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sexta-feira, 4 de junho de 2021

Within Temptation anuncia show imersivo de realidade virtual

O Within Temptation pode não ter feito shows ao vivo durante a pandemia, mas isso é porque eles queriam algo diferente em termos de apresentação. Agora os fãs verão seu pensamento inovador conforme a banda anunciou com Within Temptation: The Aftermath - A Show in Virtual Reality.

A vocalista Sharon den Adel diz:

"Durante toda a pandemia, não queríamos fazer uma transmissão ao vivo. A magia de ver e ouvir uma banda tocar ao vivo - combinada com a energia da multidão - é algo que você não pode simplesmente recriar com uma transmissão ao vivo. . Então, por muito tempo, ficamos sem noção. Uma coisa tínhamos certeza: não abriríamos mão de uma transmissão ao vivo se pudéssemos oferecer algo fora do comum, algo de cair o queixo, intrigante, espetacular e mítico! Então nós o encontramos: um mundo que poderíamos moldar em nossas fantasias mais selvagens e no qual, como uma banda, poderíamos nos apresentar mantendo a dinâmica e a magia de nosso show ao vivo tradicional. Estamos absolutamente emocionados em convidá-lo para Within Temptation: The Aftermath - A Show in Virtual Reality. Um show que se passa em diferentes cenas de um mundo pós-apocalíptico, em que somos testemunhas do rescaldo da destruição da humanidade. Um mundo em que ninguém sabe ou qualquer coisa da raça humana sobreviveu. É uma busca por respostas sobre tanto seu surgimento quanto seu legado."

Esta apresentação uma hora permite à banda a oportunidade de apresentar canções novas e antigas em quatro mundos diferentes que interagem com a banda e a música. Além disso, os cantores convidados se juntarão à banda no palco para duetos memoráveis ​​que são aprimorados com o ambiente ao seu redor.

A banda diz:

"Estamos absolutamente arrasados ​​porque a turnê Worlds Collide foi adiada novamente e não podemos nos apresentar ao vivo no mesmo local que nossos fãs. Com este show digital, esperamos que os fãs ainda possam sentir nossa energia, nosso amor para - e acima de tudo - nossa paixão pela música. Tome cuidado e esperamos vê-lo em 8 ou 9 de julho."

Within Temptation: The Aftermath - A Show in Virtual Reality acontecerá em 8 de julho às 20h CEST / 19h BST para os fãs na Europa e em 9 de julho às 20h ET / 17h PT / 21h BRT / 19h CST para aqueles na América do Sul e do Norte. Os ingressos para o show podem ser encontrados aqui e um trailer pode ser visto abaixo.

Enquanto isso, o Within Temptation também lançará um novo single, "Shed My Skin", que está programado para chegar em 25 de junho, duas semanas antes do show. A música é uma colaboração com a banda alemã de metalcore Annisokay.

Como mencionado, a turnê Worlds Collide da banda com o Evanescence foi adiada para 2022.

Via Loudwire.

sexta-feira, 21 de maio de 2021

Oficinas gratuitas são oferecidas por coletivo multiartístico

Da produção à divulgação. Algumas das principais ferramentas para tirar o projeto do papel e torná-lo realidade serão oferecidas gratuitamente pelo Coletivo Lança, na primeira edição da “Semana de Oficinas”, que acontece entre os dias 24 e 28 de maio, via YouTube, mediante inscrição. Do planejamento de carreira, passando pela produção de conteúdo, e até mesmo técnicas de sonorização, marketing e assessoria de imprensa, o objetivo é preparar o artista independente para o árduo (porém gratificante) caminho da música.

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Quando o Coletivo Lança estava se formando e pensávamos no que nos definiria, a ideia de garantir que artistas independentes tenham mais autonomia para gerir seus trabalhos de forma profissional se destacou dentre as coisas que acreditamos. A proposta da semana de oficinas nos pareceu muito natural, porque o conhecimento e a nossa habilidade de criar parcerias positivas é o primeiro recurso que temos para compartilhar com quem chega até nós.”, conta Raquel Batista, produtora cultural e uma das responsáveis pelo Coletivo Lança.


Entre as oficinas estão “Planejamento de Carreira”, com Ana GB; “Manual Básico de Assessoria de Imprensa”, com Julia Ourique; “O Futuro do Artista é Ser Produtor de Conteúdo?”, com Bruno Pinho; “Dissecando a sonorização da turnê Em Trânsito do Lenine”, com Henrique Vilhena; e “Como produzir conteúdo sem surtar”, com Gabe Alencar.

Nas nossas caminhadas individuais, percebemos muitos artistas patinando nos aspectos mais burocráticos e técnicos, até porque num cenário ideal todo artista teria um produtor, um assessor, um booker, uma equipe inteira, mas na prática a realidade é bem outra para artistas independentes, especialmente para aqueles mais invisibilizados. Então, trazer estes conteúdos de forma gratuita reforça ainda mais uma das nossas frentes de atuação que é promover ações formativas que ajudem a acelerar a carreira de artistas que não têm tantos recursos para investir numa grande equipe.”, avalia Raquel.

No dia 24 de maio (segunda-feira), a primeira oficina será sobre Planejamento de Carreira, com a relações públicas e produtora Ana GB. Nela, a profissional falará sobre a importância do planejamento e comunicação como ferramenta para construção da carreira, focada na potencialização de artistas e produtores. Entre os temas estão conteúdo de planejamento, formalização, direitos autorais, assessoria de comunicação e imprensa e relacionamento. 

Na terça-feira (25/05), será a vez de um bate-papo sobre Assessoria de Imprensa, com a jornalista Julia Ourique. A ideia da oficina é apresentar um “Manual Básico de Assessoria de Imprensa” e abordar os pecados que se pode cometer nos primeiros contatos, como montar uma forte rede de contatos e as principais informações que o artista precisa ter para relacionar-se com sucesso com as mídias voltadas para a música no país.


Já no dia 26 de maio (quarta-feira), o encontro é para falar sobre redes sociais, na oficina “O Futuro do Artista é Ser Produtor de Conteúdo?”, com Bruno Pinho. Com uma importante discussão que aborda o perfil esperado do artista em tempos de produção de conteúdo tão intensa e uma reflexão sobre o que é viver de música, o que é ser artista, construção de carreira, ferramentas da profissão e os caminhos que a arte pode levar.

No penúltimo dia, 27 de maio (quinta-feira) é a vez de apreciar a sonorização da turnê “Em Trânsito”, do Lenine, e o grande desafio de registrar um show e fazê-lo soar com um álbum de estúdio, com detalhes sobre microfonação, posicionamento e até mesmo relação com fornecedores de equipamentos, com Henrique Vilhena.


A última oficina, na sexta-feira (28/05), é uma aula sobre “Como produzir conteúdo sem surtar”, com Gabe Alencar. O artista já sabe que precisa produzir conteúdo, e as dúvidas que aparecem são: como começar, o que postar ou se é necessário aparecer na câmera. Nesta oficina serão compartilhados os erros e acertos de Gabe na saga da produção de conteúdo. E ela avisa: mesmo que o artista ache que não tem criatividade para publicar com frequência, ela vai dar todas as dicas para encontrar seu público!

O Coletivo Lança nasceu após o fim do selo musical Howlin’ Records. Com formação mixta, mas assumidamente feminista, o grupo pretende priorizar em seus projetos artistas invisibilizados, tais como: mulheres, pessoas pretas, LGBGTQIA+, pessoas com deficiência e quem mais precisar de um espaço para se expressar de forma genuína e revolucionária. Focadas na curadoria, a ideia é descobrir o novo, seja na música, na literatura, nas artes visuais e onde mais a arte estiver manifesta. Entre os artistas do casting estão Trash No Star, The Scuba Divers, Loyal Gun, Let, Gomalakka, Drowned Men e Fragmentos Urbanos.


Serviço:

Semana de Oficinas Lança

Data: 24 a 28/05 (segunda à sexta-feira)

Horário: A partir das 19h30

Local: Canal no YouTube do Coletivo Lança

Inscrição: Gratuita

Formulário de inscrição oficinas: https://forms.gle/SufXvKztEyopEFPA8

Acompanhe o Coletivo Lança:

Site oficial: https://coletivolanca.com.br/

Instagram: https://www.instagram.com/instalanca/

YouTube: https://www.youtube.com/channel/UCLJ6-NXziqKiFyd32CKC3KA

quinta-feira, 29 de abril de 2021

Epica anuncia show online ao vivo para divulgar o novo álbum "Ωmega"

"Ωmega Live" acontecerá em junho próximo via streaming.

Review: "Ωmega", oitavo álbum do Epica, é puro Jung em metal-lírico.

Devido a impossibilidade de divulgar seu recém-lançado oitavo álbum de estúdio, "Ωmega" (Leia a nossa Resenha), a banda neerlandesa Epica anunciara hoje um evento online, onde promete executar as canções do novo trabalho, podendo também rolar algumas músicas já consagradas.

Em nota a banda explicara:

"Estamos muito animados em anunciar nosso evento de streaming universal ΩMEGA ALIVE!

Após o lançamento de ΩMEGA, não queríamos nada mais do que comemorar este momento memorável em nossa carreira junto com o maior número de fãs possível em um local lotado.

Infelizmente, todos nós sabemos por que isso não aconteceu ... Mas não podíamos deixar este momento passar sem uma celebração adequada, então ... BIG BANG ... nós conjuramos a próxima melhor coisa e a tornamos ÉPICA: ΩMEGA VIVO

Esta vai ser a nossa maior produção de sempre, um show massivo cheio de tudo,  'EPICA' com cerejas no topo !!!

Junte-se a nós no dia 12 de junho, pegue uma cerveja e alguns petiscos, segure-se e mergulhe fundo no mundo do EPICA.

Você não quer perder isso !!!

Ingressos e pacotes de mercadorias estão disponíveis em: www.epicastream.com ."

sexta-feira, 16 de abril de 2021

Neverwinter assina contrato com o Shokram Studio

A banda curitibana de metal sinfônico Neverwinter assinou contrato de produção musical com o Shokram Studio. A banda, que lançou seu álbum debut “Air Castle” em novembro de 2019, anunciou em sua página do Instagram (@neverwinter.official) que estão em processo de pré-produção de um novo álbum, que será produzido pelos renomados Guilherme de Siervi e Tiago Della Vega.

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Está sendo muito legal trabalhar com o Tiago e com o Guilherme. Além de eles serem pessoas incríveis, eles são ótimos profissionais, eles são muito organizados, e eles têm uma visão do todo como poucas pessoas têm.”, declarou a vocalista Fernanda Zys. “Às vezes eles têm umas ideias de mudar pequenos detalhes nas músicas e isso acaba fazendo uma diferença enorme. Então pra gente é ótimo trabalhar com alguém que consegue dar esse tipo de feedback.

Neverwinter: Entrevista exclusiva com a vocalista Fernanda Zys.

E não tem como ser diferente: a bagagem dos músicos impressiona, o que os coloca entre os melhores produtores do país.

Guilherme de Siervi, músico e compositor, estudou produção musical no Brasil e exterior, além de ter criado o Omega Blast e atuado em bandas como "Syren", "Skyrion", e "Vikram".

Tiago Della Vega tem mais de 30 anos de experiência em música, tendo trabalhado na produção de mais de 40 bandas, além de trilhas para filmes e shows para grandes empresas, tais como Disney e Cirque du Soleil. Como instrumentista, Tiago tem o título de guitarrista mais rápido do mundo por 3 vezes através do Guinness Book, cujo recorde pertence ao artista até hoje. 

O Shokram Studio conta com essa parceria de peso, tendo, inclusive, assinado contrato com a Editora Som Livre (recém-adquirida pela Sony Music Entertainment), e atualmente está produzindo bandas como Vikram, Medjay, Rhegia, Lumnia, Sun Diamond, Mafra e é claro a Neverwinter.

A parceria entre o Shokram Studio e a Neverwinter promete, e a expectativa em relação ao próximo lançamento da banda é alta. Enquanto isso, vocês podem conferir o lançamento anterior no link:

https://album.link/br/i/1488043914

terça-feira, 13 de abril de 2021

Rolling Stones e Foo Fighters: Mick Jagger e Dave Grohl lançam a canção "Eazy Sleazy"; ouça

A faixa surpresa dos frontmen do Foo Fighters e The Rolling Stones fora compartilhada no YouTube nesta tarde (13 de abril), tendo sido escrita por Jagger durante o lockdown pelo coronavírus.

Jagger faz os vocais e toca guitarra, com Grohl tocando bateria, guitarra e baixo. Um vídeo oficial mostra a dupla gravando a música remotamente de seus respectivos espaços de estúdio.

Eazy Sleazy’ encontra a referência de Jagger "chamadas de zoom", estando em "casa nestas paredes da prisão", aplausos falsos e uma "dança estúpida TikTok", enquanto olha para a vida pós-COVID e o "jardim das delícias terrenas" esperando.

É uma música que escrevi sobre como sair do bloqueio, com um certo otimismo muito necessário”, explicou Jagger. “Obrigado a Dave Grohl por pular na bateria, baixo e guitarra, foi muito divertido trabalhar com ele - espero que vocês gostem de‘ Eazy Sleazy ’.”

Grohl acrescentou: “É difícil colocar em palavras o que gravar esta música com Sir Mick significa para mim. Está além de um sonho tornado realidade. Bem quando eu pensei que a vida não poderia ficar mais louca ... e é a música do verão, sem dúvida !!"

Foo Fighters apareceu como a banda de apoio de Mick Jagger durante uma festa de encerramento do Saturday Night Live em 2012, com Grohl relembrando a experiência "incrível" de tocar juntos anos depois, em 2017.

E então a festa começa e nós o vemos e pensamos,‘ Pleeeease, Mick Jagger’, e ele apareceu e fez ‘Bitch’ e foi incrível”, lembrou ele. “Ele estava tão envolvido e o público estava tipo, 'Oh, meu Deus', e nós vamos direto para 'Miss You' para ter certeza de que ele não sai do palco e foi louco porque você não percebe como Mick é super legal. Ele é um cara ótimo.

Via NME.

quinta-feira, 25 de março de 2021

Robert Fripp e Toyah Willcox em seus vídeos virais de quarentena: ‘Estamos nisso com você’

O guitarrista do King Crimson e sua esposa pop-star falam sobre o que os inspirou a fazer covers de tudo, de "Enter Sandman" a "Girls, Girls, Girls" e o que todos entenderam errado sobre a sua dança do tutu, no "Lago dos Cisnes".

Em 5 de abril de 2020, os fãs de música presos em suas casas e navegando na web em busca de distração foram contemplados com uma das visões mais incomuns em uma temporada repleta deles: o chefão do King Crimson, Robert Fripp, e sua esposa, a cantora e atriz Toyah Willcox, ambos elegantemente vestidos e dançando ao som de Bill Haley e do antigo hino de rock dos Comets, "Rock Around the Clock".

Filmado no iPhone de Willcox na cozinha da casa do casal perto de Birmingham, Inglaterra, o clipe intrigante lançou uma das séries virais menos prováveis e mais comentadas do ano. Todos os domingos desde então, "Toyah and Robert’s Sunday Lunch" (às vezes chamado de "Lockdown Lunch") apresenta um novo clipe do casal apreciando uma rápida e descontraída diversão em casa. A sempre vivaz Willcox canta e improvisa (enquanto usa uma variedade de trajes, de roupa de treino a uniforme de líder de torcida) enquanto um impassível Fripp a acompanha na guitarra elétrica.

Ocasionalmente, o casal é visto dançando junto, como em uma apresentação de um minuto do Lago dos Cisnes de Tchaikovsky, onde ambos usam tutus. Mas, na maioria, eles oferecem tomadas abreviadas, de aproximadamente um a dois minutos, de músicas que ninguém esperava que o guitarrista do King Crimson fizesse um cover: músicas clássicas de metal e hard rock, de "Smoke on the Water" a "Sweet Child o 'Mine”, assim como “Tainted Love” do Soft Cell (para o último Dia dos Namorados), “Smells Like Teen Spirit” e “Purple Haze” (com Willcox mudando a linha no refrão para “excuse me while I kiss this guy").

E eles estão claramente se conectando com as pessoas: seu tributo a “Enter Sandman” tem mais de 5,7 milhões de visualizações no YouTube, sua versão de “Toxic” de Britney Spears chegando a 900.000. As escolhas das músicas refletem a história de Willcox. Emergindo da cena punk britânica dos anos setenta, onde fez seu nome como atriz (em projetos como o filme do The Who, "Quadrophenia"), ela liderou sua banda, Toyah, antes de seguir carreira solo nos anos oitenta; sua música integrou o punk, o hard rock e o gótico. Ela e Fripp se casaram em 1986 e colaboraram na banda do início dos anos 90, Sunday All Over the World e em seus próprios discos.

Com o primeiro aniversário dos vídeos se aproximando - e Willcox preparando um novo álbum de canções originais, Posh-Pop, lançado neste verão - o casal sentou-se para uma entrevista ao Zoom na própria cozinha onde se tornaram estrelas virais. “Aqui está um casal maduro que se ama se divertindo”, diz Fripp. “Espantoso, não é? Em casa, na cozinha!

Qual é a alternativa se não estivéssemos nos divertindo o tempo todo?” Willcox acrescenta. “Nem vale a pena pensar nisso.

De quem foi a ideia para esses vídeos, para começar?

Fripp: [Aponta para Willcox.]

Willcox: Tudo começou com “Rock Around the Clock”. Eu queria fazer Robert se mexer. O problema com essa coisa toda de estar em confinamento era que as pessoas estavam parando de se mover, e nossa geração precisa se mover. Então eu o ensinei a cantar “Rock Around the Clock” e nós o filmamos. É a primeira vez que postamos algo parecido, nosso primeiro passo para essa forma de mídia social. E obtivemos um milhão de acessos em poucas horas, em lugares tão distantes quanto as Filipinas e a Austrália. E pensamos: “Uau”.

Fripp: A minha é uma visão um pouco mais matizada disso. Minha esposa tem sido insistente. Os artistas têm a responsabilidade de se apresentar e, neste momento específico, manter o ânimo das pessoas. Esta é uma tradição cultural muito inglesa. Essencialmente, quando as coisas estão realmente ruins na Inglaterra, o que você faz é começar a rir e fazer coisas bobas. Um bom ponto de referência é o Ministério do Andar Abobado, do Monty Python. Agora é, "Robert coloca um tutu e dança o Lago dos Cisnes na beira do rio com sua esposa." Portanto, tenho seguido o sentido e a visão de minha esposa sobre essas coisas.

Willcox: A única coisa que sempre voltava para nós era que as pessoas estavam desesperadamente solitárias. Todas essas mensagens vinham de pessoas que diziam: “Obrigado - eu estava no limite”. E você diz: "Bem, no limite de quê?" “No limite de não ser capaz de continuar.”

E percebemos que se nos mantivéssemos postando isso com uma continuidade, estaríamos dizendo que não estamos em alguma grande mansão em algum lugar, bebendo champanhe e rindo disso. Na verdade, estamos nisso com você e estamos compartilhando isso com você. Percebemos que ainda podemos ser os artistas que se conectam com nosso público. Lago dos Cisnes - vou deixar meu marido descrever isso para você porque eu realmente não fui perdoada por isso.

O que você quer dizer?

Willcox: Com o Lago dos Cisnes, parece tão óbvio que uma das coisas mais engraçadas que poderíamos fazer sem sair de casa era ir ao fundo do jardim e apresentar o Lago dos Cisnes. Acontece que tenho dois tutus em casa. Eu cortei um e coloquei Robert nele, e isso foi literalmente um par de tomadas. Sem ensaio. Estou dizendo: “Robert, atravesse a câmera”. “Robert, me imite. Me siga." Eu estava tratando aquilo com aquele senso de humor britânico, e Robert estava tratando como o melhor que podia fazer. E é por isso que é uma peça tão linda e charmosa. Quando o lançamos, o vídeo obteve muitas respostas positivas, mas houve algumas manchetes na Europa dizendo que estávamos zombando das pessoas com nosso estilo de vida.

Fripp: Nós vivemos no centro de uma cidade inglesa agradável, muito tradicional, quase humilde. Temos um terraço tradicional inglês muito agradável, com jardim, que desce até ao rio Rea. Temos uma sorte excepcional e não temos uma atitude de privilégio. E houve alguns comentários: “Veja essas pessoas ricas exibindo suas coisas, exibindo-as para nós”. Mas eu entendo que as pessoas que estão presas em [prédios de apartamentos] não podem sair para o parque. Eu posso entender que pode ser visto como pessoas ricas exibindo suas coisas. Na verdade, não foi assim. É o que os ingleses fazem. Quando as coisas ficam difíceis, eles começam a parecer ridículos.

Toyah, vou presumir que você escolheu a maioria desses covers de hard rock.

Willcox: Sim! Dou uma lista a Robert e, dessa lista de seis canções, Robert escolhe qual sente que pode homenagear, tocando em sua afinação, e então partimos daí. Eu escolho as músicas porque sei que visualmente posso fazê-las funcionar neste espaço. Por exemplo, com "Girls, Girls, Girls", tive que erguer uma tela no meio da cozinha para não quebrar nada com as bolas de tênis.

O que é tão extraordinário sobre as canções nestes últimos 12 meses em particular é que as letras têm mais significado do que nunca e isso nunca poderia ter sido planejado. Então, com "Girls, Girls, Girls", quando muito estava acontecendo entre o Príncipe Harry, Meghan Markle e a Família Real, decidi jogar tênis e ir e vir - toda a ideia de que as meninas são apenas uma coisa. E então você coloca isso com Mötley Crüe, que objetificou completamente as garotas como dançarinas de pole dance. Você terá essa quantidade fenomenal de comentários em 90 segundos.

Fripp: Reflete as diferentes convenções culturais, normas e valores de Los Angeles e da Inglaterra. As pistas estão aí, com o voleio entre as partes.

Qual foi outra música cujas letras parecem relevantes agora?

Willcox: “Smells Like Teen Spirit.” Estava chegando o Natal e realmente queríamos salientar que o espírito adolescente ainda está vivo em nós, mas não somos encorajados a usá-lo quando você tem mais de 30 anos. “Rebel Yell” exatamente o mesmo, o que eu acho que fiz em um trampolim. O espírito ainda está em nós. Não desaparece. Estou com 62 anos, chegando aos 63, e Robert, 73, chegando aos 74. Mas acho que nada estava tão bem colocado quanto em "Girls, Girls, Girls" no dia em que o fizemos. Esse era o ponto ideal.

Toyah, houve alguma música que você apresentou a Robert que levou algum tempo para ser convincente?

Willcox: Na verdade, “Girls, Girls, Girls,” por um bom tempo. Mas ele está se tornando cada vez mais aberto. Na verdade, ele não disse não a nada, especialmente no contexto de quão populares essas músicas são para o público de massa. E percebemos que essas músicas formaram a vida das pessoas, que as pessoas descobriram essas músicas quando estavam apaixonadas por alguém, quando estavam se casando. Essas são músicas de enfatização realmente ótimas para a vida das pessoas. [Vira-se para Fripp] Então você realmente não diz mais não, não é? Encontramos uma maneira de fazer isso.

Fripp: Eu vejo os aspectos técnicos desafiadores. Posso tocar na guitarra? Uma guitarra é suficiente para apoiar minha esposa? Posso honrar a música? Se for uma balada orquestral, não vai dar certo.

Willcox: Sim, tem que ser pra cima. Tem que te colocar de pé.

Fripp: Rockin’ out.

Robert, você já tocou músicas como “Smoke on the Water” ou “You Really Got Me” antes? E como foi aprendê-las?

Fripp: Essencialmente não à primeira pergunta, embora se voltarmos de 1965 a 1967, eu era um músico de hotel em Bournemouth [no sul da Inglaterra]. Como o jovem guitarrista da banda, a banda costumava se virar para mim e dizer: "Que twists você tem, Bob?" em outras palavras, é responsabilidade do guitarrista apresentar à banda os sucessos mais recentes que os jovens do público gostariam de nos ouvir tocar. Seguindo 50 e tantos anos, hoje em dia, se eu estivesse naquela posição, essencialmente a de uma banda cover, seria esperado que você conhecesse todas essas músicas - tudo a partir dos anos 80 - e pudesse apresentar versões honrosas delas. Em certo sentido, é isso que estou fazendo hoje. Não é um salto gigante, embora nos últimos 50 anos meu repertório principal tenha sido King Crimson, não outras bandas.

Como você escolheu “Enter Sandman”, onde Toyah está cantando enquanto está em uma esteira?

Willcox: “Enter Sandman” surgiu puramente porque eu queria fazer meu marido rir loucamente. Então, às vezes, você sabe, você recebe ótimos comentários. Às vezes você está apenas se divertindo. Acabei de comprar a bicicleta ergométrica porque, no lockdown, as pessoas que fazem exercícios online são extremamente bem-sucedidas. E foi toda essa ideia de, aqui estamos nós, todos artistas de rock, e estamos fazendo nossos exercícios e estamos fazendo o que deveríamos estar fazendo no palco, que é tocar e cantar.

E também há o elemento adicionado que eu usei sem sutiã para fazer meu marido rir, o que foi puramente um ato de inocência em que a iluminação realmente ajudou a transformá-lo em outra coisa. Houve uma apreensão em enviar aquele clipe específico para minha equipe online, e eu perguntando: “Isso incomoda você? Isso parece errado? ” E, claro, minha equipe é masculina e eles disseram: "Não, nós amamos isso."

Qual música te fez pensar: “Sabe, essa é uma ótima música ...”?

Fripp: Bem, na verdade, quase todas elas. Minha favorita pessoal no momento é “Enter Sandman”.

Willcox: E [do Alice Cooper] “Poison”! Todas são canções brilhantes!

Fripp: Quero dizer, são todas coisas absolutamente impressionantes. Estou impressionado com os guitarristas originais nessas faixas. Desenvolvimento fenomenal e tocando principalmente desde o final dos anos setenta e início dos anos oitenta, Van Halen em diante. Steve Vai, Satriani, os meninos do Metallica ... Os criadores dos riffs são músicos fenomenais. Eu volto, ouço as versões originais gravadas, vejo performances ao vivo, vejo diferentes interpretações e covers de guitarra no YouTube. Então eu tenho que honrar o espírito da música enquanto a faço minha.

Robert, como você decidiu fazer um vocal raro em “When I Fall in Love” de Nat King Cole?

Fripp: Bem, na verdade, eu fiz isso ao vivo. Eu apresentei ao vivo com o King Crimson no bar de um hotel no Japão em dezembro de 1981 com Tony Levin no piano. Isso era simplesmente o humor da banda King Crimson. E, estranhamente, dois anos e meio depois, em março de 1984, estávamos em outro hotel japonês, acredito que em Osaka, e Bill Bruford estava no piano: "Bill, mi bemol, por favor!" Na segunda ocasião em que fiz isso, o Air Supply estava no lounge enquanto eu cantava. Sempre adorei a música de ver Nat King Cole cantando no filme de Errol Flynn, Istambul. Nat King Cole - musicalidade impressionante. Eu procuro imitar isso.

Toyah, quais são seus desafios ao cantar esse tipo de música?

Willcox: Como cantora, tenho que pensar na quantidade que farei em 90 segundos. Em primeiro lugar, que me apresento como cantora e, em segundo lugar, que mantenho esta cultura de visualização de 90 segundos porque a capacidade de atenção é agora aparentemente de cerca de cinco segundos. Então, eu tenho que alcançar as pessoas nesse tempo. Muito, muito raramente eu acho que não consigo prender a atenção. “Everlong” foi um exemplo porque é uma expressão na guitarra, não na voz. Então, naquele ponto, tivemos a oportunidade de trazer uma cobra viva, que usei para prender a atenção do espectador. Eu me senti como uma vocalista naquela música em particular e no estilo que ela é cantada, eu não seria capaz de prender a atenção.

Fripp: A cobra pertence ao professor de guitarra da minha esposa e  meu aluno de guitarra.

Quanto esforço foi necessário para convencer Robert a colocar tatuagens falsas em seu rosto para "Paranoid" enquanto ele estava em algum tipo de cofre em sua casa?

Willcox: Ele estava tão, tão pronto para isso! O tutor de violão que uso, que também é aluno de Robert, tem tatuagens da cabeça aos pés. Então eu disse a Robert: “Vamos cobrir você de tatuagens”. Eu as comprei online; são transfers. Eu sabia que queria uma coroa na testa dele.

Fripp: Na verdade, eu estava no cofre com minha esposa do lado de fora, e isso me apavorou.

Willcox: Por quê?

Fripp: Basicamente, eu me sento na lateral do palco, de preferência no escuro, e toco. E lá estava eu à vista de todas as câmeras, no cofre [de um antigo banco], com a porta do cofre fechada. Eu tive uma claustrofobia terrível. Aquilo foi pesado.

Willcox: Eu tenho que posicionar Robert de uma forma que ele não sinta a opressão da câmera sobre ele. É apenas algo sobre Robert. Então, apenas o movemos um pouco para trás. Eu nunca vou ser capaz de tê-lo ali na frente da câmera. Ele simplesmente não gosta.

Robert, que tipo de feedback você recebeu dos fãs do King Crimson ao vê-lo dançando ou fazendo covers de músicas de Alice Cooper e Joan Jett?

Fripp: Em uma palavra, surpresa. Um dos meus interesses pessoais nisso é dar um empurrão no senso comum. Em termos de senso comum sobre Fripp, é: "Nós sabemos que ele é um homem terrível, ele odeia seus amigos, ele é desagradável com as pessoas, ele é cruel, furioso e venal" e todo o resto desse absurdo. Em termos de realmente se envolver com isso, não acho que seja possível. Mas em termos dos Sunday Lunches, há um aspecto totalmente diferente de mim que minha esposa está ansiosa para apresentar há muito tempo, o lado de Robert que realmente ninguém consegue ver. Eu provavelmente não teria feito isso sem o lockdown também.

Como a produção dos vídeos mudou ao longo do ano?

Willcox: Decidimos na sexta-feira qual será a música do domingo, 10 dias depois. Começamos a ensaiar segunda, terça e quarta-feira. Fazemos um teste na quarta-feira à noite. O que eu não digo a Robert é que às vezes eu ligo a câmera sem ele saber, porque essa primeira tentativa geralmente é o ponto ideal.

“Poison”, na verdade fizemos 20 tomadas. E fizemos isso porque era tecnicamente uma ótima música, mas tecnicamente havia muita coisa acontecendo na tela e queríamos acertar. Percebemos que nosso público estava crescendo e crescendo e crescendo. Desde então, nos preparamos muito mais. Muitos dos primeiros foram apenas uma ou duas tomadas sem ensaio.

Fripp: Frequentemente filmado na manhã em que eles eram exibidos.

Willcox: Sim, não podemos mais fazer isso.

Por quanto tempo você se vê fazendo isso?

Willcox: O que podemos fazer é mudar para uma vez por mês ou quinze dias. Estamos discutindo com nossa equipe de mídia sobre a maneira mais eficaz de manter o impacto, e o que todos precisamos lembrar é que o vírus não irá embora até que o erradiquemos completamente. Portanto, ainda haverá pessoas trancadas. E começamos isso para dizer às pessoas que estavam trancadas que estamos com vocês aqui. Você não está sozinho. Somos o ponto de contato. Portanto, nunca iremos parar completamente.

Vocês dois estão casados desde 1986. O que há de novo que vocês aprenderam um sobre o outro enquanto faziam esses vídeos no lockdown?

Willcox: Com King Crimson, Robert escreveu músicas que devem ser mantidas dentro de um limite invisível para impedir que o trem saia dos trilhos. Robert escreveu músicas com as quais aprendeu a ser o pino de rebite que nunca deve ser fraturado. Agora eu vi que Robert se colocou musicalmente em uma posição onde ele não consegue subir no palco, ficar de pé e se divertir apenas fazendo um solo estrondoso, porque tudo está nessa linha.

E eu amo que Robert tenha comprometido isso para participar desses vídeos e entender [que] se algo está um pouco fora do comum, isso quebrou todas as regras que Robert estabeleceu para si mesmo em sua carreira. O que tem sido notável sobre esses filmes é que Robert fez tudo e ponto final. Isso é bastante milagroso. Ele tem feito isso com o coração aberto. Ele aprendeu canções de rock. Ele assumiu o compromisso.

Fripp: Isso confirmou o que eu já sabia. Minha esposa é uma força da natureza e minha esposa mostra o caminho. Minha esposa é uma estrela. Uma coisa tem realmente me irritado cada vez mais. Atualmente, há um debate em andamento sobre o papel das mulheres no mundo em geral, especificamente agora na indústria da música. Minha esposa é uma influenciadora cultural do final dos anos setenta até os anos oitenta. E eu a vi retocada da história de uma forma que continuo a achar incompreensível. Então, aqui estamos nós em casa apresentando essencialmente as visões da minha esposa, aqui e agora.

Willcox: Eu também não te paguei para dizer isso.

Traduzido pelo Confrade Renato Azambuja, via Rolling Stone.

Kirk Hammett do Metallica aparecerá em novo álbum do Santana

Carlos Santana revelara que seu próximo álbum contará com a participação de Kirk Hammett, bem como Steve Winwood e Corey Glover também podem estar envolvidos.

O sucessor de "Africa Speaks" (2019), contará com a participação do guitarrista do Metallica Kirk Hammett.

Falando à ABC News Radio, Santana revelou que o álbum estava quase completo, e que, "seu irmão Kirk Hammett do Metallica está tocando nele. Ele está arrasando."

Santana também deu a entender que o ex-vocalista e multi-instrumentista Steve Winwood do Spencer Davis Group / Blind Faith / Traffic e o vocalista do Living Color Corey Glover também podem figurar no trabalho.

Em 2005, Hammett contribuiu com a guitarra para "Trinity", um cover da canção "Tere Bina" de Nusrat Fateh Ali Khan, que apareceram no álbum "All That I Am" de Santana. Mais recentemente, ele tocou em "Give The Drummer Some", o álbum de 2020 da esposa de Santana, a ex-baterista de Lenny Kravitz Cindy Blackman Santana.

Via Metal Hamer.

quarta-feira, 24 de março de 2021

Liquid Tension Experiment lança clipe de "Hypersonic", canção do novo álbum; assista

"Hypersonic" integra "LTE3", 3º full-lenght do Liquid Tension Experiment, que chegará no dia 16 de abril próximo, via InsideOut Music, em ene formatos.

Trata-se do 1º trabalho do grupo em 21 anos, desde "LTE2" (1999).

"O nosso plano usual é posto em prática aqui nesta música - seções extremamente rápidas levam a áreas melódicas que você deseja cantar junto, mas não pode porque há tantas voltas e reviravoltas", explicara o baixista Tony Levin.

"Eu me lembro de como esta música começou a ser escrita. Petrucci de cabeça para baixo na guitarra dando vida a esse riff maluco, e as coisas prosseguiram com grande inspiração depois disso. Às vezes, a inspiração leva você para um passeio e toda a seção de movimento cromático com variação de acordes correu para fora de todos nós. Esta composição também apresenta um contraponto totalmente escrito em 4 minutos e 10 segundos. Adicione alguns uníssonos loucos e um pouco de loucura inspirada em Levin, tipo Zappa, e você terá uma melodia chamada ‘Hypersonic!’" - concluíra Jordan Rudess, o tecladista.

Assista ao clipe de "Hypersonic" no player abaixo:


Tracklist:

"Hypersonic"
"Beating The Odds"
"Liquid Evolution"
"The Passage Of Time"
"Chris & Kevin´s Amazing Odyssey"
"Rhapsody In Blue"
"Shades Of Hope"
"Key To The Imagination"


segunda-feira, 22 de março de 2021

Radiohead: Thom Yorke lança “Creep”, em versão acústica; ouça

Versão de 9 minutos no formato acústico da canção que integra o debut do Radiohead, "Pablo Honey" (1993), fora destinada à um desfile de moda japonês.

"O tema é de uma pessoa que é frágil e fraca, mas tem um coração verdadeiramente puro", frisara Jun Takahashi, designer de moda que assina o desfile.

Confira no player abaixo:

Geraldo Azevedo fará show gratuito hoje via Youtube

A comemoração dos 87 anos de resistência do Teatro Rival Refit, a casa de espetáculos mais inclusiva da cidade do Rio de Janeiro, só podia ser para ajudar quem precisa: os profissionais da produção cultural

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O momento não é de festa, mas de contribuir para melhorar a vida da população que vem sofrendo com a pandemia. Pensando nisso, o Teatro Rival Refit resolveu comemorar seus 87 anos de resistência cultural levando arte para o público e alento para os profissionais de produção artística que foram duramente atingidos pelos efeitos da Covid-19. Para essa dupla tarefa, contará com o talento do cantor e compositor Geraldo Azevedo, que vai fazer um show gratuito, no dia 22 de março, a partir das 19h30 (horário de Brasília), com transmissão pelo YouTube, para todos curtirem na segurança de suas casas.

Com mais de 50 anos de carreira artística, Geraldo Azevedo vai passear por seu variado repertório numa viagem musical intimista: ele e o violão. Não vão faltar os sucessos que estão na memória afetiva de diversas gerações, como “Dia branco”, “Táxi lunar”, “Bicho de sete cabeças” e “Caravana”. E ele também vai mostrar canções do seu mais recente álbum, “Solo contigo”.

O show é gratuito, mas você pode se juntar a essa corrente de solidariedade e resistência. Curta o show e faça sua contribuição para a campanha Salve Produção. Toda a quantia arrecadada será para socorrer os profissionais que produzem cultura para todos.

Realmente, não poderia haver melhor maneira de comemorar os 87 anos do Teatro Rival Refit neste período tão delicado: resistindo com arte e empatia. E, se ainda estamos de pé, firmes em nossa missão de resistência cultural, é porque, durante toda a pandemia, contamos com a indispensável e fundamental parceria da Refit, essa refinaria carioca que faz o que diz: abastece a Cidade Maravilhosa com o que ela tem de melhor. Muito nos honra estar entre os melhores. E só temos a agradecer por essa escolha. 

Sobre Salve Produção

O movimento Salve Produção nasceu com o intuito de auxiliar aqueles que transformam o planejamento em realidade e que, neste momento, estão sem previsão de futuro.

A campanha foi lançada na cidade do Rio de Janeiro com o objetivo de arrecadar uma verba auxiliar para alimentação e/ou remédios e/ou despesas essenciais (luz, gás, água, plano de saúde) no valor de R$ 500 para cada profissional.

Com o agravamento da pandemia, houve uma preocupação de conseguir doações de cestas básicas além da ajuda financeira para pagar contas de serviços essenciais.

Até o momento, a campanha que tem mais de 7.200 seguidores nas redes sociais já conseguiu distribuir 800 cestas básicas e dar auxílio financeiro de R$ 500 para 300 produtores.

Serviço:

Show de Geraldo Azevedo no aniversário de 87 anos do Teatro Rival Refit

Transmissão ao vivo e on-line

Dia 22 de março, a partir das 19h30

No canal do Teatro Rival Refit no YouTube

Acesso gratuito

Contribuições para campanha Salve Produção no site da Sympla:

https://www.sympla.com.br/geraldo-azevedo---transmissao-ao-vivo---teatro-rival-refit-abrindo-portas-apresenta__1151508

sexta-feira, 19 de março de 2021

System Of A Down: Serj Tankian lança novo EP solo, "Elasticity", e libera clipe; ouça e assista

"Elasticity", novo EP de Serj Tankian, o primeiro lançamento solo do cantor do System Of A Down desde "Orca" de 2013, chegara hoje, via Alchemy/BMG.

"Electric Yerevan", que integra o trabalho, ganhara um clipe. Tankian disse sobre a melodia:

"A música foi inspirada nos protestos bem-sucedidos 'Electric Yerevan' na Armênia no verão de 2015, onde as pessoas protestaram contra os aumentos propostos nos preços dos serviços públicos. Minha escrita daquela época está grafada palavra por palavra na música."

O clipe dirigido por Garin Hovannisian fornece uma linha do tempo visual dos eventos que levaram aos protestos de 2015 "Electric Yerevan" e a Revolução de Veludo 2018 que se seguiu, ao mesmo tempo em que mostra o poder das manifestações pacíficas em todo o mundo.

Sobre como surgiu a ideia de "Elasticity", Serj disse:

"Quando concebi a possibilidade de fazer outro álbum com os caras do System Of A Down alguns anos atrás, comecei a trabalhar em um conjunto de músicas que arranjei em formato de rock para esse propósito. Como não podíamos estar de acordo com a visão do futuro com um álbum do SOAD, decidi lançar essas músicas com o meu nome."

O System Of A Down não lança um álbum completo desde "Mezmerize" e "Hypnotize", chegados em 2005.

Assista ao clipe de "Electric Yerevan" e a seguir o EP "Elasticity" na íntegra nos players abaixo:



Tracklist:

Elasticity
Your Mom
How Many Times?
Rumi
Electric Yerevan


BrightStorm, Even Vast e Revengin confirmadas no Raven Fest

No próximo final de semana será realizada o Raven Fest -  International Edition, idealizado por Dewindson Wolfheart e apoiado pela S.O.S. METAL RADIO SHOW via 106 FM, Antena Minho a N#1 de Portugal desde 1985, o festival tem em seu objetivo entreter o público da vertente Gothic, Doom, Dark Rock e Symphonic Metal neste período de pandemia, inclusive apresentar e unir artistas de vários países.

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Três bandas da EM Music Management estarão presentes no festival. São elas:

A BrightStorm que vai mostrar toda sua competência com o seu Symphonic Metal, diretamente da São José dos Campos/SP, os ingleses do Even Vast e a banda Revengin Rio de Janeiro.

O idealizador do Raven Fest, Dewindson Wolfheart afirma:

Outros Festivais físicos e presenciais já foram promovidos pela SOS METAL RADIO SHOW, tanto em Portugal como no Brasil, mas neste momento onde a pandemia nos obriga a ficar em casa, artistas e público necessitam disto, então, fizemos a versão online, inicialmente para um dia, com somente uma banda de cada país representando-os, porém, muitas bandas de qualidade precisavam mostrar o seu trabalho e então, incluímos mais uma data onde enfatizamos mais a cena Dark e Doom Metal Brasileira ainda com alguns artistas de outros países”.

O Raven Fest acontecerá nos dias 20 E 21 de Março, sábado e domingo, as 15h da tarde, no canal do Yotube do programa NAS ASAS DO CORVO .

As bandas confirmadas são:

ASRAI - Holanda                                                ODE INSONE – Brasil

HEAVENWOOD – Portugal                                 LIBRA – Estados Unidos

WOLFHEART AND THE RAVENS - Brasil           IMAGO MORTIS – RJ

MORKE - Noruega                                              PETTALOM - SP

SADDOLLS - Grécia                                           ALCHEMIA - SP

DWELL IN DOOM - Suécia                                 SPLEENFUL – RS

LONG NIGHT - Noruega                                     DARK VALEY - RS

ROCK&ROLL QUEEN - Rússia                           EVICTUS – ES

SEASON OF GHOSTS – Inglaterra                     HERETIC – GO

ARKAN ASRAFOKOR – Togo - África                 BRIGHT STORM – SP        

METAL HEART – Belarus                                     FINAL DISASTER – SP

SLANIA – Argentina                                            MISS LAVA – Portugal

EGREGOR – Chile                                               EVEN VAST – Itália

INFESTUS – Venezuela                                       REVENGIN - RJ

LOST IN THE STORM – França                           LILITH´S REVENGE - Portugal

Confira o teaser do Raven Fest:

https://www.youtube.com/watch?v=I-lCvS3BtQE

Além deste lineup de bandas incríveis, o Raven Fest traz ainda a participação especial de alguns apresentadores, dentre eles, Aaron Stainthorpe, vocalista do grupo Britânico My Dying Bridge,  Tommy Lindal, guitarrista Norueguês ex-Theatre Of Tragedy, o simpático e magnífico baixista e vocalista do grupo Sueco Deathstars e a talentosa e maravilhosa vocalista, tecladista e Harpista Lindsay Schoolcraft ex-Cradle Of Filth, além do próprio Filipe Marta, apresentador âncora do SOS METAL RADIO SHOW. O Raven Fest será seguido com um after party no TWITCH/REDEVAMP.TV comandado pelo famoso Vampiro e escritor DJ Lord A.: e a Rainha Xendra.

Se inscrevam no canal NAS ASAS DO CORVO do youtube e acompanhem em tempo real a exibição, interagindo com os artistas e público através do chat online.

Confirmem presença na página do evento no Facebook:

https://www.facebook.com/events/734008630861009

SERVIÇO:

Data: 20 e 21 de março

Horário: 15:00hrs (Brasil)

Local: @NAS ASAS DO CORVO SOS Metal Radio Show


quinta-feira, 18 de março de 2021

Pink Floyd: livro compila todas as letras escritas por Syd Barrett

"The Lyrics of Syd Barrett" chegará em 6 de maio próximo, via Omnibus Press, trazendo toda a obra escrita pelo Louco Diamante, em 52 canções, seja para a banda que ele criara, o Pink Floyd, seja em seus discos solo, somadas a fotos raras e obras de arte, para formar este livro belamente ilustrado.

O material fora compilado em colaboração com o espólio de Syd Barrett e apresentando um prefácio do ex-empresário do Pink Floyd, Peter Jenner, além de uma introdução abrangente do biógrafo Rob Chapman, "The Lyrics of Syd Barrett" investiga profundamente uma das mentes mais criativas e ardentes do rock'n'roll.

PRÉ-VENDA.

quarta-feira, 17 de março de 2021

6º Rio Choro 2021 tem 48 semifinalistas para a fase aberta à votação popular

Entre os autores participantes, compositores do interior do estado e artistas mais conhecidos – não necessariamente no gênero choro – como os cantores Cláudio Nucci, Anna Paes e Alfredo Del Penho, o maestro Cristóvão Bastos, o trompetista Silvério Pontes, o sanfoneiro Marcelo Caldi, o violonista Zé Paulo Becker, o pianista Leandro Braga e o flautista Antonio Rocha.

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O 6º Rio Choro 2021, Mostra Virtual Competitiva recebeu 273 músicas inscritas, das quais foram selecionadas 48 semifinalistas para a fase aberta à votação popular. Todas as obras classificadas estão disponíveis no canal do Rio Choro no YouTube, onde o público pode curtir as composições de que mais gostar até o próximo dia 17. A música que obtiver mais “likes” ganhará o Prêmio Waldir Azevedo no valor de R$ 6 mil.

Além desse prêmio, o Rio Choro 2021 divulgará, no dia 19 de março, o Prêmio Aldir Blanc para o melhor choro-canção (choro com letra), também no valor de R$ 6 mil. Em seguida, serão escolhidos 12 finalistas, que concorrerão aos prêmios Ernesto Nazareth para o 1º colocado (R$ 12 mil), Pixinguinha para o 2º lugar (R$ 9 mil) e Jacob do Bandolim para o 3º (R$ 6 mil), a serem anunciados no dia 26 de março. Os outros nove finalistas receberão, cada um, R$ 1 mil.

A proposta do Rio Choro 2021 foi plenamente alcançada: divulgar o choro, a produção contemporânea, seus compositores e os músicos do gênero. Por isso, o compositor e saxofonista Mário Sève, idealizador da mostra, está feliz com o sucesso. “Como o edital é da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado do Rio de Janeiro, só eram permitidas inscrições de compositores que morassem no estado. Então, 273 composições é um ótimo número. E o melhor é a qualidade das músicas. Basta ouvir a playlist com os 48 semifinalistas que é possível perceber o alto nível das obras”, empolga-se Sève.

Puderam participar compositores com idade acima de 18 anos, residentes no Estado do Rio de Janeiro, com obras dos gêneros choro e valsa-choro, no formato de música instrumental ou canção (com letra em português). Entre os autores participantes, compositores do interior do estado e artistas mais conhecidos – não necessariamente no gênero choro – como os cantores Cláudio Nucci, Anna Paes e Alfredo Del Penho, o maestro Cristóvão Bastos, o trompetista Silvério Pontes, o sanfoneiro Marcelo Caldi, o violonista Zé Paulo Becker, o pianista Leandro Braga e o flautista Antonio Rocha.

Das 48 obras semifinalistas, 40 são instrumentais e oito são canções; 35 são de autores da cidade do Rio de Janeiro, sete de Niterói, duas de Cordeiro, uma de Valença, uma de Três Rios, uma de Teresópolis e uma de Nova Friburgo. Das 35 do Rio, 10 são de compositores que moram em Laranjeiras, cinco de Santa Teresa, três da Glória, três do Flamengo, três de Botafogo, dois da Lagoa, dois de Copacabana, dois do Catete, um da Tijuca, um do Méier, um do Leblon, um do Humaitá e um do Centro.

A esmagadora maioria de compositores é masculina. São 44 homens e apenas quatro mulheres. Já o mais jovem tem 29 anos; enquanto o mais velho, 74. Além disso, 36 músicas inscritas são de um único compositor; e 12, em parceria

As inscrições foram gratuitas e se encerraram no dia 14 de fevereiro de 2021. O anúncio dos 48 semifinalistas, escolhidos por uma comissão de jurados especialistas em choro (que só receberam as músicas sem saber seus autores), foi feito no dia 5 de março, quando foi aberta a votação popular pelo canal do Rio Choro no YouTube.

SOBRE OS HOMENAGEADOS

Ernesto Nazareth

Compositor fundamental na formação do que seria a música popular brasileira, nascido em 20 de março (mês das principais fases do Rio Choro 2021), Ernesto Nazareth (1863-1934) é o homenageado na primeira colocação do concurso. Além de lindas valsas, compôs tangos e polcas, que, mais tarde, reconheceríamos como gênero choro. O pianista é autor de clássicos como “Odeon”, que nos anos 1960 ganhou versos de Vinicius de Moraes, “Apanhei-te cavaquinho”, "Brejeiro" e “Coração que sente”, obrigatórios em qualquer roda de choro que se preze!

Pixinguinha

Compositor, flautista, saxofonista, arranjador. Este era Alfredo da Rocha Vianna, nosso Pixinguinha, responsável por definir a forma musical do choro e por fixar o uso da percussão na base com flauta, violão e cavaquinho. Seu grupo, Oito Batutas, ficou conhecido pela temporada musical em Paris, no ano de 1922. Sua canção mais popular é “Carinhoso”, que ficou engavetada por anos até ganhar letra de João de Barro, o Braguinha, e virar o sucesso que atravessa gerações. Pixinguinha é tão importante para o choro que o dia em que nasceu virou o Dia Nacional do Choro: 23 de abril. Entre suas obras mais populares, estão também “1x0”, “Rosa”, “Lamentos”, “Ingênuo” (sua preferida) e “Naquele tempo”.

Jacob do Bandolim

Um dos maiores expoentes do choro, Jacob do Bandolim foi um virtuose no instrumento que, de tão importante, foi incorporado em seu nome artístico. A importância de Jacob vai muito além de sua bela obra, que inclui pérolas como "Doce de coco", "Noites cariocas", "Assanhado", "Santa morena", "Vibrações" e "Receita de samba", só para citar algumas das mais tocadas por chorões de todas as nacionalidades e idades, para os quais é uma das mais relevantes influências. Como se não bastasse ser compositor produtivo e exímio instrumentista, Jacob foi grande intérprete de Ernesto Nazareth e de Pixinguinha – de quem era amigo –, fundador do Conjunto Época de Ouro e minucioso arquivista, registrando tudo o que era tocado nos saraus em sua casa.

Waldir Azevedo

Instrumentista virtuose, muito famoso e um dos maiores divulgadores do nosso choro, inclusive fora do Brasil, Waldir Azevedo é, por isso, o homenageado na categoria escolhida pelo voto popular. Quem não conhece seu famoso “Brasileirinho”, que já foi parar até em jogos olímpicos nas apresentações da ginasta Daiane dos Santos? Mas Waldir Azevedo – com seu cavaquinho único e original – tem seu nome gravado na história da música brasileira com obra ainda mais significativa, da qual se destacam também “Delicado”, “Pedacinho do céu” e “Carioquinha” – todos no repertório de chorões de todos os cantos do mundo.

Aldir Blanc

Um dos grandes letristas do nosso cancioneiro, Aldir Blanc virou nome da lei que destina recursos para artistas e profissionais da área cultural brasileira. Só isso já bastaria para ele ser homenageado pelo Rio Choro 2021, mas é bom destacar que Aldir também tem, em sua extensa obra musical, choros como “Choro pro Zé” e “Catavento e girassol”, dele e Guinga; “Choro das ondas”, com Moacyr Luz; “Santo Amaro”, com Franklin da Flauta; e “Bola Preta”, parceria póstuma com Jacob do Bandolim.

SOBRE O RIO CHORO

A primeira edição – 2000

Idealizado por Mário Sève, o Rio Choro foi criado em 2000. A primeira edição contemplou a então recente produção do gênero, reunindo a maior parte dos músicos envolvidos – intérpretes e compositores – para uma série de concertos no Espaço Cultural Sérgio Porto, no Humaitá, Rio de Janeiro.

As obras dos “novos compositores” foram interpretadas pelos grupos Nó em Pingo D’Água, Galo Preto, Água de Moringa, Rabo de Lagartixa e Trio Madeira Brasil, e os instrumentistas Cristóvão Bastos, Armandinho, Zé da Velha, Silvério Pontes, Henrique Cazes, Andrea Ernest Dias e Bruno Rian.

Com produção de Mário Sève, o Rio Choro 2000 gerou um álbum de partituras com novos choros, que teve distribuição gratuita.

A segunda edição – 2001

Em 2001, a rica discografia contemporânea do choro inspirou a segunda edição do Rio Choro. Mais uma vez com produção e coordenação de Mário Sève, foi criada a série Rio Choro – Nova Discografia, que apresentou 18 concertos na Sala Baden Powell, em Copacabana, Rio de Janeiro.

Foram belas apresentações de Época de Ouro & Rildo Hora; Zé da Velha & Silvério Pontes; Altamiro Carrilho; Déo Rian; Paulo Sérgio Santos com participação de Joel Nascimento; Maurício Carrilho e Arranca Toco; Pedro Amorim e Luciana Rabello; Álvaro Carrilho e Índio do Cavaquinho; Mário Sève & Marcelo Fagerlande com Quinteto Pixinguinha; Henrique Cazes & Marcello Gonçalves com Zé Paulo Becker; Gilson Peranzzetta com participação de Guinga; e Nó em Pingo D'Água & Cristóvão Bastos.

Uma festa para os chorões!

A terceira edição – 2002

Os grupos de choro foram o destaque do Rio Choro 2002, que contou com shows envolvendo artistas de várias gerações e a exposição fotográfica “Os Regionais”, sobre a história dos grupos de choro.

Foram 12 shows dos mais expressivos conjuntos de choro (ou que tinham o choro em sua base), de quinta a domingo, no mês de julho, na Sala Baden Powell, em Copacabana, Rio de Janeiro. A exposição – com curadoria de Sérgio Prata – foi no foyer da casa.

A programação incluiu Água de Moringa, Novo Quinteto, Conjunto Época de Ouro, Galo Preto, Trio Madeira Brasil com Beto Cazes, Nó em Pingo D'Água, Pagode Jazz Sardinha's Club com Mestre Zé Paulo, Quarteto Maogani, Abraçando Jacaré, Conjunto Sarau com Mário Sève e David Ganc, Rabo de Lagartixa com Leandro Braga e Choro na Feira.

A quarta edição – 2003

Em 2003, já consagrado como um dos principais musicais da cidade do Rio de Janeiro, o Rio Choro jogou luz sobre os instrumentos característicos do gênero e seus respectivos mais importantes intérpretes.

Assim, tivemos apresentações de Altamiro Carrilho, destacando a flauta, instrumento também dos compositores Joaquim Callado, Viriato, Pixinguinha e Benedito Lacerda; Jorginho do Pandeiro e Celsinho Silva com o pandeiro na obra do trio Pixinguinha, Donga e João da Baiana; Zé da Velha e Silvério Pontes, armados com seus trombone e trompete, tocando obras de Bonfiglio de Oliveira, Porfírio Costa, Candinho e Carioca; os cavaquinhos de Luciana Rabello e Márcio Almeida (Hulk) interpretando choros de Waldir Azevedo, Jonas Silva, Paulinho da Viola e Esmeraldino Salles; Paulo Moura no clarinete apresentando músicas de Abel Ferreira, Luiz Americano, Severino Araújo e K-Ximbinho; Toninho Ferragutti e seu acordeão reverenciando Luiz Gonzaga, Sivuca e Orlando Silveira; Hamilton de Holanda e Joel Nascimento chorando com seus bandolins em obras de Jacob do Bandolim, Luperce Miranda e Cincinato; os violões de Guinga e Turíbio Santos nos acordes de João Pernambuco, Dilermando Pinheiro e Garoto; Antonio Adolfo ao piano apresentando obras de Ernesto Nazareth, Chiquinha Gonzaga, Tom Jobim e Radamés Gnattali; e Mário Sève e Daniela Spielmann passeando com seus saxofones por choros de Pixinguinha, Abel Ferreira, Luiz Americano e K-Ximbinho.

Tudo isso em dez dias de shows no Espaço Cultural Sérgio Porto, no Humaitá, Zona Sul do Rio de Janeiro.

A quinta edição – 2004

Para comemorar a quinta edição, em 2004, o Rio Choro foi para a rua, com apresentações gratuitas, mais uma vez sob a coordenação de Mário Sève.

No dia 1º de maio, quatro praças da Zona Sul carioca foram palco de uma espécie de "maratona do choro", com apresentações de manhã e à tarde. Enquanto o Tira Poeira se apresentava às 11h, na Praça Antero de Quental, no Leblon, o Nó em Pingo D'Água animava o público na Praça do Leme. E às 15h30, os fãs do choro tiveram que escolher entre assistir ao show do Rabo de Lagartixa na Praça Nossa Senhora da Paz, em Ipanema, ou ao do Conjunto Sarau, no Largo do Machado.

Uma ótima oportunidade para divulgar melhor o choro, formar plateia e conquistar novos fãs.

SOBRE OS REALIZADORES

Mário Sève – curador e diretor do Rio Choro

Saxofonista, flautista e compositor, Mário Sève é fundador dos quintetos Nó em Pingo D'Água e Aquarela Carioca. Integra o grupo de Paulinho da Viola. Foi diretor do Centro de Referência da Música Carioca. É mestre e doutor em música. Ministrou oficinas de música no Brasil e no exterior. Escreveu os livros “Vocabulário do Choro”, “Songbook Choro” e “Choro Duetos”. Gravou os CDs “Bach & Pixinguinha”, “Choros, por que sax?”, “Pixinguinha + Benedito” e “Casa de Todo Mundo”. Junto a Cecilia Stanzione, lançou o DVD “Samba errante” e o CD “Canción necesaria”. Produziu o CD “A paixão segundo Catulo”. Mário Sève dirigiu: Festival Rio Choro 2000 – “Novos compositores”; Rio Choro 2001 – “Nova Discografia”; Rio Choro 2002 – “Grupos”; Rio Choro 2003 – “Instrumentos”; Rio Choro 2004 – “Maratona do Choro”, para a SMC-RJ; Série MP, A e B — Argentina e Brasil (2011), para o CCBB; “Encontros virtuais” (2015); e “A paixão segundo Catulo” (2016), para o CCBB.

José Schiller – diretor geral

Músico, produtor e diretor de programas para a TV Educativa e TV Brasil de 1980 a 2015. Produtor das séries “Concerto das Américas”, “Américas em Concerto” e “Música nas Américas”. Produziu apresentações musicais em estúdio e em teatros. Coordenador do Núcleo de Imagem e Som da UNIRIO, responsável pelos programas para o Canal Universitário da NET-Rio, de 1999 a 2013. Diretor das gravações e editor dos DVDs “Quadros de uma alma brasileira”, “Motetos de Bach” e “Ofício 1816 & Missa Pastoril” com a Cia. Bachiana Brasileira; e “Noel Rosa 100 anos”, com Gilson Peranzzetta, Mauro Senise e Quarteto Bessler. Diretor da gravação das XX e XXI Bienais de Música Brasileira Contemporânea para o Instituto Nacional de Música, Funarte. Produtor executivo do “ABSTRAI ensemble” desde 2016. Coordenador de Música de Concerto da Funarte de 2017 a 2019, responsável pelas XXII e XXIII Bienais de Música Brasileira Contemporânea e pela 1ª Bienal de Música e Cidadania, entre outras políticas públicas para a música.

FICHA TÉCNICA

6º Rio Choro 2021 - Mostra Virtual Competitiva

Direção do festival: Mário Sève

Direção geral: José Schiller

Produção executiva: Antonio Cerdeira | Cultura & ARTE

Coordenação administrativa: Anacris Monteiro | Ouro Verde Produções

Comunicação integrada: Sheila Gomes e Carla Paes Leme

Produção: Bem-Te-Vi Produções

Apoio: Cultura & ARTE Projetos e Ação Cultural, Ouro Verde Produções

Patrocínio: Governo Federal, Governo do Estado do Rio de Janeiro, Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro, por meio da Lei Aldir Blanc.

SERVIÇO

6º RIO CHORO 2021 – Mostra Virtual Competitiva

Votação popular aberta até dia 17 de março, no YouTube: www.youtube.com/riochoro/playlists

Redes sociais (Facebook e Instagram): @riochorooficial

terça-feira, 16 de março de 2021

Oi Futuro apresenta Semana PodSim, que debate participação das mulheres no universo dos podcasts

Ana Claudino - Debate sobre Mídias Periféricas

Evento online gratuito, de 23 a 25 de março, traz oficinas, palestras, mesas e shows de artistas independentes

Quer anunciar sua banda/artista/eventos/notícias/produtos musicais na Confraria?Mande seu material para confrariafloydstock@gmail.com

A Podsim, única produtora de podcasts do Brasil formada exclusivamente por mulheres, realiza entre os dias 23 e 25 de março a Semana Podsim, evento online e gratuito com palestras sobre produção e conteúdo a respeito da mídia falada que tem caído nas graças dos usuários de internet. A Semana Podsim tem patrocínio da Oi com apoio do Oi Futuro.

Entre os destaques da programação estão oficinas de áudio criativo e de consciência vocal, debate sobre mídias periféricas e universo do podcast no Brasil, além de shows de artistas independentes. A Semana Podsim será transmitida pelo YouTube da Podsim (programação completa abaixo; inscreva-se no canal para ser notificado).

Kellen Moraes - Debate sobre o Mercado do Podcast no Brasil

Nascida em 2019 no Rio de Janeiro pelas mãos de um grupo de mulheres que atua no campo da música, áudio, voz e sonoplastia, a Podsim é a primeira central de podcasts produzidos só por mulheres e também ajuda empresas e iniciativas a realizarem todas as etapas da criação de um podcast. A produtora oferece serviços de identidade sonora, produção, edição, narração, distribuição, captação de áudio, roteiro e métricas.

A Podsim dá suporte às podcasters e também atua como rede de divulgação e curadoria de oportunidades. No portfólio, a produtora tem oito podcasts autorais dos mais diversos temas como saúde da mulher e entretenimento, incluindo a produção do Podcast de Respeito, um projeto da Uber para conscientizar motoristas e usuários sobre temas como racismo, machismo e LGBTfobia.

"Nosso objetivo é estimular a maior participação feminina e periférica produzindo e consumindo podcasts”, comenta Luiza Sales, diretora de produção da PodSim.

Segundo pesquisa mais recente da ABPod (Associação Brasileira de Podcasters) de 2018, de 1.300 podcasts feitos no Brasil apenas 11% declaram ter mulheres na equipe. É nesse panorama que a PodSim se insere para buscar um ajuste fino na equidade de gêneros no setor da produção de podcasts.

Ainda de acordo com outro levantamento da ABPod, de 2019, que avaliou apenas o recorte da audiência, o panorama passa a ser mais promissor: enquanto em 2018, 16% delas formavam o público ouvinte, em 2019 passaram para 27%. Mas elas são novatas no universo dos ouvintes e isso é apontado na declaração da pesquisa de que mulheres passaram a consumir a mídia nos últimos dois anos enquanto homens declaram já ter o hábito nos últimos cinco.

SERVIÇO:

Semana PodSim

Data e horário: 23 a 25 de março (a partir das 14h)

Local: Canal da PodSim no YouTube

Evento Gratuito

Classificação etária: Livre

Programação:

Dia 23 de março

14h - Oficina de Bateria Para Garotas, com Julie Sousa

15h30 - Debate sobre o Corpo Feminino e Saúde da Mulher, com Victoria Castro (Diga Vulva) e Myrella Pontes (Ella Vulva) mediado por Ana Gabriela Nascimento (Podcast Ventre Nós)

17h - Show Meninas do Brasil - Luiza Sales recebe Ilessi e Marina Iris

Dia 24 de março

14h - Oficina de Áudio Criativo com Irla Franco

15h30 - Debate sobre Mídias Periféricas com Ana Claudino, criadora do canal de YouTube Sapatão Amiga, com Renata Aratykyra (Podcast Originárias) e Julie Sousa (Podcast Bora Marcar)

17h - Show Originárias, Renata Aratykyra recebe Daua Puri

Dia 25 de março

14h - Oficina de Consciência Vocal com Carolina Faria

15h30 - Debate sobre o Mercado do Podcast no Brasil, com Kellen Moraes ( Diretora de Estratégia e Inovação da Rádio Novelo), Fábio Silveira (Gerente de Podcasts em Serviços e Produtos Digitais da Globo) mediado por Val Becker (Rádio Graviola)

17h - Show Soul+ - RAIZZA recebe Anderson Primo e Helô Tenório

segunda-feira, 15 de março de 2021

Hamen é o destaque do Caio Indica Fest, que reúne mais de 150 bandas

Prestes a anunciar novidades, a Hamen (SC) participa do Caio Indica Fest 3, que traz uma edição especial em homenagem às mulheres do metal. A banda de power metal sinfônico liderada por Monica Possel, ganhadora do prêmio FemMetal na categoria Best Operatic Vocals, aparece duas vezes no evento, a primeira sendo no dia 19/03 (sexta-feira) e em seguida, como descobridores de Iara Almeida, cantora adolescente que cantará uma canção da banda no dia 28/03 (domingo). O evento é gratuito com exibição online no canal do YouTube do Caio Indica. 

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Criada em 2013, a Hamen surgiu no cenário nacional com o EP “Altar” (2015) e de lá pra cá a banda lançou o álbum “Unreflected Mirror” (2018), que contou com participação especial de Marcelo Barbosa (Angra) e já participou de coletâneas internacionais, se tornando uma das representantes do power metal sinfônico brasileiro. O disco traz como temática noções abordadas na ficção científica, como mundos alternativos e também conta com influências da literatura de Arthur C. Clarke, autor de “2001 - Uma Odisseia no Espaço”, entre outros clássicos. A Hamen traz no vídeo os músicos Monica Possel (voz) e Cadu Puccini (guitarra), além de  Gabriel Pedroso (bateria) e Matheus Maia (baixo).

A colaboração com Iara Almeida, cantora adolescente de apenas 13 anos, que se apresentará pela primeira vez em um festival de rock e metal, começou de maneira inusitada, conta Monica:

Eu a conheci quando cedi uma entrevista para Bangers Brasil, que me apresentou para ela e fui correndo para ver quem era e fiquei alucinada com o talento e o jeitinho dela. Lembrei da minha época, de quando era adolescente, cantora, mulher, desbravando o mundo do metal. Então eu a convidei para cantar uma música da Hamen, o que ela prontamente aceitou. E agora queremos lançá-la nos festivais e escolhemos o do Caio, que traz essa edição especial de mulheres.”, elogia.

A terceira edição do Caio Indica Fest acontece entre os dias 12 de março e 28 de março, com exclusividade no canal do mesmo no YouTube. O evento gratuito convidou bandas de todo o Brasil e também de Portugal, Argentina, Chile, Equador e Austrália.

Serviço:

Hamen no Caio Indica Fest

Data: 19/03/2021 (sexta-feira)

Horário: 20h

Local: youtube.com/caioindica

Evento gratuito

Classificação etária: Livre

Hamen apresenta Iara Almeida

Data: 28/03/2021 (domingo)

Horário: 20h

Local: youtube.com/caioindica

Evento gratuito

Classificação etária: Livre

quarta-feira, 10 de março de 2021

Com mais de 120 bandas participantes, Lyria é um dos destaques do Caio Indica Fest 3

Um mês inteiro dedicado ao som produzido por mulheres do rock e metal. Em março, entre os dias 12 e 21 de março, acontece a terceira edição do Caio Indica Fest, que contará com mais de 120 atrações de todos os cantos do país. Entre os destaques estão os cariocas do Lyria, banda de metal sinfônico alternativo, conhecida mundialmente entre os fãs do gênero e que se apresenta no primeiro dia (12/03), a partir das 20h. O festival acontece online de forma gratuita com transmissão via YouTube.

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Fundada em 2012 por Aline Happ (voz), a banda de metal sinfônico alternativo é uma das mais conhecidas do Brasil, chegando a contar com quase 100 mil curtidas no Facebook. O segundo álbum, “Immersion”, contou com um financiamento coletivo para ser produzido, arrecadando mais de 13 mil dólares. Feitos extraordinários para uma banda independente de metal brasileira.

Com refrãos marcantes, arranjos bem trabalhados e temas de superação, o Lyria reúne fãs de todos os cantos do globo, principalmente na Europa, Estados Unidos e Brasil. Além de Aline, o Lyria conta com Rod Wolf (guitarra), Thiago Zig (baixo) e Thiago Mateu (bateria). Atualmente a banda segue lançando materiais extras e inéditos em seu canal oficial no YouTube, além de participar de festivais online durante a quarentena.

Serviço:

Lyria no Caio Indica Fest 3

Data: 12/03/2021

Horário: 21h

YouTube: www.youtube.com/caioindica

Evento: https://www.facebook.com/events/352002779584012

Classificação etária: Livre

Anneke van Giersbergen anuncia livestream para divulgar seu novo álbum


A progger neerlandesa Anneke van Giersbergen lançara o último álbum "The Darkest Skies Are The Brightest" em fevereiro

Anneke van Giersbergen anunciou que apresentará um evento de transmissão ao vivo global exclusivo celebrando o lançamento de seu novo álbum "The Darkest Skies Are The Brightest".

“Como não poderei fazer turnê no futuro previsível, queria criar algo especial para comemorar o lançamento do meu novo álbum "The Darkest Skies Are The Brightest", diz Anneke. "Este evento de streaming apresenta uma performance acústica solo ao vivo , complementado com cinco videoclipes. Estou muito feliz por ter esta oportunidade de ficar conectado com meu público mundial e estou muito animado para compartilhar essa experiência junto com você!"

A transmissão contará com uma performance acústica solo com foco principalmente em seu novo álbum. O setlist também inclui algumas músicas de seu catálogo que a maioria dos fãs ouvirá pela primeira vez em um ambiente íntimo. Além disso, o evento apresenta cinco videoclipes e algumas filmagens dos bastidores. O tempo de execução é de aproximadamente 60 minutos (excluindo faixas bônus).

O stream acontece no domingo, 28 de março, às 20h (GMT) / 21h (CET). (17h no horário de Brasília).

Ingressos Aqui.

Compre o álbum "The Darkest Skies Are The Brightest".

Via PROG.

Pink Floyd lançará Live At Knebworth em CD e vinil duplo

O histórico concerto em Silver Clef Winners do Pink Floyd em 1990 será lançado em CD e vinil duplo pela primeira vez separadamente

"Pink Floyd Live At Knebworth 1990" chegará pela primeira vez em CD, vinil duplo e plataformas digitais em 30 de abril próximo. O show foi parte da apresentação do evento beneficente Silver Clef Winners na Knebworth House.

O concerto, em um dia chuvoso e ventoso em 30 de junho, incluíra apresentações de Paul McCartney, Dire Straits, Genesis, Phil Collins, Mark Knopfler, Robert Plant (com Jimmy Page), Cliff Richard, Eric Clapton e Tears For Fears na frente de uma multidão de 120.000 pessoas.

Músicos convidados juntaram-se ao Pink Floyd, incluindo a saxofonista Candy Dulfer e o tecladista e compositor Michael Kamen, as vocalistas de apoio Clare Torry ( vocalista original do "The Great Gig In The Sky"), Sam Brown e sua mãe Vicki, e Durga McBroom, além da banda de turnê, incluindo Guy Pratt, Jon Carin, Tim Renwick e Gary Wallis.

Há algo especial em Knebworth”, lembra o baterista Nick Mason. “Todos nós ainda temos boas lembranças de tocar lá nos anos 70, e esse show não foi diferente. Como um garoto do norte de Londres, isso era quase um jogo em casa, mas com o prazer adicional de ser a re-montagem da banda depois de um mega turnê que durou mais de um ano. Também foi uma oportunidade de fazer a maravilhosa Candy Dulfer tocar. Eu já era fã dela há um bom tempo, e era uma pena que não tivéssemos a oportunidade para utilizá-la mais. Também recebemos a visita de nosso querido amigo Michael Kamen. Michael havia contribuído muito para o PF nos últimos dez anos, é ótimo ter algo dele tocando na gravação.

David Gilmour e Andy Jackson remixaram o áudio e o álbum apresenta uma nova arte filmada pelo colaborador do Floyd Aubrey ‘Po’ Powell da Hipgnosis e projetada por Peter Curzon da Storm Studios. O concerto, até então inédito até aparecer no box set "Later Years" de 2019, agora está disponível como CD ou vinil duplo pela primeira vez como um álbum independente.

Encomende o Live At Knebworth 1990.