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segunda-feira, 21 de junho de 2021

Anette Olzon celebra seus 50 anos com clipe de música nova; assista

Parasite" integra "Strong", 2º álbum solo da vocalista Anette Olzon (Nightwish, The Dark Element, Allen/Olzon), que chegará no dia 10 de setembro próximo, via Frontiers Music Srl.

Parasite é uma música sobre aqueles que criam desastre neste mundo com suas mentiras, seus esquemas, sua ganância e ódio. Escondendo suas intenções por trás de uma fachada respeitável. Viver em um mundo um pouco caótico com uma pandemia, política maluca, violência, comportamento nas redes sociais e pessoas expondo suas opiniões sobre os outros o tempo todo é a base por trás da ideia das letras do álbum. Musicalmente, eu queria um álbum muito mais pesado, mas com melodias fortes, e me inspirei em bandas que gosto, como Dimmu Borgir e In Flames” - explica Anette.

A canção, que chega na ocasião em que Anette celebra seus 50 anos de vida, fora composta em parceria com o guitarrista e produtor sueco, compatriota de Anette, Magnus Karlsson, que integra o line up do álbum.

Tracklist:

1 Bye Bye Bye

2 Sick of You

3 I Need to Stay

4 Strong

5 Parasite

6 Sad Lullaby

7 Fantastic Fanatic

8 Who Can Save Them

9 Catcher of My Dreams

10 Hear Them Roar

11 Roll the Dice

A Banda:

Anette Olzon – vocal

Magnus Karlsson – guitarra

Johan Husgafvel – baixo

Anders Köllerfors – bateria

sexta-feira, 18 de junho de 2021

The Pretty Reckless lança clipe de “Only Love Can Save Me Now”; assista

Only Love Can Save Me Now” integra "Death By Rock and Roll", 4º full-lenght da banda The Pretty Reckless, que chegara no dia 12 de fevereiro último, via Century Media Records / Fearless Records (EUA).

A faixa conta com as colaborações de Matt Cameron and Kim Thayil, ambos do Soundgarden.

The Pretty Reckless libera clipe de "And So It Went", canção de seu novo álbum, com Tom Morello; assista.

The Pretty Reckless libera clipe de "25", canção de seu novo álbum; assista.

The Pretty Reckless lança clipe de "Broomsticks", seu single de Halloween. Assista.

Assista ao clipe no player abaixo:

Ouça o álbum na íntegra:

Tracklist:

1. Death By Rock And Roll
2. Only Love Can Save Me Now
3. And So It Went
4. 25
5. My Bones
6. Got So High
7. Broomsticks
8. Witches Burn
9. Standing At The Wall
10. Turning Gold
11. Rock And Roll Heaven
12. Harley Darling

Edge of Paradise lança clipe para o single "Digital Paradise"; assista

Canção é o 1º trabalho inédito desde o álbum "Universe", de 2019 e deve integrar o vindouro álbum da banda, que chegará via Frontiers Music.

Assista ao clipe no player abaixo:

Jinjer libera clipe de "Vortex", canção de seu novo álbum; assista

"Vortex" integra "Wallflowers", novo álbum da banda Jinjer, que chegará no dia 27 de agosto próximo, em diversos formatos, via Napalm Records.

"A faixa, assim como o álbum, são as experiências mais intensas, frenéticas e pessoais que gravamos até agora, e podemos dizer honestamente, sem dúvida, da música ao visual, que este é o melhor material que temos escrito até agora. Estamos muito animados em compartilhar isso com você." - disse a banda em nota.

Assista ao clipe no player abaixo:

Tracklist:

01 Call Me a Symbol

02 Colossus

03 Vortex

04 Disclosure!

05 Copycat

06 Pearls and Swine

07 Sleep of the Righteous

08 Wallflower

09 Dead Hands Feel No Pain

10 As I Boil Ice

11 Mediator

Ouça "Death Turns a Blind Eye", novo single do Mortemia (feat. Marcela Bovio)

"Death Turns a Blind Eye", novo single do Mortemia, projeto paralelo de Morten Veland, guitarrista e líder do Sirenia, chegara hoje, e contando com a participação especial da frontwoman do Dark Horse White Horse, Marcela Bovio, que também integra o MaYan e Ayreon.

Esta é a segunda canção do projeto. A primeira foi "The Enigmatic Sequel", trazendo como convidada a frontwoman do Eleine, Madeleine Liljestam e você pode conferir sobre no link abaixo.

Ouça "The Enigmatic Sequel", novo single do Mortemia (feat. Madeleine Liljestam, do Eleine).

Sirenia lança lyric video de "This Curse Of Mine", canção de seu novo álbum; assista.

Sirenia: entrevista exclusiva com a vocalista Emmanuelle Zoldan / exclusive interview with vocalist Emmanuelle Zoldan.

Este é o 1º trabalho do projeto desde o álbum único "Misere Mortem" (2010).

"Conheço Marcela há mais de uma década e ela é definitivamente uma das minhas cantoras favoritas no gênero, ela tem um alcance vocal impressionante, ótima interpretação, um nervo presente e uma técnica incrível. Trabalhar neste projeto até agora tem sido uma jornada incrível para mim, e me sinto verdadeiramente privilegiado por ter Marcela a bordo deste projeto. Estou realmente ansioso para compartilhar essa música com todos vocês." - disse Veland em nota.

Ouça no player abaixo:

quarta-feira, 16 de junho de 2021

Therion libera clipe de "Eye Of Algol", canção de seu novo álbum; assista

"Eye Of Algol", integra "Leviathan", novo álbum do Therion, que chegara dia 22 de janeiro último, em diversos formatos, via Nuclear Blast.

Therion lança o novo álbum, "Leviathan" e libera clipe de "Tuonela", com Marko Hietala (ex-Nightwish); ouça e assista.

Therion libera clipe de "Die Wellen der Zeit", canção de seu novo álbum; assista.

Detalhes de "Leviathan". novo álbum do Therion. Assista ao lyric video da faixa-título.

À Venda.

Assista ao clipe de "Eye Of Algol" no player abaixo:

Ouça o álbum na íntegra:

Tracklist:

01. The Leaf on the Oak of Far

02. Tuonela (feat. Marco Hietala)

03. Leviathan

04. Die Wellen der Zeit

05. Aži Dahāka

06. Eye of Algol

07. Nocturnal Light

08. Great Marquis of Hell

09. Psalm of Retribution

10. El Primer Sol

11. Ten Courts of Diyu

12. Eye of Algol (alternative vocals version)

13. Tuonela (full Marco vocals version)

14. Tuonela (alternative vocals version)

15. Tuonela (instrumental version)

16. Tuonela (orchestral version)

Vocais:

1. The Leaf of the Oak of Far -Thomas/Rosalía

2. Tuonela - Thomas/Marko Hietala/Taida Nazraić

3. Leviathan - Lori/Chiara (na nota final)

4. Die Wellen der Zeit - Taida Nazraić

5. Aži Dahāka - Thomas/Chiara

6. Eye of Algol - Rosalía

7. Nocturnal Light - Thomas/Lori/Chiara

8. Great Marquis of Hell - Thomas/Lori (nos corais)

9. Psalm of Retribution - Mats Léven/Thomas/Lori

10. El Primer Sol Thomas/Rosalía (inclusive em espanhol)

11. Ten Courts of Diyu - Noa Gruman/Taida Nazraić/Thomas

- Compositores:

Christofer (Tuonela, Leviathan, Aži Dahāka)

Christofer e Thomas (The Leaf of the Oak of Far, Eye of Algol, Great Marquis of Hell, Psalm of Retribution, El Primer Sol)

Thomas (Nocturnal Light, Ten Courts of Diyu)

Nalle (Die Wellen der Zeit)

- Vocais convidados:

Hellscore (Corais)

Marko Hietala

Mats Levén

Noa Gruman

Taida Nazraić

- Bateria (convidados):

Björn Höglund (The Leaf of the Oak of Far, Tuonela, Leviathan, Eye of Algol, Great Marquis of Hell, Psalm of Retribution)

Snowy Shaw (Die Wellen der Zeit, Aži Dahāka, Nocturnal Light, El Primer Sol, Ten Courts of Diyu)

- Arranjos orquestrais:

Fabio Amurri

- Letras:

Per Albinsson

- Therion é:

Christofer Johnsson - Guitarra

Christian Vidal - Guitarra

Nalle Påhlsson- Baixo (estúdio)

Thomas Vikström - Vocais

Rosalía Sairem - Vocais

Chiara Malvestiti - Vocais

Lori Lewis-Perkis - Vocais (estúdio)

terça-feira, 15 de junho de 2021

Aline Happ convida Rod Wolf em vídeo cover do Cranberries

A música mais pesada dos Cranberries, "Zombie", ganha uma versão heavy metal na voz de Aline Happ, acompanhada do guitarrista Rod Wolf. A parceria nascida no Lyria agora traz peso à canção mais conhecida da banda irlandesa. A versão de "Zombie" faz parte de uma série de releituras que Happ realiza em seu canal no YouTube, o qual já conta com versões de Linkin Park, Iron Maiden, e até mesmo, The Mandalorian. Algumas das canções também estão disponíveis nas principais plataformas de streaming e download. A versão está disponível no canal do YouTube de Aline Happ.

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A música foi inspirada em um atentado terrorista que aconteceu em 1993, na Inglaterra, onde duas crianças foram mortas pelo IRA (Exército Republicano Irlandês). Considerada uma canção de guerra pelos irlandeses, "Zombie" fala sobre as dores dos pais ao perder seus filhos em uma onda violenta entre as tropas britânicas e os nacionalistas irlandeses, que durou entre as décadas de 70 e 80. A música é a mais popular dos The Cranberries, se tornando a primeira música de uma banda irlandesa a superar um bilhão de visualizações no YouTube.

Conhecida mundialmente por seu trabalho como líder, vocalista e compositora do Lyria, Aline Happ é hoje uma das vozes mais famosas do metal brasileiro. Em seu projeto solo, a artista promove releituras Gothic/Folk/Celtic de canções do rock e do metal mundial que estão disponíveis em seu canal no YouTube. Graças ao apoio dos fãs, a cantora arrecadou mais de 200% da meta do financiamento coletivo para o seu disco solo de estreia, que será lançado ainda neste ano.

Os vídeos postados no canal de Aline Happ contam com o apoio de fãs no Patreon e no Padrim. Conhecidos mundialmente, o Lyria é uma banda carioca fundada em 2012 por Aline Happ. De lá pra cá, o grupo lançou dois discos com apoio de crowdfunding, "Catharsis" (2014) e "Immersion" (2018) e tocou em diversas cidades brasileiras como Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Curitiba, São Paulo, entre outras, além de transmitir shows online com venda de ingressos para o mundo todo.

Assista “Zombie”:

Adquira o álbum em pré-venda: https://www.lyriaband.com/alinehappbr

sexta-feira, 11 de junho de 2021

Ouça “I Don’t Mind”, 1º single do novo álbum solo de Lindsey Buckingham

Faixa integra  o novo full-lenght homônimo do ex-guitarrista e vocalista do Fleetwood Mac, que chegará no dia 17 de setembro próximo.

Ouça no player abaixo:

Yngwie Malmsteen lança "Relentless Fury", canção de seu novo álbum; assista


"Relentless Fury" integra "Parabellum", novo álbum do guitarrista Yngwie Malmsteen, o seu 22º, que chegará no dia 23 de julho próximo, via Music Theories Recordings/Mascot Label Group.

Yngwie Malmsteen lança lyric video de "Wolves At The Door", canção de seu novo álbum; assista.

Ouça no no player abaixo:

Tracklist:


01. Wolves At The Door
02. Presto Vivace in C# minor
03. Relentless Fury
04. (Si Vis Pacem) Parabellum
05. Eternal Bliss
06. Toccata
07. God Particle
08. Magic Bullet
09. (Fight) The Good Fight
10. Sea Of Tranquility

Ouça "Echoes of the Soul", álbum de estreia da Crypta

"Echoes of the Soul", 1º full-lenght da Crypta, banda fundada por Fernanda Lira (baixo, voz) e Luana Dametto (bateria), ambas egressas do Nervosa, com Sonia Anubis e Tainá Bergamasch (guitarra), vindas do Burning Witches e Hagbard, respectivamente, para completar o time, chegara hoje, via Napalm Records.

Crypta lança clipe de "From the Ashes", canção de seu álbum de estreia; assista.

Ouça o álbum na íntegra:

Tracklist:

1. Awakening
2. Starvation
3. Possessed
4. Death Arcana
5. Shadow Within
6. Under the Black Wings
7. Kali
8. Bloodstained Heritage
9. Dark Night of the Soul
10. From the Ashes

sexta-feira, 4 de junho de 2021

Assista ao clipe de "Destined Path", canção do álbum de estreia do álbum de estreia do Illumishade

"Destined Path" integra "ECLYPTIC: Wake of Shadows", álbum de estreia da banda Illumishade, projeto paralelo da frontwoman do Eluveitie, Fabienne Erni, que chegará em breve.

Assista no player abaixo:


Abaixo assista ao clipe de "The Endless Vow", divulgado anteriormente:

Mr. Big: Paul Gilbert lança álbum solo e divulga clipe de "Hello North Dakota!"; ouça e assista

Canção integra "Werewolves Of Portland", 16º álbum solo do guitarrista do Mr. Big, Paul Gilbert, que chegara hoje, via The Players Club.

Aqui, além de guitarra, o músico tocara também bateria, teclado e baixo, ou seja, todos os instrumentos num trabalho 100% instrumental.

Gilbert diz:

"Vamos começar com as coisas que amo. As árvores. Os rios. Minha oficina de violões, padaria e mercearia local. Lugares lindos para caminhar e andar de bicicleta. Dirigir para qualquer coisa em menos de 15 minutos. Meus amigos músicos e engenheiros de gravação. Pequenos negócios e restaurantes maravilhosos. A escola e os professores do meu filho. A confeitaria de tortas! Adoro tudo isso. E tem aquela outra coisa que você vê no noticiário. Não quero chutar Portland enquanto está mal. Mas se continuar assim , Talvez precise fugir. Espero morar em algum lugar que não seja tanto notícia. Não tenho ouvido muito sobre Dakota do Norte, o que é bom. Na verdade, nunca estive lá. Gosto de búfalo. Isso é um começo. Obrigado."

Assista ao clipe de "Hello North Dakota!" e em esguida ouça o álbum na íntegra:


Tracklist:

1. Hello North Dakota!
2. My Goodness
3. Werewolves of Portland
4. Professorship at The Leningrad Conservatory
5. Argument About Pie
6. Meaningful
7. I Wanna Cry (Even Though I Ain't Sad)
8. A Thunderous Ovation Shook the Columns
9. Problem-Solving People
10. (You Would Not Be Able to Handle) What I Handle Everyday

ZZ Top: ouça “Hardware”, novo álbum solo de Billy Gibbons


Hardware”, 3º álbum solo do guitarra e voz do ZZ Top, Billy Gibbons, chegara hoje, via Universal Music.

Billy Gibbons lança "Desert High", canção de seu novo álbum solo; ouça.

Billy Gibbons lança clipe de "West Coast Junkie", canção de seu novo álbum solo; assista.

O trabalho fora produzido pelo próprio Gibbons, em parceria com Matt Sorum, ex-Guns N' Roses.

Ouça no player abaixo:

Tracklist:

1. My Lucky Card
2. She’s On Fire
3. More-More-More
4. Shuffle, Step & Slide
5. Vagabond Man
6. Spanish Fly
7. West Coast Junkie
8. Stackin’ Bones feat. Larkin Poe
9. I Was A Highway
10. S-G-L-M-B-B-R
11. Hey Baby, Que Paso
12. Desert High

quarta-feira, 2 de junho de 2021

Burning Witches divulga clipe de, "We Stand As One", canção de seu novo álbum; assista

Faixa integra "The Witch of The North", novo álbum da banda suíça Burning Witches, que chegara em 28 de maio último, via Nuclear Blast.

Burning Witches divulga clipe de, "The Witch of The North", faixa-título de seu novo álbum; assista.

Burning Witches divulga clipe de, "Flight Of The Valkyries", canção de seu novo álbum; assista.


O trabalho marca a estreia da guitarrista Larissa Ernst, que substituíra Sonia "Anubis" Nusselder, que deixara a banda em maio de 2020 para se juntar à nova banda de death metal Crypta.

Assista ao clipe de "We Stand As One" no player abaixo:


Tracklist:

01. Winter's Wrath
02. The Witch Of the North
03. Tainted Ritual
04. We Stand As One
05. Flight Of The Valkyries
06. The Circle Of Five
07. Lady Of The Woods
08. Thrall
09. Omen
10. Nine Worlds
11. For Eternity
12. Dragon's Dream
13. Eternal Frost

Ex-vocalista do Delain, Charlotte Wessels, anuncia o seu 1º álbum solo

A ex-cantora e compositora do Delain Charlotte Wessels lançará seu primeiro trabalho solo, "Tales From Six Feet Under", em 17 de setembro próximo, em LP e digital, via Napalm Records.

Charlotte Wessels, ex-Delain, lança clipe de "Victor", sua nova canção como artista solo; assista.

Incapaz de se apresentar ao vivo devido à pandemia, Wessels passou a maior parte do ano passado enterrada em seu estúdio caseiro Six Feet Under, escrevendo, atuando e produzindo uma eclética riqueza de canções. "Tales From Six Feet Under" traz suas influências fora do grupo. Todos os instrumentos e vocais nessas dez canções íntimas e honestas foram executados ou programados pela própria Wessels, exceto pela emocionante colaboração de Alissa White-Gluz (Arch Enemy) na faixa "Lizzie", mostrando a natureza multifacetada de Wessels, incluindo habilidade excepcional para expressar os sentimentos e emoções mais sinceros dentro de sua arte.

Wessels diz:

"Em maio de 2020, comecei a lançar uma música todos os meses no Patreon como uma válvula de escape para o meu excedente de música, e faixas que escrevi que não combinavam com minha banda. O ano que se seguiu foi uma montanha-russa absoluta, de viver através de uma pandemia global para fechar um capítulo tão caro para mim. Isso transparece através dessas músicas, feitas aqui mesmo no meu estúdio caseiro Six Feet Under. Produzir essas músicas com o apoio de uma comunidade maravilhosa tem sido um salva-vidas durante tempos tão turbulentos, e estou feliz por trazê-las do porão para o mundo com este lançamento. Deixe-me contar a vocês os 'Tales From Six Feet Under'."

O trabalho é uma coleção eletrizante com joias que vão do indie pop melancólico ao rock com base em sintetizadores. O álbum apresenta a interpretação de Wessels do clássico gótico "Cry Little Sister", bem como uma bela sinergia das vozes impressionantes de Wessels e White-Gluz em "Lizzie". Também estreia uma música na língua nativa de Wessels como o rock em holandês "Afkicken". A hipnotizante e assustadora "Victor" foi lançada em abril deste ano junto com um videoclipe visualmente palpável. "Soft Revolution" mostra o artista exatamente onde a mágica acontece; em seu estúdio Six Feet Under. A música - parte doce tristeza, parte crescente chamada à ação - está rapidamente se tornando uma das favoritas dos fãs.

Wessels afirmou sobre "Soft Revolution":

"'Soft Revolution' foi uma canção catártica de escrever e significa muito para mim saber como ela ressoa nas pessoas. Trabalhando na canção, esperava que se tornasse uma peça musical isso deixaria os ouvintes menos sozinhos em seus sentimentos, mas nunca esperei que acabasse fazendo isso comigo também."

Via Blabbermouth.

Tracklist:

Side A

01. Superhuman

02. Afkicken

03. Masterpiece

04. Victor

05. New Mythology

06. Source Of The Flame

Side B

07. Cry Little Sister

08. Lizzie (a duet with Alissa White-Gluz)

09. FSU (2020)

10. Soft Revolution

Pink Floyd anuncia "Animals" com nova mixagem e Roger Waters divulga encarte vetado por David Gilmour

O Pink Floyd anunciara a nova mixagem de seu icônico álbum "Animals", de 1977 e o lançamento reabrira as desavenças de outrora entre Roger Waters e David Gilmour.

Isso porque as "liner notes", que deveriam encorpar o novo encarte do material, fora vetado por David, por enaltecer a importância enorme de Roger na feitura da obra e deixá-lo numa possível posição incomodativa.

Waters, compositor de 4 e meia das 5 canções do disco, além de todo o seu conceito, desejava que o encarte novo contivesse notas redigidas pelo jornalista musical Mark Blake, as quais frisava sua liderança no processo. Gilmour, por sua vez, ainda que reconhecendo a veracidade do texto, vetara o mesmo para integrar o lançamento, o que fizera com que seu ex-colega resolvesse divulgar um vídeo onde explica que expusera o texto de Blake integralmente em seu site por conta própria.

No vídeo, ele crítica David Gilmour (e sua mulher, Polly Samson) por querer passar a ideia de que fora mais importante do que para o Pink Floyd, entre 1967 e 1985, período em que ambos co-existiram no grupo.

"Como fui proibido por Dave Gilmour de postar na página do Pink Floyd no Facebook, com seus 30 milhões de seguidores, estou postando este anúncio aqui hoje e na íntegra em meu site.

O que me faz escrever esse texto é que há notas mixagens de James Guthrie, em estéreo e em 5.1, para o álbum "Animals" (1977), do Pink Floyd. Essas mixagens seguem sem serem lançadas por conta de uma disputa relacionada a algumas notas do encarte escritas por Mark Blake. Gilmour vetou o lançamento a não ser que as notas sejam removidas. Ele não contesta a veracidade do que foi escrito por Mark, mas quer que a história permaneça em segredo"

Para ele, trata-se de "uma pequena parte de uma campanha contínua feita por Gilmour e Samson para dar a Dave mais crédito pelo trabalho dele no Pink Floyd de 1967 a 1985 do que o devido"

"Divirtam-se. Não há nada controverso aqui, apenas alguns fatos" - finalisa o assunto, postando a seguir as palavras de Blake na íntegra,  


Como você pode perceber, no vídeo Roger Waters também anuncia uma vindoura biografia, contando sua trajetória pessoal e artística

Ademais, o líder floydiano questionara em texto, uma entrevista concedida por David Gilmour à Rolling Stone em 1982, onde este se declara presente e relevante na confecção da intro da canção "Money", de autoria de Roger Waters, que integra o álbum "The Dark Side of the Moon":

"Era tentativa e erro. Você junta as fitas e se soa legal, você usa. Se não, tira uma seção dela e coloca em outra. Às vezes, coloca ao contrário. [...] Fizemos assim e trouxe o som: 'chung, dum, whoosh'. Soava incrível, então usamos", disse David.

"A razão pela qual as coisas ditas por David Gilmour soam bobagem nessa entrevista é porque são bobagem. Ele não fazia ideia do que estava falando. Por quê? Porque a menos que ele estivesse escondido, David Gilmour não estava lá quando eu fiz a gravação da abertura de 'Money', no estúdio que eu compartilhava com minha esposa, Judy, no fundo do nosso jardim em 187, New North Road, Islington, ao lado do North Pole Pub, onde eu jogava dardos.

A história completa do que aconteceu está em minha autobiografia! Então, espero que isso abra o seu apetite, assim como os de David e Polly (emoji de risos)"

Abaixo leia a íntegra do texto vetado por David e mostrado por Roger:

"Apesar de ser gravado em Londres durante a longa onda de calor do verão de 1976, o ‘Animals’ do Pink Floyd permanece um álbum sombrio. Sua crítica do capitalismo e da ganância acertou o clima que prevalecia na Grã-Bretanha: uma época de luta industrial, confusão econômica, The Troubles na Irlanda do Norte, e os conflitos raciais em Notting Hill. O álbum foi lançado em 23 de Janeiro de 1977, mas as raízes do décimo álbum de estúdio do Pink Floyd voltam para antes na década. Seguindo o sucesso do ‘The Dark Side of the Moon’ de 1973, o Pink Floyd ponderou seu próximo movimento. Durante uma sessão de improvisos de duas a três semanas de duração no começo de 1974, a banda trabalhou em ideias para três novas composições. Dessas sessões a banda desenvolveu ‘Shine On You Crazy Diamond’, (Um apaixonado tributo a Syd Barrett, palavras de Roger Waters. Adicionado por mim, perdão não pude aguentar.) que se tornou a peça central do próximo álbum do Floyd, ‘Wish You Were Here’, e ‘Raving and Droolin’ (composta por Roger Waters) e ‘You Gotta Be Crazy’ escrita por Waters e David Gilmour.

‘Raving and Drooling’ era uma história de desordem social violenta, enquanto ‘You Gotta Be Crazy’ contava a história de um empresário sem alma que rasgava e roubava para chegar no topo. Ambas foram apresentadas ao vivo pela primeira vez na turnê de inverno do Floyd em 1974. Elas foram ambas consideradas para o álbum ‘Wish You Were Here’, mas Roger insistiu que nenhuma das canções era relevante para a ideia geral, que ‘Wish You Were Here’ era em essência sobre a ausência, e uma vez que nenhuma das canções encaixava em sua concepção do tema geral do disco, nenhuma das canções deveria ser incluída. A banda eventualmente concordou. Passe dois anos pra frente, e Roger teve uma ideia para o novo álbum do Pink Floyd. Ele pegou emprestado da história alegórica de George Orwell, ‘A Revolução dos Bichos’, na qual os porcos e outros animais da fazenda eram reimaginados antropomorficamente. Waters retrata a raça humana como três sub-espécies presas em um ciclo violento, vicioso, com as ovelhas servindo os porcos déspotas e os cachorros autoritários. ‘You Gotta Be Crazy’ e ‘Raving and Drooling’ se encaixavam perfeitamente em seu novo conceito. No meio tempo, um ano antes, o grupo havia comprado uma série de prédios de igreja inutilizados em Britannia Row, Islington, os quais foram convertidos em m estúdio ou local de armazenamento. Antes disso todos os lançamentos de estúdio do Pink Floyd tinham sido parcialmente ou integralmente gravados nos estúdios Abbey Road. O Pink Floyd também havia encontrado um novo engenheiro de gravação. Brian Humphries, um engenheiro dos estúdios Pye, o qual eles tinham conhecido enquanto gravavam a trilha sonora de ‘More’, um filme dirigido por Barbet Schroeder. O Brian tinha então sido engenheiro de ‘Wish You Were Here’ no Abbey Road, e também os ajudou na estrada, então eles passaram a conhecê-lo muito bem. Usar seu próprio estúdio marcou uma mudança significativa nos métodos de trabalho da banda. Houve empecilhos e problemas crescentes, mas também um grande senso de liberdade.

Seguir os instintos do Roger sobre as novas músicas teve resultado, as canções tinham um ar agressivo bastante removido dos espaços sonoros exuberantes de ‘Wish You Were Here’. Era uma mudança de direção na hora certa. Em Britannia Row, ele renomeou ‘Raving and Drooling’, ‘Sheep’ e ‘Gotta Be Crazy’ virou ‘Dogs’. A narrativa estava completa com a adição de duas novas canções de Waters: ‘Pigs (Three Different Ones)’ e ‘Pigs on the Wing’.

Em ‘Pigs (Three Different Ones)’, a letra falava nominalmente de Mary Whitehouse, a chefe da Associação Nacional de Espectadores e Ouvintes. Whitehouse era uma crítica aberta do sexo e da violência na televisão britânica e um alvo tópico para a ira de Roger. O assunto em questão era desolador, mas Nick Mason relembrou momentos mais leves ao sobrepor efeitos especiais e barulhos de curral nas músicas. Enquanto ‘Sheep’ também abriu espaço para a variação de humor negro de Roger para o Salmo 23: ‘He maketh me to hang on hooks in high places/He converteth me to lamb cutlets…’ [‘Ele me faz ficar pendurado em ganchos em lugares altos/Ele me converteu em costeletas de cordeiro’] A música e a performance espelhavam a intensidade das letras. Os sintetizadores misteriosos do tecladista Richard Wright e seu órgão Hammond aumentavam o nível de desconforto. Enquanto o vocal principal dividido com David Gilmour em ‘Dogs’ e sua guitarra em ‘Animals’ ofereciam um contraponto marcante às letras brutais de Roger. Em contraste, ‘Animals’ começava e terminava em uma observação otimista. Os versos de ‘Pigs on the Wing’ foram divididos em dois e encadernavam o álbum. As letras e a performance vocal de Roger da intro e outro acústicas (‘You know that I care what happens to you/And I know that you care for me too…’) [‘Você sabe que eu ligo para o que acontece com você/E eu sei que você liga pra mim também…’] sugeriam esperança para a humanidade. A ideia para o porco voador do Pink Floyd também era de Roger. Ele já tinha pedido a sua construção como um dispositivo de palco para a próxima turnê. O Storm Thorgerson e o Aubrey Powell da empresa de design Hipgnosis, tinham produzido algumas ideias de design para uma capa do ‘Animals’ e apresentaram elas à banda mas ninguém da banda gostou delas, e quando Roger adicionou sua desaprovação alguém disse, ‘Bom por que você não pensa em algo melhor então?’ E então ele o fez, enquanto dirigia de sua casa no Sul de Londres até Brittania Row, ele passava regularmente pela Battersea Power Station. Ele era atraído pelo imponente prédio de tijolos, e pelo número quatro. Quatro na banda, quatro chaminés fálicas, e se a Power Station fosse virada de cabeça pra baixo ela lembrava uma mesa com quatro pernas. Ele foi atrás de sua ideia e fez uma maquete, um modelo em escala menor do que viria a ser o porco inflável em escala completa. Ele então tirou fotografias da Battersea Power Station e criou um rascunho fotográfico de uma capa do álbum. O resto da banda amou. Storm e Po, que tinham feito o design de todas as capas de álbum anteriores do Pink Floyd, graciosamente se ofereceram para encontrar fotógrafos para a sessão de fotos, e o fizeram. No primeiro dia da sessão de fotos, o porco não conseguiu ser inflado. No segundo dia, ele se libertou de suas amarras e desapareceu na direção do belo céu, gerando uma ligação frenética à polícia e a parada de todos os vôos saindo e chegando em Heathrow. O porco eventualmente caiu no campo de um fazendeiro em Kent.

No dia seguinte, a sessão seguiu em frente sem problemas, ótimos registros do porco na situação mas sem o céu avermelhado. Então Storm e Po colocaram o Porco do dia três no céu do Dia dois, bingo! Histórico. ‘Animals’ foi um sucesso, alcançando o número 2 no Reino Unido e o número 3 nos EUA. O porco do Pink Floyd, Algie, fez sua estreia ao vivo na subsequente turnê ‘In the Flesh’ em 1977. Em shows de estádio na América, ele foi colocado ao lado de outra ideia de Waters, uma família nuclear inflável contendo uma mãe, um pai e 2 crianças e meia, cercadas pelos mimos de uma vida focada no consumo: um Cadillac inflável, uma TV enorme e um refrigerador. Roger os chamou de Electric Theatre. Tanto o álbum quanto a turnê sinalizaram o caminho para o próximo lançamento do Pink Floyd, ‘The Wall’, e para as ideias ainda mais ambiciosas de Roger, tanto em relação à sua música, narrativas, políticas e shows no palco. Mas seus temas e ideias explorados em ‘Animals’ ainda perduram. Mais de 40 anos depois o álbum foi remixado em stereo e 5.1. Em tempos problemáticos e em um mundo incerto, ‘Animals’ é tão oportuno e relevante agora como foi antes."

Mark Blake