Confraria Floydstock: humor

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quinta-feira, 5 de novembro de 2020

Pink Floyd: David Gilmour tira sarro de tabloide que classificou suas roupas como luxuosas

O eterno guitarrista floydiano, David Gilmour, usara as suas redes sociais para, com muita ironia, cutucar o tabloide The Argus, que dissera que ele é "conhecido por seus trajes luxuosos".

No texto, o canal discorre sobre Gilmour aparecer com sua neta em meio a brincadeiras em registro feito pela esposa, Polly Samson:

 "Conhecido por seus trajes luxuosos, o guitarrista do Pink Floyd é visto com um chapéu de feltro branco e um par de botas de veludo sujas, usadas para caminhar pelo campo alagado"

David então, postara uma série de imagens suas, onde habitualmente usa camisetas simples e sem estampa, com a legenda irônica utilizada na matéria do The Argus: "Conhecido por seus trajes luxuosos".

Confira abaixo:


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Splish splosh

Uma publicação compartilhada por Polly Samson (@pollysamson) em

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“Known for his lavish outfits”

Uma publicação compartilhada por David Gilmour (@davidgilmour) em

segunda-feira, 5 de outubro de 2020

Mick Fleetwood recria o vídeo viral do TikTok, do homem andando de skate ao som de ‘Dreams’, do Fleetwood Mac

O vídeo original do usuário do TikTok Nathan Apodaca, no skate ao som de ‘Dreams’, se tornara viral em setembro

Mick Fleetwood usou o TikTok para recriar um vídeo viral de um homem andando de skate cantando Fleetwood Mac.

Nathan Apodaca, entoara a música "Dreams", de 1977, enquanto murmurava a letra e bebia suco.

O vídeo fora amplamente compartilhado em várias plataformas de mídia social, com comentaristas dizendo que o vídeo era “calmante” e que eles só podiam aspirar a “ser tão legal quanto esse cara”.

No domingo último (04/10), Fleetwood respondera ao vídeo viral iniciando sua própria conta no TikTok para recriar o clipe original.

No vídeo, o músico de 73 anos parece estar patinando na chuva, enquanto usa uma camiseta cinza escuro e pingente de ouro e bebe de uma caixa de suco.

@420doggface208 estava certo”, escreveu Fleetwood. “'Dreams' e suco tem um hit diferente.

O vídeo fora visto mais de 400.000 vezes nas 11 horas desde que foi carregado, com Fleetwood acumulando mais de 50.000 seguidores.

O Fleetwood Mac havia originalmente compartilhado seu amor pelo vídeo de Apodaca no Twitter, tweetando em setembro: “Nós amamos isso!

Assista a ambos os vídeos nos players abaixo:

@420doggface208

Morning vibe ##420souljahz ##ec ##feelinggood ##h2o ##cloud9 ##happyhippie ##worldpeace ##king ##peaceup ##merch ##tacos ##waterislife ##high ##morning ##710 ##cloud9

♬ Dreams (2004 Remaster) - Fleetwood Mac

segunda-feira, 4 de maio de 2020

Queen: assista a risível (para não chorar) versão de Dinho Ouro Preto para "Bohemian Rhapsody"


Aconteceu ontem (03/05) durante a Live do Capital Inicial via Youtube e canal Multishow.

A o entoar a canção clássica do Queen, "Bohemian Rhapsody", o vocalista Dinho Ouro Preto viralizara ao desencadear uma série de lamentos e reações jocosos dos internautas, chocados com sua performance.

Confira um trecho no player abaixo:

Assista à Live completa:

segunda-feira, 19 de agosto de 2019

Fãs confundem Fleetwood Mac cover com o original e assistiram ao "show errado"


O tributo Rumours of Fleetwood Mac começara a propagar a publicidade de suas três apresentações em solo brasileiro pela sua "50th anniversary tour", sendo eles em São Paulo (15/08), Rio de Janeiro (16/08) e por fim em Belo Horizonte (17/08).

Eufóricos com a projeção da banda original, muitos fãs brasileiros nem se deram conta de que poderia ser uma banda cover e ávida e afoitamente adquiriram ingressos para os espetáculos.

No banners publicitários realmente não se elucida que se trata de um projeto cover, muito embora também, os integrantes que aparecem nas imagens são os do projeto e não os do Fleetwood Mac Original (foto no topo).

Somente no momento do deleite (ou não) do próprio espetáculo é que vários dos espectadores se deram conta de que se tratava de uma banda cover.

Veja abaixo os banner e algumas postagens de fãs decepcionados:


Com informações do WHIPLASH e BUZZFEED BR

terça-feira, 4 de junho de 2019

Radiohead: Thom Yorke debocha de Donald Trump após comparação a Obama


Após repostar uma imagem que mostra a diferença abissal de popularidade no Reino Unido entre o ex-Presidente Barack Obama e o atual chefe de Estado norte-americano, Donald Trump, que está em visita oficial em Londres, o frontman do Radioheadm Thom Yorke, não se conteve e disparou uma escrita gargalhada diante do placar 79% a 21% favoráveis a Obama.

"ha ha haha ha ha haha haha ha hahaha," escreveu o vocalista.

A imagem fora projetada na Torre de Londres à chegada de Donald Trump.

quinta-feira, 17 de maio de 2018

Tenacious D anuncia novo álbum e turnê


Além do recém-anunciado novo filme previsto para outubro próximo, a dupla de atores musicistas, Kyle Gass e Jack Black, anunciara em um simpático vídeo animado um novo disco do Tenacious D, ainda sem data de lançamento, com direito a uma turnê, esta já com datas definidas que você pode conferir mais abaixo.

Confira o vídeo do anúncio de Black e Gass no player abaixo:


Datas confirmadas:

16 Jun: Montebello QC, Montebello Rockfest
06 Oct: San Bernadino CA, Cal Jam 18
03 Nov: Brooklyn NY, Kings Theatre
05 Nov: Boston MA, House Of Blues
07 Nov: Washington DC, The Anthem
08 Nov: Philadelphia PA, The Fillmore
09 Nov: Pittsburgh PA, Stage AE
10 Nov: Columbus OH, Express Live! Indoor Pavilion
12 Nov: Detroit MI, The Fillmore
13 Nov: Chicago IL, Riviera Theatre

segunda-feira, 23 de abril de 2018

A incrível história da banda The Rutles, o grupo de mentira que fez sucesso de verdade


Esta é uma das histórias mais malucas, divertidas e surpreendentes que já ouvi. Em 1975, depois que o grupo de humor Monty Python encerrou sua série Flying Circus, o humorista Eric Idle criou um novo show para a tevê inglesa: Rutland Weekend Television. A série teve duas temporadas. Na segunda, o público foi apresentado à banda The Rutles, criada para o show e que era uma óbvia tiração de sarro em cima dos Beatles, recém-separados.

Os Rutles eram Dirk McQuickly (Eric Idle, Paul McCartney), Stig O’Hara (o indiano John Halsey, George Harrison), Ron Nasty (Neil Innes, John Lennon) e Kevin (o baterista David Batley, que imitava Ringo Starr). Kevin seria substituído mais tarde por Barry Won, vivido pelo mesmo ator.

Os Rutles tocavam paródias das canções dos Beatles. Mas as músicas eram tão engraçadas e tão bem criadas e produzidas (inclusive com videoclipes) que acabaram fazendo um sucesso monstruoso, justificando inclusive um especial de Natal na tevê inglesa, em 1976, que contou com a participação de George Harrison. Ele tocava na guitarra os primeiros acordes de My Sweet Lord mas acabava cantando The Pirate Song, composta por ele e por Eric Idle especialmente para o show.

Naquele mesmo ano, o produtor Lorne Michaels, do Saturday Night Live, convidou Eric Idle para uma participação no mítico show americano. Ele mostrou o clipe de ‘I Must Be In Love’. Mais uma vez, sucesso estrondoso.

Eric voltou no ano seguinte ao Saturday Night Live, com toda a banda, para se apresentar. E, novamente, a repercussão foi intensa. E aí, tanto Lorne Michaels quanto Eric Idle começaram a levar a brincadeira a sério. E assim surgiu o documentário ‘All You Need Is Cash’, produzido pelo próprio Lorne Michaels, era um falso documentário sobre a trajetória da banda desde os anos 60, no auge do sucesso popular, até a separação, passando pelo relacionamento de Ron Nasty com uma estrangeira (que não era japonesa e sim alemã. E nazista) e até o mítico show no topo de um edifício.

"All You Need Is Cash" estreou em março de 1978 nos Estados Unidos e na Inglaterra. O falso documentário era cheio de participações especiais de celebridades da música e do entretenimento, como o próprio George Harrison, Mick Jagger (que falou sobre a primeira vez que ouviu os Rutles tocarem e o fascínio que eles lhe provocaram), Ron Wood, Michael Palin, John Belushi, Gilda Radner e Bill Murray!

Junto com o filme foi lançado um álbum duplo com as canções dos Rutles, cartões postais, pins, bottons, compactos promocionais e até festas para os executivos de rádios e tevês foram realizadas. Resultado: a banda estourou, virou febre e foi obrigada a fazer shows de verdade!!!

A última vez que os Rutles deram as caras entre as notícias de entretenimento foi há exatos 20 anos, quando Neil Innes, que fazia o falso John Lennon na banda e era um dos criadores de toda essa brincadeira, lançou a coletânea Archaeology, com os sucessos do grupo.

O fim dos Rutles, na ficção, foi também bem parecido com o fim dos Beatles: Em dezembro de 1970 Dirk processou Stig e Nasty; Barry processou Dirk; Nasty processou Stig e Barry e Stig processou a si mesmo por engano. Era o fim dos Rutles. Quer saber mais sobre esta história surreal e engraçadíssima? Vá ao Youtube, digite The Rutles no campo de busca e divirta-se com os videoclipes da pseudo-banda!

Abaixo, um videoclip de "A Girl Like You", um dos sucessos dos Rutles:


VIA Gustavo Klein para o CADERNO DE CULTURA DO SANTAPORTAL

sexta-feira, 20 de abril de 2018

Pink Floyd: assista a uma inusitada e simpática versão gaúcha para Set The Controls of The Heart of the Sun


O grupo de música tradicional gaúcha Alma Gaúcha achou em seus guardados uma fita VHS contendo uma versão bem-humorada deles de 1972 para a canção floydiana "Set The Controls of The Heart of the Sun", contida no álbum "A Saucerful of Secrets" (1968).

Eles digitalizaram o áudio e a disponibilizaram no YouTube.

Aqui a música passou a se chamar "Sete Minuanos de Rédea no Chão". confira no player abaixo:

terça-feira, 30 de janeiro de 2018

Que show!!! Veja a interação de um artista russo com capas de discos famosos

"Entre o desmantelamento de um rifle de assalto AK-47 e o treinamento do urso doméstico, eu gosto de ouvir música e, quando encaro a capa do álbum, encontro um lugar para mim."

Foi o que disse o artista russo Igor ao comentar sobre sua obra que você pode conferir nas imagens abaixo:


segunda-feira, 4 de dezembro de 2017

Vídeo: mulher acorda gritando durante concerto de orquestra, assista

Esse vídeo é para chorar de rir e já viralizou na internet.

Durante a apresentação da Orquestra Sinfônica North State no Cascade Theatre, na Califórnia no  dia 12 de novembro último, uma mulher que dormia levou um baita susto no momento da interpretação de "O Pássaro de Fogo", balé de Ígor Stravinski, auge do show, e soltou um baita grito, desencadeando risos entre os circustantes, inclusive nos músicos.

Assista clicando na imagem abaixo:


terça-feira, 7 de novembro de 2017

Humorizando: quando Homer Simpson "acusou" Jimmy Page de ladrão de músicas


O nosso leitor Pedro Miguel Jr. enviou essa lembrança de seu facebook, onde na aclamada série norte-americana "Os Simpsons", o seu protagonista Homer diretamente acusa o guitarrista zeppeliano Jimmy Page de roubar músicas negras.

Confira no player abaixo o vídeo com o fragmento deste episódio (em espanhol):

quinta-feira, 3 de agosto de 2017

Metallica: James Hetfield se enfurece e mete a bica no violão em show


Emputecido por seu violão estar fora do tom no início da execução da canção "Fade to Black", durante a apresentação do Metallica em nos EUA, o frontman primeiramente reclamou para seu roadie e pediu uma outra "E", a corda mais grossa, para Kirk Hammett.

E ainda brincou ácidamente:

"Vocês já viram 'Spinal Tap'?", em referência documentário fictício da década de 80 sobre uma banda que não sabia tocar nada e apenas posava de rockstar.

Vendo seu roadie todo atolado e o público começar vaiar irritado, Hetfield perdera a paciência e emendou um belo chute no tal violão, partindo para executar a canção na guitarra mesmo.

quinta-feira, 15 de junho de 2017

Vídeo mostra velhinho alucinado no carro ao som do Metallica


Que mané cantiga romântica no rádio do carro o que!

Rola Metallica nessa porra!!!

                                                          "For Whom The Bell Tolls"

quinta-feira, 1 de junho de 2017

The Beatles - Sgt. Pepper's: entrevista exclusiva com o Sargento Pimenta


O GOLPE DE '67! (Pelo confrade Renato Azambuja.)

Sargento Pimenta, militar de meia-idade da reserva, preso por fraude ao ser flagrado vendendo cópias adulteradas do álbum clássico dos Beatles (uma 'reedição de luxo' contendo Strawberry Fields e Penny Lane), resolve romper um silêncio de 50 anos num acordo de delação premiada para tentar recuperar seu prestígio junto às novas gerações, e confessa: 'Sim, foi tudo parte de um grande golpe!'.
O Blog Confraria Floydstock obteve com exclusividade as gravações e uma entrevista de igual teor, que transcreve abaixo, na data do jubileu de Sgt. Pepper´s Lonely Hearts Club Band:

CF: De que tipo de golpe estamos falando, Sargento?
SP: De um golpe militar, ora bolas! Eu sou um sargento!

CF: Ok. E de que trata esse golpe?
SP: Foi um golpe contra o poder estabelecido, contra Abbey Road, contra os Beatles. Eu assumi o controle! Eu e a banda dos corações solitários.

CF: Certo, isso está ficando interessante. Então o álbum não é obra dos Beatles? O golpe está relacionado com a suposta morte de Paul McCartney?
SP: Oh, não! Paul estava bem vivo, e ainda está. A ordem partiu dele, aliás. Eu subjuguei o restante da banda sob o comando de Paul McCartney, e assim o álbum foi gravado!

CF: Meu Deus! Por que ele fez isso? Por que ele procurou o Sr? Quais as suas credenciais, o Sr já lutou em alguma guerra?
SP: Sim, eu e os corações solitários derrotamos os Malvados Azuis e libertamos Pepperland. Paul McCartney queria ser o líder da banda e requisitou meus serviços. O estopim para o golpe foi o primeiro levante ocorrido no seio do grupo.

CF: Levante? O Sr pode falar em termos não militares? Que levante foi esse? Os Beatles já estavam se desentendendo antes do lançamento de Sgt Pepper´s?
SP: Foi mais do que um desentendimento, foi um levante, um motim! Beatle contra Beatle! A banda estava perdendo força, e a estratégia de George Martin mostrou-se inadequada, outro motivo para a necessária tomada de poder.

CF: Que levante foi esse, quando ocorreu?
SP: O caos se instalara na banda, as gravações se estendiam por tempo demais. Faltava disciplina. Pra piorar, Martin, num ato impensado, lançou o single de 'duplo lado A' com Strawberry Fields e Penny Lane, que acabaram não sendo incluídas no Long Play. Não até esse ano, quando resolvi por bem fazer justiça e 'terminar o serviço', junto com essa confissão.

CF: Ah, o 'levante' em questão foi a competição entre as canções do mesmo single, uma lutando contra a posição da outra nas paradas de sucesso.
SP: Você me entendeu....

CF: Houve outros fatores? O que mais desencadeou o golpe?
SP: Sim, os Beatles não tocavam mais ao vivo, ninguém precisaria saber quem estava por trás do projeto. Não havia 'aparências' a manter. Além disso, John virou um pai de família suburbano, fraco e indisciplinado. 'A fish in a barrel', como dizemos na caserna.

CF: Houve outros envolvidos?
SP: Sim, o Sr Wilson.

CF: Wilson...?
SP: Brian Wilson!

CF: 'O' Brian Wilson, dos Beach Boys? Ele participou do golpe?
SP: Indiretamente. Paul e Brian vinham conspirando já há algum tempo, desde o lançamento de Rubber Soul. Pet Sounds foi o código para a eclosão do golpe, para irmos além e tomar o poder.

CF: Ir além?
SP: Exato! Brian demonstrou que a banda era desnecessária, gravando o PS com músicos de estúdio, a 'Wrecking Crew', enquanto os Beach Boys excursionavam. Apesar de ser um gênio, Brian não tinha a disciplina e a fibra necessários para dar o próximo passo....

CF: E qual foi esse passo? O golpe?
SP: O golpe, que consistia em eliminar a barreira entre a arte e o pop. O Sr Wilson, na verdade, criou uma obra de arte pura, inviável do ponto de vista mercadológico. Os Beatles foram além, ultrapassando as limitações de estúdio da época, criaram novas técnicas de gravação e reinventaram os conceitos de pop, de álbum e, de quebra, Os Anos Sessenta!

CF: Quando você diz 'os Beatles', quer dizer que os demais também colaboraram? Qual foi sua real participação na concepção do álbum e das canções?
SP: Enorme. Meu nome está na capa, não está?

CF: Sim, o Sr teve a ousadia de colocá-lo lá, sem o menor receio de que fosse descoberto.
SP: A maior façanha do diabo foi convencer a todos da sua inexistência.

CF: Muito bem. E o Sr tem esperanças de recuperar seu prestígio com essa delação?
SP: Na verdade, eu não me preocupo com isso. As gerações passam, mas eu não. Se escolhem passar sem mim, o problema é delas. E eu também posso muito bem pular algumas, como um atavismo.

CF: Então por que o Sr resolveu fazer a confissão?
SP: Eu devia esse pequeno favor a um amigo."



quarta-feira, 24 de maio de 2017

Jornal satiriza JBS e envolvidos na Lava Jato em paródia de capa dos Beatles


Numa sacada genial, o jornal ESTADO DE MINAS amanheceu com a capa mostrada acima.

Nela, os principais envoilvidos na Lava Jato e no recém-escândalo envolvendo a JBS aparecem numa paródia da capa do sublime álbum "Sgt. Pepper's Lonely Heart Club Band", dos Beatles, que completará 50 anos de seu lançamento no dia 3 de junho próximo.

Além das figuras e o título, "With A Little Help From my Friends" ( "COM UMA PEQUENA AJUDA DE MEUS AMIGOS") a capa ainda satiriza o contexto fazendo alusão a quatro músicas que integram a obra: "Gettin Better" ("Melhorando"), "Fixing A Hole" ("Tapando Buraco"), "She's Leaving Home" (Eles sairão de casa) e "Within Yoy Without You ("Com ou sem você").

segunda-feira, 10 de abril de 2017

O Imortal Keith


Meu bom amigo Darren, nascido em berço britânico (porém, com uma colher de plástico na boca), presenteou-me com duas edições da série 'Very British Problems', de Rob Temple, um diário-terapia que explica em termos gerais como é muito mais simples para um britânico enfrentar uma doença letal do que decidir como abordar um estranho na rua.
Os 'problemas' são divididos em temas, conforme o típico gentleman deva encará-los na praia ou no trânsito. Há também problemas que ficaram no passado. O ano de 1992 marca o envio da primeira mensagem de texto, indicando, segundo o livro, que 'desse ano em diante os Britânicos seriam capazes de expressar algo remotamente emotivo sem ter que experimentar o terror de encarar alguém nos olhos.'
Por fim, o texto cuida dos problemas futuros. Em 2072, especificamente (conforme a imagem que ilustra esta reportagem) os Rolling Stones anunciarão que seu próximo álbum será o último da banda, enquanto Keith Richards decide que irá concentrar-se em projetos solo.

COMPRE "Very British Problems" COMPRE "More Very British Problems"

Por Renato Azambuja, o nosso "Dali".


sexta-feira, 7 de abril de 2017

Algumas playlists para as suas orelhas neste fim de semana


Fim de semana chegou.

Fique com o conselho do Velho Richards e muita música através das playlists que a Confraria Floydstock elabora.

Algumas delas estão nos links abaixo:

"SLOW HEAVY"

"SONGS FOR PATTIE BOYD"

"A HORA E A VEZ DELAS"

"R.I.P. CHRIS SQUIRE"

"SIMPLESMENTE DIO"

Por ora são essas.

Bom final de semana, muito som na orelha e juízo (pero no mucho).

Música é assunto para a vida toda. - André Floyd.

quinta-feira, 6 de abril de 2017

Terror true: baixista do Metallica gostou do Grupo Molejo


Em entrevista ao canal do apresentador Cauê Moura, no Youtube, Robert Trujillo, o baixista da banda, ficou “entusiasmado” com a performance de Anderson Leonardo e companhia. “Gosto do ritmo. Tem uma qualidade que lembra um coral, um hino. Essa música te faz se sentir bem”, afirmou ele após ouvir Cilada, um dos clássicos do conjunto brasileiro. O Metallica foi atração Lollapalooza Brasil 2017.


Leia mais no ESTADÃO

segunda-feira, 27 de março de 2017

Humor: a jornada de um cinquentão no Lollapalooza Brasil


Leia abaixo o hilariante texto tirado do facebook do genial Mentor Neto sobre sua jornada pelos dois dias do Lollapalooza Brasil neste fim de semana último.

Juntamente com o show do Metallica e a detonada da apresentadora Titi Muller no DJ babaca, foi a melhor coisa que vi da edição tupiniquim do festival.

Diário do Lolla - Dia 1

O casal ao meu lado recém passou dos vinte anos.
Ele, um jovem saudável, com os cabelos bem à moda.
Batido com máquina 1 nos lados e lambido no topo e na franja.
Ela criada a leite de soja, seios fartos e petulantes.
Estão ansiosos para o início do show.
Nos primeiros acordes ele a ergue nos ombros.
Desde que a banda anunciou que viria, no ano passado, os dois esperam por esse exato momento.
Têm todas as letras engatilhadas na ponta da língua.
A câmera mostra a multidão em êxtase nos telões laterais.
O vocalista faz caras de Instagram.
O namorado não se importa em adquirir uma ou duas hérnias de disco, desde que aquele seja um momento inesquecível para ambos.
Então acontece.
A câmera fecha no casal, mas especificamente na moça que baila sobre os ombros do jovem.
Ela se vê no telão e não pensa duas vezes.
Para orgulho de seu pai, que assiste no Multishow, ela ergue a camiseta expondo os peitos em rede nacional.
São mais amplos do que pareciam quando cobertos.
Balançam independentes sob o sorriso desafiador da menina.
Agora ela parece um boneco de Olinda, girando no eixo do pé do namorado, que sorri orgulhoso como quem mostra um bilhete premiado.
A edição do Lolla desse ano teve muitos peitos.
Jovens adolescentes desfilaram com seus sutiãs desinibidamente.
Não sei porque me chamou a atenção isso.
Se estivessem de biquíni não seria mais ousado?
Vai ver é porque sutiã é para não ser visto em público.
Então estavam lá, centenas de amigas com seus sutiãs passeando pelo autódromo.
É a moda.
De moda, aliás, entendem os casais gays.
No Lolla os poucos casais de héteros são completamente desprovidos de charme.
Saiu de moda ser hetero. Usam roupas pouco inspiradas, caminham desanimados comendo batata no cone.
Os casais gays não.
Usam roupas bacanas, pulam, dançam, se entregam a bebidas coloridas.
Eu não sou gay nem tenho sutiã.
Estou deslocado.
Vejo um velho com uma camisa do Black Sabath.
Então me dou conta que ele deve ser uns dez anos mais novo que eu.
Sou o mais velho do autódromo.
Sou o único que viu José Carlos Pace correr nessa pista.
Então me dou conta de porque olham para mim.
Têm medo que eu possa ter um AVC.
Um desses jovens se aproxima de mim.
Temo que vá perguntar se preciso de ajuda:
- Você é...(hesita)...você?
- Eu sou eu - respondo delimitando meu corpo. - fora daqui já não sou mais eu. E aí dentro de você, é você.
- Não...digo...você é o Mentor Neto?
Fui reconhecido, para orgulho da Catu.
Gente muito gentil esses seguidores.
Encontrei oito!
Todos me trataram com enorme carinho.
Alguns até quiseram foto, para a surpresa de todos os outros que estavam em volta.
E eu nem precisei mostrar os peitos.
Agora já é noite.
Estou sentado na calçada, pregado.
Patricia e eu com dois copos de água tentando juntar forças para andar até onde estão as meninas.
Passa um sujeito de uns vinte e cinco anos.
Desde longe vinha olhando para mim.
Mais um seguidor, aviso a Patrícia.
Ele passa direto, mas deixa seu recado:
- Falaaaaaaaí Prof. Pasquale!
É a danada da maconha. Só pode ser.

Diário do Lolla - Dia 2

Acordo ao meio dia sem saber onde estou.
Não sinto minhas pernas do joelho para baixo.
Minhas batatas da perna se desligaram do organismo e imploram por uma gangrena.
Mas não posso atende-las.
Temos que partir para mais um dia no Lolla.
Penso em alugar uma cadeira de rodas.
Fast forward para o Festival.
Decidi que hoje não vou ao palco Ônix nem se os Stones me chamarem para uma canja.
Quando você entra no Lolla, o primeiro palco é o Axe, onde tocam os nomes menos importantes.
Depois vem o Perry, porque não conseguiram vender patrocínio.
Aí o Skoll, o principal.
Ali tocam as melhores bandas e é bom porque eles têm uma enfermaria perto caso eu precise de oxigênio.
Quando chego ali o meu relógio dispara de alegria. É meu recorde histórico de caminhada. O Steve Jobs aparece na telinha e me saúda pelo nome.
Aí vem o Ônix.
Logo depois de Araraquara.
Agora estou sentado numa colina de grama esperando o show do Two Door Cinema Club começar.
É muito inclinado o lugar.
Duas meninas se beijam de maneira efervescente a minha frente.
Não devem ter dezesseis anos, mas o beijo é uma rotisserie de variedades.
Acho lindo esse desprendimento e sou a favor de cada um cuidar da sua vida.
Mas fico olhando o espetáculo por mais tempo do que deveria.
Coisa de velho.
Sou acordado do meu transe pela banda que entra e começa a tocar.
Arrisco alguns pulinhos e pareço divertir um grupo de jovens atrás de mim:
- Isso aí, tio! Vamo pulá!
Fico sem graça e vou embora com a Patrícia.
No caminho para a tenda de alimentação dou mais alguns pulinhos, bem discretos.
Vejo um homem mais velho que eu.
- Ele parece um cearense - nota Patricia.
- Ele deve ter vindo de jangada - respondo.
O humor já acabou, como comprova o diálogo acima.
Estamos cansados.
Entro na fila para comer costelinhas de porco do chef Fogaça.
Um garoto fura a fila descaradamente.
Patricia perde a compostura e põe os moleques para correr.
A paciência também acabou.
Vou pedir um sanduíche de carne seca.
O garoto do caixa me reconhece:
- Rapaz! Minha avó é sua fã.
Avó.
Primeira atitude: rejuvenescer o público alvo.

Fonte: Mentor Neto

terça-feira, 21 de março de 2017

The Final Cut: O epílogo "maldito". O que você acha deste álbum do Pink Floyd?


Em 21 de março de 1983 o Pink Floyd praticamente decretava seu primeiro fim ao lançar o seu corte final, o tão polêmico álbum "The Final Cut", tido para muitos como um disco solo de Roger Waters, tendo os outros dois membros do grupo como coadjuvantes de luxo ( o terceiro, o tecladista Richard Wright já tinha sido expulso por Waters).

Particularmente opinando, cito trecho de um texto meu:

...Pois Roger Waters precisava fazer "The Final"Cut". Foi trabalho onde ele definitivamente estabeleceu a sua assinatura, que começara a se formar em "Animals", ganhou força em "The Wall", mas no "Corte Final", mostrou um modo peculiar de compor e cantar, que o acompanharia na sequência de sua carreira solo e o identificaria com seus fãs."The Final Cut" é emocionante. Ele flui denso e ansioso, como uma montanha russa de canto e acordes.

OUÇA AQUI


E você? Que acha de "The Final Cut", o disco amado e demonizado do Pink Floyd?

LEIA TAMBÉM:

Pink Floyd: assista ao vídeo oficial de "The Gunner's Dream"

Pink Floyd The Wall: como os governantes gostam de manter a obra viva

Alguém aqui se lembra de Vera Lynn?