simone, Etta James, um mix de bandas de rock, blues e jazz. 

SD - Sobre o que retratam suas letras e quem as compõe?

As letras trazem mensagens relacionadas a espiritualidade, ao mundo místico, ufológico, além de mensagens motivacionais, de autoajuda, e tudo aquilo que possa expandir a consciência na luz maior. As composições são próprias. 

SD - E como tem sido a aceitação do público desse casamento do Rock com a Espiritualidade?

Com o público de rock e de músicos, acabam se identificando com as mensagens, uma vez que músico tem uma sensibilidade maior com a arte, com o significado da vida, com a criatividade que acaba levando para esses questionamentos. 

Para os espiritualistas, o choque foi um pouco maior, porque muitos estão mais acostumados com mantras, com sons muito calmos, e falar em rock, nem todos se sentiram atraídos ao som, porque o rock ainda é julgado pela imagem criada ao longo da história. 

Os que se tornaram fãs, acabou sendo aqueles que ouvem Beatles, Pink Floyd, Led Zepplin.

Tem o público do empoderamento feminino, pela identidade visual da Sylvestra, e tem também o público das cantoras, que acabam achando alguma semelhança com alguma consagrada.  

SD - Quais são os lançamentos da banda? Podem citar pra nós em ordem cronológica a discografia e produção já lançada pela banda?

O primeiro single da banda chama-se “Lightworkers”, lançado em Outubro/2019, música conceito do trabalho.

https://open.spotify.com/album/56FRFWAT9C6XlgRB3pNztX

"Lightworkers", fala dos trabalhadores de Luz e remete a conexão com a nossa essência divina e o alinhamento perfeito entre rock e espiritualidade.

A música fala sobre união, sobre colocar os dons em prática em prol da humanidade. "Lightworkers" inspira alegria! O ritmo e a melodia varia de um verso a outro! Tem um refrão que "cola na cabeça"! 

Na sequência, o segundo single “Lemurian Warrior” vem em ritmo de Blues. 

https://open.spotify.com/album/7DA9bVSsfwiQkvu7C6KjQW

O single "Athena", lançado em Março/2021, chega com empoderamento feminino, sabedoria, coragem, e consciência para nossa verdade interior. 

https://open.spotify.com/album/4ziXladrRJcMiGJiJoQ3pz

SD - Qual é o seu trabalho mais recente? está disponível em algo formato, físico/ digital?

A música mais recente é “Astral Larvae”, lançado agora dia 27/agosto/2021, disponível nas plataformas digitais. Estou planejando um álbum, assim que lançar mais alguns singles. 

SD - Qual a temática e a proposta do último single “Astral Larvae”?

“Astral Larvae” é uma música de purificação energética. Ela traz a consciência do que são as energias negativas, e ela traz mantras hindus e tibetanos de transformação. Ela começa pesada e termina num estado de paz. 

Segue link para pré save da Música "Astral Larvae".

SD - Quanto tempo levou desde a concepção até chegar ao produto final para produzir este trabalho?

Esta música “Astral Larvae” ficou sendo trabalhada por 4 anos, entre ajustes no instrumental e gravação vocal. 

SD - Sobre os videoclipes: me conta a produção, roteiro, temática, repercussão? 

Os três primeiros singles: “Lightworkers”, “Lemurian Warrior” e “Athena” tem videoclipes com produção, roteiro, e ambientação de natureza, na temática de cada música. Os últimos dois produzidos pela Villarrica Filmes, contam um com uma história de amor com o personagem de guerreiro, e o outro com a personagem da Deusa Grega Athena. Athena está com 450 mil visualizações, e é o clipe mais bem produzido até agora, com maior aceitação do público. Em “Astral Larvae” teremos um lyric vídeo, pois a letra traz muitas consciências. 

SD - A identidade visual de Sylvestra chama muito a atenção. Me conte mais sobre a identidade, figurino, acessórios e maquiagem?

Sylvestra Bianchi é um nome espiritual, e a identidade visual traz elementos de deusas mitológicas e ancestrais que tragam a mensagem do empoderamento, da essência e dos valores da mulher, para transmitir essas mensagens. Os figurinos e acessórios são desenvolvidos pela designer de moda Denise de Leão Mueller Bianco, da De Bianco em Curitiba/PR, e a maquiagem pelo Paulo Stein. Esta identidade visual tem atraído o público infantil e as mulheres que se identificam com o sagrado feminino.

SD -Voltando a falar de trabalhos e álbuns: quais álbuns marcaram sua vida e que te inspiraram a entrar no mundo da música?

Use Your Illusion I e  II – Guns N Roses

Abble Road – The Beatles

Led Zepplin II e IV – Led Zepplin

Dark Side of The Moon – Pink Floyd

The Woodstock Experience – Janis Joplin

Live -Fleetwood Mac

Riding with the King – BB King e Eric Clapton

The Very Best of Nina Simone

Quadrophenia – The Who

The Diary of Alicia Keys - Alicia Keys

SD - Se pudesse ir a algum show no mundo, de qualquer época e qualquer banda: a qual iria e por quê?

Vou contar uma história bem legal, que mostra bem como meu caminho já estava escrito, antes mesmo de eu ter consciência disso. Antes de eu decidir investir no Projeto Musical, todo meu lazer era em eventos de espiritualidade e shows de rock pelo mundo. 

Fiz em 2014 uma viagem pela Europa, e em 18 dias, assisti a 13 shows de rock, incluindo Aerosmith, Rolling Stones, Black Sabbath, Eric Clapton. Em 2015, assisti a turnê completa do Kiss na Austrália, em 6 cidades. Já assisti a 18 shows do Guns N Roses, 5 do Paul McCartney, 4 do Metallica, alguns do Zakk Wylde, entre outros. Me falta assistir um show do ACDC, gostaria de ver o Jimmy Page tocando, e tem muitos que já se foram que eu gostaria de ter assistido com The Doors, Chris Cornell, Janis, Etta James, Freddie Mercury, etc.

SD - O que você faz no tempo livre? 

Descanso, sempre! A carga de trabalho é enorme, e com o pouco tempo livre que resta, é preciso descansar e renovar as energias.

SD - Quais os planos para o futuro?

O próximo passo, após este lançamento de "Astral Larvae", vou trazer uma versão cover da música “Shoud I Stay or Should I Go”, do The Clash, em ritmo de blues, que já está licenciada para lançar nas plataformas digitais, e deve chegar no fim de setembro ou começo de outubro. 

Estou preparando um show para abrir a agenda de shows assim que a vacinação se complete no país e  eu me sinta a vontade de convidar as pessoas e proporcionar segurança a elas nesses ambientes. 

Também compus uma música em português em ritmo de bossa nova com uma mensagem motivacional de um novo recomeço de vida após a pandemia, e lançaremos assim que chegue o momento certo.

É uma proposta diferente, mas respeitei a melodia que intuí em uma meditação. E tenho alguns rock cósmicos a serem finalizados para lançamento posterior.

SD - O que podemos esperar de um show da Sylvestra Bianchi?

Os shows variam com músicas autorais, do Rock Cósmico, e versões cover de rock clássico e blues. 

São com músicos contratados, e Sylvestra se produz de Deusa Cósmica, com suas danças femininas, e seu canto, passeando por diversos estilos.

Jogo Rápido: Regras resposta única sem justificar não precisa explicar o porquê duvido conseguir.

1- Um Disco para levar para uma ilha deserta apenas 1?

Concert For George

2-Melhor Banda do mundo?

Guns N Roses

3-Melhor show da vida já visto?

Paul McCartney

4-Melhor disco já produzido no universo? 

Quadrophenia do The Who

5- Uma personalidade marcante?

Axl Rose

6-Uma música é a melhor música já composta no universo?

Shine on Your Crazy Diamond – Pink Floyd

7- Um paraíso

Ilha de Páscoa

8-Uma praia

Byron Bay -Austrália

9-Um livro

Todos do Osho

10- Um sonho

Cantar em um grande Festival 

11- Uma experiência inesquecível

Assistir o show do Guns N Roses no palco

12- Um aprendizado

Não esperar nada dos outros

13-Um ponto fraco

Ter um sono fora do comum

14- Um ponto forte

A Paciência

Sylvestra Bianchi Senhoras e senhores, muito obrigado pela sua disponibilidade e tempo para responder nossas perguntas, participar das nossas brincadeiras e em breve passando essa pandemia tenho certeza que vamos nos encontrar pelos palcos do Brasil. Muito, Muito obrigado e até a  próxima!

Sylvestra Bianchi é um nome espiritual, representa uma energia cósmica!

A Identidade é referenciada com empatia, empoderamento, o propósito do trabalho da luz, a referência nas sementes das estrelas, deusas cósmicas e mitológicas, energia de seres elementais e angélicos. Explorar a espiritualidade, percorrer a multidimensionalidade, sondar a mitologia, investigar a ufologia, entender nossos medos e transitar para uma vida mais completa e feliz.

Este é o objetivo de “alma” da artista Sylvestra Bianchi, que traz estes temas com a ousadia do rock cósmico, a elegância dos clássicos do rock, a coragem do hard rock, a nobreza do rock progressivo, o destemor do rock psicodélico, a beleza do blues e a valentia do jazz.

Cosmic Rock:

Nossas músicas variam de um estilo para outro, trazendo aspectos do Rock Clássico, Hard Rock, Rock Progressivo, Rock Psicodélico, Blues, um pouco de Jazz e Bossa Nova. 

Queremos transmitir a cada verso o instrumental necessário para sentir nossa mensagem. 

Nosso instrumental traz mensagens e consciências que auxiliam no autoconhecimento e elevam a vibração  Nós não queremos usar o termo “Rock Psicodélico” porque alcançamos a consciência sem a ajuda de alucinógenos. E se você verificar a definição do estilo psicodélico, esta associação está presente.

Cosmic Rock refere-se ao conceito de universalidade, multidimensionalidade, falamos em energia, falamos em física quântica, falamos em espiritualidade, falamos em Deus, em mitologia, ufologia e, portanto, transformamos nosso som em Rock Cósmico.

quinta-feira, 29 de julho de 2021

Mission Pilots and the Dropkick Apollo traz peso do stoner com camadas psicodélicas

Álbum de estreia conta com cinco músicas instrumentais com referências à Dead Meadow e Truckfighters.

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A Abraxas Records lança nas plataformas de streaming o disco de estreia da Mission Pilots and the Dropkick Apollo, power trio instrumental de Florianópolis. São cinco músicas que carregam o peso do stoner em meio à viagens psicodélicas e camadas de fuzz.

Ouça aqui: https://onerpm.link/242548343897.

O álbum foi concebido em torno de um universo narrativo embebido nas referências do sci-fi, nas viagens espaciais, no etéreo e no passional. Esses elementos se estabelecem, criando de forma subjetiva - e muito vinculada ao interpretativo - o início de uma saga.

"Mission Pilots and the Dropkick Apollo" foi gravado em 2019 de forma independente, no estúdio da banda, e todas as faixas foram produzidas por Bruno Bastos Nogueira.

Para a estreia, Sleepy Sun, Truckfighters, Dead Meadow, Causa Sui e Pink Floyd são referências para o material consistente e empolgante, uma viagem lisérgica com altas doses de adrenalina.

A banda

Formada em 2012, a Mission Pilots and the Dropkick Apollo inicia sua jornada tocando em pequenas festas na região.

Instrumental, busca uma sonoridade que une o peso do stoner com momentos introspectivos, sempre instigada por uma camada psicodélica. Em suas inspirações iniciais, lá estavam bandas como Sleepy Sun, Dead Meadow, Causa Sui e Pink Floyd.

Já com um repertório autoral, a banda logo é chamada para se apresentar ao lado de nomes internacionais do rock chapado, dentre eles, três realizados pela Abraxas: Radio Moscow, The Shrine e Earthless.

Próximo lançamento

Já está em produção uma graphic novel que aprofunda a narrativa do disco de estreia. A intenção da banda é ampliar a experiência auditiva para outras plataformas.

Evil Motor: quarteto disponibiliza novo videoclipe de “The Blast”

A banda carioca de hard rock Evil Motor, um dos precursores do Stoner no Brasil, lançou nessa última Quarta (28) seu novo single. “The Blast”, ótima faixa de hard rock e rock´n roll, veio com um videoclipe e foi disponibilizada no Youtube e no streaming, atrelando peso e boa melodia com uma dose generosa de energia.

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O quarteto, formado nos anos 90 na cidade de Teresópolis, é um dos primeiros nomes do país relacionados ao cenário Stoner, tendo lançado o álbum “Atomic Vacuum” em 1999. Seu lançamento anterior foi a faixa “Tell of My”, e mais material já se encontra em processo de produção, trazendo a banda de volta à ativa como nunca!

Confiram “The Blast”:

Em memória de Aldir Blanc, novo EP do músico brasiliense apresenta 3 faixas autorais com tom de protesto

Tiago Sá é músico, produtor, cantor e compositor com influências que vão do rock ao reggae, passando pela música brasileira até a eletrônica. Ele começou sua carreira ainda na década de 1990, tocando em bandas de reggae da capital e na banda do músico Renato Matos, com quem lançou um álbum ao vivo em 2004.  Ele tem dois álbuns autorais lançados: “Reação da Alquimia” (2012) com produção de Lucas Santtana e “Música pra te aguçar” (2019). Ambos lançados de maneira física e fora dos serviços de streaming atuais.

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Agora, o artista lança digitalmente o EP “Querelas de Brasília” (ouça no spotify, deezer, apple music), que tem esse nome em referência a Aldir Blanc e ao complicado momento político do nosso país. O protesto dá o tom das letras do EP e a sonoridade viaja pelo rock, o dub, a música brasileira e a eletrônica ao longo das três faixas do trabalho. "O Brazil tá matando o Brasil. Os versos de Blanc permanecem atuais. Nesse pesadelo necropolítico a resistência é nos mantermos vivos junto com os nossos sonhos. Esse EP é em memória de Aldir Blanc e das vítimas do desgoverno Bolsonaro, é minha afirmação de oposição e ao mesmo tempo uma espécie de terapia. Apesar do horror não deixo de contemplar a beleza que resiste junto com a esperança”, comenta Tiago.

O EP, que foi produzido pelo próprio artista, conta com as participações do rapper Japão Viela 17 em “Quase Tudo Bem”, do guitarrista Marcelo Barbosa da banda Angra fazendo o solo da faixa “Querelas de Brasília” e da cantora Andressa Munizo da banda Binarious na canção “Anticorpos Antifascistas”. A arte de capa é da Imaginarte.

Além das faixas, o EP ainda será acompanhado por Lyric Videos, também produzidos pela Imaginarte para todas as canções. Os 3 lyrics são praticamente clipes já que são feitos 100% com filmagens, têm uma estética que lembra o punk rock dos anos 80 e cada vídeo tem uma cor predominante como na trilogia de Kieslowski. O primeiro video lançado foi do single “Anticorpos Antifascistas” em junho. Junto com o lançamento do EP, Tiago aproveita para lançar o Lyric Video da faixa que dá nome ao trabalho. O último lyric, da canção “Quase tudo Bem”, será lançado em seguida.

Veja o Lyric Video de "Querelas de Brasília":

O EP “Querelas de Brasília” tem letras e produção do Tiago Sá, com mix e master por Ricardo Ponte e será lançado pelo selo digital nordestino Hominis Canidae REC. Tiago é o primeiro artista autoral do cast, de fora da região mais amada e antifascista do Brasil. O selo aproveita pra avisar que também irá disponibilizar os outros álbuns autorais do cantor e compositor brasiliense em todos os streamings, ao longo deste segundo semestre.

Ouça o EP “Querelas de Brasília” em seu streaming favorito:

https://rec.hominiscanidae.org/2021/07/HC36TiagoSa.html

terça-feira, 27 de julho de 2021

Fryer busca a luz em meio à escuridão em conceitual álbum “The Moth - Before the Darkness”

Lançamento é do selo Nightbird Records

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Tal qual uma mariposa desesperada à procura da luz, Fryer busca um olhar para o futuro através da escuridão em seu álbum de estreia. Usando com referência sons góticos, industriais e pós-punk com um viés contemporâneo, “The Moth - Before the Darkness” é um curto e cru trabalho cheio de ambiências que dialogam com o cenário de caos sócio-político do Brasil atual. O lançamento é realizado pelo selo norte-rio-grandense Nightbird Records em todas as plataformas de streaming. 

Ouça “The Moth - Before The Darkness: https://smarturl.it/TMBTDFryer

Esse é um disco conceitual que aborda várias figuras presas em um ambiente escuro onde ninguém sabe onde está, como chegou ali ou para onde está indo. Quase uma referência a Beckett. O álbum funciona como uma sátira nostálgica e atual do momento político e social que vivemos abordando temas como o narcisismo nas redes sociais e os desdobramentos políticos do Brasil nos últimos anos”, resume o artista.

Fryer é um artista visual e compositor piauiense que aborda em suas obras múltiplas questões sociais e políticas e suas ligações com temas psicológicos e emocionais. Natural de Teresina, ele traz o um olhar ao mesmo tempo enquanto pessoa nordestina e como ser humano em um mundo caótico, se conectando com as pessoas em suas exposições ou canções. A capa, de sua autoria a partir de uma colagem digital de fotografias, traz a sensação de desconforto e estranhamento proposto como ponto de partida para o início do disco.

A ausência do rosto vem justamente para representar os pensamentos e a consciência social sendo diluídas. Não é uma persona específica. Somos todos nós perdidos. Sem ambições, sem perspectivas, sem uma imagem clara do futuro e sem rosto. O objetivo era criar uma imagem que conseguisse transmitir essa personalidade quase concreta se dissolvendo em um ambiente abstrato, no escuro, como um inseto lentamente desaparecendo na noite. A figura está suspensa nesse ambiente para significar a todos nós, que nesse momento, não sabemos para onde ir ou como seguir devido aos fatos que nos cercam em 2021”, reflete ele, que preparou artes para cada uma das faixas.

O álbum foi idealizado por Fryer ao longo de 2019. A pré-produção foi feita em um processo colaborativo com sua banda, composta por Izídio Cunha (baixo), Flávio Lopes (bateria) e Jean Medeiros (guitarra). As gravações das faixas principais ocorreram no início de 2020, de modo analógico para manter a estética proposta, no ForestLAB em Petrópolis (RJ). As faixas de transição foram gravadas em Teresina (PI), ao longo da pandemia do coronavírus em uma abordagem mais experimental. Debut do artista em formato disco, “The Moth - Before the Darkness” pode ser ouvido em todos os serviços de streaming de música.

A Banda:

Sintetizadores, vocais e guitarras: Fryer

Guitarras: Jean Medeiros

Baixo: Izídio Cunha

Bateria: Flávio Lopes

segunda-feira, 26 de julho de 2021

Com rock psicodélico e blues, Ancestral Diva divulga álbum de estreia homônimo

Rock psicodélico, blues e resistência. É com esse espírito que a banda Ancestral Diva divulgara o seu álbum de estreia no dia 23 de julho. Homônimo, o disco é inspirado na música setentista e versa sobre a liberdade, a paz e o amor.

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Escute o álbum Ancestral Diva

Ao todo, 11 faixas integram o álbum. Entre elas, estão a faixa Lamento, gravada em colaboração com a drag queen, Dolly Piercing, e os singles "Macumbeira" e "Dançando no Inferno". Esta última, inclusive, conta com uma performance teatral de Ricardo Righi na introdução. 

As sessões de gravação ocorreram no estúdio Última Gota, em Belo Horizonte, Minas Gerais. Na ocasião, a banda contou com o suporte do produtor artístico e engenheiro de áudio, Vitor Lopes. A masterização ficou a cargo de Fred Chamone. 

O vocalista Babo Gruppi explica o significado de “Ancestral Diva”. 

É um nome inspirado no simbolismo das árvores milenares que resistem ao tempo. Elas têm suas raízes enterradas, mas seguem vivas respirando. E esse sentimento de que é preciso resistir para sobreviver, está presente em todo o nosso disco”, frisou. 

O guitarrista Zé Mário Sousa, por sua vez, frisa que o grupo teve um caldeirão de influências durante o processo de produção do álbum. 

Nós gostamos da sonoridade stoner/blues. Por isso, nos inspiramos em novos nomes como All Them Witches e Royal Blood. No entanto, também curtimos muita coisa nacional e ouvimos desde de Secos & Molhados a Pabllo Vittar. No Brasil, o Jards Macalé foi a principal referência. Ele lançou uma obra prima chamada ‘Besta Fera'. Esse álbum nos influenciou bastante”.

A banda Ancestral Diva está em atividade desde 2019 e é oriunda do projeto The Spacetime Ripples, que em 2017 excursionou nos Estados Unidos. Além de Babo e Ze, a formação ainda é constituída pelos músicos Luce Lee (baixo, piano e synths) e Saulo Ferrari (bateria e percussão).

Tracklist:

Enterrado Vivo (Parte I)

Lamento (feat. Dolly Piercing)

Fim Distante

Escancarado

Macumbeira

Levada da Breca

Dançando no Inferno

Despertamente

Enterrado Vivo (Parte II)

Pindorama

Samba Para o Fim do Mundo

quarta-feira, 14 de julho de 2021

Setfire Fest: 6ª edição acontece de forma online em agosto

A 6ª edição do "Setfire Fest", organizada pela banda de Thrash Metal Setfire. acontece de forma online na primeira quinzena de agosto.

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O cast do festival conta com 20 bandas do cenário underground nacional, sendo que algumas destas bandas já estiveram presentes em edições anteriores do festival.

O Setfire Fest Online 2021 acontecerá no dia 15 de Agosto de 2021, às 19:30 no canal do Youtube da banda Setfire.

Confira o Cast do festival em ordem alfabética:

Andralls, Anthares, AnamA, Blackning, BrightStorm, Drowned, Death Conspiracy, Faces of Death, Final Disaster, Endrah, Hellgarden, Invokaos, Okill, Setfire, Sinaya, Torrencial, Tribal Scream, Válvera e Vulcano.

SERVIÇO:

Setfire Fest Online 2021 - 6ª edição

Data: 15 de abril de 2021

Horário: 19:30hrs

Transmissão: www.youtube.com/setfiretv

A 6ª edição do Setfire Fest conta com a parceria dos amigos, que juntos uniram com o objetivo de fortalecer o underground, sendo eles: Coletivo Rock ABC, EM Music Management, Pancadaria Sonora, Metal Music, Heavy Metal On Line, Garibaldi Tattoo Stúdio e Gangue Underground.

terça-feira, 13 de julho de 2021

Dr. Sin celebra trinta anos de carreira com duas apresentações em São Paulo no mês do Rock

Shows acontecem no Teatro J Safra, seguindo todas os protocolos de segurança.

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Comemorando 30 anos de uma vitoriosa carreira, o Dr. Sin, um dos maiores nomes do Rock no Brasil, realiza dois shows especiais no Teatro J. Safra, nos dias 23 e 24 de julho (sexta e sábado), a partir das 20 horas. O grupo é um dos primeiros nomes da música pesada a participar da retomada das apresentações ao vivo no país.

Para tornar esta celebração ainda mais especial, aliada as comemorações referentes ao mês do Rock, o trio contará com a participação de Edu Ardanuy, ex-guitarrista do grupo. A formação atual do conjunto é Andria Busic (vocal principal e baixo), Thiago Melo (guitarra e vocal) e Ivan Busic (bateria e vocal).

As apresentações, em formato mais intimista, acontecem em um espaço privilegiado e com ingressos limitados, seguindo todas os protocolos de segurança referentes a prevenção do Coronavírus.

Os ingressos para a apresentação podem ser comprados online, pelo site do Teatro. O Teatro J. Safra fica localizado na Rua Josef Kryss, 318, no bairro Barra Funda, próximo a Marginal Tietê.

O Dr. Sin, desde o início de sua trajetória, impressionou com a qualidade das músicas e os shows cheios de energia. No decorrer dos anos, a banda brasileira dividiu palco com grandes nomes do Rock e do Metal mundial, como Nirvana, AC/DC, Ian Gillan, Bon Jovi e Pantera, entre tantos outros.

Além de celebrar três décadas de estrada, o Dr. Sin se prepara para a próxima turnê, o lançamento de um novo single e de um DVD comemorativo. O grupo lançou este ano o aclamado single “Never Go Down”. O mais recente álbum completo do grupo, "Back Home Again", saiu no Brasil em 2019 pela Shinigami Records. O lançamento internacional aconteceu este ano, pela gravadora italiana Valery Records.

SERVIÇO:

Data: 23 e 24 de julho de 2021 (sexta e sábado)

Local: Teatro J. Safra (Rua Josef Kryss, 318 – Barra Funda. São Paulo/SP)

Horário: 20h

Venda online: https://www.teatrojsafra.com.br/espetaculo.html?id=355

Telefone: (11) 3611-3042

quarta-feira, 7 de julho de 2021

Plebe Rude lança lyric video para "68", seu novo single

Canção, embebida em crítica política, integra o vindouro álbum "Evolução - Vol. II", celebrando os 40 anos da banda brasiliense.

Assista no player abaixo:


A Banda:

Andre X: Baixo e Voz
Philippe Seabra: Voz e Guitarra
Clemente: Guitarra e Voz
Marcelo Capucci: Bateria

Acústicos & Valvulados celebram 30 anos de carreira com coletânea recheada de participações de peso

Disco tem participação especial de nomes como Beto Bruno, Henrique Portugal (Skank) e Rafa Machado (Chimarruts)

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Com um caldeirão de participações especiais, os Acústicos & Valvulados divulgam a coletânea "Diamantes Verdadeiros Vol.II – With a Little Help From Our Friends". O álbum é uma celebração aos 30 anos de estrada da banda e reúne releituras de canções de toda a trajetória do quinteto.

O repertório inclui os hits "A Minha Cura" e "Ao Vivo e a Cores", que respectivamente têm participações de Duda Calvin (Tequila Baby) e Beto Bruno (ex-vocalista do Cachorro Grande). 

Escute o álbum "Diamantes Verdadeiros Vol.II – With a Little Help From Our Friends" com exclusividade

As sessões de gravação ocorreram no Estúdio Tabuleiro, em Porto Alegre (RS), com produção de Diego Lopes e Felipe Magrinelli. O disco tem 10 faixas ao todo, sendo que 9 dessas foram disponibilizadas como singles ao decorrer dos últimos meses. 

Mesmo assim, "Diamantes Verdadeiros Vol.II – With a Little Help From Our Friends", mostra frescor ao trazer uma versão para a canção "Cinco Frases", contando com a participação especial de Frank Jorge (Graforréia Xilarmônica), ícone do Rock Gaúcho.

Além de Frank, Beto e Duda, o disco ainda reúne parceria com músicos como Henrique Portugal (Skank), Rafa Machado (Chimarruts), Serginho Moah (ex-Papas da Língua),  Alemão Ronaldo, Carlinho Carneiro (Bidê ou Balde/Império da Lã), Fabrício Beck (Vera Loca), Luciano Albo (ex-Cascavelletes), Jacques Maciel (Rosa Tattooada), Luciano Leães e Vicente Guedes. 

Compre a edição física do CD "Diamantes Verdadeiros Vol.II – With a Little Help From Our Friends".

O baterista e principal compositor dos Acústicos & Valvulados, Paulo James, frisa que a coletânea almeja levar a sonoridade do grupo a novos ouvidos. 

Quando decidimos revisitar nosso repertório, a ideia era destacar certas músicas que achamos que mereciam ser ouvidas com mais atenção, que mereciam estar na vitrine. As releituras partiram da sonoridade original  dessas faixas, mas certamente ganharam arranjos melhores. Tudo fica ainda mais interessante com os feats de tantos artistas legais, que admiramos e que são nossos parceiros de estrada”, frisou.

Tracklist:

A Minha Cura feat. Duda Calvin (Tequila Baby)

Ao Vivo e a Cores feat. Beto Bruno

Em Pouco Tempo feat. Alemão Ronaldo 

Cinco Frases feat. Frank Jorge 

A Espera feat. Serginho Moah (ex-Papas da Língua)

Pra Mim feat. Carlinhos Carneiro (Bidê ou Balde/Império da Lã)

Fervura feat. Fabrício Beck (Vera Loca)

Bilhete feat. Luciano Albo (ex-Cascavelletes)

Se Você For Assim feat. Jacques Maciel (Rosa Tattooada)

Junto a Mim feat. Rafa Machado (Chimarruts)

Observação: 

As faixas "Pra Mim" e "Fervura", contam respectivamente com os instrumentistas Henrique Portugal (Skank) e Luciano Leães tocando Hammond. O percussionista Vicente Guedes também atuou como músico de apoio no disco.

sexta-feira, 25 de junho de 2021

Dall lança primeiro disco ao vivo com sonoridade crua

Trabalho traz as principais músicas da banda reunidas em show ao vivo.

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Após revelar no ano passado o EP “Três Vidas”, o trio gaúcho Dall lançara nesta quarta-feira, dia 23 de junho, o disco “Ao Vivo na GIG Solidária”, o primeiro álbum ao vivo da carreira da banda.

Com sua habitual identidade que une canções existenciais e reflexivas com uma sonoridade que combina rock, reggae, funk, pop e experimentalismo, a banda formada por Rodolfo Deon (guitarra, pad e voz), Neni Hx (baixo, teclado e voz) e Pedro Graeff (bateria e voz), procura com este trabalho evidenciar ainda mais esse conceito de transmitir a ideia da união entre o que é diferente. O resultado é um repertório que é ora dançante e ora reflexivo, ora animado e ora experimental.

Ouça “Ao Vivo na Gig Solidária”: https://fanlink.to/gigsolidariadall

O registro audiovisual foi realizado em 21 de abril desse ano, no evento beneficente GIG Solidária, tradicional festival de artistas e bandas independentes da região metropolitana de Porto Alegre. Os shows foram realizados no Núcleo Cultural da Holiday Produtora, em Sapucaia do Sul-RS. Devido ao contexto da pandemia, o festival ocorreu em formato de live e contou também com a participação das bandas Verte, Jogo Sujo e Carlos Andreas.

Após assistir a gravação, os integrantes da Dall gostaram tanto do resultado que decidiram lançar o trabalho como disco ao vivo. Por não apresentar essa intenção prévia, não houve qualquer tipo de produção ou pós-produção , resultando em uma sonoridade bastante crua, bem como a banda soa ao vivo mesmo. O repertório do disco é composto por músicas de diferentes fases da carreira da banda, como do EP “Dall” (2017), “Três Vidas” (2020) e o single “Renascer” (2018).  

O trabalho já está disponível em todas as plataformas de streaming de áudio, bem como o registro audiovisual da live, disponível no canal da banda no YouTube.

Assista o show completo: https://bit.ly/dallgigsolidaria

sexta-feira, 21 de maio de 2021

Rita Lee e o tratamento de imunoterapia para combater tumor no pulmão

Via internet, milhares de fãs, famosos e anônimos, desejaram "SAÚDE" à Rainha do Rock brasileiro, fazendo alusão à faixa-título do álbum lançado por Rita no início dos anos 80.

A cantora Rita Lee, de 73 anos, foi diagnosticada com um tumor primário no pulmão esquerdo após exames de rotina, segundo anúncio divulgado na última quinta-feira. Em casa, ela já se prepara para sessões de imunoterapia e radioterapia, duas formas de tratar a doença, uma das mais comuns no Brasil.

Segundo estimativas de 2020 do Instituto Nacional do Câncer (Inca), o câncer no órgão foi o terceiro mais comum em homens (depois de próstata e cólon e reto) e quarto em mulheres (depois de mama, cólon e reto e colo do útero). O Inca afirma que esse tipo de tumor é o primeiro em todo o mundo desde 1985, tanto em incidência quanto em mortalidade.

O que é tumor primário?

A oncologista Clarissa Mathias, presidente da Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica, explica que o uso do termo primário indica que o tumor não é fruto de uma metástase.

Quer dizer que  ele nasceu dentro do pulmão, não veio de outro lugar — diz a médica.

Principais causas e sintomas

De acordo com o Inca, 85% dos casos estão relacionados ao tabagismo ativo ou passivo. Quanto maior a exposição ao cigarro, mais chance de desenvolver a doença.

"O risco de ocorrência do câncer de pulmão e de morte pela doença aumenta quanto maior a intensidade da exposição ao tabagismo. A mortalidade por câncer de pulmão entre fumantes é cerca de 15 vezes maior do que entre pessoas que nunca fumaram, enquanto entre ex-fumantes é cerca de quatro vezes maior", diz o Inca em seu site, salientando que ele pode aparecer em também em não-fumantes.

Clarrisa Mathias alerta sobre a necessidade de exames de check-up (como tomografias de tórax) na população tagabista, uma vez que a detecção da doença em estágio inicial aumenta as chances de sucesso do tratamento.

O grande problema do câncer de pulmão é ser extremamente silencioso. Os sintomas não aparecem até ele estar extremamente avançado. Vários estudos mostram o benefício dos exames de rastreamento em pacientes com história de tabagismo.

Imunoterapia

Dentre os tratamentos que Rita Lee vai fazer, um deles é a imunoterapia, aprovada no Brasil há cerca de cinco anos para esse tipo de tumor. Segundo Clarissa, é um dos novos pilares da oncologia:

Imunoterapia é um tratamento venoso, com anticorpos monoclonais, que destravam o sistema imunológico e fazem com que o próprio corpo reconheça as células do câncer e as combatam.

O tratamento costuma ser mais tolerado que a quimioterapia, mas também pode ter efeitos colaterais, como diarreias e alterações endócrinas. Ele ainda não está disponível no SUS.

Além da imunoterapia, Rita Lee fará radioterapia, que usa radiação na área afetada. Clarissa Mathias explica que, atualmente, o tratamento de câncer de pulmão é bastante individualizado e combinações são feitas (entre quimio, rádio, imunoterapia e outras opções) de acordo com o perfil molecular do tumor.

Via O GLOBO.

sexta-feira, 19 de maio de 2017

Morreu Kid Vinil


O músico, radialista, jornalista, escritor e colecionador Kid Vinil faleceu na tarde desta sexta-feira, 19/05. Kid sofreu um ataque cardíaco há mais de um mês após um show de sua banda, o Magazine, na cidade mineira de Conselheiro Lafaiete. O músico foi transferido para um hospital em São Paulo e permanecia em coma desde então.

Um dos maiores colecionadores de discos e pesquisador de música do Brasil, Kid, cujo nome verdadeiro é Antônio Carlos Senefonte, foi vocalista das bandas Verminose, Magazine, Kid Vinil e Os Heróis do Brasil e Kid Vinil Xperience. Em 2008 publicou o livro Almanaque do Rock, um guia sobre a história do gênero musical que tanto amava. Kid também tinha um programa na rádio 89 FM, em São Paulo, e seus textos sobre música foram publicados em diversas revistas de todo o Brasil.

Uma dica para quem quiser saber mais sobre a sua trajetória é a leitura do livro Kid Vinil: Um Herói do Brasil, escrito por Ricardo Gozzi e Duca Belintani e publicado pela Edições Ideal.

Entrevistei Kid Vinil duas vezes aqui na Collectors Room: a primeira em 2006, quando ainda éramos apenas uma coluna do Whiplash, e a segunda em 2009, em matéria que foi publicada também na revista poeira Zine.

Estamos tristes e desejamos força para a família e amigos do já saudoso Kid Vinil.