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quinta-feira, 15 de abril de 2021

Bernardo amadurece seu jazz alternativo no segundo EP “Wasn’t there, someone told me”

Lançamento da cantora inglesa é da Seloki Records

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A vocalista, guitarrista e produtora de jazz alternativo de Londres Sonia Bernardo revela seu novo EP, “Wasn’t there, someone told me”, uma coleção de quatro faixas onde explora vertentes do indie, dream pop e até da bossa nova. O trabalho foi produzido por Bernardo e por Dave Maclean, do Django Django, e é um lançamento da Seloki Records juntamente do clipe para a faixa “Lovers Praise”.

O EP foi antecipado pelos singles e clipes “All You Leave is Love” e “Almost A Mother”. Além delas e “Lover’s Praise”, o álbum acompanha a intensa “Migraine Daze”. Após essa série de lançamentos, um remix feito por Django Django será revelado no dia 09/04.

Depois de excursionar pelo mundo, tendo trabalhado com Phil Manzanera (Roxy Music) e abrindo o programa de Jools Holland, Sonia Bernardo recrutou algumas das mentes musicais mais requisitadas de Londres, incluindo Skinny Pelembe, Luke Wynter (Nubyan Twist, Roller Trio) e Oscar Robertson (Sunglasses For Jaws) para dar vida ao seu segundo trabalho solo.

Bernardo é filha de portugueses. Nascida em Londres, ela mudou-se com os pais para uma aldeia no interior do país ibérico antes de retornar à Inglaterra. Suas primeiras composições surgiram ainda aos 10 anos, influenciada pelos grandes nomes do fado. No auge da onda indie que mexeu com o Reino Unido, a artista retornou para Londres, onde passou a se aprimorar como produtora e guitarrista e a descobrir a própria voz enquanto compositora e intérprete.

Seu primeiro EP, “Panic Prayers”, foi lançado em fita cassete e digitalmente em 2019, mesclando um lado pop e sensual para a música de guitarra underground londrina. O trabalho colocou de vez Bernardo entre os nomes em ascensão no cenário. 

Já em “Wasn’t There, Someone Told Me”, a artista mergulha fundo nas melodias que adora criar, atravessando o dream pop, o pós-punk e dub da cena de Londres e o soul psicodélico com inspirações na bossa nova. As canções exploram temáticas que vão de pertencimento e identidade a autoconhecimento e foram todas compostas por Sonia Bernardo e co-produzidas pela artista ao lado de Dave Maclean. A mixagem é de Alexis Smith, no Dan Careys Studio, em Streatham.

Wasn't there, someone told me” chega às principais plataformas de streaming via Seloki Records.

Assista a “Lovers Praise”:

Ouça “Wasn’t there, someone told me”: https://smarturl.it/BernardoEP


quarta-feira, 14 de abril de 2021

Ouça o primeiro álbum do guitarrista nipo-brasileiro Lucio Moriyama

Lucio Moriyama é um emergente guitarrista e compositor nipo-brasileiro oriundo da cidade de São Paulo. Depois de algumas experiências de palco com projetos e bandas como a Glavia, o artista agora retorna em um voo solo buscando novos horizontes. Inspirado por suas experiências de vida, Moriyama cria músicas que conectam pessoas ao redor do mundo. Tendo sua guitarra como principal instrumento, o músico mistura vários elementos sonoros de diferentes estilos em “Horizon”, seu álbum de estreia totalmente instrumental. (ouça spotify, Deezer, Yourtube, Apple Music, bandcamp e soundcloud).

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Ao longo de 10 faixas e quase 40 minutos, Lucio Moriyama apresenta seu cartão de visita, em vigorosos e dinâmicos solos de guitarra, de estilo incomparável, e deixando claro quão apaixonado ele é por sua música. Tendo composto todas as canções e arranjos, fazendo uso de uma gama de instrumentos que enriquecem o enredo sonoro e o protagonismo vigoroso de sua guitarra, Lucio Moriyama reúne técnica e emoção em canções que remetem à cultura de seus antepassados do Japão, como “Ikebana” (a cultura de arranjar flores, ramos e galhos naturais destacando a sua beleza e harmonia) e “Hannya” (máscara de teatro que representa uma pessoa que ao ter muita inveja e outro sentimentos negativos se tornou um demônio).

 O álbum soa moderno e preciso, com composições que vem sendo maturadas a quase 10 anos, como “Dirty Heart”, nas palavras do Lucio “uma faixa na qual amadureci minha abordagem como compositor e interprete”. Em “Neon Tokyo”, último single anterior ao álbum, a inspiração veio de trilhas de jogos e synths que remetem a década de 80. “Moon”, uma música feita para viajar em todos os sentidos possíveis. Já a canção “Horizon”, que dá nome ao álbum, foi criada na perspectiva de abrir novos caminhos e horizontes na carreira deste músico inspirado e determinado.

O trabalho conta com projeto gráfico e capa criadas pela arte terapeuta paulista Izabel Magnani. Fotos feitas por Dani Sandrini e a participação de Mathevs Botelho, que tocou piano na  "Horizon".  Ricky Lucas  tocou baixo na faixa "Horizon". Marco Slon, que auxiliou na pré-produção e Beto Lins baixo nas faixas "Ikebana", "Champagne" e "Void", além de ser co-produtor do álbum.


Murdock lança novo single “Irônico Maldito” em première por icônico site de Stoner e Doom

Nessa quinta-feira (15) o quarteto catarinense Murdock lança antecipadamente pelo icônico site Doomed and Stoned (EUA) seu novo single, a faixa “Irônico Maldito”. Com estreia oficial marcada para dia 17 no streaming através do selo carioca Abraxas, a música marca a nova safra de composições da banda de Tijucas, que investe no Hard Rock setentista, no Stoner e no Blues para produzir sua sonoridade, com letras em Português e excelentes melodias e produção.

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Gravada no estúdio Soundbeat (SC), a faixa trata de dualidade mental e conturbação, e também sobre como achar um válvula de escape para isso, conforme explica o guitarra e vocalista Guilherme Sezoski. Nesse caso, através da música e composição. A faixa é o primeiro single do próximo EP de estúdio da banda, que deverá chegar no meio do ano trazendo uma coleção de ótimas faixas de Heavy Rock em nosso idioma. A banda, formada em 2019, realizou recentemente uma session gravada para a página Void Stoner Doom Worship no projeto “Live in the Void”, que apresenta sessions de alta qualidade de bandas de Stoner e Doom do mundo todo. Seus últimos singles foram as músicas “Olhos Sinistros” e “Porcos”, esta última também lançada pelo selo Abraxas.

Confiram “Irônico Maldito” nessa quinta-feira no site Doomed and Stoned: https://doomedandstoned.com/

No Possession: o espírito do rock ‘n roll vive em novo single “Lights Out”

Capturando o doce som do rock ‘n roll em vinil, a gravadora sueca Melodic Passion Records divulgou na sexta feira dia 02 de abril, o single “Lights Out” da banda No Possession.

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Servindo como prévia do vindouro álbum “Third Time’s a Charm”, no single “Lights Out” é possível ouvir ecos do passado (Rolling Stones, Faces, Deep Purple, Black Crowes e Aerosmith) e sons de hoje (John Mayer, Joey Bonamassa e Rival Sons).

Segundo o vocalista e guitarrista Micko Ylinikka, “a banda começou a trabalhar no novo material como se estivéssemos treinando para um campeonato de luta. Estamos procurando entregar shows de alta octanagem ao vivo quando for novamente possível”.

Ter a oportunidade de produzir “Lights Out” juntos em estúdio fez com que o No Possesion se tornasse coeso e com uma sonoridade única que, unida a brilhante masterização de CJ Grimmark (Narnia), fez com que o single soasse como um clássico single 7” de rock ‘n roll.

Confira o videoclipe de “Lights Out” no link abaixo:

Escute “Lights Out” na sua plataforma digital preferida:

https://orcd.co/lights-out

No Possession é:

Micko Ylinikka – Voz e guitarra solo

David Ylinikka – Guitarra e vocais

Mattias Vestlund – Baixo e vocais

Thomas Andersson – Bateria e vocais 

Faça o pré-save de “Third Time’s a Charm” nas plataformas digitais:

https://orcd.co/third-times-a-charm

terça-feira, 13 de abril de 2021

Rolling Stones e Foo Fighters: Mick Jagger e Dave Grohl lançam a canção "Eazy Sleazy"; ouça

A faixa surpresa dos frontmen do Foo Fighters e The Rolling Stones fora compartilhada no YouTube nesta tarde (13 de abril), tendo sido escrita por Jagger durante o lockdown pelo coronavírus.

Jagger faz os vocais e toca guitarra, com Grohl tocando bateria, guitarra e baixo. Um vídeo oficial mostra a dupla gravando a música remotamente de seus respectivos espaços de estúdio.

Eazy Sleazy’ encontra a referência de Jagger "chamadas de zoom", estando em "casa nestas paredes da prisão", aplausos falsos e uma "dança estúpida TikTok", enquanto olha para a vida pós-COVID e o "jardim das delícias terrenas" esperando.

É uma música que escrevi sobre como sair do bloqueio, com um certo otimismo muito necessário”, explicou Jagger. “Obrigado a Dave Grohl por pular na bateria, baixo e guitarra, foi muito divertido trabalhar com ele - espero que vocês gostem de‘ Eazy Sleazy ’.”

Grohl acrescentou: “É difícil colocar em palavras o que gravar esta música com Sir Mick significa para mim. Está além de um sonho tornado realidade. Bem quando eu pensei que a vida não poderia ficar mais louca ... e é a música do verão, sem dúvida !!"

Foo Fighters apareceu como a banda de apoio de Mick Jagger durante uma festa de encerramento do Saturday Night Live em 2012, com Grohl relembrando a experiência "incrível" de tocar juntos anos depois, em 2017.

E então a festa começa e nós o vemos e pensamos,‘ Pleeeease, Mick Jagger’, e ele apareceu e fez ‘Bitch’ e foi incrível”, lembrou ele. “Ele estava tão envolvido e o público estava tipo, 'Oh, meu Deus', e nós vamos direto para 'Miss You' para ter certeza de que ele não sai do palco e foi louco porque você não percebe como Mick é super legal. Ele é um cara ótimo.

Via NME.

Show online celebra o centenário de Dona Ivone Lara

Apesar de ter nascido em 13 de abril de 1922, os documentos da Rainha e Grande Dama do Samba registram seu nascimento no ano anterior

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Xande de Pilares, Dudu Nobre, Dandara Mariana, Bruno Castro e André Lara estarão juntos no palco do Teatro Rival Refit para comemorar o centenário de Dona Ivone Lara no dia 13 de abril, a partir das 19h, com participações especiais dos dançarinos Juliana Costa e Adalberto Shock.

No repertório, sucessos da compositora e também canções nunca gravadas, que acabam de ganhar registro em EP, que será lançado no show. O EP acompanha a chegada às plataformas digitais do “Baú da Dona Ivone”, lançado em 2012. O espetáculo, com duas horas de duração, será transmitido pelo canal do teatro no YouTube, com retransmissão pelo canal da rádio FM O DIA.

Serviço:   Centenário de Dona Ivone Lara

Dia - 13 de abril, terça-feira,  às 19h

Teatro Rival Refit - https://www.youtube.com/channel/UCJhwBwkonCUAsd4MYNrbwQQ

Colaboração:

Doação amiga  a partir - R$15 (QUINZE REAIS); pelo link da sympla

Link : https://www.sympla.com.br/centenario-de-dona-ivone-lara---transmissao-ao-vivo---teatro-rival-refit-abrindo-portas-apresenta__1174097

Pink Floyd: Roger Waters diz que turnê ‘This Is Not A Drill’ pode ser a sua última

Pode ser o "último alento" do co-fundador do Pink Floyd ou uma "primeira turnê de despedida"

Roger Waters anunciou que sua turnê "This Is Not A Drill", remarcada para o verão americano de 2022 pode ser sua "última" ou pelo menos sua "primeira turnê de despedida!"

Os shows são mais do que meros shows, como o político Waters, que já se encontra com 77 anos de idade, explicou em um comunicado à imprensa:

This Is Not A Drill" é uma nova extravagância cinematográfica/rock and roll inovadora, realizada em geral, é uma acusação impressionante da distopia corporativa na qual todos nós lutamos para sobreviver e um chamado à ação para AMAR, PROTEGER e COMPARTILHAR nosso planeta e lar precário. O show inclui uma dúzia de grandes canções da era dourada do PINK FLOYD ao lado de várias novas, palavras e música, mesmo escritor, mesmo coração, mesma alma, mesmo homem. Pode ser seu último grito. Uau! Minha primeira turnê de despedida! Não perca. Amante."

Em um anúncio em vídeo, o cofundador do Pink Floyd disse que “estamos parados no precipício e só precisamos de um pequeno empurrão e seremos notícias de ontem. Isso não é um exercício; sou eu gritando do meu telhado. E esperando que todos vocês gritem do alto de seus telhados e todos nós comecemos a agir como um e acabemos com essa loucura."

Confira o clipe abaixo:

Waters fará 36 shows nos EUA e Canadá, começando em Pittsburgh em 6 de julho de 2022 na PPG Paints Arena. Estava tudo programado para 2020 e fora adiado devido à pandemia.

Os portadores de ingressos para as datas da turnê de 2020 anunciadas anteriormente receberão um e-mail com mais informações e os ingressos originais serão válidos para as novas datas de 2022.

Via SPIN.

segunda-feira, 12 de abril de 2021

Aline Happ apresenta versão Classical crossover de Shout, do Tears for Fears

Uma das canções mais populares do new wave britânico, "Shout", do Tears for Fears, ganha influências da música folk, celta e gótica na voz de Aline Happ. Em uma versão Classical crossover, a cantora e compositora apresenta a música com uma roupagem mais misteriosa.

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Essa é uma música que pode ser interpretada como um chamado por liberdade e a busca por poder ser você mesmo, além de trazer força para lutar por uma vida e um mundo melhor.”, define Aline Happ.

A canção faz parte de uma série de releituras que Happ realiza em seu canal no YouTube, o qual já conta com versões de Rihanna, Linkin Park, Iron Maiden, e até mesmo, The Mandalorian. Algumas das canções também estão disponíveis nas principais plataformas de streaming e download.

Lançada em 1984 no disco “Songs from the Big Chair”, a música chegou a alcançar o primeiro lugar do Billboard Hot 100, nos EUA, permanecendo por três semanas. Com o passar dos tempos, tornou-se um hit da banda Tears for Fears, mas sem nunca deixar seu significado original: um grito contra as velhas formas de lidar com o mundo, contra o que te agride, contra um governo que oprime a sua forma de pensar.

Conhecida mundialmente por seu trabalho como líder, vocalista e compositora do Lyria, Aline Happ é hoje uma das vozes mais famosas do metal brasileiro. Em seu projeto solo, a artista promove releituras Gothic/Folk/Celtic de canções do rock e do metal mundial que estão disponíveis em seu canal no YouTube. Graças ao apoio dos fãs, a cantora arrecadou mais de 200% da meta do financiamento coletivo para o seu disco solo de estreia, que será lançado ainda neste ano.

Os vídeos postados no canal de Aline Happ contam com o apoio de fãs no Patreon e no Padrim. Conhecidos mundialmente, o Lyria é uma banda carioca fundada em 2012 por Aline Happ. De lá pra cá, o grupo lançou dois discos com apoio de crowdfunding, "Catharsis" (2014) e "Immersion" (2018) e tocou em diversas cidades brasileiras como Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Curitiba, São Paulo, entre outras, além de transmitir shows online com venda de ingressos para o mundo todo.

Assista a versão de “Shout”:


Metal e RPG em disco de estreia do Tuuh

Artista de São Paulo é conhecido no universo musical geek

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A ideia é incomum: lançar um álbum conceitual e um jogo de RPG interligados. Depois de três anos na produção de ambos, surge o "DOPPEL1", álbum do projeto solo Tuuh e que também é um RPG Top-Down, desenvolvido na plataforma Unity. Com nove faixas em inglês, a história deste universo paralelo passa por gêneros musicais que vão do Power Metal até o LoFi Hip Hop. O disco foi produzido, mixado e interpretado por Tuuh, artista com 10 anos de estrada e participação recorrente no universo musical geek em eventos como Anime Friends, Ressaca Friends, Anime Dreams, entre outros.

O conceito principal do "DOPPEL1" é trazer a experiência de um ISEKAI (mundo alternativo, comum em animes e mangás), por meio da música e do RPG. Todas as histórias, singles e lançamentos do Tuuh e Tutz estão interligados desde 2018, que foi quando comecei a construir essa história através dos singles.”, define Tuuh.

O disco "DOPPEL1" parte do projeto multipersona Tuuh e Tutz. O personagem Tutz é um artista de pop, protagonista do jogo. Já Tuuh é um artista de rock e um personagem não jogável dentro do universo do jogo DOPPEL1. O lançamento do álbum é a compilação de três anos lançando músicas autorais e covers, contando a história do DOPPEL1.

DOPPEL1" significa a contemplação de um conceito gigantesco, que só poderia ser realizado através da jornada temporal. É a realização de um sonho de moleque, de lançar um álbum autoral e solo pro mundo inteiro ouvir, junto com o que mais gosto: games!”, anima-se Tuuh.

O jogo de RPG DOPPEL1 conta a história de Tutz, um viajante do tempo que acabou dentro de um universo digital. O contraponto entre Tutz e Tuuh é que são a mesma pessoa, mas que fazem sons completamente diferentes um do outro, criando assim um antagonismo na narrativa do universo em DOPPEL1.

A capa do disco "DOPPEL1" é uma criação do artista Maic Lee. As fotos de divulgação são de Lukin, com maquiagem de Victória Agostinho. A produção, masterização, mixagem foram realizadas por Tuuh, que também criou as composições para guitarra, baixo e bateria, além de ser vocalista. 

Ouça "DOPPEL1" nos streamings: https://album.link/br/i/1556072298

Baixe o jogo DOPPEL1: http://www.doppel1.com/

Lost in the Storm lança clipe da canção "Lie to Me"; assista

A banda franco-luso-brasileira Lost in the Storm, acaba de lançar o novo videoclipe ‘Lie to Me’. Primeiramente, a canção virou single para reforçar o lançamento do álbum ‘Resist’, a sair neste ano. Em segundo lugar, a pré-estreia ocorreu no ‘Raven Fest – International Dark Edition’, com mais de trinta bandas de diferentes países. Agora, o fã da dupla formada pelo brasileiro Fábio Andrey e pela portuguesa Flávia Americano, pode conferir a obra em seu próprio canal.

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O videoclipe que está há menos de trinta dias no ar, já contabiliza quase 26 mil visualizações. Ao passo que este número aumenta, mais pessoas passam a conhecer as nuances do trabalho do casal que mora em Paris (FRA). Da mesma forma, passam a perceber que a Lost in the Storm não é simplesmente uma banda de metal, mas uma fonte de melodias e experimentos.

A direção de ‘Lie to Me’ ficou a cargo da “Wide Open Mind”, que usou ilustrações da “Hug Your Chaos” para realçar o show de imagens contidas no vídeo. De maneira idêntica, a “Hug Your Chaos” produziu outras ilustrações para a Lost in the Storm, como a capa do single ‘Plague’.


Imperial Age lança clipe de "Demons Are a Girl's Best Friend", cover do Powerwolf; assista

A banda russa de metal sinfônico Imperial Age lançara o clipe para a canção "Demons Are a Girl's Best Friend", originalmente gravada pela banda germânica Powerwolf em 2018.

Assista no player abaixo:

sexta-feira, 9 de abril de 2021

Gonzaguinha: 30 anos de saudades

O Teatro Rival Refit recebe o tributo “Gonzaguinha: o eterno aprendiz – 30 anos de saudades” com transmissão on-line, no dia 29 de abril, às 19h30.A apresentação é justamente quando se completam 30 anos da morte do artista.

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No repertório, estão grandes sucessos do saudoso cantor e compositor que vão emocionar os fãs. Entre eles, clássicos como “Explode coração”, “Recado”, “Começaria tudo outra vez”, “Sangrando”, “O que é, o que é?”, “Eu apenas queria que você soubesse”, “Grito de alerta”, “É”, “Diga lá, coração”, “Espere por mim, morena” e  “Vamos à luta”. O espetáculo é estrelado pelo cantor e ator Rogério Silvestre, que sobe ao palco acompanhado pelos músicos Rafael Toledo (diretor musical, violão, teclados e voz), Cacá Franklin (percussão) e Dudu Dias (baixo), além dos cantores Wladimir Cabanas, Valdeir Valença e Imyra Chalar. 

Serviço : 29 de abril, às 19h30

DOAÇÃO:

Doação amiga a partir de : R$15,00 (QUINZE REAIS)

Link:  https://www.sympla.com.br/gonzaguinha-30-anos-de-saudades---teatro-rival-refit-abrindo-portas-apresenta__1175206

Cheap Trick lança “In Another World”, vigésimo disco de estúdio

Álbum conta com versão de “Gimme Some Truth”, do John Lennon

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Uma verdadeira instituição do rock americano, o Cheap Trick acaba de lançar seu vigésimo álbum de estúdio. “In Another World” chega ao Brasil via BMG e traz uma banda com espírito e gás de quem está só começando a estrada apesar dos quase 50 anos de história.

Nós somos irresponsáveis o suficiente para não desistir", brinca o guitarrista e fundador Rick Nielsen. “Amamos nos unir e tocar. No nosso primeiro disco eu dizia ‘tenho 30 anos mas sinto como se tivesse 16’. E bem, ainda me sinto assim… Pelo menos até a realidade me alcançar. Mas quando toco, me sinto o cara mais jovem do mundo”.

Fundado em 1974, o Cheap Trick atualmente conta, além de Nielsen, com Robin Zander (voz, guitarra base), Tom Petersson (baixo) e Daxx Nielsen (bateria). Membros do Hall da Fama do Rock and Roll, eles tem mais de 20 milhões de cópias vendidas e 40 certificações internacionais de ouro e platina em sua premiada carreira. Produzido pelo parceiro de longa data Julian Raymond, o novo álbum traz o grupo indo do clima de rock de estádio até o blues de Chicago sem perder a identidade que marca a banda.

Cheap Trick sempre teve um som diverso. Não tentamos fazer uma música mais pop e tentar replicar essa fórmula. Sinto que tem muita nuance e nossas músicas, por mais que pareçam simples para o ouvinte”, reflete Nielsen. 

Além dos explosivos singles “Light Up The Fire” e “Boys & Girls & Rock N Roll”, o álbum conta com uma versão da clássica “Gimme Some Truth”, de John Lennon, com a participação especial de Steve Jones (Sex Pistols) nas guitarras.

Esse disco em especial reflete o mundo atual e o que estamos passando”, conta o vocalista Robin Zander. “Sempre fomos uma banda com um olhar positivo, esperançoso, mesmo quando éramos irônicos. Mas agora que estamos ficando mais velhos, vemos que não temos muito o que comemorar ao nosso redor. A ideia de fazer a versão de 'Gimme Some Truth’ veio em um dia que fiquei muito incomodado com notícias de política na TV e essa música veio à minha mente. Na hora imaginei que ela está mais atual hoje do que quando foi escrita por John”.

Disponível em todas as plataformas de streaming, “In Another World” marca mais uma página de uma banda que não pensa em descansar.

Essa banda é unida por música. É a cola que nos mantém unidos para gravar e lançar discos. Formamos essa banda para tocar, compor e lançar discos. Se isso parasse, qual seria a motivação de continuar?”, conclui Zander.

Ouça o álbum “In Another World”: https://cheaptrick.lnk.to/InAnotherWorld.

Tracklist:

The Summer Looks Good On You

Quit Waking Me Up

Another World

Boys & Girls & Rock N Roll

The Party

Final Days

So It Goes

Light Up the Fire

Passing Through

Here’s Looking At You

Another World reprise

I’ll See You Again

Gimme Some Truth

White Death lança "Spirits of open Fields", single segue a linha do metal melódico com toques sinfônicos e arranjos potentes

A banda de metal, White Death, lança o novo single "Spirits of open Fields" em todas as plataformas de streaming.

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"Spirits of open Fields" é uma canção que possui a finalidade de sensibilizar, trazer à tona emoções que, muitas vezes, não conseguimos quantificar como, por exemplo: o sorriso sincero de uma criança, os sonhos, as fantasias, a ingenuidade, entre outros aspectos que compõem os valores trazidos pela música. Todo o instrumental foi pensado para funcionar como uma cantiga de ninar, alternando entre a delicadeza e ritmos mais intensos, vocais melodiosos e um solo de guitarra que embala toda essa atmosfera de boas vibrações. 

A faixa foi produzida, gravada e masterizada pela Loud Factory Estúdios em São Paulo, sob direção de Wagner Meirinha e Thiago Assolini.

O terceiro single lançado pela banda White Death conta com a arte da capa produzida pelo desenhista Fábio Vargas. A referência trabalhada neste desenho é o tempo e sua medida por meio de nossos valores pessoais e (des)construções que fazemos ao longo da vida. Embora o mundo esteja passando por momentos conturbados devido à pandemia, ainda sim, o olhar sincero e inocente de uma criança consegue nos impactar de tal modo ao ponto de revermos as nossas prioridades com o tempo que ainda nos resta.

Os últimos lançamentos do grupo seguem ganhando destaque na mídia internacional, não só por seu peso e agressividade, mais pela qualidade do Heavy Metal que a banda toca. Priscylla Moreno continua a conquistar fãs com sua voz única e peculiar,  seguindo a linha do Metal Melódico com toques sinfônicos e excelentes arranjos por parte dos músicos. 

Formada por Priscylla Moreno (Vocal), Aldo Velasco (Baixo), Alan Jhonny (Guitarra), Flávio Lempresley (bateria) e Caio Monteiro (Guitarra) a banda traz em seu nome a influência das histórias de Simo Häyhä, um fazendeiro finlandês que participou da guerra de Inverno entre a Finlândia e a União Soviética em 1939, que foi considerado, em seu país, um herói nacional por conta de seus feitos na guerra.  Em sua base, é possível observar a forte influência de outras bandas como Iron Maiden, DIO, Black Sabbath, Slayer, Metallica, Nightwish, dentre outros. 

https://song.link/s/30vfQYxxloZG2xHYkrpSDL.

Pink Floyd - Fleetwood Mac: veja David Gilmour tocando "Albatross"



Faixa estará em disco tributo a Peter Green e primeiros anos do Fleetwood Mac

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Em fevereiro do ano passado, o lendário Mick Fleetwood reuniu um time de estrelas em Londres para homenagear a vida e a obra de Peter Green. O registro dessa noite, que ganhou um novo sentido com o falecimento de Peter. “Mick Fleetwood & Friends Celebrate The Music Of Peter Green and The Early Years Of Fleetwood Mac”, que chegará inicialmente em 24 de abril próximo, em HD e 4K com som Dolby Atmos e 6 dias depois sendo lançado nos formatos físicos doméstcos.

Mick Fleetwood se une a Steven Tyler (Aerosmith) e Billy Gibbons (ZZ Top) em “Rattlesnake Shake”.

O eterno guitarrista floydiano, David Gilmour, subira ao palco para a execução da canção "Albatross" ao lap-steel, lado de Rick Vito e Andy Fairweather Low, somados ao baixista Dave Bronze, Zak Starkey na percussão e o próprio Mick Fleetwood na bateria.

A noite e o álbum são uma celebração à obra de um artista que influenciou gerações junto de um resgate de uma fase do Fleetwood Mac que muitos não conhecem, focada no blues.

O show foi uma homenagem ao blues, onde todos nós começamos, e é importante reconhecer o profundo impacto que Peter e essa primeira fase do Fleetwood Mac tiveram no mundo da música. Ele foi meu maior mentor e foi uma alegria homenagear seu incrível talento. Tive a honra de compartilhar o palco com alguns dos muitos artistas que Peter inspirou durante os anos e que compartilham meu grande respeito por ele”, relembra Mick Fleetwood.

Confira o trailer do projeto:

Passaram pelo evento nomes que fazem parte da história do rock como Neil Finn (Fleetwood Mac), Noel Gallagher, David Gilmour, John Mayall, Christine McVie (Fleetwood Mac), Jeremy Spencer (Fleetwood Mac), Zak Starkey (The Who), Pete Townshend (The Who), Kirk Hammett (Metallica) e Bill Wyman (Rolling Stones). O produtor Glyn Johns (The Beatles, The Who, The Rolling Stones, Led Zeppelin e Eric Clapton) foi o responsável pela gravação.

quinta-feira, 8 de abril de 2021

Pink Floyd: Roger Waters anuncia as datas de sua turnê em 2022

 

O eterno gênio floydiano, Roger Waters, anunciara as novas datas de sua turnê "This is not a Drill", que percorrerá os EUA a partir de julho de 2022.

Confira as datas, locais e informações sobre ingressos em ROGERWATERS.COM.



"Terei que adiar minha turnê até o ano que vem devido ao Coronavirus. É uma pena, mas se servir para salvar uma vida que seja, terá valido a pena," disse Waters em nota em 2020.

Udo Dirkschneider & The Old Gang lança clipe e single "Where Angels Fly"

No dia 2 de abril, o single chamado “Where The Angels Fly” foi lançado e há semanas há um boato está borbulhando por aí: quando o vídeo da música foi ao ar, uma enorme tempestade se formou nas redes sociais. Dirkschneider & The Old Gang já alcançaram mais de dois milhões de cliques no YouTube!

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O nome praticamente explica o que está por trás do projeto musical: a lenda do rock Udo Dirkschneider reuniu seu grupo de músicos mais próximos em meados de 2020 e fundou um novo projeto espetacular. Já estão disponíveis as primeiras informações concretas sobre o projeto Dirkschneider & The Old Gang. Além de Udo, seu filho Sven, os ex-membros do Accept, o baixista Peter Baltes e o guitarrista Stefan Kaufmann e da cantora Manuela Bibert também decidiram embarcar nesta nova iniciativa. A extensão desta formação e seus planos futuros só serão anunciados nas próximas semanas.

Apenas isto: qualquer pessoa que anteriormente acreditou que já sabia de todos os planos desta ousada iniciativa está enganada. Dirkschneider & The Old Gang começou com um vídeo sensacional, mas é apenas um piscar de olhos nesta nova dimensão imensa que está pra surgir. Portanto, fique de olhos e ouvidos atentos: A partir de agora algo emocionante está para acontecer!


quarta-feira, 7 de abril de 2021

Alluvial lança destruidor novo single 'Thy Underling'

A banda de death metal progressivo técnico Alluvial lançou um novo single cataclísmico intitulado "Thy Underling", do tão aguardado segundo álbum da banda, "Sarcoma", que será lançado no dia 28 de maio pela Nuclear Blast.

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O guitarrista Wes Hauch comenta sobre o single:

A primeira metade da música é da perspectiva de uma entidade desdenhosa. A ideia é que um fantasma tem como objetivo confundir e debilitar o anfitrião ‘Até que apodreça e fique fedendo na terra’, uma frase emprestada de um dos meus filmes favoritos. A segunda metade é da perspectiva do anfitrião. O conteúdo é baseado em uma experiência contínua que tenho, mas acho que qualquer um poderia aplicá-lo a algo familiar para ela."

Assista ao clipe de "Thy Underling":

 
PRÉ-VENDA DE "SARCOMA" AQUI:

www.nuclearblast.com/alluvial-sarcoma

O que começou como uma colaboração instrumental cresceu para um ataque frontal completo com uma formação composta pelo vocalista Kevin Muller (ex-Suffocation, The Merciless Concept), o guitarrista Wes Hauch (ex-The Faceless, Black Crown Initiate), o baixista Tim Walker (Entheos) e o baterista Matt Paulazzo (Aegaeon). No seguimento do elogiado álbum "The Deep Longing for Annihilation" de 2017, Alluvial mergulhou em um turbilhão de riffs polirrítmicos de tirar o fôlego, uma enxurrada de baixos pesados e uma avalanche dinâmica de gritos.

O segundo álbum do Alluvial entitulado "Sarcoma", examina a conexão das pessoas com a dor e as dificuldades que nos prendem.

Sarcoma é um tipo de câncer que cresce a partir do tecido acumulado do corpo”, diz o guitarrista Wes Hauch. “No final, Kevin [Muller], aponta que cada música do álbum era sobre os diferentes perigos que acontecem nas mãos de um homem e acaba passando para o próximo. Esses perigos vivem em nossas conexões uns com os outros, então 'Sarcoma' se tornou um título adequado.” 

Quando Hauch começou a escrever o álbum, ele notou Muller devido ao seu tempo com o Suffocation. Depois de ouvir seus vocais em uma demo, tudo simplesmente clicou e Kevin se juntou à banda. Irmãos rápidos, acabaram cumprindo um objetivo que poderia ter durado anos. “The Deep Longing for Annihilation" deveria ter vocais, mas eu não consegui encontrar o cara certo”, acrescenta. “Algumas pessoas possuem uma rara incapacidade de duvidar de si mesmas. Kevin consegue combinar isto em performances. O dia em que ouvi sua voz nas demos para Sarcoma foi especial. Nós nos tornamos irmãos.” 

Após compôr e produzir demos em casa, Alluvial gravou guitarras, baixo e voz com o engenheiro John Douglass (MR. Bungle, Amon Amarth) em Atlanta.

Caso tenha perdido, assista ao videoclipe do single 'Ulysses':

Tracklist:

1. Ulysses

2. Thy Underling

3. Sarcoma

4. 40 Stories

5. Zero

6. Exponent

7. Sleepers become giants

8. The Putrid Sunrise

9. Sugar Paper

10. Anodyne

Assista ao clipe de “Mantis”, canção do EP de estreia do Buzzard

O duo catarinense Buzzard lançara no dia 2 de abril último, em seu canal de Youtube, o videoclipe de “Mantis”, uma das quatro faixas de seu EP de estreia "Eye of the Sun" que será lançado no dia 9 de próximo. Realizado pela produtora audiovisual PULSO de Florianópolis, o videoclipe tem trechos instigantes e beira o surrealismo, em uma produção bela e lisérgica adequada à faixa que caminha entre o Rock Psicodélico e o Doom com uma aura hipnótica.

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O duo formado em 2020 na cidade de Brusque por André Leoni (baixo/voz) e Suyanne Gabrielle (bateria/voz) se inspira em nomes como Om, Sleep e Samsara Blues Experiment e produz uma sonoridade dividida entre o peso e a profundidade, com uma energia meditativa, cíclica e atraente. O EP de estreia "Eye of the Sun" foi contemplado em todo seu processo pelo recurso de apoio à cultura Aldir Blanc.

Segue uma declaração da banda sobre o conceito do videoclipe:

Na faixa Mantis procuramos abordar a temática "mágoa", o próprio nome faz alusão ao inseto louva-a-deus (praying mantis), que faz sentido quando relacionado à entidade que retratamos no clipe. Buscamos retratar a relação humana com esse sentimento de forma lúdica, dramática. Acrescentando objetos que fazem referência à letra e as próprias entidades, como se esses objetos trouxessem lembranças e consequentemente mágoas, os objetos o rodeiam na banheira, quando ele consegue sair de lá, após o toque/batismo da entidade branca, ele corre daquilo que o cercava e se vê em desespero, a entidade branca guardava a porta frontal, o protegendo da matérias escuras que aparece em forma de entidade escura quando a porta se abre. No desenrolar do clipe as mãos se sujam cada vez mais, a entidade antes branca agora aparece manchada, cada vez mais. A casa é a representação de uma prisão, e de como a mágoa nos prende de fato, a  banheira é uma passagem, é o tempo, é o momento de digerir as coisas, as mãos que o incomodam e que o fazem sair da banheira são a realidade apertando-o e incomodando-o, então ele levanta da banheira, corre pelo corredor e a saída está trancada, a saída é voltar e lidar com o que há dentro de si, a mágoa fica pra trás, a entidade branca absorve toda a mágoa/matéria escura, o livra disso e retoma sua forma limpa e imaculada, no fim se voltam à você, como se dissessem ‘Você é o próximo’

Crypta lança clipe de "From the Ashes", canção de seu álbum de estreia; assista

"From the Ashes" integra "Echoes of the Soul", 1º full-lenght da Cypta, banda fundada por Fernanda Lira (baixo, voz) e Luana Dametto (bateria), ambas egressas do Nervosa, com Sonia Anubis e Tainá Bergamasch (guitarra), vindas do Burning Witches e Hagbard, respectivamente, para completar o time.

O trabalho chegará em 11 de junho próximo, via Napalm Records.

“A primeira obra audiovisual leva o espectador imediatamente para os espectros fúnebres do universo CRYPTA e também revela total comprometimento em um nível cinematográfico. A faixa em si é um presságio infernal das histórias sinistras do álbum e já apresenta uma primeira centelha de sua interação impressionante: Os vocais fortes de Fernanda, os ataques de machado ousados ​​de Sonia e Tainá e a bateria sofisticada e proeminente de Luana invocam a fênix para renascer das cinzas - com o último estalo desse álbum de estreia, conjurando gritos para mais.

'A música é basicamente sobre a conhecida história da Fênix, mas em um sentido mais filosófico, ela fala sobre os ciclos de vida em constante mudança, sobre os muitos fins e começos que temos que passar, sobre quantas versões antigas de nós mesmos precisam morrer figurativamente para continuarmos crescendo e evoluindo como seres humanos e, finalmente, para construirmos resiliência para suportar todos esses renascimentos.' acrescenta a cantora e baixista Fernanda Lira.

Eu acredito que a música combina perfeitamente com o momento atual que estamos vivendo, durante o qual toda a humanidade precisa se reinventar e renascer das cinzas. A própria preparação do videoclipe também pode ser traduzida por ele: construir uma produção tão grande neste momento terrível que vivemos foi um grande desafio para todos nós’, afirma André Gustavo, diretor de cinema da O2 Filmes, que assina a direção do clipe. 'Acredito que, por tudo isso, do ponto de vista criativo e cinematográfico, tivemos um ótimo resultado final para o vídeo.” - finaliza.

Assista ao clipe de "From the Ashes"


Tracklist:

1. Awakening
2. Starvation
3. Possessed
4. Death Arcana
5. Shadow Within
6. Under the Black Wings
7. Kali
8. Bloodstained Heritage
9. Dark Night of the Soul
10. From the Ashes