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quarta-feira, 27 de julho de 2022

Outland lança o seu novo single, "Hybrid One"; ouça

NOSSAS CANCOES TRAZEM HISTORIAS DE UM UNIVERSO DE FORA. DISTOPIAS,

METAFORAS E DELIRIOS DO SER. SOMOS SONS DE MUNDOS DISTANTES.

SOMOS OUTLAND...”.

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O Outland traz no seu Metal Progressivo grandes influências de Hard Rock e Game Music. Melodias marcantes, harmonias exóticas e ritmos complexos para retratar uma realidade além da imaginação.

Esta história começa em 2008 quando o guitarrista Raphael Vale, junto a seu amigo de infância, o baterista Mauro Morais, resolve unir sua paixão por Rock Progressivo e Heavy Metal, e seus estudos musicais com sua admiração por games e RPG, criando assim a banda Lirium (2008-2010) , um projeto audacioso de Metal Progressivo ambientado em um universo alternativo que serviu de base para as composições. Já em 2019, Raphael e Mauro se reúnem novamente com os companheiros da antiga banda Leo Coelho (baixo) e Tio Lu (teclado), trazendo suas novas influências e ideias para os arranjos originais. Com a entrada do vocalista Diego Reategui, nasce então o Outland.

Outland é um Universo distante, nos quais habitam as histórias, personagens e conceitos abordados nas músicas. No entanto, representam metáforas e personificações de aspectos reais de nossa realidade. Reflexões sobre a existência, tomando formas como símbolos e narrativas nas canções da banda. Assim, embora pareçam fantasias distantes, é possível ver por trás de cada música o paralelo com nossas situações mundanas.

As artes conceituais foram idealizadas por Raphael, principal criador do Universo Outland e as ilustrações ficaram por conta da artista visual Valéria Aranha, que topou o desafio de dar vida e cores a este mundo, conseguindo representar esta visão de forma espetacular.

As fotos, assim como os projetos da capa, encartes e também e releases foram feitos pelo diretor de Arte Marcus Vale, que já apoia o trabalho da banda desde seus primórdios em 2008.

O EP "City of Eternal Lights" (lançamento em breve) foi totalmente produzido pelo Outland, com baterias gravadas no Fábrika Studio (Belém, Brasil), sob direção de Kleber Chaar e demais instrumentos e vocais gravados in Home Studio ao longo de 2021, com o próprio tecladista e produtor fonográfico Tio Lu a frente da engenharia de captação som, mixageme masterização, assim como da distribuição digital.

O Single "Hybrid One" é uma das faixas do EP. Aqui os elementos de Hard Rock e Metal se mesclam às experimentações progressivas. As harmonias e compassos complexos representam o conflito interno e a complexidade da existência. Esperamos que embarque nesta viagem sonora e que possa vislumbrar conosco as cores e histórias deste universo.

Bem vindo a Outland.

"HYBRID ONE" (LETRA E MÚSICA: R.VALE):

...A híbrida, em raça e em alma. Sem nome e sem lar. Deus e Diabo

de si mesma, é uma caçadora impiedosa em um mundo indiferente.

Uma sombra descrente do sentido maior, mas em constante conflito

com sua própria natureza divina. É um ser em constante

autodescoberta, vivendo o martírio da dualidade, aprendendo seu

papel numa incompreensível realidade...”.

quinta-feira, 21 de julho de 2022

Ultranova libera seu novo single "Odisseia para Sirius"; ouça

Canção marca o retorno pós-pandêmico da banda prog paraense.

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A banda Ultranova, forte expoente do prog rock nacional, liberou hoje o seu novo single, "Odisseia para Sirius", seu primeiro lançamento após "Samsara" (OUÇA AQUI), música que chegou em maio de 2019, sucedendo o álbum de estreia, o excelente "Orion", de 2017 (LEIA A NOSSA RESENHA).

O lançamento marca o retorno pós-pandemia da banda, que interrompeu as atividades de ensaios e shows desde meados de 2020. Agora o grupo se encontra em fase de gravação de novas músicas que farão parte do novo álbum que planejam lançar até o final do ano. Além dessa, há outras em fase de gravação que talvez resultem em um outro single antes do lançamento do disco.

Sobre a faixa, o guitarrista Daniel Leite explicou:

"Quando criamos o projeto Ultranova, sempre imaginamos uma sonoridade espacial, o primeiro álbum está repleto dessa atmosfera cósmica, presente com mais amplitude em faixas como "Órbita" e "Órion". "Odisseia para Sirius" por sua vez, vem coroar todo esse contexto, e baseado nesse ambiente cósmico, fui compondo os temas e deixando a própria estrutura musical me direcionar no decorrer da composição. O nome "Odisseia para Sirius" busca inspiração na história de uma jornada para a estrela mais brilhante de nossos céus, e foi baseada nesse contexto, que a composição foi pensada e elaborada. Espero que vocês apreciem esse brilho, o brilho de Sirius!"

Ouça "Odisseia para Sirius" no player abaixo:

quarta-feira, 13 de julho de 2022

Emerson, Lake & Palmer anuncia box de singles remasterizados em vinil

Caixa de luxo "Singles", com vinis coloridos chegará em 26 agosto.

Os representantes de Emerson, Lake e o próprio Carl Palmer anunciaram que lançarão uma nova caixa de vinil colorida deluxe coletando todos os lançamentos de singles da banda.

Os singles terão lançamentos remasterizados de Emerson, Lake & Palmer entre 1971 e 1992 e serão lançados pela BMG Records em 26 de agosto.

"Esta caixa de singles é muito importante para o desenvolvimento do ELP", diz o membro sobrevivente, o baterista Carl Palmer. "A música que você vai ouvir abriu as portas para o rádio em todo o mundo, e então nasceu o conceito musical de ELP."

Embora conhecida como uma banda de álbuns, o Emerson, Lake & Palmer lançou um número razoável de sete polegadas durante sua carreira. Notavelmente, "Lucky Man", de sua estreia em 1970, ajudou a estabelecer a banda nas rádios dos EUA (mesmo que não tenha chegado às paradas do Reino Unido), enquanto a adaptação da banda de "Fanfare For The Common Man", de Copland alcançou o segundo lugar nos singles do Reino Unido. paradas em 1977, à medida que o punk rock se espalhava por toda parte! E a banda ainda fez uma rara aparição no Top of The Pops para "All I Want Is You!"

"Singles" apresenta 12 singles de 7 ”de dois lados reproduzidos retirados de prensagens do Reino Unido e internacionais completos com capas de imagens originais raras e arte da etiqueta. A caixa também contém um livreto estendido com notas detalhadas do escritor de Prog, Sid Smith, um prefácio de Carl Palmer, fotos raras da banda e cartões de arte complementares de 12 x 7", inspirados nas capas originais.

Pré-encomenda de "Singles".

Via LOUDERSOUND.

 Tracklist:

1. Lucky Man/Knife-Edge (original German single, 1971)

2. Stones Of Years/A Time And A Place (original Japanese single, 1971)

3. From The Beginning/Living SIn (original Angolan single, 1972)

4. Jerusalem/When The Apple Blossoms Bloom In The Windmills Of Your Mind I'll Be Your Valentine (original Portuguese single, 1973)

5. Fanfare For The Common Man/Brain Salad Surgery (original Japanese single, 1977)

6. C'est La Vie/Hallowed By The Name (original French single, 1977)

7. Brain Salad Surgery/Still... You Turn Me On (original US promo single, 1974)

8. Tiger In A Spotlight/So far To Fall (original German single, 1977)

9. I Believe In Father Christmas/Jerusalem/When The Apple Blossoms Bloom In The Windmills Of Your Mind I'll Be Your Valentine (original US single, 1993)

10. Canario/All I Want Is You (original German single, 1978)

11. Black Moon/Black Moon (album version) (original European single, 1992)

12. Affairs Of The Heart/Better Days (original UK single, 1992).

terça-feira, 7 de junho de 2022

Kate Bush reage ao sucesso de 'Running Up That Hill' em 'Stranger Things'

'Running Up That Hill' foi o primeiro single do álbum de Bush de 1985, 'Hounds of Love', trilha sonora da história de Max Mayfield (Sadie Sink), ainda se recuperando da morte de uma família, na quarta temporada de 'Stranger Things', que estreou em 27 de maio.

'Stranger Things' catapulta o single de Kate Bush 'Running Up That Hill', de 1985, para o primeiro lugar nas paradas.

Como Kate Bush contribuiu para enriquecer os parâmetros do pop.

Kate Bush está tão animada quanto qualquer um, pois seu single de 1985 “Running Up That Hill” está subindo nas paradas novamente depois de aparecer na quarta temporada de Stranger Things.

Bush, que raramente faz declarações ou aparições públicas nos dias de hoje, postou uma nota pessoal em seu site para mostrar seu apreço pela recente demonstração de amor por sua música e por todos os novos fãs que descobrem sua música. “Você deve ter ouvido que a primeira parte da nova e fantástica série de Stranger Things foi lançada recentemente na Netflix”, escreveu o ícone da música britânica. “Apresenta a música ‘Running Up That Hill’, que está recebendo um novo sopro de vida pelos jovens fãs que amam o show – eu também amo!

Ela continuou: “Por causa disso, ‘Running Up That Hill’ está nas paradas em todo o mundo e entrou na parada do Reino Unido em 8º lugar. É tudo muito emocionante! Muito obrigada a todos que apoiaram a música. Espero ansiosamente pelo resto da série em julho.

Nos dias após o lançamento da quarta temporada de Stranger Things na Netflix, “Running Up That Hill” registrou um aumento de 8.700% nas transmissões globais no Spotify em 30 de maio em comparação com o total em 25 de maio, um dia antes da estreia. Atualmente, a música é a número 1 na parada de streaming Top 50 dos EUA do Spotify e a segunda na parada Global 50 da empresa, logo atrás de "As It Was" de Harry Styles. A música também atingiu o segundo lugar na parada ARIA da Austrália.

Via Hollywood Reporter.

quarta-feira, 1 de junho de 2022

Dream Theater em São Paulo

Gigantes do prog metal se apresentarão em agosto próximo no Pavilhão Pacaembu, 2 dias antes do Rock in Rio.

O Dream Theater confirmou um show único em São Paulo, mas precisamente no Pavilhão Pacaembú, no dia 31 de agosto, antevéspera da sua apresentação no Palco Mundo do Rock in Rio, no dia 2 de setembro.

A banda estará excursionando com a divulgação do álbum “A View from the Top of the World”, que chegou no ano passado.

Os ingressos já estão à venda no site Ticket For Fun (incluindo taxa de conveniência), ou sem a taxa, no ponto de venda situado no Teatro Renault, Avenida Brigadeiro Luís Antônio, 411, Bela Vista, entre terça e domingo das 12h às 20h.

Serviço:

Geral

Realização: Time For Fun

Data: quarta-feira, 31 de agosto de 2022.

Abertura dos portões: 19h30

Horário: 21h

Local: Pavilhão Pacaembu – Praça Charles Miller, s/n, Pacaembu – São Paulo

Capacidade: 8.400 pessoas.

Ingressos: A partir de R$ 170 (ver tabela completa).

Classificação etária: De 10 a 14 anos: Permitida a entrada acompanhados dos pais ou responsáveis legais. De 15 anos em diante: Permitida a entrada desacompanhados.

Ingressos:

Pista: R$ 340 inteira, R$ 170 meia

Pista premium: R$ 620 inteira, R$ 310 meia

terça-feira, 31 de maio de 2022

'Stranger Things' catapulta o single de Kate Bush 'Running Up That Hill', de 1985, para o primeiro lugar nas paradas

"Stranger Things", da Netflix, está ajudando a reviver uma explosão do passado logo após a estreia da quarta temporada da série na sexta-feira última. O single de 1985 de Kate Bush, "Running Up That Hill (A Deal With God)" é atualmente o número 1 na parada do iTunes.

A canção aparece pela primeira vez no episódio de estreia e desempenha um papel significativo na história de Max (Sadie Sink).

Running Up That Hill” foi o primeiro single do álbum de Bush, "Hounds of Love", que se tornaria seu maior sucesso da época. A faixa foi originalmente intitulada “A Deal With God”, mas foi alterada por sua gravadora por medo de que fosse colocada na lista negra em países religiosos como Itália, França e Austrália.

Esta não é a primeira vez que Stranger Things ajudou a reviver uma música, após o uso da música tema do filme de fantasia de sucesso "The NeverEnding Story" de Limahl na temporada passada. O YouTube revelou na época que as pesquisas pelo videoclipe aumentaram 800% logo após o lançamento dos novos episódios.

As quatro primeiras temporadas de Stranger Things estão atualmente disponíveis para transmissão via Netflix.

Via Yahoo.

Assista ao vídeo de “Running Up That Hill” no player abaixo.

segunda-feira, 30 de maio de 2022

ERA lança "The Live Experience", seu 1° álbum ao vivo; ouça

Projeto de Rock-ópera / New Age do músico francês Eric Levi lançou no dia 20 de maio último seu primeiro registro ao vivo.

Após 26 anos do sucesso de seu álbum de estreia homônimo, o ERA finalmente partiu para os palcos europeus e agora lança o registro da apresentação no Le Zénith, França, em 2019,  "The Live Experience", um universo fascinante onde o poder da música e a beleza das vozes se misturam maravilhosamente em um extraordinário cenário de medieval-fantasiosa, embalado em canções mesclando em inglês com latim, numa sonoridade com elementos prog, new age, rock e líricos.

O ERA vendeu mais de 12 milhões de álbuns em todo o mundo e nunca havia se apresentado ao vivo até então. Redescubra os títulos míticos do ERA em uma fórmula ao vivo moderna e poderosa e descubra dois títulos inéditos gravados no famoso estúdio londrino Abbey Road, "Not This Time" e "Freedom", primeiros singles do próximo álbum ERA, revelado com exclusividade.

Em 2022 o projeto volta à estrada. Confira as datas e detalhes sobre ingressos neste site.

Ouça "The Live Experience" via Spotify no player abaixo ou clique AQUI para demais plataformas:

Tracklist:

Disque : 1

1 Agnus Deorem

2 Enae Volare

3 Nomen Adore

4 Something Exciting

5 Reborn

6 Avemano

7 Sentence

8 The Mass

9 Dark Voices

10 Abbey Road Blues

11 Hurricane

12 Ameno

13 Don't Go Away

14 The Chosen Path

15 Come Into My World

16 Impera

17 I'm No Angel

18 Voxifera

19 Sinfoni Deo

Disque : 2

1 Ameno Metal

2 Not This Time

3 Freedom

terça-feira, 24 de maio de 2022

Alan Parsons Project reedita 'I Robot' e 'Eye in the Sky'

O Alan Parsons Project anunciou reedições de dois de seus álbuns de platina, "I Robot" e "Eye in the Sky", em homenagem aos respectivos aniversários de 45 e 40 anos.

Composto por Alan Parsons e Eric Woolfson, com um grupo constante de colaboradores adicionais ao longo dos anos, o Alan Parsons Project esteve ativo entre 1975 e 1990, lançando 11 álbuns durante esse período. Seu segundo lançamento, "I Robot" (1977), ajudou a dupla inglesa a se destacar nos EUA. Seu primeiro single, "I Wouldn't Want to Be Like You", foi um hit do Top 40, enquanto "Don't Let it Show". "Day After Day (The Show Must Go On)" e "Breakdown" também foram tocadas nas rádios.

Lançado em maio de 1982, "Eye in the Sky" alcançou a 7ª posição na Billboard 200. A faixa-título se tornou a música de maior sucesso comercial da banda, alcançando a 3ª posição na Billboard 100. Ainda assim, a faixa mais reconhecível do álbum pode ser a instrumental “Sirius”, que se tornou a música de introdução do Chicago Bulls de Michael Jordan e continua presente em arenas esportivas ao redor do mundo.

"Eye in the Sky" estará disponível como um pacote de dois LPs de 180 gramas e 45 RPM. "I Robot" estará disponível no mesmo formato, bem como um conjunto de caixas LP UltraDisc One-Step de 180 gramas de 33 RPM. Em um comunicado à imprensa, o Mobile Fidelity Sound Lab (MoFi), que remasterizou os dois álbuns para as reedições, prometeu que as versões mais recentes “testam os recursos de alcance total dos melhores sistemas estéreo do mundo”.

Nós nos sentimos muito sortudos por lançar essas duas obras-primas do Alan Parsons Project”, disse John K. Wood, vice-presidente executivo da Mobile Fidelity, em um comunicado. “Os álbuns de Alan Parsons e Eric Woolfson nunca soaram tão espetaculares. As camadas nas mixagens são simplesmente fenomenal e de outro mundo. O engenheiro de masterização Krieg Wunderlich trouxe esses dois títulos para um novo nível.

Ambos os álbuns já estão disponíveis para pré-venda.

Via UCR.

segunda-feira, 23 de maio de 2022

Yes: Alan White não participará da turnê do 50º aniversário de 'Close to the Edge'

O Yes anunciou que o baterista Alan White estaria ausente de sua próxima turnê que marca o 50º aniversário do álbum "Close to the Edge".

A sucessão de datas no Reino Unido também comemoraria o 50º ano de White como membro dos gigantes do prog depois que ele se juntou a eles em tempo de participar da primeira turnê deste álbum, de 1972.

Devido a problemas de saúde atuais, Alan White não participará da próxima… turnê”, disse o comunicado da administração da banda. “Alan estava realmente ansioso para tocar ao vivo novamente, preparando-se para comemorar 50 anos com o Yes. … O amigo próximo de Alan, Jay Schellen, assumirá as funções de baterista no lugar de Alan.

O anúncio confirmou que Steve Howe, Geoff Downes, Jon Davison e Billy Sherwood participariam da viagem, juntamente com o colaborador artístico de longa data Roger Dean, que dirigirá os visuais do palco e também apresentará uma exposição de arte relacionada ao Yes. Schellen já tocou com o Yes enquanto White fez uma cirurgia nas costas em 2016, depois foi convidado como o segundo baterista em 2018, enquanto White se recuperava de uma infecção bacteriana.

A próxima turnê deveria inicialmente incluir uma apresentação completa do LP "Relayer" de 1974, mas isso será realizado para uma futura turnê no programa Album Series da banda. Em vez disso, os shows deste ano contarão com "Close to the Edge" na íntegra “junto com outras faixas clássicas do extenso catálogo do Yes”.

Você pode ver as datas abaixo.

6/15 – Glasgow Royal Concert Hall

6/17 – Manchester Bridgewater Hall

6/18 – Nottingham Royal Concert Hall

6/20 – Liverpool Philharmonic Hall

6/21 – London Royal Albert Hall

6/22 – York Barbican

6/24 – Birmingham Symphony Hall

6/26 – Newcastle O2 City Hall

6/28 – Dublin Vicar Street

6/29 – Cork Opera House

Via UCR.

quinta-feira, 19 de maio de 2022

Morreu Vangelis, compositor das trilhas sonoras de "Chariots of Fire" e "Blade Runner"

Compositor grego liderou as paradas dos EUA e ganhou um Oscar com o inspirador tema de piano de "Carruagens de Fogo".

Vangelis, o compositor e músico grego cujo trabalho com sintetizadores trouxe enorme emoção para trilhas sonoras de filmes, incluindo "Blade Runner" e "Chariots of Fire", morreu aos 79 anos. Seus representantes disseram que ele morreu em um hospital na França, onde estava sendo tratado por COVID-19.

Nascido Evángelos Odysséas Papathanassíou em 1943, Vangelis ganhou um Oscar por sua trilha sonora de "Carruagens de Fogo" de 1981. Seu inspirador motivo de piano tornou-se mundialmente conhecido e alcançou o primeiro lugar nas paradas dos EUA, assim como o álbum da trilha sonora que o acompanha.

Principalmente autodidata em música, Vangelis cresceu em Atenas e formou sua primeira banda em 1963, chamada Forminx, tocando a música pop da época: rock'n'roll uptempo, baladas arrebatadoras e versões cover dos Beatles, com Vangelis fornecendo linhas de órgão.

Eles se separaram em 1966, e Vangelis tornou-se escritor e produtor contratado, trabalhando para outros músicos e contribuindo com trilhas sonoras para filmes gregos. Dois anos depois, ele partiu para Paris para continuar sua carreira, onde formou o quarteto de rock progressivo Aphrodite's Child com expatriados gregos, incluindo Demis Roussos. Seu single "Rain and Tears" foi um sucesso em toda a Europa, liderando as paradas francesas, belgas e italianas e alcançando o Top 30 do Reino Unido.

Depois que eles se separaram, Vangelis considerou o mundo do pop comercial “muito chato” e voltou a fazer trilhas para cinema e TV. Recusando um convite para substituir Rick Wakeman nos teclados no Yes, ele se mudou para Londres e assinou um contrato solo com a RCA Records: seus LPs "Heaven and Hell" (1975) e "Albedo 0.39" (1976) chegaram ao Top 40 do Reino Unido, o primeiro também usado para trilha sonora da popular série de TV Cosmos de Carl Sagan. A conexão com o Yes foi finalmente completada no final da década, quando ele se juntou a Jon Anderson para a dupla Jon & Vangelis, cujo álbum de estreia foi Top 5.

Vangelis continuou seu trabalho de trilha sonora ao longo da década de 1970, mas foi na década de 1980 que isso atingiu seu auge comercial. "Chariots of Fire" tornou-se inextricável do tema atemporal de Vangelis, e a música tornou-se sinônimo de montagens esportivas em câmera lenta. “Minha música não tenta evocar emoções como alegria, amor ou dor do público. Isso combina com a imagem, porque eu trabalho no momento”, explicou mais tarde.

Sua trilha para Blade Runner é igualmente celebrada por evocar uma versão futura sinistra de Los Angeles, onde robôs e humanos vivem desajeitadamente lado a lado, através do uso de longas e malévolas notas de sintetizador; saxofones e passagens ambientes exuberantes realçam os momentos românticos e pungentes do filme. “Acabou sendo um filme muito profético – estamos vivendo em uma espécie de mundo Blade Runner agora”, disse ele em 2005.

Mais tarde na década, ele marcou o drama político de Costa-Gavras vencedor da Palma de Ouro, "Missing", estrelado por Jack Lemmon; o drama de Mel Gibson e Anthony Hopkins, "The Bounty; e Francesco", estrelado por Mickey Rourke. Ele trabalhou novamente com o diretor de Blade Runner, Ridley Scott, no filme "1492: Conquest of Paradise", de 1992, e em outros filmes durante a década de 1990, como a trilha sonora de "Bitter Moon", de Roman Polanski, e documentários de Jacques Cousteau.

Vangelis baseou-se na instrumentação grega ao lado das orquestras típicas usadas na trilha sonora do épico clássico de Oliver Stone de 2004, "Alexander".

Sua partitura mais recente foi para "El Greco", uma cinebiografia grega de 2007 do pintor renascentista. O artista grego, que se mudou para a Espanha e lá adquiriu seu apelido, era muito admirado por Vangelis, que compôs álbuns em 1995 e 1998 que foram inspirados e batizados em sua homenagem.

Celebrado continuamente por seu evocativo tema "Carruagens de Fogo", Vangelis também foi contratado por órgãos esportivos para trilhar grandes eventos, incluindo os Jogos Olímpicos de 2000 em Sydney, a Copa do Mundo de 2002 no Japão e na Coréia do Sul e as Olimpíadas de 2004 em Atenas. Ele também escreveu partituras de balé e música para produções teatrais de "Medea", "The Tempest" e outras peças.

Os lançamentos solo permaneceram estáveis ​​ao lado de seu trabalho comissionado e, ocasionalmente, incluíram colaborações com vocalistas como Paul Young.

Um fascínio pelo espaço sideral encontrou voz em "Rosetta" de 2016, dedicado à sonda espacial de mesmo nome, e a Nasa nomeou sua peça de 1993 "Mythodea" (que ele alegou ter escrito em uma hora) como a música oficial da missão Mars Odyssey de 2001 . Seu último álbum, "Juno to Jupiter" de 2021, foi inspirado na sonda Juno da NASA e contou com gravações de seu lançamento e o funcionamento da própria sonda no espaço sideral.

Entre os que prestaram homenagem a Vangelis está o primeiro-ministro grego Kyriakos Mitsotakis, que saudou “um pioneiro do som eletrônico”.

Via The Guardian

quarta-feira, 18 de maio de 2022

Oceans of Slumber divulga o single "Hearts Of Stone"; canção de seu novo álbum; ouça

"Hearts Of Stone" integra "Starlight And Ash", 5º álbum da banda texana Oceans of Slumber, que chegará no dia 22 de julho próximo, via Century Media Records.

O trabalho sucederá o ótimo auto-íntitulado de 2020.

""HEARTS OF STONE" - esta música originalmente tinha um título mais longo. Era “Corações de pedra, jardins de luto”. Decidimos encurtá-lo por qualquer motivo, mas sempre penso no nome completo. Essa música é uma espécie de história de origem. É um personagem atormentado por suas más decisões, nunca tendo realmente um bom começo de vida. Tudo parece sempre nos alcançar, não importa o quão longe tentemos correr." - disse em nota a frontwoman Cammie Gilbert.

Ouça "Hearts Of Stone" no player abaixo:


Confira também a canção "The Waters Rising", 1º single do vindouro trabalho, revelada anteriormente:


Tracklist:

1 - The waters rising

2 - Hearts of stone

3 - The lighthouse

4 - Red forest roads

5 - The hanging tree

6 - Salvation

7 - Star altar

8 The spring of '21

9 - Just a day

10 - House of the rising sun

11 - The shipbuilder's son

sexta-feira, 13 de maio de 2022

Charlotte Wessels lança clipe de "Afkicken", canção de seu 1º álbum solo; assista

"Afkicken" integra "Tales From Six Feet Under", 1º álbum solo da cantora neerlandesa Charlotte Wessels, que chegou em 17 de setembro último.

Charlotte Wessels, desligada em fevereiro último da banda Delain com mais 3 integrantes, partira para um novo estilo, pluralizando-se ao se afastar aqui do symphonic metal característico da banda que a consagrara.

Agora em formato electro-acústico, a vocalista fora acompanhada às 6 cordas por Timo Somers, também egresso do Delain.

Charlotte Wessels lança versão eletro-acústica de "Afkicken", canção de seu 1º álbum solo; assista.

Charlotte Wessels lança versão eletro-acústica de "Masterpiece", canção de seu 1º álbum solo; assista.

Charlotte Wessels lança versão eletro-acústica de "Victor", canção de seu 1º álbum solo; assista.

Charlotte Wessels lança versão eletro-acústica de "Soft Revolution", canção de seu 1º álbum solo; assista.

Ex-vocalista do Delain, Charlotte Wessels, anuncia o seu 1º álbum solo.

Charlotte Wessels, ex-Delain, lança clipe de "Victor", sua nova canção como artista solo; assista.

Charlotte Wessels, ex-Delain, mostra "Soft Revolution", sua nova canção como artista solo; assista.

A vocalista vem se projetando de forma independente, contando com o plano de patrocínio dos fãs, o Patreon, onde disponibiliza seus trabalhos solo e outras interações com seu público.

Assista ao clipe de "Afkicken" no player abaixo:

Ouça "Tales From Six Feet Under" clicando no player da imagem da Charlotte abaixo:

Tracklist:

Side A

01. Superhuman

02. Afkicken

03. Masterpiece

04. Victor

05. New Mythology

06. Source Of The Flame

Side B

07. Cry Little Sister

08. Lizzie (a duet with Alissa White-Gluz)

09. FSU (2020)

10. Soft Revolution

quinta-feira, 28 de abril de 2022

Qual é o álbum do Pink Floyd favorito de Geddy Lee?

O baixista, tecladista e cantor do Rush, Geddy Lee, inspirou toda uma geração de músicos e ao longo das décadas falou sobre os grupos que o influenciaram. Uma dessas bandas era Pink Floyd, que Lee teve a chance de ver ao vivo em Toronto antes de formar o Rush. Em entrevista ao The Quietus em 2012, ele revelou qual é o seu álbum favorito do Pink Floyd e explicou o motivo.

O baixista revelou que o álbum de 1971 “Meddle” é seu disco favorito do Pink Floyd, dizendo: “esse foi provavelmente o último álbum do Pink Floyd antes de entrarem na série de clássicos. Antes de seus grandes discos. Mas… de novo… de novo… foi o show deles em Toronto que me cativou e incendiou a imaginação. Eles abriram aquele show com todo o Meddle e imediatamente pude sentir que as possibilidades eram imensas para essa banda.

Foi realmente emocionante porque você poderia dizer que algo único estava acontecendo. Para onde eles iriam em seguida? Bem, foi um grande precursor de "Dark Side of the Moon". Já existiam “Echoes” genuínos disso. Continua a ser o meu favorito por causa desse timing. Aquele momento em que uma banda realmente começa a atingir seu pico. Estou ciente do Floyd de Syd Barrett, mas, no sentido musical, era uma época diferente, uma banda diferente.

Para Geddy Lee, o Pink Floyd sabia o que era carisma.


Em entrevista ao Sirius XM em 2013 (Transcrito pela Rock and Roll Garage), Geddy falou sobre suas influências e mais uma vez explicou por que o Pink Floyd era tão importante, dizendo: “Pink Floyd, lembro de vê-los em Toronto e acho ' Dark Side of The Moon' estava acabando de sair ou ainda não tinha saído. Eu acho que no primeiro set eles tocaram ‘Echoes’ do álbum anterior, você sabe, como uma extravagância de 20 minutos. Eles foram impressionantes também em um jovem músico. Não apenas por causa da estrutura da música na atmosfera, mas pelo fato de que eles realmente fizeram um show incrível. Eles realmente entendiam o carisma.

A famosa faixa “Money” foi uma inspiração para Geddy Lee.

O frontman do Rush escolheu em 2019 para a Amazon Music as 22 músicas que inspiraram seu baixo tocando consciente ou inconscientemente e uma delas foi “Money”, do Pink Floyd, lançada em seu álbum clássico “The Dark Side Of The Moon” (1973).

Em um vídeo (Transcrito pela Rock and Roll Garage), Geddy Lee explicou suas escolhas em geral, dizendo: “Escolhi essas músicas porque sou um cara tão ‘centrado no baixo’. É tudo o que tenho pensado nos últimos anos. É o papel do baixo na música popular e o que tentei fazer com meu livro (The Beautiful Book of Bass) foi fornecer uma história alternativa da música popular através do ponto de vista do baixista. Desde a extremidade inferior obscura até a extremidade superior vibrante.

quarta-feira, 27 de abril de 2022

Yes: Mike Portnoy (ex-Dream Theater) elege "Close to the Edge “o melhor álbum de rock progressivo de todos os tempos”

A qualidade das fontes a que se recorre em busca de informações é essencial para encontrar a verdade sobre um assunto, e se o que procuramos é o melhor álbum de rock progressivo, entre as melhores opções a perguntar, não há dúvida de que será Mike Portnoy, que foi bateria do Dream Theater além de colocar suas baquetas a serviço de The Winery Dogs, Transatlantic, Liquid Tension Experiment, Sons of Apollo e muitos mais.

O envolvimento de Portnoy no espaço The Prog Report nos ofereceu a oportunidade de descobrir que o recentemente reconciliado com seu velho amigo James LaBrie tem um disco clássico E é colocado sua ideia do álbum perfeito do gênero, especificamente 'Close to the Edge':

Este é o álbum progressivo por excelência, talvez o melhor de todos os tempos. Sem dúvida, um dos meus álbuns prog favoritos de todos os tempos. É tudo o que é prog representa. É um álbum perfeito. Eu tenho minha santíssima trindade deles, assim como 'Foxtrot' do Genesis foi o primeiro de sua santíssima trindade, para mim, este é o terceiro na santíssima trindade do Yes: 'The Yes Album', 'Fragile' e 'Close to The Edge'".

O baterista continua nos esclarecendo sobre o álbum que foi lançado em 1972, tornando-se o maior sucesso do Yes até então, alcançando a certificação de disco de platina:

”Close to the Edge” é uma das melhores peças progressivas já escritas, junto com “Super's Ready” do 'Foxtrot' do Genesis, mas do outro lado, você tem “And You And I” e “Siberian Khatru”. As três músicas são perfeitas. E essa formação fez apenas dois álbuns. Uma vez que Rick Wakeman (tecladista) se juntou à banda, eles fizeram apenas dois álbuns com Anderson, Squire, Howe, Wakeman e Bruford. Bruford (bateria) saiu depois deste álbum, então havia apenas dois álbuns com essa formação. Para mim é o melhor álbum progressivo de todos os tempos, e se algo tem que representar esse gênero, esse é o álbum."

Via EURO 24.

sábado, 23 de abril de 2022

Arjen Lucassen: os dez anos do álbum solo "Lost In The New Real"

A lenda do prog holandês Arjen Lucassen é famoso por sua infinidade de projetos, mas aqui ele discorre sobre o seu 2º álbum solo "Lost In The New Real" (2012).

Com mais projetos em seu nome do que você pode agitar a varinha de um mago, Arjen Lucassen é a exportação de prog mais prolífica da Holanda. Projetos como Star One, Guilt Machine e, principalmente, Ayreon, com seus famosos cantores convidados, tornaram Lucassen famoso em seu país natal. Sempre o 'nome' por trás de seus álbuns, Lucassen nunca se aventurou em território puramente solo. Desde então, ele considerou seu álbum solo de 1994, "Pools Of Sorrow, Waves Of Joy" (lançado sob o nome Anthony) um fracasso, tornando "Lost In The New Real" (2012) o primeiro álbum a ser lançado com seu nome completo: Arjen Anthony Lucassen.

Era uma manhã fresca de primavera quando Prog visitara Lucassen em sua casa, escondida em meio a terras agrícolas planas e o estranho moinho de vento em Roosendaal, Holanda. É difícil imaginar o número de cantores e músicos de alto nível que entraram na modesta casa que ele divide com a parceira Lori e seu cachorro Hoshi.

Nós nos sentamos na cozinha/sala de estar em plano aberto. Lucassen acabou de ler os comentários do YouTube sobre o vídeo do trailer de "Lost In The New Real" e está incomodado com um comentário descrevendo-o como "brega". Ele leva as opiniões dos fãs para o lado pessoal?

Eu lido mal com as críticas, cada palavrão dói”, ele admite. “Posso ler mil comentários bons, mas sempre me lembrarei dos ruins. Se há uma crítica que desmerece completamente o álbum e é infundada, eu sempre reajo. Eu descubro quem é o cara, encontro o endereço de e-mail dele e mando um e-mail bem pesado. Mas no final sempre acabamos como amigos porque discutimos."


Com os últimos três álbuns ("01011001" do Ayreon, "On This Perfect Day" do Guilt Machine, "Victims Of The Modern Age" do Star One) eu tenho pensado mais nos fãs do que no que eu quero”, continua ele. “Então, quando eu comecei este álbum, eu fiquei tipo ‘Foda-se, sim, este será um álbum solo e não me importo se vender ou não’. A grande coisa é que as pessoas não têm expectativas com este, porque se eu faço Ayreon eles esperam coisas bombásticas enormes, com todos esses cantores convidados, e se eu faço Star One eles esperam esse álbum de metal, mais pesado. Mas se eu fizer um álbum solo, eles não têm ideia do que esperar.

Existem duas grandes diferenças no novo álbum solo: primeiro o desvio no som, em direção a uma vibe mais alegre dos anos 1960, com influência dos Beatles, Floyd e Zeppelin, e, segundo, que os vocais são todos cantados por Lucassen.

Não sou um cantor de rock e metal, sou mais como John Lennon. Então eu poderia escrever músicas que eu sabia que soariam bem com a minha voz e isso foi divertido. Este é um grande salto das pequenas partes que eu costumava cantar nos álbuns do Ayreon. Algumas vezes por dia eu levava Lori ao estúdio e pedia sua opinião. Tornei-me mais confiante para cantar e conheço minhas limitações.


Continuando a linhagem de álbuns conceituais de Lucassen, "Lost In The New Real" conta a história de um homem do século 21 preservado criogenicamente enquanto sofria de uma doença terminal. Anos depois, ele é revivido na esperança de encontrar uma cura para sua doença, apenas para descobrir que o mundo mudou além do reconhecimento. Um personagem central da história é o conselheiro psicológico do homem; exigindo uma voz adicional no álbum.

Sou fã de Rutger Hauer desde os 10 anos, quando ele estrelou meu programa favorito Floris”, diz Lucassen. “Lembro que estava correndo e comecei a pensar no conceito do álbum e depois em "Blade Runner". Eu pensei como seria bom ter Rutger como narrador. Então, enviei um e-mail pelo site dele e, para minha surpresa, recebi uma resposta alguns dias depois dizendo ‘Conte-me mais’. Ele não me conhecia, mas deve ter pesquisado meu nome no Google porque disse que sim.

Por meio do Skype, os dois puderam discutir o projeto. Hauer recebeu o briefing e trabalhou em algumas linhas. “Ele realmente mergulhou na história e passou semanas reescrevendo a narração. No começo eu não tinha certeza porque havia muitas 'merdas' lá, mas foi tão legal. Eu não tinha ideia do que ele estava falando, mas era muito melhor do que eu escrevi. No final, Lori o gravou em Santa Monica, e ele foi um verdadeiro cavalheiro.


O foco se volta para o conteúdo temático do álbum e em particular para uma música que nomeia suas influências. "Pink Beatles In A Purple Zeppelin" lida com o avanço da tecnologia e como ela ofusca a entrada humana ('Eu apenas penso no que eu gosto/Qualquer mistura fará/Eles reproduzem o que está em minha mente'). Reflete o carinho de Lucassen dos dias anteriores ao Pro Tools. “Gosto de limitações”, explica. “É por isso que gravo com sintetizadores analógicos antigos. Meu sintetizador favorito é o Minimoog porque você só pode tocar uma nota e precisa discar todos os botões. Não é confiável, mas torna esse instrumento tão interessante.

Talvez o fato de que as máquinas não podem replicar autenticamente a voz humana tenha influenciado a escolha de vocalistas convidados de Lucassen em álbuns anteriores. A lista parece um Quem é Quem do rock progressivo: Fish, Neil Morse, Devin Townsend, James LaBrie, Bruce Dickinson, Mikael Åkerfeldt, Dave Brock, Bob Catley e muito mais. “Estou interessado na voz, não na técnica. Pode ser esse cantor incrível que pode cantar incrivelmente alto, com um vibrato lindo, mas se eu não gostar da voz, não vou convidar.

Muitos dos vocalistas estiveram no Chez Lucassen. “É a melhor sensação de sempre quando eles vêm à minha casa. Mas especialmente com pessoas que cresci ouvindo, como Dave Brock”, acrescenta, apontando para sua extensa coleção de CDs do Hawkwind. “Eu estava na casa dele por dois dias. Ele era um cara incrivelmente legal, nos divertimos e fizemos uma refeição juntos – somos ambos vegetarianos. Comemos peixe e fomos para sua floresta e olhamos para seus cavalos.”


Estranhamente, para um polímata que trabalhou com tantos músicos, o holandês de boas maneiras se descreve como um “recluso social”. Lucassen se recusa a se conformar ao estereótipo de uma estrela do rock e parece visivelmente repugnado por toda a ideia.

“Não saio de férias e não socializo. Eu odeio conversa fiada. Eu odeio sair ou ir a um bar”, diz ele, positivamente fazendo uma careta com a perspectiva. “Eu tive cantores que realmente queriam sair, como Bob Catley que estava tipo ‘Ei! Para onde vamos?' e eu tive que dizer 'Não cara, eu não saio, sou um recluso, sou a pessoa mais chata do mundo'".

Seja o resultado de um divórcio que o deixou deprimido e sofrendo de anosmia (a incapacidade de cheirar), ou o hedonismo de seus dias na banda de metal holandesa Vengeance dos anos 80, mas Lucassen tem uma qualidade de 'águas paradas' refletidas em seu estilo de vida hermético e busca pela perfeição.

“Sou muito inseguro e acho que é isso que me torna um perfeccionista”, admite. “As pessoas me chamam de gênio, mas sei que não sou porque trabalhei com tantos gênios como Thijs van Leer do Focus ou Fish ou Russell Allen [Symphony X]. Eles são gênios. É incrível, quando eu trabalho com eles, eles me humilham.”

Uma parte sensível introvertido para duas partes proficiente maníaco por controle, o holandês de 1,80m de altura pode ser modesto, mas seu trabalho fala por si. Um passeio pela casa revela mais: o estúdio na garagem onde, “brinca”, morava ainda com a ex-mulher; o estúdio com vista para a piscina; o escritório onde ele tenta responder pessoalmente a todas as mensagens que recebe através do Facebook. Quanto aos planos futuros?

“Nunca planejo com antecedência. Depois de um álbum, estou completamente vazio. Espero que seja outro Ayreon. Mas tudo o que posso fazer é esperar que a inspiração venha. Só o tempo pode dizer.”

Via Prog.

 
Tracklist:

CD1
1] The New Real [6:24]
2] Pink Beatles in a Purple Zeppelin [3:36]
3] Parental Procreation Permit [5:03]
4] When I’m a Hundred Sixty-four [2:30]
5] E-police [4:07]
6] Don’t Switch Me Off [4:06]
7] Dr. Slumber’s Eternity Home [3:51]
8] Yellowstone Memorial Day [3:31]
9] Where Pigs Fly [3:47]
10] Lost in the New Real [10:19]
11] Bonus CD-ROM video feature: “Behind the New Real” [13:45]

CD2
1] Our Imperfect Race [6:27]
2] Welcome to the Machine [4:45] (Pink Floyd cover)
3] So is there no God? [4:41]
4] Veteran of the Psychic Wars [4:34] Blue Oyster Cult cover)
5] The Social Recluse [3:35]
6] Battle of Evermore [5:28] (Led Zeppelin cover)
7] The Space Hotel [3:49]
8] Some Other Time [Alan Parsons Project cover)
9] You Have Entered the Reality Zone [3:24]
10] I’m the Slime [2:53] (Frank Zappa cover)
11] Bonus CD-ROM video feature “Behind the Artwork” [13:35]

sexta-feira, 22 de abril de 2022

Tarja lança clipe de "World In My Eyes", mais um single de seu novo projeto Outlanders; ouça

"World In My Eyes" (Depeche Mode cover) integra o projeto Outlanders, parceria da soprano Tarja Turunen com Torsten Stenzel e traz o guitarrista do Living Colour, Vernon Reid.

Tarja lança clipe de "The Cruellest Goodbye", 2° single de seu novo projeto Outlanders; ouça.

Tarja não descarta turnê de reunião com o Nightwish.

Nightwish: projeto trará Tarja Turunen e Tuomas Holopainen no mesmo álbum.

A faixa dá sequência a uma série de lançamentos de oito faixas via earMusic, precedendo um álbum completo.

Cada música apresenta um guitarrista excepcional como convidado. Os participantes incluem: Al Di Meola, Joe Satriani, Jennifer Batten, Steve Rothery, Mike Oldfield, Walter Giardino, Ron "Bumblefoot" Thal, Vernon Reid e Marty Friedman.

Mas o que é o gênero Outlanders? A resposta é simples: é um gênero musical em si, já que classificar os Outlanders como qualquer gênero preexistente seria um esforço infrutífero.

A visão de Tarja para Outlanders é criar algo novo e fresco. Outlanders combinam batidas eletrônicas emocionantes e emocionantes com os vocais clássicos e emocionais de Tarja, junto com performances únicas de guitarra. Esses três elementos são uma constante em todas as músicas.

Gravado e mixado principalmente na ilha caribenha de Antigua durante os últimos dez anos, os sons de Outlanders são místicos. Eles são suaves e poderosos; cativante e sonhadora; moderno, mas vintage ao mesmo tempo. Sua música é sobre opostos que se atraem magicamente e os três elementos do pilar estético se unem para criar um som único e singular.

Confira "World In My Eyes" no player abaixo:

terça-feira, 29 de março de 2022

Genesis: o último concerto (com a presença de Peter Gabriel na plateia); Veja vídeos

A lendária banda britânica de rock progressivo Genesis fez seu último show de acordo com o cantor e baterista Phil Collins, que disse no final de seu show no dia 26 de março último, em Londres: “Esta noite é uma noite muito especial. Claro, vamos tocar em Londres. É a última parada da nossa turnê e é o último show do Genesis. É difícil para nós acreditar que, uh, você ainda veio nos ver! Sim, depois desta noite todos nós temos que conseguir empregos de verdade."

Houve também um convidado especial na platéia, o ex-vocalista do Genesis Peter Gabriel e Phil Collins até tirara sarro disso, dizendo: “Talvez seja ele quem esteja gritando por ‘Supper’s Ready’. Não sei!"

Durante sua carreira ativa de 1967 a 2000, o Genesis lançou 15 álbuns de estúdio. A formação de maior sucesso com Tony Banks (teclados), Mike Rutherford (guitarra) e Phil Collins (bateria e vocais) se reuniu para turnês de 2006 a 2007 e de 2020 a 2022. As bandas continuam sendo um dos grupos mais vendidos de sempre com mais de 150 milhões de discos vendidos em todo o mundo. Os discos que mais venderam cópias são os feitos na era de Phil Collins nos vocais, quando a banda fazia um som menos Prog Rock misturando o gênero com o Pop Rock.

Via Rock And Roll Garage.

Assista alguns vídeos e veja o setlist do último show do Genesis:

1. “Behind the Lines’ / “Duke’s End”

2. “Turn It On Again”

3. “Mama”

4. “Land of Confusion”

5. “Home By the Sea”

6. “Second Home By the Sea”

7. “Fading Lights” (part)

8. “The Cinema Show” (part)

9. “Afterglow”

10. “That’s All” (acoustic)

11. “The Lamb Lies Down on Broadway” (acoustic)

12. “Follow You Follow Me” (acoustic)

13. “Duchess”

14. “No Son of Mine”

15. “Firth of Fifth”

16. “I Know What I Like (In Your Wardrobe)”

17. “Domino”

18. “Throwing It All Away”

19. “Tonight, Tonight, Tonight” (part)

20. “Invisible Touch”

Bis:

21. “I Can’t Dance”

22. “Dancing With the Moonlit Knight” (part)

23. “The Carpet Crawlers”


quarta-feira, 25 de agosto de 2021

Jinjer libera clipe de "Wallflower", canção de seu novo álbum; assista

"Wallflower" é o nome do novo álbum da banda Jinjer, que chegará no dia 27 de agosto próximo, em diversos formatos, via Napalm Records.

Jinjer libera clipe de "Mediator", canção de seu novo álbum; assista.

Jinjer libera clipe de "Vortex", canção de seu novo álbum; assista.

Assista ao clipe no player abaixo:

Tracklist:

01 Call Me a Symbol

02 Colossus

03 Vortex

04 Disclosure!

05 Copycat

06 Pearls and Swine

07 Sleep of the Righteous

08 Wallflower

09 Dead Hands Feel No Pain

10 As I Boil Ice

11 Mediator