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quarta-feira, 18 de janeiro de 2023

Geoff Tate (Queensrÿche) fará show intimista hoje em pub na Lapa (Rio)

Show que o vocalista faria hoje no Solar Botafogo foi cancelado por “razões logísticas.

O cantor Geoff Tate, notabilizado por seu sucesso por décadas à frente do grupo Queensrÿche, está no Brasil, para 3 apresentações, executando os álbuns “Rage for Order” (1986) e “Empire” (1990) na íntegra, sendo elas em São Paulo (20/01), Limeira (21/01) e a 1ª delas, amanhã, no Solar Botafogo, cancelada, segundo a produtora Venus Concerts. por “razões logísticas”.

Acontece que o artista no dia de ontem brindou compensatoriamente os fãs cariocas com o anúncio de que estaria fazendo um show acústico no Irish Pub, na Lapa, bairro icônico da vida noturna da Cidade Maravilhosa.

Queridos amigos e fãs, Geoff Tate aqui, direto do Rio de Janeiro. Nosso show por aqui foi cancelado, mas para que nossa estadia por aqui não passe em branco, estaremos nesta quarta-feira, dia 18 de janeiro, no Irish Pub do bairro mais boêmio da cidade, curtindo, bebendo e com alguns violões para tocarmos algumas músicas. A gente se vê por lá!

Contato Lapa Irish Pub: Rua Evaristo da Veiga, 147 (esquina com a Joaquim Silva)

Whatsapp: (21) 9 7020-0728.

terça-feira, 17 de janeiro de 2023

Skull Fist: banda canadense se apresentará em fevereiro no Jai Club

Grupo atualmente promove o álbum "Paid in Full" (2022).

Quer anunciar sua banda/artista/eventos/notícias/produtos musicais na Confraria? Mande seu material para confrariafloydstock@gmail.com

A Caveira Velha Produções preparou uma segunda-feira de Carnaval do jeito que todo o fã de heavy metal gosta: com um show! No dia 20 de fevereiro, a partir das 17h, o Jai Club (SP) receberá os canadenses do Skull Fist, que atualmente promovem o álbum "Paid in Full" (2022). O evento ainda contará com a presença das bandas Murdeath (PR), Axecuter (PR), Hellway Train (MG) e Sweet Danger (SP).

Tido como um dos grandes nomes da New Wave of Traditional Heavy Metal (NWOTHM), o Skull Fist surgiu em Toronto (CAN) lançando a demo "No False Metal" (2006). Depois vieram o EP "Heavier Than Metal" (2010) e os álbuns "Head of the Pack" (2011), "Chasing the Dream" (2014), "Way of the Road" (2018) e "Paid in Full" (2022). Zach Slaughter (vocal e guitarra), Casey Slade (baixo) e JJ Tartaglia (bateria) já se apresentaram no Brasil, sendo a primeira em 2013 e a mais recente em 2019.

"Em 2013 fomos pela primeira vez para o Brasil com a 'No False Metal Tour'. Crescemos ouvindo as histórias do Brasil, sobre os shows do Exciter por aí nos anos 80 e outras bandas sempre comentavam como vocês reagem a um show de metal. E aquilo foi incrível, memorável! Ainda tenho essa forte conexão com o seu país, é um dos lugares do mundo de que mais gosto e mal vejo a hora de tocar por aí novamente", comentou Zach Slaughter, em entrevista para a Roadie Crew.

O trio curitibano Axecuter, que recentemente se apresentou no Jai Club abrindo para o Ambush, conta com Danmented (vocal e guitarra), Ivan (baixo) e Verdani (bateria). Atualmente, a banda promove o álbum "Surrounded by Decay" (2020), segundo full de uma discografia que conta com vários EPs, singles, splits e o ao vivo "A Night of Axecution" (2018). O Axecuter foi criado por headbangers incuráveis, que vivem o heavy metal diariamente e comprovam esta paixão nos palcos.

Vindo de Belo Horizonte (MG), o Hellway Train conta com Marc Hellway (vocal), Vinícius Thram (guitarra), Chris Maia (baixo) e Jon Albert (bateria). O grupo, que iniciou sua trajetória com o EP "Breaking the Cage" (2014), lançou mais recentemente o single "Out of the Cellar" e o split "Haunted Trip", ambos de 2022, além do EP "Lockdown Reborn" (2021).

SERVIÇO:

Atrações: Skull Fist (CAN), Murdeath (PR), Axecuter (PR), Hellway Train (MG) e Sweet Danger (SP)

Data: 20 de fevereiro (segunda-feira/Carnaval)

Horário: a partir das 17h

Local: Jai Club

Endereço: Rua Vergueiro, 2676 - Vila Mariana (entre as estações Vila Mariana e Ana Rosa do metrô)

Ingressos antecipados:

Online: https://www.sympla.com.br/evento/skullfist-canada-em-sao-paulo/1663539

Ingressos físicos: Die Hard (Galeria do Rock) e Impaled Records (Rua Dr. Falcão Filho, 87 - Anhangabaú)

Pelo pix entrar em contato com: (11) 94844 3403

Evento no Facebook:

https://fb.me/e/28myzsv2s?mibextid=N4tvPT

Marenna fará abertura do show de Geoff Tate em São Paulo

Os Hard Rockers gaúchos se apresentarão em duas noites paulistanas, sendo uma delas a abertura do show da voz original do Queensrÿche.

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Os Hard Rockers gaúchos do Marenna, uma das maiores bandas brasileiras do estilo na última década, que vêm divulgando seu quarto e aclamadíssimo mais recente álbum “Voyager”, confirmaram dois shows em São Paulo. O primeiro, dia 20 de janeiro, sexta-feira, no Tokio Marinne Hall, abrindo para a voz original do Queensrÿche, a lenda americana Geoff Tate, e no dia seguinte, 21 de janeiro, um show intimista no Manifesto Bar junto às bandas Oversize (Mr. Big Tributo) e Fever (Aerosmith Cover) numa noite de celebração ao puro Hard Rock!

Voyager”, lançado pela gravadora dinamarquesa Lions Pride Music e no Brasil em parceria com a Classic Metal Records e Heavy Metal Rock, vêm recebendo inúmeros elogios e indicações como um dos melhores álbuns lançados em 2022 por vários jornalistas e veículos de imprensa especializados em Rock e Metal mundial. A renomada revista japonesa Burrn!, por exemplo, colocou “Voyager” como 28ª posição em maiores vendas de CDs importados no país.

A sonoridade atual do grupo transborda energia e identidade, e nos palcos paulistanos mostrará muito bem a nova e mais madura fase que a banda vem desenvolvendo nos últimos anos, trazendo a pegada marcante do Hard Rock melódico oitentista e uma bem equilibrada junção de elementos pesados do Heavy Metal. Os quatro singles extraídos de “Voyager”: “Breaking The Chains”, “Wait”, “Voyager” e “Out Of Line”, com seus refrões tipicamente oitentistas feitos para se cantar junto, são grandes exemplos de energia e alto astral que, sem sombra de dúvidas, aquecerão todos presentes nas duas noites.

Sobre dividir o palco com Geoff Tate, uma das maiores vozes do Rock e Metal Mundial, que em São Paulo fará um show especial tocando na íntegra os clássicos álbuns de sua banda original Queensrÿche, “Empire” (1990) e “Rage For Order” (1986), Rod Marenna comenta: "Minha missão com o Marenna é resgatar e celebrar os melhores dias do Hard Rock melódico, agora, fazer isso no mesmo palco que Geoff Tate, uma das maiores vozes do Rock e Heavy Metal, tem outro peso. Eu e meus irmãos do Marenna estamos extremamente lisonjeados pela oportunidade e nossas expectativas são as melhores possíveis, pois além de estarmos promovendo nosso novo álbum "Voyager" para um público novo e altamente exigente, estaremos num dos palcos mais tradicionais de São Paulo! Vai ser uma grande noite, tenho certeza".

Ouça “Voyager” em https://www.catapultdistribution.com/magnet/Marenna/Voyager

Continuando a colher muitos frutos, o Marenna está, também, concorrendo na eleição de Melhores do Ano segundo os leitores da revista Roadie Crew, nas categorias Melhor Álbum (“Voyager”), Melhor Vocalista (Rod Marenna), Melhor Guitarrista (Edu Lersch e Mauro Caldart), Melhor Baixista (Bife), Melhor Tecladista (Luks Diesel) e Melhor Baterista (Arthur Schavinski), e também pelo site Metal Com Batata, concorrendo com “Voyager” como melhor álbum. Os links para votações encontram-se respectivamente em https://roadiecrew.com/quiz/melhores-de-2022 e https://questionpro.com/t/ARzkHZwKr8

SERVIÇO:


20 de Janeiro (Abertura para Geoff Tate – A Voz Original do Queensrÿche)
Local: Tokio Marine Hall
Endereço: Rua Bragança Paulista, 1281 – Chácara Santo Antônio, São Paulo/SP
Realização: Top Link Music
Horário do show do Marenna: 20h
Horário do show de Geoff Tate: 22h


21 de Janeiro (junto às bandas Oversize (Mr. Big Tributo) e Fever (Aerosmith Cover))
Local: Manifesto Bar
Endereço: Rua Iguatemi, 36 – Itaim Bibi, São Paulo/SP
Abertura: 20h
Ingressos na bilheteria no e-mail info@manifestobar.com.br, telefone (11) 2574-5256 ou whatsapp (11) 94557-0228

sábado, 14 de janeiro de 2023

Scorpions, Deep Purple, Saxon, Helloween, Sepultura, Angra e Black Pantera em Ribeirão Preto

A cidade paulista receberá as bandas que tocarão à época do Mosters of Rock

As bandas Scorpions, Deep Purple, Saxon, Helloween, Sepultura, Angra e Black Pantera participarão do Festival Ribeirão Rock Series, que acontecerá nos dias 18 e 25 de abril próximo na cidade do interior paulista. Entre uma data e outra Scorpions, Deep Purple, Saxon, Helloween se apresentarão no já tão falado e procurado Monsters of Rock no dia 22 de abril, somadas a KISS, Doro, e Symphony X.

Kiss, Scorpions, Deep Purple, Saxon e outros tocarão no Monsters of Rock 2023.

O "comensalismo cultural", aproveitando para trazer os artistas e bandas que se apresentarem no festival paulistano, acontecerá na Arena Eurobike de Ribeirão Preto. Confira os detalhes, antecipados pelo IGORMIRANDASITE.

18 de abril: Black Pantera, Angra, Saxon e Scorpions

25 de abril: Black Pantera, Sepultura, Helloween e Deep Purple.

Ingressos à venda a partir do dia 19 de janeiro, online (com taxa de conveniência em site ainda a divulgar) e no local (sem a taxa):

Pista e arquibancada: R$ 200 (meia) e R$ 400 (inteira)

Pista Premium Front Stage: R$ 300 (meia) e R$ 600 (inteira)

Camarote Seo Tibério: R$ 700

Camarote Oficial open bar: R$ 800

Camarote VIP Premium Rock Series (open bar e finger food): R$ 1 mil.

O KISS, forte atração do Monsters of Rock, já está marcado para tocar no Estádio Mané Garrincha no dia 18 de abril com o Deep Purple e em Manaus, com Scorpions e Sepultura no dia 12 de abril.

quarta-feira, 11 de janeiro de 2023

Dia 11 de Janeiro de 1985: começava o 1º Rock in Rio

Numa área pra receber 250 mil pessoas, a primeira Cidade do Rock nascia e inaugurava o festival musical mais tradicional do Brasil até os dias atuais.

A mais relevante e também a mais romantizada edição do festival carioca, a de estreia, teve a sua primeira tarde/noite numa sexta-feira, 11 de janeiro de 1985, com as apresentações de Ney Matogrosso, Erasmo Carlos, Pepeu/Baby, Whitesnake, Iron Maiden e Queen.

Para não se alongar demais na velha discussão que nessa época o festival era "realmente de rock" enquanto as edições deste século deixaram de ser", reconheço que de fato e obviamente o evento do empresário e idealizador Roberto Medina nunca foi propriamente 100% rock desde a sua concepção.

Por outro lado, como natural e morador da Cidade Maravilhosa à época, posso garantir que naquele tempo toda a atmosfera e expectativa da cidade era em torno das atrações pertinentes ao estilo que nasceu na década de 50.

Especialmente porque até a década de 80 não era muito comum termos shows internacionais de grande porte pelo país, muito menos concentrados num grande evento que duraria dias.

Era o tempo em que isso vinha crescendo aos poucos, com shows ainda na década de 70 de nomes como Alice Cooper, Genesis e Rick Wakeman e no ínicio dos 80s, como Queen e KISS.

Porém havia uma gama gigantesca de monstros já sagrados do rock que jamais haviam pisado sequer na América do Sul.

Era o caso de Ozzy Osbourne, Yes, Scorpions, AC/DC, por exemplo, além de um emergente Iron Maiden, que vivia um grande momento em 1985, com uma grande turnê mundial divulgando seu álbum então recém-lançado "Powerslave".

Relacionado: Rock in Rio: o dia 19 de janeiro de 1985 talvez tenha sido o mais importante do festival.

Tais nomes eram os que geravam grande ansiedade no público, para enfim vê-los pela primeira vez, ou no caso do Queen, pela segunda no Brasil (em 1981 a banda se apresentou em São Paulo), mas faltava os memoráveis primeiros concertos nas terras cariocas e nada melhor do que o grande palco do Rock in Rio, como headliners da noite de 11 de janeiro de 1985.

quinta-feira, 5 de janeiro de 2023

Scorpions e Deep Purple em Ribeirão Preto

Segundo o jornalista José Norberto Flesch, a cidade paulista receberá as bandas alemã e bretã, à época do Mosters of Rock.

O sempre bem informado e cravador de espetáculos sempre adiantadamente, jornalista José Norberto Flesch, anunciou no seu canal no youtube que além de se apresentarem no já tão falado e procurado Monsters of Rock no dia 22 de abril próximo, as bandas Scorpions e Deep Purple tocarão também na cidade de Ribeirão Preto, situada a 315Km da capital de São Paulo.

Kiss, Scorpions, Deep Purple, Saxon e outros tocarão no Monsters of Rock 2023.

Segundo Flesch, a cidade receberá também outros artistas em 3 mini-eventos na Arena Eurobike, numa espécie de "comensalismo cultural", aproveitando para trazer os artistas e bandas que se apresentarem no festival paulistano, dentre elas, Scorpions e Purple.

O KISS, forte atração do Monsters of Rock, já está marcado para tocar no Estádio Mané Garrincha no dia 18 de abril com o Deep Purple e em Manaus (ainda sem data nem demais atrações confirmadas).

terça-feira, 27 de dezembro de 2022

Steve Vai: "Não consigo imaginar como seria minha vida sem Joe Satriani"

Em uma nova entrevista para a LifeMinute, Steve Vai refletiu sobre estudar com Joe Satriani quando jovem e como essas lições o inspiraram musicalmente desde cedo. Ele disse (conforme transcrito por BLABBERMOUTH.NET):

"Não consigo nem imaginar como seria minha vida sem ele. Quando eu tinha 12 anos, um amigo meu, John Sergio, que era nosso amigo quando usávamos fraldas, também foi um grande mentor, porque ele me apresentou a toda essa música que eu desconhecia, rock progressivo dos anos 70. Ele me levou ao meu primeiro show do Queen. Ele me trouxe para sua banda; foi a primeira banda em que eu estive, eu tinha 13 anos. Ele foi um amigo querido. [Ele tinha um] gosto musical incrível. E ele tocava violão quando eu tinha 12 anos, e eu não podia acreditar, porque ele morava a duas casas de distância. E então ele disse, 'Se você acha que eu sou ótimo, você deveria ver meu professor de violão, Joe Satriani.' Então ele me deu o número de Joe e comecei a ter aulas, e minhas aulas com Joe eram tudo o que importava para mim.

Joe sempre foi legal", continuou Vai. “Ele sempre foi sólido, compartilhado e rigoroso. E foi a melhor coisa porque ele era ótimo, e é isso que você quer em um professor; você se inspira vendo.

Até hoje, a coisa que eu mais ganhei... Há tantas coisas. E nós somos tão afortunados que durante todos esses anos nós estivemos juntos nos quadris", acrescentou Steve. "Quando eu o via tocar, quando eu tinha 12, 13, 14, 15, 16 anos, tudo que ele tocava no instrumento soava como música da alma dele. Não era apenas comum, o tipo de exercícios acadêmicos e coisas assim. Quer dizer, nós fizemos um pouco disso; isso faz parte do treinamento... Então eu sempre apreciei isso. E ainda assim, ele é tão sólido e ele é tão musical. Seu ouvido musical interior é tão inspirado, que ele continuou a ser uma inspiração por toda a minha vida."

Um ano e meio atrás, Vai disse ao podcast "Striking A Chord" que teve aulas com Satriani "religiosamente" semanalmente por cerca de "três a quatro anos".

"Quando eu estava na sala de Joe, aprendendo, nunca senti como se fosse ficar sem orientação", lembrou Vai. "Sempre houve essa grandeza em Joe que sempre parecia surpreender e encantar. Ele estava sempre ensinando uma nova lição após a outra, [e] apenas revelava uma riqueza de informações e quase o que parecia para mim em um momento profundidade infinita de musicalidade."

Vai continuou dizendo que suas aulas com Satriani o ajudaram a se tornar o músico talentoso que ele se tornou desde então.

"Eu não sabia de nada", disse ele. "Quero dizer, eu estava brincando com um violão no meu quarto antes disso, mas não sabia o que estava fazendo. Eu estava apenas tocando de ouvido e não sabia como manter as cordas afinadas. No começo , era basicamente como exercícios com os dedos e apenas coisas para aumentar minha destreza, mas era muito bem equilibrado. Minhas aulas [com Joe] evoluíram de forma muito orgânica. Ele foi um professor incrível."

Em 2018, Satriani conversou com Albany, na estação de rádio Q103 de Nova York, sobre como era dar aulas para Vai. Ele disse: "Steve Vai tinha 12 anos e não sabia tocar violão quando o conheci. Ele apareceu na minha porta com um violão sem cordas em uma mão e um pacote de cordas na outra, e disse: "Ei, você está ensinando meu amigo. Você pode me ensinar a tocar também?" Então essa foi minha introdução a Steve."

Vários outros alunos de Satriani alcançaram fama própria, incluindo Kirk Hammett, Alex Skolnick, Andy Timmons, Larry LaLonde, Rick Hunolt, Charlie Hunter, Jeff Tyson e Kevin Cadogan.

segunda-feira, 26 de dezembro de 2022

Saxon libera clipe de “Dambusters”, canção de seu álbum mais recente ; assista

Dambusters” integra “Carpe Diem”, 23º álbum de estúdio da banda Saxon, que chegou no dia 4 de fevereiro último, via Silver Lining Music.

Saxon libera clipe de “Black Is The Night”, canção de seu álbum mais recente ; assista.

O trabalho sucedeu o ótimo “Thunderbolt” (2018) e o álbum de covers “Inspiration”(2020).

Assista ao clipe de “Dambusters” no player abaixo:

Ouça o álbum na íntegra:

Tracklist:

Carpe Diem (Seize The Day)
Age Of Steam
The Pilgrimage
Dambusters
Remember The Fallen
Super Nova
Lady In Gray
All For One
Black Is The Night
Living On The Limit

quinta-feira, 22 de dezembro de 2022

Judas Priest - Rob Halford: "O Ghost é necessário para 'reorientar e reenergizar' o rock"

Rob Halford não tem escrúpulos em elogiar novos artistas de metal, especialmente quando se trata de Ghost. Na verdade, ele declarou recentemente que a banda de rock sueca é absolutamente essencial para salvar o rock.

Em novembro, o vocalista do Judas Priest falou com o Revolver sobre seu amor pelo grupo. Especificamente, ele citou "Elizabeth" (o single principal de seu LP de estreia, "Opus Eponymous", de 2010) como sua música favorita. Porque? Por causa “de sua valiosa visão sobre as origens da maneira singular de composição, arranjos e texturas do vocalista Tobias Forge, por meio do qual se pode sentir um enorme potencial”.

Ele tem razão, já que A Loudwire nomeou “Elizabeth” Ghost como a 8ª melhor música de seu ranking de 2018.

O amor de Halford pelo Ghost não terminou aí, pois ele também afirmou que o grupo é "crucial" para revitalizar o gênero como um todo:

"Ghost é uma banda importante em vários níveis. Rock & roll, eu uso esse termo vagamente neste contexto, precisa de uma banda como o Ghost para nos reorientar e reenergizar. Tobias criou e buscou meticulosamente, em primeiro lugar, a força de Ghost musicalmente e, em segundo lugar, os elementos visuais cruciais, e ambos nos atraíram para seu mundo de mistério e intriga emérito."

Suas últimas observações não devem ser muito surpreendentes, uma vez que ocorreram cerca de sete meses depois que ele disse ao Chaoszine da Finlândia que estava muito feliz com o sucesso de Forge. Em particular, Halford afirmou: “Estou muito feliz por ele, ver sua ambição e seus sonhos se tornarem tão reais. Ele trabalhou muito para transformar Ghost em uma experiência mundial. O cara é um grande talento, um artista fantástico no palco. . . Os discos são maravilhosos; Tenho acompanhado a carreira dele."

Claro, a adoração de Halford é apenas uma das muitas razões pelas quais 2022 foi ótimo para o Ghost. Por exemplo, além de ser a escolha da Loudwire para o Artista do Ano de 2022, a banda viu “Mary on a Cross” (do EP "Seven Inches of Satanic Panic" de 2019) se tornar uma sensação viral no TikTok. (Também se tornou a música mais transmitida do Ghost no Spotify.) Além disso, seu último álbum de estúdio, "Impera", ganhou o American Music Award de 2022 na categoria inaugural de Álbum de Rock Favorito.

Claramente, o Ghost tem recebido muito amor este ano.

Como você se sente sobre a avaliação de Rob Halford?

Via LOUDERWIRE.

Em rara entrevista, Bob Dylan revela que já viu o Metallica duas vezes

Surpreendendo em revelar ser amante de um rock mais pesado e mesmo metal, o mestre também citou Duff McKagan, Royal Bood, Dio, Frank Zappa, Beatles e outros.

Em uma rara entrevista pública, Bob Dylan falou sobre seu último empreendimento, um livro intitulado "The Philosophy of Modern Song". Na conversa com Jeff Slate para o The Wall Street Journal, ele também revelou alguns fatos divertidos e às vezes surpreendentes, sobre seus gostos musicais. Você pode ler a transcrição completa das perguntas e respostas aqui.

A jornalista Allison Rapp revisou o livro de Dylan para Ultimate Classic Rock, descrevendo-o como "um livro projetado para Dylan discutir algumas das faixas que despertaram seu interesse, curiosidade e imaginação ao longo dos anos ... [é] notável não porque um dos os artistas mais admirados de sua geração e além avaliaram o trabalho de outros, mas porque isso prova um fato simples: Dylan ama a música da mesma forma que seus fãs".

Provando o ponto de vista de Rapp em sua entrevista ao WSJ, Dylan parecia quase empolgado em compartilhar o quanto ele ama música, e o que pode ser uma surpresa para alguns, ele parece amar metal e rock and roll. Não acredita em nós? Confira algumas de nossas revelações favoritas da entrevista abaixo.

"Eu vi o Metallica duas vezes"

Quando questionado sobre como ele descobre novas músicas, Dylan disse que isso acontece "principalmente por acidente, por acaso", e mais tarde explicou como seus colegas, artistas e compositores, farão recomendações, muitas das quais ele viu ao vivo. Em uma lista de artistas como The Klaxons, Julian Casablancas, Jack White, "The Oasis Brothers" e Royal Blood, Dylan também mencionou: "Eu vi o Metallica duas vezes." Não deu seguimento à sua experiência nos desfiles, mas o facto de ter decidido voltar a vê-los depois da primeira vez faz-nos pensar que tem uma coleção secreta de t-shirts em casa.

Uma música de Duff McKagan com profundo significado para Dylan

Na mesma resposta sobre como ele descobre novas músicas, Dylan deu ao seu entrevistador uma bela descrição de "Chip Away" de Duff McKagan, de seu segundo álbum solo, "Tenderness".

"[Essa música] tem um significado profundo para mim", comentou Dylan. "É uma música gráfica. Lasque, lasque, como Michelangelo, quebrando a pedra de mármore sólida para descobrir a forma do rei Davi por dentro. Ele não a construiu do zero, ele lascou a pedra até descobrir o rei . É como minha própria composição, eu sobrescrevo alguma coisa, depois desbasto versos e frases até chegar à coisa real. Shooter Jennings produziu aquele disco. É uma ótima música".

Dio e uma lua cheia

Slate perguntou a Dylan se a maneira como alguém ouve uma música realmente importa, e Dylan admite algo que a maioria dos fãs de música sabe: "A relação que você tem com uma música pode mudar com o tempo." No entanto, ele também observa que a primeira vez que você ouve uma música é significativa. Para esclarecer seu ponto de vista, ele se volta para Ronnie James Dio: ""Star Gazer", a música de Ronnie James Dio provavelmente significaria muito mais para você se você a ouvisse pela primeira vez à meia-noite sob a lua cheia sob um universo em expansão, do que se você a ouviu pela primeira vez no meio de um dia triste com chuva caindo."

Rocking Out com Zappa durante o confinamento

No meio do primeiro verão da pandemia, 19 de junho de 2020, para ser exato - Dylan lançou seu 39º álbum de estúdio, "Rough and Rowdy Ways". Ele também transmitiu ao vivo uma experiência única de show para os fãs e, como sabemos agora, escreveu um livro. Além disso, ele também revisitou algumas músicas que não ouvia há algum tempo. "Ouvi o disco do Mothers of Invention, "Freak Out!", que não ouvia há muito, muito tempo", disse ele à Slate. "Que disco eloquente. "Hungry Freaks, Daddy" e a outra, "Who Are the Brain Police", canções perfeitas para a pandemia. Sem dúvida, [Frank] Zappa estava anos-luz à frente de seu tempo. Sempre pensei isso."

Dylan e os Beatles

Slate contou a Dylan como Ringo Starr certa vez mencionou a ele que, se você é um bom músico ou compositor, provavelmente também é bom em outras coisas. Dylan não passou muito tempo pensando sobre a ideia e, em vez disso, compartilhou seus pensamentos sobre Starr. "Eu amo Ringo", disse ele. "Ele não é um cantor ruim e é um ótimo músico. Se eu o tivesse como baterista, também teria sido os Beatles. Talvez."

Colaboração de Dylan e Slayer?

O item final da entrevista que nos faz pensar que Dylan usa couro cravejado em seus dias de folga pode ser um pouco exagerado, mas vamos incluí-lo de qualquer maneira. O escritor e biógrafo do Metallica, Ben Apatoff, questionou se Dylan estava insinuando um amor oculto pelo Slayer quando comentou: "Há uma mesmice em tudo hoje em dia. Parece que estamos no vácuo. Tudo se tornou muito suave e indolor ... a terra poderia vomitar ele está morta, e pode estar chovendo sangue, e nós damos de ombros, frios como pepinos. Tudo é muito fácil. Ei, se o Metallica e o Lou Reed pudessem colaborar, talvez o Dylan e o Slayer também pudessem."

Via LOUDERWIRE.

terça-feira, 20 de dezembro de 2022

Pink Floyd e Black Sabbath: Nick Mason e Ozzy Osbourne juntos na canção natalina "This Christmas Time"; ouça

O Príncipe das Trevas e o baterista floydiano juntos em nova música feita para caridade.

Ozzy Osbourne e Nick Mason colaboraram em um novo single de Natal para fins de caridade. A música, intitulada "This Christmas Time", foi gravada e lançada para arrecadar fundos para apoiar pacientes com câncer e suas famílias.

Pink Floyd lança 18 álbuns ao vivo da época de "Dark Side of the Moon"; ouça.

O guitarrista do Duran Duran, Andy Taylor, e o ex-vocalista do Slade, Noddy Holder, também colaboraram com o baterista e o vocalista. A música foi escrita e produzida pelo coletivo musical Evamore.

Na música, Ozzy conta a história da trégua de Natal no front durante 1914, na qual soldados engajados na Primeira Guerra Mundial espontaneamente encenaram um cessar-fogo não oficial para comemorar os feriados junto com as tropas inimigas.

A peça foi escrita por Chris Evans, fundador do Cancer Awareness Trust, e é baseada em histórias reais colhidas nos testemunhos de soldados da época. A faixa foi gravada nos lendários estúdios de Abbey Road.

Via Virgin Radio.



segunda-feira, 19 de dezembro de 2022

Within Temptation: Sharon den Adel fala sobre turnê com o Iron Maiden e mais

A vocalista do Within Temptation, Sharon den Adel, foi a mais recente convidada do programa de rádio Full Metal Jackie neste fim de semana. No início deste outono (europeu), a banda holandesa de metal sinfônico abriu uma perna norte-americana da "Legacy of the Beast World Tour" do Iron Maiden, então havia muito o que falar.

Um novo álbum do Within Temptation é esperado para 2023. Desde "Resist", de 2019, o grupo compartilhou vários novos singles, incluindo "The Fire Within" e "Don't Pray for Me" deste ano, ambos esperados para aparecer no próximo álbum. esforço. Leia a entrevista com den Adel abaixo.

Within Temptation lança clipe do novo single 'The Fire Within'; assista.

Conte-nos como foi estar na estrada com o Iron Maiden.

Foi um prazer. Nós tocamos com eles antes dessa turnê, na verdade. Alguns festivais, mas nos conhecemos, na verdade, fizemos o primeiro show juntos há 15 anos em Paris. E isso foi muito legal. E desde então, eles continuaram nos contatando, então provavelmente fizemos algo certo. Havia um tipo mútuo de boa vibração acontecendo.

Nós sempre amamos o Iron Maiden, então para nós sempre foi um prazer. … Eles ainda amam música tanto quanto na primeira vez que começaram, na verdade. Eu acho que se você ainda tem isso depois de tantos anos, então você realmente fez da maneira certa. Para mim, isso é o mais importante. Para continuar apaixonada pela música, porque assim posso continuar. Mas do jeito que eles fazem, é com o mesmo tipo de, não sei, maravilha e surpresa. … É como, este é Steve Harris, sabe?

Within Temptation sempre foi musicalmente aventureiro, muitas vezes fora da caixa dos gêneros tradicionais. Que diferentes elementos e ideias musicais estão influenciando a música que você está fazendo agora?

São várias coisas. Estamos sempre em busca do que há de novo que nos inspire. … Muitas coisas do passado que nos inspiram. Mas também tentamos nos manter fiéis a uma versão de nós mesmos em 2022. E é isso que sempre esperamos, pelo menos. O objetivo é nos surpreendermos e nos mantermos sempre inspirados com novas músicas.

[No lado lírico] Acho que como artista você tem o privilégio de falar sobre as coisas que te tocam e te preocupam e esse tipo de coisa. E no passado não fazíamos muito isso. Fizemos um pouco como nas metáforas. Hoje em dia, somos muito abertos sobre o que pensamos. Eu acho que é necessário como artista de certa forma.

Há um novo álbum esperado para o ano que vem, mas vocês já estão lançando singles. Como você garante que um álbum seja uma experiência de audição totalmente independente quando um bom número de músicas é divulgado individualmente?

Bem, ainda não sabemos. É para um experimento e, você sabe, muitos outros gêneros musicais já fizeram dessa forma. Para nós, foi um experimento antes mesmo do [COVID-19] começar. E quando começou, ficamos muito felizes por termos seguido esse caminho e nos mantermos ocupados, mas também para os fãs, foi muito bom.

E agora é como se tivéssemos que ver como isso se desenvolve e como será bom ou ruim fazermos dessa maneira. Mas ainda haverá muitas músicas no álbum que as pessoas não ouviram antes e que não foram lançadas antes, é claro. Então, sim, eu só espero que eles gostem e isso é tudo que podemos fazer.

"Don't Pray for Me", seu último single, é oportuno, especialmente aqui nos Estados Unidos porque faz referência a pessoas que impõem suas crenças sobre os outros. O que mais te incomoda sobre as pessoas serem tão enérgicas sobre seus pontos de vista?

Bem, isso eu acho porque não apenas no seu país, mas também na Polônia, em muitos países da Europa, onde temos o mesmo desenvolvimento acontecendo. E o que eu acho tão triste sobre tudo isso é que, como eu estou olhando principalmente para crianças que não podem se defender e as mais puras no que elas sentem e quem elas querem ser, elas já sabem o que ser e não ser e você sabe não ser capaz de encontrar seu próprio caminho na vida e sua própria aventura e sua própria, você sabe, apenas amar o, você sabe, eu acho muito triste que as pessoas estejam tentando tirar suas chances em um maneira de se descobrirem de forma natural, em vez de tentar ser algo que não são ou talvez viver uma vida que não querem viver.

Você sabe, como também as leis de aborto e esse tipo de coisa é, por exemplo, a Polônia. Mesmo em casos de incesto, você não pode mais fazer aborto, pelo menos eles estão fazendo essas leis agora, no momento, a educação sexual é proibida na Polônia hoje em dia. Portanto, esse tipo de coisa é o desdobramento do atual governo que eles têm. Então as coisas na Europa estão acontecendo do mesmo jeito, mais ou menos, e é porque é a religião se misturou com a política, que na minha opinião é a forma errada de se fazer política.

Iron Maiden é uma das bandas mais influentes de todos os tempos. O que diz sobre o Within Temptation ser um suporte de turnê compatível para uma banda reverenciada tanto quanto o Iron Maiden?

Bem, talvez eu esteja apenas adivinhando o que eu acho que é uma comparação, talvez seja que temos muitas músicas épicas, você sabe, sempre estivemos muito no passado, especialmente inspirados pela história e acho que essas músicas são uma aventura por conta própria. Acho que é algo semelhante ao Iron Maiden e um pouco de medo. É justo que amamos e eles têm muito disso. Eles eram como, uau, você sabe, eles foram uma inspiração para tantas bandas fazendo o que eles fazem. Então eu acho que sim, talvez também tenhamos uma inspiração de como fazer isso do nosso jeito, é claro.

Ao crescer, você era quase nômade, viajando e morando em vários países. Como essas experiências a beneficiaram mais como um artista em turnê?

Bem, acho que você pode ouvir isso às vezes nas músicas. Morei na Indonésia, Iêmen e outros lugares. Às vezes, como se estivesse dançando no palco com minhas mãos assim. [Risos] E se você for a Bali na Indonésia, você tem essas dançarinas. Essas dançarinas sempre se movendo com as mãos. E acho que adotei isso quando era criança. Tipo, oh meu Deus, isso é tão incrível. E agora, quando danço, automaticamente levo minhas mãos comigo e sigo em frente. Essa é uma das coisas.

E acho que também gosto de música árabe e às vezes temos um pouco de influência em nossas músicas com esse tipo de notas árabes e outras coisas. Eu amo muito isso. Então eu acho que esse tipo de coisa eu integrei e bem como a forma como eu vejo o mundo e como as culturas são diferentes. Acho que isso realmente me tornou uma pessoa e, eventualmente, também me ajudou a me tornar um certo tipo de musicisista.

Sharon, é ótimo conversar com você. Parabéns novamente pela turnê do Iron Maiden e tudo o que está por vir. O que podemos esperar para 2023?

Bem, haverá outro single. Pelo menos um, talvez dois, e um novo álbum. Então, sim, muitas coisas pelas quais esperar. Muitos festivais. Talvez voltemos para a América em breve, não sei. Há tantas coisas sendo planejadas em segundo plano no momento. Eu não sei o que vai ser. Mas há um monte de coisas no forno.

Via LOUDERWIRE.

quarta-feira, 14 de dezembro de 2022

Kiss, Scorpions, Deep Purple, Saxon e outros tocarão no Monsters of Rock 2023

Produtora confirmou o retorno do festival para 22 de abril próximo no Allianz Parque em São Paulo.

A Mercury Concerts anunciou em novembro a volta do tradicional festival Monsters of ock no Brasil, a ser realizado no dia 22 de abril próximo, em São Paulo, agora revelando o local, o Allianz Parque.

O evento, que será bem próximo da data do Summer Breeze Brasil, que acontecerá na semana subsequente, contará com os gigantes Kiss, Scorpions, Deep Purple e Saxon, além de Symphony X, Doro e Helloween.

Os ingressos poderão ser adquiridos no site da Eventim, amanhã (16/12), das 10 horas em diante.

Confira os setores e valores:

Pista premium: R$ 1.180 / R$ 590 (meia)

Pista: R$ 680 / R$ 340 (meia)

Cadeira inferior: R$ 780 / R$ 390 (meia)

Cadeira superior: R$ 480 / R$ 240 (meia)

VIP backstage mirante: R$ 2.500 / R$ 1.910 (meia)

VIP lounge centenário: R$ 1.500 / R$ 1.100 (meia).

terça-feira, 13 de dezembro de 2022

Ozzy Osbourne diz que "mal pode andar muito agora" e não sabe se a turnê de 2023 acontecerá

Madman diz que ainda quer se apresentar apesar de seus problemas de saúde: "Quero estar lá fora. Quero fazer isso".

Ozzy Osbourne abriu o jogo sobre seus problemas de saúde, admitindo que ainda tem problemas para andar após sua recente cirurgia nas costas.

Falando ao SiriusXM (conforme relatado pelo Yahoo), o Príncipe das Trevas observa: "É tão difícil porque, quero dizer, eu quero estar lá. Eu quero fazer isso. Essa porra de cirurgia que esse cara fez. Puta que pariu , você não tem ideia." O Yahoo também observou que Osbourne expressa incerteza sobre sua próxima turnê europeia.

Relacionado: Ozzy Osbourne é indicado a 4 categorias do Grammy Awards 2023.

"O problema é que minha cabeça está bem, minha criatividade está bem, meu canto está bem, mas não consigo andar muito agora", acrescenta a lenda do metal. Mais tarde, ele discute sua cirurgia, explicando que, embora fosse necessário melhorar sua qualidade de vida a longo prazo ("Aquele cirurgião me disse que se eu não fizesse a cirurgia, haveria uma boa chance de eu ficar paralisado do pescoço para baixo"), isso trouxe alguns novos desafios para ele.

"Eu não posso começar a dizer o quão frustrante a vida se tornou", diz Osbourne. "É incrível como você vive a vida e uma coisa estúpida pode estragar tudo por muito tempo. Nunca fiquei doente por tanto tempo na minha vida."

Em setembro, a esposa de Osbourne e empresária de longa data, Sharon, fez uma atualização sobre o cantor após a cirurgia, afirmando: “Nossa família gostaria de expressar muita gratidão pela enorme quantidade de amor e apoio que levou à cirurgia de Ozzy”, disse ela em um tuíte. "Ozzy está indo bem e no caminho da recuperação. Seu amor significa o mundo para ele". Sharon havia declarado anteriormente que a cirurgia "determinaria o resto de sua vida".

Osbourne lançou seu último álbum de estúdio, "Patient Number 9", no início deste ano, com aclamação da crítica. Sua turnê europeia de 2023 está programada para começar em 3 de maio em Helsinque, Finlândia.

Via LOUDERSOUND.

terça-feira, 6 de dezembro de 2022

Como a música clássica inspirou o som da guitarra de Randy Rhoads

Randy Rhoads foi um dos guitarristas mais eminentes de todos os tempos. Ao longo de sua breve vida, ele impactou a maneira como vemos a guitarra e hoje em dia seria completamente diferente sem sua contribuição.

Frequentemente, paralelos são traçados entre Rhoads e seu contemporâneo Eddie Van Halen e, de várias maneiras, você pode ver o par como lados separados da mesma moeda quando se trata de triturar. Eles popularizaram técnicas que rapidamente se tornariam componentes essenciais da guitarra de metal. Sem eles, não haveria Slash, nem John Petrucci e nem Mick Thomson.

Tapping, dive bombs e o uso de escalas complexas são três áreas de conhecimento de guitarra em que Rhoads se destacou. Em termos de virtuosismo, ele e Van Halen preencheram o vazio deixado por Jimi Hendrix. Eles fizeram da guitarra uma fera mais visceral do que Hendrix jamais poderia ter imaginado, ajudando na proliferação de gêneros abrasivos como black metal e grindcore.

Celebrado na vida e na morte, Rhoads faleceu tragicamente com apenas 25 anos em um acidente de avião em 1982, o que só ajudou a consolidar seu legado. Mesmo que você não seja um metaleiro ou fã de rock, apreciar a habilidade de Rhoads é fácil. Tecnicamente proficiente e com visão de futuro, não é surpresa que ele seja aclamado como um herói por alguns dos melhores do ramo.

Dimebag Darrell, Zakk Wylde, Mike McCready e Tom Morello são apenas alguns dos ícones da guitarra moderna que elogiaram a forma como Rhoads tocou em diferentes momentos nos últimos 30 anos. Na verdade, Morello explicou em uma homenagem de 2012 ao mentor do 'Crazy Train': “De certa forma, Randy Rhoads é o Robert Johnson do metal. É um catálogo tão pequeno de coisas que foram incrivelmente influentes.

Uma coisa a que a influência revolucionária de Rhoads pode ser atribuída é seu amor pela música clássica. Sua compreensão tácita da teoria musical ia muito além da maioria de seus colegas, dando-lhe o conhecimento para ser capaz de fazer o violão gemer de uma forma até então inédita. Infelizmente, as entrevistas que Rhoads deu são escassas, devido à sua morte prematura. No entanto, durante uma conversa com Montreal Rocks em 2020, suas irmãs Kelly e Kathy discutiram o amor de seu falecido irmão pela música clássica.

Elas disseram: “Nós realmente nunca perguntamos a ele ou conversamos sobre isso,… que possamos nos lembrar, mas ele tinha álbuns do violoncelista Boscarelli… Tenho certeza que ele gostava de Bach e também gostava de Segovia. Uma coisa a mencionar é que quando ele voltava de uma turnê, ele sempre ouvia música clássica. Ele realmente não ouviu muito rock no final de sua vida.

Ao que tudo indica, o guitar hero planejava fazer uma pausa na música, pois já havia iniciado o processo de matrícula na universidade para obter o mestrado em música clássica: “Também é verdade que ele disse a Ozzy que depois da turnê, ele queria fazer uma pausa nas turnês e gravações para poder ir para a escola e obter seu mestrado em música clássica, onde nossa mãe fez o dela.

Ozzy realmente disse a ele: ‘você está louco? Você poderia comprar sua própria universidade’. Ele com certeza ia fazer uma pausa e fazer o mestrado em clássica, e minha mãe já havia iniciado o processo para ele pela UCLA”, revelaram.

Sobre o amor de seu irmão pela música clássica, as irmãs explicaram: “Muitas pessoas pensam que ele sempre tocou música clássica, mas isso não é verdade. Por exemplo, quando ele se juntou a Ozzy, ele pode ter gostado de ouvir música clássica. Mas sua vontade de brincar e estudar só veio mais tarde. Na verdade, quando ele estava em turnê, ele folheava as páginas amarelas, procurava universidades, encontrava professores de violão clássico e fazia aulas.

Uma das maiores tragédias da história da música, as questões sobre o que teria acontecido na vida de Rhoads se ele tivesse vivido são múltiplas. Uma coisa é certa, porém, o que quer que tenha acontecido em sua carreira, ele teria permanecido um guitarrista icônico, pois os discos que ele deixou são atemporais.

Via FAR OUT.

quinta-feira, 1 de dezembro de 2022

Black Sabbath: Ian Gillan ficou desapontado com a produção final de "Born Again"

"Joguei pela janela do carro", disse o vocalista.

Em uma nova entrevista à RockFM da Espanha, o vocalista do Deep Purple, Ian Gillan, foi questionado se é verdade que ele quebrou o único álbum do Black Sabbath em que cantou, "Born Again", de 1983, quando conseguiu uma cópia dele. Ele respondeu (conforme transcrito pelo BLABBERMOUTH.NET): "Eu não quebrei. Joguei pela janela do meu carro. [Risos]

Olha, fiquei desapontado", explicou." Eu não tinha a mentalidade de todos os caras do Black Sabbath. Eu adorei. Tive um ano fantástico; foi insano. Mas quando terminamos as mixagens... 'Born Again', e soa fantástico - apenas em uma fita cassete. E foi a última coisa que ouvi no estúdio de gravação. Quando ouvi o álbum, pensei, 'O que é isso?' O estrondo do baixo foi um pouco demais para mim.

Há uma frase famosa em um filme famoso chamado 'This Is Spinal Tap' que tem duas ou três referências ao Black Sabbath”, acrescentou Gillan. "E eu não sei de onde isso pode ter vindo [risos], mas uma delas era 'Este álbum não pode ser reproduzido nas rádios americanas', por causa do final do baixo. E assim foi - impossível de tocar no rádio.

"Fiquei desapontado com a mixagem da produção final", esclareceu Ian. "Não sei o que aconteceu entre o estúdio e a fábrica, mas algo aconteceu. Então foi uma decepção. Dito isso, adoro algumas das músicas de lá. E 'Trashed' é uma das minhas favoritas do rock and roll de todos os tempos, e ainda mais porque é uma história completamente verdadeira. [Risos]"

Gillan também refletiu sobre sua atividade na turnê com o Sabbath, dizendo: "Eu estive com banda por um ano e cantei canções de Ozzy Osbourne, bem como as canções de 'Born Again'. E nunca me senti bem fazendo isso. Foi ótimo - Eu poderia cantá-las bem - mas não soava como Ozzy. Havia algo que não estava certo."

Lançado em agosto de 1983, "Born Again" também foi o último dos álbuns de estúdio do Sabbath a apresentar o baterista Bill Ward.

Após a saída do vocalista Ronnie James Dio e do baterista Vinny Appice após a mixagem de estúdio do álbum "Live Evil", o grupo estava mais uma vez à procura de outro vocalista principal para preencher o vazio significativo deixado na frente do palco. A banda se virou para Gillan.

O álbum resultante e a turnê ao vivo certamente criaram uma das associações mais curiosas do mundo do heavy metal. Grande parte dessa era do Black Sabbath passou para o folclore do rock e foi, na verdade, a fonte do material usado no documentário de rock "This Is Spinal Tap". Desde a réplica da produção teatral de "Stonehenge", que era muito grande para alguns dos locais da turnê mundial, até o emprego de um anão para se vestir e fazer o papel do "bebê-demônio" da capa do LP, o mundo do Black Sabbath assumiu um ar distinto do surreal.

Embora o bem recebido álbum "Born Again" e as datas ao vivo tenham conseguido atiçar as brasas e manter as chamas do Sabbath acesas, esse seria um casamento construído mais sobre amizade e respeito, em oposição a qualquer associação musical compatível e de longa data. Depois de uma turnê, Ian Gillan acabaria se despedindo e se juntando a seus antigos colegas para a reunião da aclamada Mk. II do Deep Purple, deixando o Black Sabbath mais uma vez olhando para a bola de cristal, esperando que o rosto de outro vocalista se revelasse.

Para Iommi, Geezer Butler, Ward, Gillan e o tecladista Geoff Nicholls, o trabalho começaria rapidamente em maio de 83 no Manor Studios na vila de Shiptonon-Cherwell, Oxfordshire. Produzido pelo grupo e o co-produtor Robin Black, que também trabalhou em "Sabotage" de 1975, "Technical Ecstasy" de 1976 e "Never Say Die" de 1978, o décimo primeiro lançamento de estúdio do Sabbath representaria um afastamento radical da atmosfera sombria e enegrecido lirismo que forjou sua identidade e gerou inúmeros descendentes.

A abordagem de Gillan para a composição de canções revelou uma abordagem mais leve para o que tinha, até então, sido a principal preocupação de Butler. A abertura do álbum "Trashed", por exemplo, foi inspirada na corrida embriagada de Gillan pelos terrenos do Manor no carro de Bill Ward, que terminou em quase uma catástrofe e um veículo destruído. "Disturbing The Priest" foi o resultado de uma porta no estúdio ter sido deixada aberta durante a reprodução, e um vigário local apareceu na porta pedindo que o volume fosse abaixado, pois estava atrapalhando o ensaio do coral na vila adjacente.

Apesar de toda a sua aparência desequilibrada, no entanto, "Born Again" ainda era o Sabbath por completo. Musicalmente distorcido e possuído por mais do que um sopro de enxofre, o álbum é um vislumbre emocionante de um mundo alternativo.

Em uma entrevista de 2018 para a SiriusXM, Gillan disse que "Born Again" começou com uma bebedeira no Bear Inn, um dos pubs mais antigos de Oxford, Inglaterra.

"Como tudo começou foi porque ficamos bêbados juntos uma noite", disse o vocalista do Deep Purple. "Fui tomar uma bebida com Tony e Geezer e acabamos debaixo da mesa. E não me lembro de muito mais do que aconteceu. Mas recebi uma ligação do meu empresário no dia seguinte dizendo: 'Você não acha que deveria me ligar se você vai tomar decisões como esta?' Eu disse: 'Do que você está falando?' Ele disse, 'Bem, aparentemente você... Acabei de receber uma ligação. Você concordou em se juntar ao Sabbath.' Então foi assim que aconteceu. Eu estava meio perdido de qualquer maneira, tendo acabado de terminar com minha própria banda e o Purple não sendo realmente nada viável na época. Então estabelecemos um plano de um ano, e era fazer um álbum e uma turnê. Ninguém sabia o que ia acontecer, então eu montei minha barraca, literalmente, na velha mansão em Oxfordshire. E fizemos um álbum. Eu não os via muito. Eles eram pessoas da noite , então eles dormiam o dia todo e trabalhavam a noite toda. Eu levantava de manhã, fazia meu café da manhã, ia para o estúdio ouvir o que eles tinham gravado na noite anterior e escrever uma música sobre isso. E foi assim que o álbum foi feito."

Gillan passou a descrever a produção de "Born Again" como "um desafio para mim. Foi um pouco como fazer 'Jesus Christ Superstar' ou cantar com Pavarotti; é apenas algo completamente diferente", explicou. "Mas Tony é um ótimo escritor. Você sabe o que esperar de Tony. Não há uma abordagem multidirecional. Ele é o pai de tudo que saiu de Seattle, acredito. Ele é muito direto e foi assim que evoluiu desde o início.

"Achei muito fácil cantar e escrever músicas com [Tony]", continuou Ian. "E tivemos algumas boas. Sempre houve uma narrativa. Minha música favorita desse álbum é 'Trashed', que era uma história verdadeira sobre uma pista de corrida e muita bebida e um carro girando e batendo e virando de cabeça para baixo . Foram tempos emocionantes."

A segunda faixa de "Born Again" foi uma breve instrumental chamada "Stonehenge", e na turnê do Sabbath de 1983, a banda hilariamente teve que abortar um conceito de palco de Stonehenge porque o cenário era grande demais para ser usado.

"Tínhamos uma produtora chamada Light And Sound Design; eles estavam em Birmingham, onde a banda era baseada", lembrou Gillan. "E um dia, depois do ensaio, tivemos uma espécie de reunião para ir ao escritório e, enquanto caminhávamos por esses corredores, um dos caras disse: 'A propósito, alguém tem alguma ideia de conceito para um cenário de palco ou nada?' E Geezer Butler disse: 'Sim, Stonehenge'. E o cara disse: 'Uau! Isso é ótimo.' Ele disse: 'Como você visualiza isso?' E Geezer disse: 'Bem, em tamanho real, é claro.' Não chegamos ao tamanho real, mas foi cerca de dois terços. E nunca conseguimos colocar tudo em um palco. Tocamos em grandes arenas, lugares, estádios, e você não conseguia [lá em cima] . Portanto, existem partes dele, existem monólitos que estão espalhados por docas em algum lugar e são vistos em todo o mundo, até onde eu sei."

Um tesouro de longa data entre os fãs hardcore do Sabbath, "Born Again" foi relançado na primavera de 2011 como um conjunto especial de dois CDs com uma apresentação ao vivo de 1983 no Reading Festival.

Na época de seu lançamento inicial, "Born Again" foi um sucesso comercial. Foi o álbum do Black Sabbath com maior sucesso no Reino Unido desde "Sabbath Bloody Sabbath" e se tornou um hit do Top 40 americano. Apesar disso, tornou-se o primeiro álbum do grupo a não ter nenhuma certificação RIAA (ouro ou platina) nos Estados Unidos.

No ano passado, Iommi disse ao jornal francês Le Parisien que estava pensando em remixar "Born Again", agora que localizou as fitas originais do álbum.

Black Sabbath: "Sabbath Bloody Sabbath" - Pesado, lindamente Pesado

"Sabbath Bloody Sabbath" foi o primeiro álbum do Black Sabbath que comprei em CD. Meu pai me recomendou com base no fato de que era seu álbum favorito dos três Sabs que ele possuía em vinil (junto com "Paranoid" e "Never Say Die"). E cara, acabou sendo a introdução perfeita ao Sabbath para mim! Em uma pequena nota lateral, acho que a capa do álbum é perfeitamente má, embora pareça um pouco datada.

Assim como em outros álbuns do Black Sabbath, a principal força aqui são os riffs; a maior parte do álbum contém riffs pesados épicos. Por exemplo, a faixa-título é um metal de masmorra absolutamente épico; aquele riff de abertura soa como se estivesse arrancando as algemas das masmorras das paredes de pedra. Curiosamente, esse primeiro riff é seguido por uma seção que soa um pouco como Jethro Tull (o que não é uma coisa ruim!) antes de retornar ao material pesado. O outro riff costumava me assustar na minha juventude, mas agora eu aprecio o quão mal soa! Com exceção da música acústica "Fluff", todas as músicas contêm maravilhosos riffs de Iommi, especialmente a faixa-título, A National Acrobat, "Sabbra Cadabra" e "Killing Yourself To Live".

Liricamente, este álbum me parece um de seus álbuns mais interessantes e fortes. "A National Acrobat" tem uma letra incrivelmente estranha (“quando pequenos mundos colidem, estou preso dentro da minha célula embrionária”) e uma das melhores risadas de Ozzy de todos os tempos bem no final do extenso groove do meio. "Killing Yourself To Live" é um sábio conto de advertência, e "Spiral Architect" é uma joia de conto. Ozzy faz um ótimo trabalho em todas as faixas!

O Black Sabbath também mostra maturidade e variedade bem posicionada neste álbum, coisas apenas insinuadas em seus álbuns anteriores. "Fluff" é provavelmente a música acústica mais bonita do Sabbath. É certamente muito mais melódica, suave e bonita do que "Laguna Sunrise", que sempre soa um pouco instável para mim. E "Sabbra Cadabra" pode ser a música mais animada e polida do início do Sabbath. Meu pai uma vez a descreveu como “doce Sabbath” e acho que é uma boa descrição, com todos os teclados de Rick Wakeman e as letras românticas.

Existem algumas áreas para mim onde este álbum perde algumas marcas. As três primeiras faixas do lado dois se arrastam para mim depois de repetidas audições, e o sintetizador em "Who Are You" soa um pouco datado e cafona. Além disso, Geezer é muito menos perceptível no baixo do que nos quatro álbuns anteriores. No entanto, pela primeira vez, Bill Ward faz um álbum inteiro sem nunca soar como um baterista bobo para mim. Não, de fato, neste álbum Bill Ward se encaixa perfeitamente em todas as músicas. É como se ele tivesse aprendido a ser baterista entre o "Vol. 4" e "Sabbath Bloody Sabbath".

A última faixa, "Spiral Architect", é uma das maiores conquistas do Black Sabbath como artistas musicais. Não é minha música favorita deles, e provavelmente não é a melhor ou mais influente faixa deles, mas há algo nela que transcende a necessidade de identificação de gênero como ouvinte. Não importa se você é um metaleiro, um frequentador regular de sinfonias ou um fanático por jazz. "Spiral Architect" é uma música tão bem escrita que deve fornecer algo para todos. Começa com um belo violão acústico, antes de se transformar em algo majestoso e arrebatador, com guitarras, bateria, ótimos vocais e arranjos orquestrais de bom gosto. Os arquitetos da cidade espiral, de fato, os senhores Iommi, Osbourne, Butler e Ward!

Via ReleaseTheBears.

Dan Brooklyn lança seu álbum de estreia "The Great Beast", dedicado a Aleister Crowley e com cover de Ozzy

Trabalho chegou hoje em diversas plataformas

1º de dezembro de 2022. Este dia é mais do que apenas o começo do fim de um ano agitado, é também o aniversário da morte do homem mais perverso do mundo.

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Enquanto o mestre ocultista Aleister Crowley tem sido tema de inúmeras canções, obras de arte e histórias de fundo de alguns dos lançamentos de metal e rock mais influentes de todos os tempos, o artista de metal industrial holandês Dan Brooklyn continua sendo aquele que realmente lança o vermelho (ou melhor, o preto) ) tapete para Crowley.

Com novas influências góticas e Nu-Metal, variando de gigantes da cena como Alice Cooper ou Rob Zombie até Rammstein, Dan Brooklyn entrelaça a saga musical de gelar o sangue em torno de um dos homens mais notórios e infames que já caminharam na terra. Naturalmente, o próprio Dan Brooklyn não hesita em quebrar barreiras e encontrou seu nicho como um dos nomes mais esperançosos da Europa em Shock Rock. Imagens explícitas, letras perturbadoras, parcialmente retiradas dos próprios escritos de Crowley e instrumentais assombrosos, todos constroem o epos que é seu primeiro álbum, "The Great Beast". Com a ajuda de Caleb Bingham (ex-Five Finger Death Punch) do Athanasia como produtor e colega músico no disco, Brooklyn conseguiu criar seu próprio som característico que faz as cabeças virarem imediatamente.

No álbum, Dan Brooklyn leva o ouvinte a uma jornada pela vida e práticas de Crowley, sem nunca glorificar, mas sim aumentar a conscientização sobre os atos e filosofias de Aleister Crowley. Sobre o próprio Sr. Crowley e a história do álbum, Dan Brooklyn diz: “Crowley era temido por seus contemporâneos tementes a Deus; celebrado como um pensador pioneiro e livre pela geração da contracultura dos anos 60 e 70. Mas qual das muitas faces é a verdadeira face de Crowley? Ele foi o pioneiro libertino e incompreendido que abriu caminho para a Era de Aquário? Ou ele era o narcisista egoísta, viciado em sexo e drogas que seus críticos afirmam que ele é? Ouça "The Great Beast" e descubra por si mesmo!” Como faixa de encerramento do álbum, Dan Brooklyn colocou o toque de Midas no que talvez seja a música mais conhecida já escrita sobre Aleister Crowley: "Mr. Crowley", que será lançada como single em 3 de dezembro no 74º aniversário de Ozzy Osbourne, não é apenas um favorito constante na lista de reprodução de todos os metalheads, mas ganha um novo apelo por meio dos vocais no estilo Rammstein e dos instrumentais lindamente construídos. Mas há mais: 6 de dezembro marca o aniversário do Sr. Randy Rhoads, então ele será homenageado com o lançamento do videoclipe de "Mr. Crowley". Uma coisa é certa: você nunca ouviu Ozzy dessa maneira. Dan Brooklyn sublinha: “Acho que conseguimos criar um cover sombrio, original e cinematográfico dessa música; diferente de qualquer um que já se ouviu antes!"

Em seu recente clipe, "Chamber of Nightmares", Dan Brooklyn prova sua habilidade como um compositor promissor, combinando sua mistura de estilo de metal industrial, gótico e rock chocante com uma grande porção de cativante, tornando a faixa um verdadeiro destaque de "The Great Beast". A música também tem algumas surpresas reservadas, um excelente exemplo disso sendo um solo altamente melódico que não pareceria deslocado em uma música moderna do In Flames, apresentada na primeira metade da faixa. Brooklyn diz o seguinte sobre sua inspiração subjacente: “'Em 1920, Crowley fundou a Abadia de Thelema em Cefalu, Sicília. Um templo, centro espiritual e anti-mosteiro, que ele queria transformar em um centro global de devoção mágica. Aleister cobriu suas paredes com murais surrealistas; imagens enormes e coloridas de ciclopes, duendes e outras criaturas. Ele se referia ao seu quarto como 'Chambre des Cauchemars' - a 'Câmara dos Pesadelos' - e às vezes trancava seus devotos em seu quarto por horas a fio depois de dar-lhes alucinógenos. Os psicodélicos provavelmente deram vida aos murais, e Crowley fez isso para que seus devotos “superassem seus medos”. A música é sobre os eventos descritos acima e provavelmente a faixa mais amigável para o rádio do disco. Apresenta amostras de Crowley dizendo 'Coragem!' e 'Ou como flores em sua beleza, para a câmara da justiça'."

Ouça o álbum "The Great Beast", de Dan Brooklyn aqui: https://orcd.co/danbrooklyn


Tracklist:

01 93 (The Dawn of an Enigma)
02 Boleskine House
03 The Power of Darkness is More Than Just a Superstition  
04 The Midnight Flower Unfurled 
05 The Equinox of the Gods
06 Droppings From the Host of Heaven
07 The Great Beast
08 The Most Powerful Being in the World
09 Chamber of Nightmares
10 Scattered Through the Galaxy Like Grains of Sand 
11 Liber XLIV (The Mass of the Phoenix)
12 The Poet
13 Mr. Crowley.