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sexta-feira, 27 de maio de 2022

Max e Iggor Cavalera comemoram 25 anos do álbum Roots com show especial em São Paulo

Apresentação acontece dia 07 de agosto na Áudio.

Quer anunciar sua banda/artista/eventos/notícias/produtos musicais na Confraria? Mande seu material para confrariafloydstock@gmail.com

A partir do mês de julho, os irmãos Max e Iggor Cavalera farão uma turnê comemorativa pela América Latina, celebrando os 25 anos do lançamento do álbum "Roots", um dos grandes clássicos do metal mundial e que faz parte da discografia de vida dos irmãos Cavalera.

Para tornar esta celebração ainda mais especial, os irmãos Cavalera contarão com o lendário guitarrista Dino Cazares, um dos mais importantes nomes da música pesada. O músico marcou época no começo dos anos 1990 com a criação do Fear Factory, banda de relevância inegável para a renovação do Metal naquela década, e que segue atuante até hoje. Dino Cazares também participou do Brujeria, com quem gravou discos icônicos como "Matando Güeros" e "Raza Odiada", e tocou no Divine Heresy e Asesino. No ano passado, Cazares começou a tocar ao lado de Max Cavalera com o Soulfly.

A apresentação em São Paulo é o ápice da turnê e será realizada na tradicional casa de shows Áudio, em São Paulo.  O evento contará com outras atrações que serão divulgadas em breve pela produção.

*Em todos os setores estão disponíveis os ingressos na modalidade ingressos solidário válido através da doação de 2 kilos de alimentos não-perecível para #campanhacontraafome.

O álbum "Roots", lançado em 1996, representou uma revolução musical dentro do cenário Metal, ao apostar em riffs e afinações mais baixas, amplificando o peso e alicerçando a sonoridade que seria abraçada pelo New Metal logo depois, além do inovador uso de batidas tribais em complemento, referência esta retratada até mesmo na capa do disco.

O intercâmbio cultural com a tribo dos Xavantes rendeu algo memorável musicalmente e rendeu um aumento no interesse pela cultura indígena pelos fãs do estilo e pelo público em geral.

Envolvidos com a música pesada desde os anos 1980, Max e Iggor seguem trabalhando com diversos projetos e bandas. O baterista, que se tornou uma referência do thrash metal por sua pegada única e força, além de integrar o time do Cavalera Conspiracy, tem um projeto eletrônico chamado MixHell e o duo industrial Petbrick.

O guitarrista e vocalista Max Cavalera lidera o Soufly há 24 anos, lançando discos de sucesso e fazendo incessantes turnês mundiais, e recentemente lançou álbuns com projetos como o Go Ahead and Die e Killer be Killed. Frontman único, com uma magnética presença de palco e atitude, Max segue sendo uma das vozes mais icônicas do metal brasileiro no mundo.

Serviço completo:

Max & Iggor Cavalera – Return To Roots

Data: 07 de agosto 2022 (domingo)

Abertura dos portões: 18h

Local: Áudio – Av. Francisco Matarazzo, 694, Barra Funda – São Paulo/SP

Ingressos: a partir de R$120,00 (Pista)

Classificação: 18 anos

Acesso para deficientes: sim

Local para alimentação: sim

Wi-fi: sim

Venda Ingressos: Bilheteria Audio (Av. Francisco Matarazzo, 694 - de segunda a sábado das 13h às 20h) e no aplicativo ou site da Ticket360:

https://www.ticket360.com.br/evento/24953/ingressos-para-return-to-roots-max-e-iggor-cavalera

Realização: Honorsounds: www.honorsounds.com.br

Junior Carelli apresenta novo projeto de piano e voz com releitura de clássico do Iron Maiden

O primeiro single “Wasted Years” está disponível nas plataformas de streaming; álbum completo será lançado em agosto.

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O multi-instrumentista Junior Carelli apresenta ao público seu novo projeto musical, um trabalho solo baseado em piano e voz. O primeiro registro foi lançado nesta sexta-feira, 27 de maio. Trata-se de uma releitura especial de um dos grandes clássicos do Iron Maiden, “Wasted Years”. O novo single já está disponível em todas as plataformas de streaming em parceria com o Outono Music, selo especializado em rock e metal, com distribuição da Universal Music.

Outros singles serão lançados no decorrer dos próximos meses, que culminarão em um álbum completo, que chega ao mercado em agosto. Este novo e versátil trabalho de Junior Carelli é uma oportunidade de entregar aos fãs uma nova abordagem para músicas que marcaram época. Com ampla bagagem de turnês por diversos continentes, o artista agora apresenta versões pianísticas de grandes sucessos internacionais. Todas as releituras apresentam uma roupagem inovadora e contarão com versões em vídeos no YouTube.

Dedicando sua vida à música há 25 anos, Junior Carelli tem vasta experiência no mercado em âmbito mundial. Tocou com grandes nomes da música pesada brasileira como Shaman, ANIE, Noturnall, Angra e Edu Falaschi, e como produtor, trabalhou com artistas como Thiago Ventura, Rafinha Bastos, Murilo Couto, Angra, James Labrie (Dream Theater), Helloween, Avantasia e Malta, somando mais de 300 milhões de plays nos conteúdos produzidos. Também atuou durante sete anos na banda Viva Noite, do Pânico na TV.

Junior também tem a função de sócio-diretor da empresa Foggy Filmes, especializada em comunicação, direção de projetos de áudio e vídeos, bem como conteúdo de entretenimento para TV, internet e grandes plataformas de streaming como Globoplay e Netflix.

Ouça o single “Wasted Years”:  https://umusicbrazil.lnk.to/WastedYears/

Floor Jansen lança clipe de "Storm", 2º single de seu álbum solo; assista

"Storm" integrará o vindouro primeiro álbum solo da frontwoman do Nightwish, Floor Jansen, ainda inominado, que chegará no início de 2023.

Floor Jansen: "Eu não me imagino deixando o Nightwish".

Assista Floor Jansen entoando "Fire" ao vivo em rádio e tv holandesas.

Floor Jansen lança clipe de "Fire", primeiro single de sua carreira solo; assista.

"'Sou eu quem traz a tempestade!' Uma frase poderosa na letra do meu segundo single 'Storm'. Para mim, significa tomar o assunto em suas próprias mãos. Assuma o controle de sua vida. Atreva-se a fazer o que você sonha e supere suas inseguranças.

Essa música me trouxe isso. E mais! Tornou-se uma diretriz para o meu som solo. Para não ser infinitamente copiado e colado em outras músicas. Mas como inspiração. O pontapé inicial de Floor Jansen." - disse em nota a cantora sobre seu clipe e canção.

Assista ao clipe no player abaixo:


Letra:

"I won’t give up just yet

Gotta lose sometimes to gain

To the whole wide world I’ll say

Gonna make it to the end


I won’t think once or twice

Gonna bounce back one more time

For the whole wide world to know

It is me who brings the storm


So when you think you’ve won the fighting

I’m gonna strike your heart with lightning

You’ll be blinded by the light

Blinded by the light

You’re gonna hear my voice roar

Like thunder


I’m gonna be the storm you’re under

You’ll be blinded by the light

Blinded by the light

You’re gonna hear my voice roar

Like thunder


I won’t give in this time

‘Cause fear is just not a chance

To my inner self I pray

“Be the eye of the hurricane”


When you think you’ve won the fighting

I’m gonna strike your heart with lightning

You’ll be blinded by the light

Blinded by the light

You’re gonna hear my voice roar

Like thunder


I’m gonna be the storm you’re under

You’ll be blinded by the light

Blinded by the light

You’re gonna hear my voice roar

Like thunder

Like thunder


When you think you’ve won the fighting

I’m gonna strike your heart with lightning

You’ll be blinded by the light

Blinded by the light

You’re gonna hear my voice roar

Like thunder


I’m gonna be the storm you’re under

You’ll be blinded by the light

Blinded by the light

You’re gonna hear my voice roar

Like thunder

Like thunder

Like thunder"

quarta-feira, 25 de maio de 2022

Steven Wilson: "eu nunca planejei que o Porcupine Tree terminasse por tanto tempo"

O homem do Prog dos nossos tempos, Steven Wilson (ao centro), insiste em nunca se repetir e diz que o primeiro álbum do Porcupine Tree em 13 anos só poderia ter sido feito agora.

Apesar de ter lançado cinco álbuns em 12 anos de carreira, o Porcupine Tree estava apenas na periferia da cena musical quando a Classic Rock os apresentou, na edição número quatro.

No que acabou sendo uma rara explosão, durante um debate sobre os limites do rock progressivo, Steven Wilson, geralmente experiente em mídia, se intimidou ao ser comparado com o Yes, declarando sua recente produção “absoluta porra de excremento”.

Sua atitude, no entanto, sempre foi que novos caminhos devem ser abertos a cada projeto criativo. E essa recusa em simplesmente dar às pessoas “mais do que elas querem” levou a uma carreira solo estelar com seis álbuns até o momento. Tendo se reunido inesperadamente, no final deste ano o Porcupine Tree lança um novo álbum, intitulado "Closure/Continuation", o primeiro em mais de uma década.

Quais são suas lembranças do lançamento da Classic Rock no outono de 1998?

Bem, um pouco mais tarde eu me lembro de ir a uma cerimônia de premiação, quando o Porcupine Tree ganhou o Álbum do Ano por "Fear Of A Blank Planet" [em 2007], o que foi muito, muito chique. Havia tantas celebridades musicais, foi incrível.

Onde você estava em sua vida em 1998?

O Porcupine Tree ainda estava em uma pequena gravadora chamada Delerium Records. Britpop ainda teria sido grande. Quando você pensa sobre isso, de certa forma é quase como se a Classic Rock tivesse presidido toda a era do rock desaparecendo gradualmente do mainstream, não que isso seja necessariamente uma coisa ruim.

A Classic Rock também não revigorou a cena para os fãs de rock de uma certa idade que não estavam mais sendo atendidos?

De certa forma, é isso que estou dizendo. Quando algo desaparece do mainstream, uma revista como Classic Rock se torna absolutamente essencial, é a bíblia. Você vê isso com a revista Prog também. Esses títulos se tornam ímãs. Então seu timing foi perfeito. Você deu à cena uma tábua de salvação.

Classic Rock foi uma das primeiras revistas de rua a cobrir Porcupine Tree, e você também foi um revisor para nós. Você sente uma ligação com o que estamos fazendo?

Eu faço, porque eu sempre estive fora do mainstream. É onde continuo. Sem revistas como a sua teria sido muito difícil para mim chegar ao ponto em que estou agora.


Com sua carreira solo continuando a avançar tão espetacularmente, qual foi o processo de pensamento por trás de colocar o Porcupine Tree de volta?

Mas para o lockdown, provavelmente não teria acontecido. Essas músicas foram escritas nos últimos dez ou onze anos, e sempre tivemos a intenção de terminá-las. Minha carreira solo e o trabalho de Gavin [Harrison, baterista] com o King Crimson deixaram esse plano de lado, mas o lockdown nos deu a janela de oportunidade para nos ajoelharmos e fazê-lo.

Você pode nos dar um gostinho de "Closure/Continuation", o primeiro álbum da banda em doze anos, que será lançado em junho?

É muito difícil para mim dar um passo atrás e ser objetivo, mas soa como um disco por excelência do Porcupine Tree, embora só pudesse ter sido feito em 2021. Eu sei que é vago, mas é o melhor que posso fazer.

As décadas que passaram trouxeram a você uma carreira paralela em remixar álbuns clássicos em vários gêneros em som 5.1. Você poderia escolher um ou dois favoritos?

Há tantos, mas os que mais me orgulham são aqueles para os quais fiz a maior diferença. Alguns registros não combinavam sonoramente com a arte envolvida. Eu realmente senti que era capaz de colocar o brilho no "Aqualung" do Jethro Tull, que foi atormentado por problemas técnicos. Também estou orgulhoso do meu trabalho com XTC e Gentle Giant, porque ambas as bandas são muito subestimadas.

Quais são seus pensamentos sobre a ascensão da reedição/remix da Edição Deluxe – vendendo coisas que eles já possuem?

É um pouco complicado. Toda a cultura da Deluxe Edition é provavelmente o último hurra de registros. As pessoas estão comprando discos talvez pela terceira ou quarta vez, só que agora é uma caixa de 20 CDs com as demos, lados B e versões alternativas. Não consigo pensar em nada mais chato. Prefiro ouvir música nova. Nós nos tornamos arqueólogos, mas para aquelas pessoas que querem os produtos com os quais estou envolvido, se não for um paradoxo, sinto-me no dever de fazer o melhor trabalho possível.


Devemos esperar até o outono (hemisfério norte) para vê-lo no palco novamente, desta vez com Porcupine Tree. Você sentiu falta?

Eu vou deixar você saber quando isso acontecer. Eu acho que sim. Por um tempo eu gostei da pausa, mas sinto que estou pronto para voltar.

Seu livro "Limited Edition Of One: How to Succeed In The Music Industry Without Being Part Of The Mainstream", começa com você no palco do Royal Albert Hall em 2010, sabendo que seria o último show do Porcupine Tree, mas sem ter dito à gerência, sua gravadora ou seus colegas de banda. Sua explicação é pungente, mas basicamente foi que a banda começou a “pisar na água”, como você colocou.

Um dos temas recorrentes no livro é não querer me repetir e confrontar as expectativas da base de fãs. O problema de ter uma marca profissional é que é muito fácil ficar preso a um padrão de dar às pessoas mais do que elas querem. Eu digo no livro que eu nunca planejei que [Porcupine Tree] terminasse por tanto tempo, ou mesmo permanentemente, mas eu sabia que por um tempo eu precisava continuar e fazer algo diferente.

Em mais oito anos, se Deus quiser, Classic Rock chegará à edição número quatrocentos. Você espera continuar fazendo música até então?

Eu faço. Eu realmente não posso fazer mais nada. Apesar de toda a minha decepção com o rumo que a indústria está tomando, de uma forma muito superficial, a música está se tornando menos valiosa na vida das pessoas e não tem mais o mesmo impacto cultural,– ao mesmo tempo ainda existem algumas pessoas que permanecem completamente apaixonado por isso, e graças a revistas como Classic Rock nasceu uma subcultura completamente evangelística. Grandes músicas novas serão feitas, e ainda precisaremos de revistas como Classic Rock para descobrir sobre isso.

"Closure/Continuation", novo álbum do Porcupine Tree, será lançado em 24 de junho.


Tracklist:

1. Harridan
2. Of The New Day
3. Rats Return
4. Dignity
5. Herd Culling
6. Walk The Plank
7. Chimera's Wreck

terça-feira, 24 de maio de 2022

Xandria quebra hiato com o clipe de "Reborn" e apresenta a sua nova vocalista; assista

Banda germânica não lançava material inédito desde 2017.

O Xandria, grupo germânico de metal sinfônico, quebrou hoje um jejum de 5 anos sem lançar música inédita.

"Reborn", seu novo single, é o primeitro trabalho da banda desde o lançamento do excelente álbum "Theater of Dimensions", segundo e último a contar com a vocalista Dianne van Giersbergen e com os músicos Marco Heubaum, Philip Restemeier (guitarras) e Gerit Lamm (bateria).

A nova frontwoman da banda Ambre Vourvahis se junta ao também novatos Dimitrios Gatsios (bateria), Dimitrios Gatsios Tim Schwarz (baixo) e Rob Klawonn (guitarra).

Após a saída de Dianne van Giersbergen, a banda chegou a contar com a vocalista Aeva Maurelle para finalizar os shows europeus da turnê do álbum "Theater of Dimensions".

Leia abaixo o comunicado da banda sobre o lançamento de 'Reborn' e os novos membros da banda:

"Caros fãs do Xandria,

Xandria finalmente renasce.

Muito obrigado por sua paciência e apoio, neste tempo necessário para voltar à vida! Não podemos nem começar a dizer o quanto apreciamos as calorosas palavras de boas-vindas de muitos de vocês nos últimos dias! Obrigado a todos! Nós realmente esperamos que você goste desta nova música!

"Reborn" apresenta nossa nova cantora Ambre Vourvahis, que para nós é a combinação perfeita para o novo Xandria que você vai experimentar! Você vai ouvir algo mais sobre ela muito em breve! Nesta música você já pode ouvir algumas de suas diversas facetas de voz, mas ela ainda mostrará um pouco mais, então esteja preparado para algumas surpresas…

Como você pode ver, há também alguns outros rostos novos.

Seus nomes são: Dimitrios Gatsios (bateria), Dimitrios Gatsios Tim Schwarz (baixo) e Rob Klawonn (guitarra).

Em breve você aprenderá mais sobre essas ótimas pessoas e músicos também!

Nossos ex-membros partiram para novos empreendimentos musicais, e desejamos a todos o melhor para o futuro, cada músico tendo estado na banda e todos os outros envolvidos ao longo dos anos, em gratidão e respeito pelos momentos que compartilhamos e tudo o que eles fizeram por Xandria.

Queremos compartilhar uma declaração dos membros de longa data Philip, Gerit e Marco com todos vocês:

"Depois de uma longa jornada juntos, durante a qual compartilhamos ótimas experiências, mas também evoluímos em direções diferentes, decidimos que é hora de cada um de nós seguir seu próprio caminho. Gostaríamos de agradecer aos fãs pelo muitas lembranças maravilhosas, e desejamos um ao outro tudo de bom para o futuro. Vejo todos vocês em breve com nossos novos ou antigos projetos. A música ainda estará nos conectando a todos!

Philip, Gerit e Marco"

O Xandria então voltou assim:

 Ambre Vourvahis - vocals

Marco Heubaum - guitar

Robert Klawonn - guitar

Tim Schwarz - bass

Dimitrios Gatsios - drums

Assista ao clipe de "Reborn" no player abaixo:

Alan Parsons Project reedita 'I Robot' e 'Eye in the Sky'

O Alan Parsons Project anunciou reedições de dois de seus álbuns de platina, "I Robot" e "Eye in the Sky", em homenagem aos respectivos aniversários de 45 e 40 anos.

Composto por Alan Parsons e Eric Woolfson, com um grupo constante de colaboradores adicionais ao longo dos anos, o Alan Parsons Project esteve ativo entre 1975 e 1990, lançando 11 álbuns durante esse período. Seu segundo lançamento, "I Robot" (1977), ajudou a dupla inglesa a se destacar nos EUA. Seu primeiro single, "I Wouldn't Want to Be Like You", foi um hit do Top 40, enquanto "Don't Let it Show". "Day After Day (The Show Must Go On)" e "Breakdown" também foram tocadas nas rádios.

Lançado em maio de 1982, "Eye in the Sky" alcançou a 7ª posição na Billboard 200. A faixa-título se tornou a música de maior sucesso comercial da banda, alcançando a 3ª posição na Billboard 100. Ainda assim, a faixa mais reconhecível do álbum pode ser a instrumental “Sirius”, que se tornou a música de introdução do Chicago Bulls de Michael Jordan e continua presente em arenas esportivas ao redor do mundo.

"Eye in the Sky" estará disponível como um pacote de dois LPs de 180 gramas e 45 RPM. "I Robot" estará disponível no mesmo formato, bem como um conjunto de caixas LP UltraDisc One-Step de 180 gramas de 33 RPM. Em um comunicado à imprensa, o Mobile Fidelity Sound Lab (MoFi), que remasterizou os dois álbuns para as reedições, prometeu que as versões mais recentes “testam os recursos de alcance total dos melhores sistemas estéreo do mundo”.

Nós nos sentimos muito sortudos por lançar essas duas obras-primas do Alan Parsons Project”, disse John K. Wood, vice-presidente executivo da Mobile Fidelity, em um comunicado. “Os álbuns de Alan Parsons e Eric Woolfson nunca soaram tão espetaculares. As camadas nas mixagens são simplesmente fenomenal e de outro mundo. O engenheiro de masterização Krieg Wunderlich trouxe esses dois títulos para um novo nível.

Ambos os álbuns já estão disponíveis para pré-venda.

Via UCR.

segunda-feira, 23 de maio de 2022

ZZ Top antecipa álbum ao vivo “RAW” com “Tube Snake Boogie”

Disco é a trilha sonora do documentário “That Little Ol’ Band From Texas”.

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Uma das mais icônicas bandas de blues rock das últimas décadas, o ZZ Top se prepara para lançar seu novo álbum ao vivo. Intitulado “RAW”, o registro reúne a trilha sonora do documentário “That Little Ol’ Band From Texas” (2019) e é o primeiro lançamento da banda desde o falecimento de Dusty Hill. Após versões explosivas de “Brown Sugar” e “La Grande”, eles apresentam uma interpretação de uma das mais marcantes faixas da banda: “Tube Snake Boogie”, um dos destaques do álbum “El Loco” (1981). Este é um lançamento da Shelter Records/BMG.

Ouça “Tube Snake Boogie”: https://lnk.to/ZZTopTubeSnakeBoogieRAWPR

Dusty Hill caracterizava "Tube Snake Boogie” como a “música de festa” definitiva, enquanto Billy Gibbons credita o baterista Frank Beard por colocá-la em funcionamento. "A faixa realmente gira em torno da abertura de Frank, que é tem um clima de surfe-encontra-selva", conta Gibbons. De sua parte, Beard credita sua introdução de bateria como tendo sido inspirada no clássico “Teen Beat”, de Sandy Nelson.

Com clima de jam session que marca o blues rock dos artistas, o disco foi gravado ao vivo no Gruene Hall, uma das casas mais icônicas e tradicionais do Texas, sua terra natal. A performance intimista e intensa da formação clássica de Gibbons, Beard e o saudoso Hill mostra a química de muitos anos fazendo música juntos.

Com previsão de lançamento para o dia 22/07, “RAW” é antecedido por “Tube Snake Boogie”, que está disponível em todas as plataformas de streaming.

sábado, 21 de maio de 2022

Solemni lança o seu 2º single "Chimera"; ouça

A banda paulistana de metal sinfônico, Solemni, fundada pelo baterista Mateus Nunes, depois de lançar seu primeiro single "True Lies - A Labyrinth to a Paradise" em 2021, retorna agora em 2022 com seu novo single "Chimera".

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A banda que já é vista (e dita por muitos) como a promessa do Metal Nacional, coroa a sua nova formação que agora conta com Melissa Ailyria nos vocais, inaugura na "Chimera" essa nova fase, e reforça (ainda mais) ao que veio.

A banda segue na mesma das já conhecidas Epica e Nightwish, After Forever e afins, mas com muita originalidade e um DNA característico, e identidade única.

Os próximos planos da banda agora é em lançar o seu primeiro trabalho full que já está sendo trabalhado.

As expectativas são altas! Fiquem ligados nas novidades!

A banda comprova que o metal em nosso país pode e deve ser visto e reconhecido como referência.

Confira a canção "Chimera" no player abaixo:


Assista também o clipe da música "True Lies - A Labyrinth to a Paradise", divulgada anteriormente:


A banda atualmente é:

- Melissa Ailyria: Vocais

- Daniele: Piano - Orquestra

- Mateus: Bateria, Letras e Guturais

sexta-feira, 20 de maio de 2022

Arch Enemy lança clipe para "Sunset Over The Empire", canção de seu novo álbum; assista

"Sunset Over The Empire" integra Deceivers”, 11º álbum de estúdio do Arch Enemy, que chegará em 29 de julho próximo, via  Century Media Records.

O trabalho sucederá "Will to Power" e já tivera 3 canções previamente reveladas: "Handshake With Hell", "House Of Mirrors" e "Deceiver, Deceiver" (confira todas, clicando nos links em vermelho).

Arch Enemy: Alissa White-Gluz fala sobre novo álbum, performance ao vivo e o futuro do metal.

Sempre é um desafio elevar o nível a cada trabalho, tanto na composição quanto na produção. Pode parecer um pouco assustador antes de entrarmos nisso. Mas uma vez que começamos e mergulhamos totalmente no processo criativo, é como se não houvesse mais nada no mundo. Ficamos muito focados.

Acredite ou não, na maioria das vezes, nos divertimos muito fazendo nosso som! Criar ‘Deceivers’ não foi diferente: mais uma vez desligamos o mundo exterior e entramos profundamente na zona artística. Acredito que desta vez trouxemos alguns temas musicais e líricos realmente interessantes, algumas coisas podem até levantar uma sobrancelha ou as duas, mas sempre mantendo todos os elementos de assinatura da banda.” - declarara em nota o líder e guitarrista Michael Amott.

Assista ao clipe de "Sunset Over The Empire", no player abaixo:

Tracklist:

Handshake With Hell

Deceiver, Deceiver

In The Eye Of The Storm

The Watcher

Poisoned Arrow

Sunset Over The Empire

House Of Mirrors

Spreading Black Wings

Mourning Star

One Last Time

Exiled From Earth

Evergrey lança seu novo álbum "A Heartless Portrait (The Orphean Testament)"; ouça

"A Heartless Portrait (The Orphean Testament)", 13º álbum de estúdio do Evergrey, chegou hoje, via Napalm Records.

O trabalho sucede "Escape of the Phoenix", do ano passado.

Ouça "A Heartless Portrait (The Orphean Testament)", via Spotify, no player abaixo:

Tracklist:

01 Save Us

02 Midwinter Calls

03 Ominous

04 Call Out the Dark

05 The Orphean Testament

06 Reawakening

07 The Great Unwashed

08 Heartless

09 Blindfolded

10 Wildfires.

A Banda:

Tom S. Englund – vocais, guitarras

Henrik Danhage – guitarras

Johan Niemann – baixo

Jonas Ekdahl – bateria

Rikard Zander – teclados

Edenbridge lança clipe de "The Road To Shangri-La", canção de seu novo álbum; assista

"The Road To Shangri-La" integra "Shangri-La", seu 11º álbum de estúdio, que chegará no dia 26 de agosto próximo, via AFM Records.

Lançamento chega celebrando o 49º aniversário da frontwoman Sabine Edelsbacher.

Edenbridge lança vídeo de "Somewhere Else But Here", canção de seu novo álbum.

O trabalho sucederá "Dynamind" (2019 - Leia a Resenha) e foi concebido através de uma campanha de crowdfunding (financamento coletivo).

Assista ao clipe de "The Road To Shangri-La" no player abaixo:

Letra:

We face a lost horizon

The end of all we know

The dogma all pervasive flow


The haste and all the restraint

Riding for a fall

The shallowness has kept us small


We're all in dire need

Of help to come

Back to affinity

To finally come undone


The powers of perception

Have often gone astray

A down-right shame, the price to pay


A storm so punishing here

Will bring the about-turn

To go the distance and return


We came from miles around

With hopes that never died

Closley guarded secrets

In mystery they're attired


The road to Shangri-la

The last realm of the soul is a mystery

The spell of Shangri-la

An arcadian dream can be our treasury


The road to Shangri-la

The last realm of the soul is a mystery

The spell of Shangri-la

An arcadian dream can be our treasury


The road to Shangri-la

Shangri-la

The land behind the times is a mystery

Time is a mystery here

The peace of Shangri-la

Shangri-la

Is a mental gem of men without boundaries

Shangri-la


Tracklist:

1. AT FIRST LIGHT (8.03)

2. THE CALL OF EDEN (3.49)

3. HALL OF SHAME (4.59)

4. SAVAGE LAND (4.32)

5. SOMEWHERE ELSE BUT HERE (4.26)

6. FREEDOM IS A ROOF MADE OF STARS (5.51)

7. ARCADIA (THE GREAT ESCAPE) (5.11)

8. THE ROAD TO SHANGRI-LA (4.56)

    THE BONDING (PART 2) (16.08)

9. The Bonding Overture

10. Alpha And Omega

11.The Eleventh Hour

12. Round And Round

13. The Timeless Now – Finale

quarta-feira, 18 de maio de 2022

Journey lança single “Let It Rain”; ouça

Freedom” será lançado no dia 8 de julho próximo.

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Let It Rain” é o mais novo single do próximo disco da banda americana Journey. “Freedom”, que será lançado em julho, já foi antecipado pela faixa “You Got the Best of Me” e agora mostra o groove, balanço e tempero sensual do grupo em “Let It Rain”. O lançamento é da BMG.

Ouça “Let It Rain”: https://journeymusic.lnk.to/LetItRainPR 

É um improviso elétrico que fiz, e Narada e eu elevamos a outro nível. Fiz os arranjos enquanto tocávamos. Estava pensando em algo tipo Chaka Khan, algo funky com baterias bem sensuais, provocante como um encontro de Chaka com Hendrix e Prince, numa espécie de sopa cajun”, recorda o guitarrista, compositor, produtor musical e membro fundador do grupo Neal Schon. “Arnel ama esse tipo de rock and roll, ele é um cantor de rock natural. Então agora sabemos que ele com certeza consegue fazer isso - me lembra Steven Tyler em alguns momentos. Simplesmente deu certo”, completa Schon, sobre a performance vocal de Arnel Pineda.

A banda vem fazendo shows pelos EUA desde fevereiro e, a partir da segunda quinzena de julho, darão início a uma série de apresentações no Resorts World Casino em Las Vegas, para celebrar o lançamento do álbum. Em breve, estes shows aparecerão no vídeo oficial para o single anterior, “You Got the Best of Me”.

Com mais de 100 milhões de álbuns vendidos, clássicos imortais e presença no Hall da Fama do Rock’n’Roll, o Journey prepara mais uma página para uma carreira lendária. “Freedom” será seu primeiro álbum de inéditas em mais de uma década - desde o álbum “Eclipse”, de 2011.

Journey lança single “You Got the Best of Me” e anuncia primeiro álbum em mais de uma década.

Além do tecladista e compositor Jonathan Cain e do vocalista Arnel Pineda, mais um membro foi recrutado para o próximo disco - o baixista Randy Jackson, que havia tocado no álbum “Raised on Radio” (1986). O novo álbum da banda já está disponível para pré-save e venda.

Garanta “Freedom” na pré-venda: https://journeymusic.lnk.to/FreedomPR

Oceans of Slumber divulga o single "Hearts Of Stone"; canção de seu novo álbum; ouça

"Hearts Of Stone" integra "Starlight And Ash", 5º álbum da banda texana Oceans of Slumber, que chegará no dia 22 de julho próximo, via Century Media Records.

O trabalho sucederá o ótimo auto-íntitulado de 2020.

""HEARTS OF STONE" - esta música originalmente tinha um título mais longo. Era “Corações de pedra, jardins de luto”. Decidimos encurtá-lo por qualquer motivo, mas sempre penso no nome completo. Essa música é uma espécie de história de origem. É um personagem atormentado por suas más decisões, nunca tendo realmente um bom começo de vida. Tudo parece sempre nos alcançar, não importa o quão longe tentemos correr." - disse em nota a frontwoman Cammie Gilbert.

Ouça "Hearts Of Stone" no player abaixo:


Confira também a canção "The Waters Rising", 1º single do vindouro trabalho, revelada anteriormente:


Tracklist:

1 - The waters rising

2 - Hearts of stone

3 - The lighthouse

4 - Red forest roads

5 - The hanging tree

6 - Salvation

7 - Star altar

8 The spring of '21

9 - Just a day

10 - House of the rising sun

11 - The shipbuilder's son

sexta-feira, 13 de maio de 2022

Florence + The Machine lança o álbum “Dance Fever”; ouça

Gravado durante à pandemia, novo trabalho consiste em um “conto de fadas em 14 canções

Dance Fever”, 5º álbum de estúdio de Florence + The Machine, chegou hoje, via Republic Records, sucedendo “High as Hope” (22018) e trazendo uma pluralizada influência no trabalho, que vão desde à sonoridade punk e post punk de Iggy Pop e Nick Cave, até o folk-country de Lucinda Williams e Emmylou Harris, além de temáticas pr-e-rafaelitas, ficção gótica e filmes de terror folclóricos.

Ademais, o trabalho entrega tudo o que Florence sentiu falta durante o lockdown, como ela mesma revelou em comunicado:

As músicas evocam o que mais senti falta durante o lockdown: casas noturnas, dançar em festivais, estar no turbilhão do movimento e união.

Ouça “Dance Fever” via Spotify, ou clique AQUI para demais plataformas.


Tracklist:

King
Free
Choremania
Back In Town
Girls Against God
Dream Girl Evil
Prayer Factory
Cassandra
Heavn Is Here
Daffodil
My Love
Restraint
Time Bomb
Morning Elvis

Visions of Atlantis lança seu novo álbum "Pirates"; ouça

"Pirates", 8º álbum de estúdio da banda austríaca Visions of Atlantis, chegou hoje, via Napalm Records.

O trabalho sucede "Wanderers" (2019).

Visions of Atlantis libera clipe de "Master the Hurricane", canção de seu novo álbum "Pirates"; assista.

Visions of Atlantis anuncia novo álbum "Pirates" e libera clipe da canção "Legion of the Seas"; assista.

Visions of Atlantis libera clipe de "Melancholy Angel", canção de seu novo álbum "Pirates"; assista.

Em nota, a banda comentou sobre o lançamento do disco:

"Marinheiros, Andarilhos e Piratas por aí, estamos muito animados para compartilhar com vocês o fruto de 2 anos de intenso trabalho apaixonado.

Venda aqui: https://bit.ly/3tiPvf5

Ser Pirata para nós é estar plenamente consciente e ter a vida nas próprias mãos, viver e pensar livremente, abraçar a vida como uma aventura com toda a sua luz e escuridão.

Com o novo álbum, estamos abrindo uma nova era para o Visions of Atlantis, abraçando totalmente a identidade com a qual estamos flertando há vários anos, fazendo a música que realmente ressoa com nossas almas.

Continuamos nossa jornada nos levando por águas mais escuras, tempestades mais pesadas, onde tudo serve de pano de fundo para uma metáfora sobre crescimento pessoal e espiritualidade."

Ouça "Pirates" via Spotify no player abaixo:

Tracklist:

Pirates will Return

Melancholy Angel

Master the Hurricane

Clocks

Freedom

Legion of the Seas

Wild Elysium

Darkness Inside

In my World

Mercy

Heal the Scars

I will be Gone