Confraria Floydstock: industrial rock
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quarta-feira, 4 de agosto de 2021

Lost in the Storm libera vídeo áudio do novo single ‘The New Order’

O álbum ‘Resist’ da Lost in the Storm, libera doses generosas de ansiedade ao fã que testemunhou a chegada de grandes singles de divulgação. No entanto, a data de lançamento do full-length ainda é uma incógnita, mas já temos bons exemplos do que vem por aí. A última novidade da vocalista Flávia Americano e dos guitarristas Fábio Andrey (também vocalista) e Valter Martins é a liberação da música ‘The New Order’.

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Confira:

A obra revela o clima característico da banda, que é um misto de industrial, thrash metal e prog metal. Com o peso em destaque, sentimos acima de tudo, uma aura mais densa com poder evocado da alma. Em contrapartida, a sonoridade moderna que nos chama atenção pelos arranjos e um solo harmonioso, deixa tudo bem mais solto. Sim, a Lost in the Storm pode ser tão crua quanto complexa.

Aos poucos o álbum ‘Resist’ toma forma impulsionado pelos carros-chefes ‘The New Order’, ‘Lie to Me’, ‘Plague’ e ‘Resist’ (single) que já estão disponíveis. Por conseguinte, o mundo passa a conhecer mais uma banda que apesar do pouco tempo de atividade, possui grandes habilidades para a música. Siga o trio pelas suas redes sociais e plataformas digitais e verás o quanto a Lost in the Storm agrega à cena mundial.

terça-feira, 27 de julho de 2021

Fryer busca a luz em meio à escuridão em conceitual álbum “The Moth - Before the Darkness”

Lançamento é do selo Nightbird Records

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Tal qual uma mariposa desesperada à procura da luz, Fryer busca um olhar para o futuro através da escuridão em seu álbum de estreia. Usando com referência sons góticos, industriais e pós-punk com um viés contemporâneo, “The Moth - Before the Darkness” é um curto e cru trabalho cheio de ambiências que dialogam com o cenário de caos sócio-político do Brasil atual. O lançamento é realizado pelo selo norte-rio-grandense Nightbird Records em todas as plataformas de streaming. 

Ouça “The Moth - Before The Darkness: https://smarturl.it/TMBTDFryer

Esse é um disco conceitual que aborda várias figuras presas em um ambiente escuro onde ninguém sabe onde está, como chegou ali ou para onde está indo. Quase uma referência a Beckett. O álbum funciona como uma sátira nostálgica e atual do momento político e social que vivemos abordando temas como o narcisismo nas redes sociais e os desdobramentos políticos do Brasil nos últimos anos”, resume o artista.

Fryer é um artista visual e compositor piauiense que aborda em suas obras múltiplas questões sociais e políticas e suas ligações com temas psicológicos e emocionais. Natural de Teresina, ele traz o um olhar ao mesmo tempo enquanto pessoa nordestina e como ser humano em um mundo caótico, se conectando com as pessoas em suas exposições ou canções. A capa, de sua autoria a partir de uma colagem digital de fotografias, traz a sensação de desconforto e estranhamento proposto como ponto de partida para o início do disco.

A ausência do rosto vem justamente para representar os pensamentos e a consciência social sendo diluídas. Não é uma persona específica. Somos todos nós perdidos. Sem ambições, sem perspectivas, sem uma imagem clara do futuro e sem rosto. O objetivo era criar uma imagem que conseguisse transmitir essa personalidade quase concreta se dissolvendo em um ambiente abstrato, no escuro, como um inseto lentamente desaparecendo na noite. A figura está suspensa nesse ambiente para significar a todos nós, que nesse momento, não sabemos para onde ir ou como seguir devido aos fatos que nos cercam em 2021”, reflete ele, que preparou artes para cada uma das faixas.

O álbum foi idealizado por Fryer ao longo de 2019. A pré-produção foi feita em um processo colaborativo com sua banda, composta por Izídio Cunha (baixo), Flávio Lopes (bateria) e Jean Medeiros (guitarra). As gravações das faixas principais ocorreram no início de 2020, de modo analógico para manter a estética proposta, no ForestLAB em Petrópolis (RJ). As faixas de transição foram gravadas em Teresina (PI), ao longo da pandemia do coronavírus em uma abordagem mais experimental. Debut do artista em formato disco, “The Moth - Before the Darkness” pode ser ouvido em todos os serviços de streaming de música.

A Banda:

Sintetizadores, vocais e guitarras: Fryer

Guitarras: Jean Medeiros

Baixo: Izídio Cunha

Bateria: Flávio Lopes

sábado, 1 de maio de 2021

Garbage lança “No Gods No Masters”, faixa que dá nome ao seu sétimo álbum de estúdio

Álbum será lançado dia 11 de junho

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Garbage, uma das principais bandas do rock alternativo dos últimos 30 anos, continua a apresentar novidades de seu primeiro álbum em meia década. “No Gods No Masters” dá nome ao novo trabalho e já está disponível em todas as plataformas de música digital pela gravadora BMG. A faixa chega com um clipe dirigido por Scott Stuckey e editado por Andy DeLuca.

Com capa inspirada na versão de Caravaggio da história de Davi e Golias,  faixa foi inspirada no Chile inspirada nas convulsões e lutas sociais dos nossos vizinhos. “Estava em Santiago durante os protestos ali, que foram muito emocionantes. Andávamos pela cidade e ela estava coberta de pichações, em todos os antigos museus e palácios. E eu fiquei chocada. Foi nesse momento que as pessoas incríveis com quem eu estava disseram: ‘Mas por que você está tão chocada? Estamos protestando contra a violência a vidas humanas e as propriedades, edifícios e monumentos que foram danificados aqui que te chocaram’. E, de fato, os seres humanos estão sendo massacrados, e é nisso que você deve se concentrar. Isso foi como um tapa na cara”, conta a vocalista Shirley Manson.

Para ela, as imagens da música faz uma ponta com as estátuas confederadas sendo derrubadas nos Estados Unidos e as lutas reais dos marginalizados na sociedade. "Todas essas pessoas têm mais valor do que um monumento aos traficantes de escravos, mas não têm mais valor na consciência da sociedade. Acho isso obsceno e desumano. Quero que o poder seja desmantelado e a sociedade re-imaginada. Então, essa música é sobre repensar nossa sociedade para o futuro, para nossos filhos e para que não cometamos os mesmos erros repetidamente, permitindo que a ganância corrompa nosso pensamento”, ela diz.

Após a incisiva crítica ao capitalismo como base para o racismo e sexismo em “The Men Who Rule The World”, eles se inspiram em um slogan anarquista britânico do século XIX para mais um momento altamente politizado da discografia do Garbage. A expressão, ligada à libertação pessoal de viver “sem deuses ou mestres” chegou aos EUA no início do século passado e se tornou uma das bases para o movimento feminista americano. Toda essa história casa com as bandeiras que a banda levanta nos palcos e fora deles desde o início de sua carreira.

‘No Gods No Masters’ é o nosso sétimo disco e esse número e seus múltiplos significados afetaram o DNA do conteúdo do trabalho. As sete virtudes, as sete dores da religião, os sete pecados capitais. Foi nosso modo de tentar achar algum sentido nessa loucura que é o mundo e esse caos sem limites que nos metemos”, reflete Manson.

Além dela, a banda conta as guitarras e baixos de Duke Erikson, as guitarras e teclados de Steve Marker e as baterias e produção musical de Butch Vig. Desde sua fundação, em 1993, o Garbage acumula 25 milhões de discos vendidos em todo mundo e verdadeiros hinos geracionais como “Only Happy When It Rains”, “Push It” e “I Think I'm Paranoid”.

O lançamento marcará uma nova página na sua história e foi produzido pela banda com o colaborador de longa data Billy Bush. Os singles já estão disponíveis em todos os serviços de música digitais e o álbum, que será lançado no dia 11 de julho, já pode ser adquirido em pré-venda.

Assista ao clipe de “No Gods No Masters”: 

Ouça “No Gods No Masters”: https://Garbage.lnk.to/nogodsofficialvidPR

Faça pré-save do álbum: https://garbage.lnk.to/NoGodsNoMastersPR

Confira o clipe de “The Men Who Rule The World”: