Confraria Floydstock: hard rock
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quarta-feira, 14 de abril de 2021

Murdock lança novo single “Irônico Maldito” em première por icônico site de Stoner e Doom

Nessa quinta-feira (15) o quarteto catarinense Murdock lança antecipadamente pelo icônico site Doomed and Stoned (EUA) seu novo single, a faixa “Irônico Maldito”. Com estreia oficial marcada para dia 17 no streaming através do selo carioca Abraxas, a música marca a nova safra de composições da banda de Tijucas, que investe no Hard Rock setentista, no Stoner e no Blues para produzir sua sonoridade, com letras em Português e excelentes melodias e produção.

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Gravada no estúdio Soundbeat (SC), a faixa trata de dualidade mental e conturbação, e também sobre como achar um válvula de escape para isso, conforme explica o guitarra e vocalista Guilherme Sezoski. Nesse caso, através da música e composição. A faixa é o primeiro single do próximo EP de estúdio da banda, que deverá chegar no meio do ano trazendo uma coleção de ótimas faixas de Heavy Rock em nosso idioma. A banda, formada em 2019, realizou recentemente uma session gravada para a página Void Stoner Doom Worship no projeto “Live in the Void”, que apresenta sessions de alta qualidade de bandas de Stoner e Doom do mundo todo. Seus últimos singles foram as músicas “Olhos Sinistros” e “Porcos”, esta última também lançada pelo selo Abraxas.

Confiram “Irônico Maldito” nessa quinta-feira no site Doomed and Stoned: https://doomedandstoned.com/

No Possession: o espírito do rock ‘n roll vive em novo single “Lights Out”

Capturando o doce som do rock ‘n roll em vinil, a gravadora sueca Melodic Passion Records divulgou na sexta feira dia 02 de abril, o single “Lights Out” da banda No Possession.

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Servindo como prévia do vindouro álbum “Third Time’s a Charm”, no single “Lights Out” é possível ouvir ecos do passado (Rolling Stones, Faces, Deep Purple, Black Crowes e Aerosmith) e sons de hoje (John Mayer, Joey Bonamassa e Rival Sons).

Segundo o vocalista e guitarrista Micko Ylinikka, “a banda começou a trabalhar no novo material como se estivéssemos treinando para um campeonato de luta. Estamos procurando entregar shows de alta octanagem ao vivo quando for novamente possível”.

Ter a oportunidade de produzir “Lights Out” juntos em estúdio fez com que o No Possesion se tornasse coeso e com uma sonoridade única que, unida a brilhante masterização de CJ Grimmark (Narnia), fez com que o single soasse como um clássico single 7” de rock ‘n roll.

Confira o videoclipe de “Lights Out” no link abaixo:

Escute “Lights Out” na sua plataforma digital preferida:

https://orcd.co/lights-out

No Possession é:

Micko Ylinikka – Voz e guitarra solo

David Ylinikka – Guitarra e vocais

Mattias Vestlund – Baixo e vocais

Thomas Andersson – Bateria e vocais 

Faça o pré-save de “Third Time’s a Charm” nas plataformas digitais:

https://orcd.co/third-times-a-charm

terça-feira, 13 de abril de 2021

Rolling Stones e Foo Fighters: Mick Jagger e Dave Grohl lançam a canção "Eazy Sleazy"; ouça

A faixa surpresa dos frontmen do Foo Fighters e The Rolling Stones fora compartilhada no YouTube nesta tarde (13 de abril), tendo sido escrita por Jagger durante o lockdown pelo coronavírus.

Jagger faz os vocais e toca guitarra, com Grohl tocando bateria, guitarra e baixo. Um vídeo oficial mostra a dupla gravando a música remotamente de seus respectivos espaços de estúdio.

Eazy Sleazy’ encontra a referência de Jagger "chamadas de zoom", estando em "casa nestas paredes da prisão", aplausos falsos e uma "dança estúpida TikTok", enquanto olha para a vida pós-COVID e o "jardim das delícias terrenas" esperando.

É uma música que escrevi sobre como sair do bloqueio, com um certo otimismo muito necessário”, explicou Jagger. “Obrigado a Dave Grohl por pular na bateria, baixo e guitarra, foi muito divertido trabalhar com ele - espero que vocês gostem de‘ Eazy Sleazy ’.”

Grohl acrescentou: “É difícil colocar em palavras o que gravar esta música com Sir Mick significa para mim. Está além de um sonho tornado realidade. Bem quando eu pensei que a vida não poderia ficar mais louca ... e é a música do verão, sem dúvida !!"

Foo Fighters apareceu como a banda de apoio de Mick Jagger durante uma festa de encerramento do Saturday Night Live em 2012, com Grohl relembrando a experiência "incrível" de tocar juntos anos depois, em 2017.

E então a festa começa e nós o vemos e pensamos,‘ Pleeeease, Mick Jagger’, e ele apareceu e fez ‘Bitch’ e foi incrível”, lembrou ele. “Ele estava tão envolvido e o público estava tipo, 'Oh, meu Deus', e nós vamos direto para 'Miss You' para ter certeza de que ele não sai do palco e foi louco porque você não percebe como Mick é super legal. Ele é um cara ótimo.

Via NME.

sexta-feira, 9 de abril de 2021

Cheap Trick lança “In Another World”, vigésimo disco de estúdio

Álbum conta com versão de “Gimme Some Truth”, do John Lennon

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Uma verdadeira instituição do rock americano, o Cheap Trick acaba de lançar seu vigésimo álbum de estúdio. “In Another World” chega ao Brasil via BMG e traz uma banda com espírito e gás de quem está só começando a estrada apesar dos quase 50 anos de história.

Nós somos irresponsáveis o suficiente para não desistir", brinca o guitarrista e fundador Rick Nielsen. “Amamos nos unir e tocar. No nosso primeiro disco eu dizia ‘tenho 30 anos mas sinto como se tivesse 16’. E bem, ainda me sinto assim… Pelo menos até a realidade me alcançar. Mas quando toco, me sinto o cara mais jovem do mundo”.

Fundado em 1974, o Cheap Trick atualmente conta, além de Nielsen, com Robin Zander (voz, guitarra base), Tom Petersson (baixo) e Daxx Nielsen (bateria). Membros do Hall da Fama do Rock and Roll, eles tem mais de 20 milhões de cópias vendidas e 40 certificações internacionais de ouro e platina em sua premiada carreira. Produzido pelo parceiro de longa data Julian Raymond, o novo álbum traz o grupo indo do clima de rock de estádio até o blues de Chicago sem perder a identidade que marca a banda.

Cheap Trick sempre teve um som diverso. Não tentamos fazer uma música mais pop e tentar replicar essa fórmula. Sinto que tem muita nuance e nossas músicas, por mais que pareçam simples para o ouvinte”, reflete Nielsen. 

Além dos explosivos singles “Light Up The Fire” e “Boys & Girls & Rock N Roll”, o álbum conta com uma versão da clássica “Gimme Some Truth”, de John Lennon, com a participação especial de Steve Jones (Sex Pistols) nas guitarras.

Esse disco em especial reflete o mundo atual e o que estamos passando”, conta o vocalista Robin Zander. “Sempre fomos uma banda com um olhar positivo, esperançoso, mesmo quando éramos irônicos. Mas agora que estamos ficando mais velhos, vemos que não temos muito o que comemorar ao nosso redor. A ideia de fazer a versão de 'Gimme Some Truth’ veio em um dia que fiquei muito incomodado com notícias de política na TV e essa música veio à minha mente. Na hora imaginei que ela está mais atual hoje do que quando foi escrita por John”.

Disponível em todas as plataformas de streaming, “In Another World” marca mais uma página de uma banda que não pensa em descansar.

Essa banda é unida por música. É a cola que nos mantém unidos para gravar e lançar discos. Formamos essa banda para tocar, compor e lançar discos. Se isso parasse, qual seria a motivação de continuar?”, conclui Zander.

Ouça o álbum “In Another World”: https://cheaptrick.lnk.to/InAnotherWorld.

Tracklist:

The Summer Looks Good On You

Quit Waking Me Up

Another World

Boys & Girls & Rock N Roll

The Party

Final Days

So It Goes

Light Up the Fire

Passing Through

Here’s Looking At You

Another World reprise

I’ll See You Again

Gimme Some Truth

sexta-feira, 2 de abril de 2021

Butcher Babies libera "Last Dance", 4º single de seu vindouro EP; ouça

"Last Dance" integrará o vindouro EP da banda Butcher Babies, ainda inominado e sem gravadora revelada, que chegará no 1º semestre de 2021.

Butcher Babies libera clipe de "Yorktown", 3º single de seu vindouro EP; assista.

Butcher Babies libera clipe visceral de "Sleeping With The Enemy", 2º single de seu vindouro EP; assista.

Heidi lembra: "Enquanto escrevia "Last Dance", fui trazida de volta à memória na faculdade, onde alguns de meus amigos e eu costumávamos dirigir até o cânion no sul de Utah, deitar no capô de nossos carros e olhar para o alto  estrelas. Discutíamos os diferentes caminhos que queríamos seguir na vida. Como jovens adultos, sonhávamos com o futuro. Não vejo a maioria desses amigos há mais de uma década e muitas vezes me pergunto se aquelas noites sonhando sob as estrelas sempre passaram por suas mentes. Eu olho para trás para essa memória com carinho, pois esses amigos apoiaram muito em tudo e cada um de nós. Eles foram algumas das primeiras pessoas a me apoiar nas esperanças e sonhos da música. Esta música,  para mim, foi sobre recriar aquele momento todos esses anos depois. Isso é uma ode a você; John, Mikey e Kim."

Ouça "Last Dance" no player abaixo:


Sequencialmente assista ao clipe de "Bottom of Bottle", divulgada anteriormente:

quarta-feira, 31 de março de 2021

Black Sabbath - Tony Iommi: "Eu não acho que o rock vai morrer"

O pai do metal respondera às reiteradas afirmações de Gene Simmons

Por anos, Gene Simmons do KISS expressou sua opinião, em várias ocasiões diferentes - de que “o rock está morto”. Em um artigo na revista Esquire em 2014, o baixista e cantor cuspidor de sangue forneceu citações como “Rock está finalmente morto” e “A morte do rock não foi uma morte natural. Rock não morreu de velhice. Foi assassinado.” No entanto, a lenda do rock Tony Iommi tem uma opinião diferente sobre o estado da música rock.

Black Sabbath e King Crimson - Tony Iommi sobre Robert Fripp e Toyah Wilcox: "Eu acho que eles enlouqueceram".

No início deste ano, Simmons reiterou sua afirmação de que “o rock está morto” em uma entrevista ao Gulf News e, em seguida, explicou totalmente sua teoria em uma entrevista à Heavy Consequence. Ele nos contou, entre outros motivos:

Aquele garoto que morava no porão da mãe decidiu um dia que não queria pagar pela música. Ele queria baixar e compartilhar arquivos. E foi isso que acabou com as chances da próxima geração de grandes bandas. O fato de a música ser gratuita. Então, hoje em dia, novas bandas não têm chance.

Ele também acrescentou:

A questão é, sim, o rock está morto porque se jogarmos o jogo de 1958 até 1988, que é 30 anos, você teria Elvis, The Beatles, Stones, Pink Floyd e assim por diante. E você pode ir para a parte pesada, que é o Metallica, o Maiden, se você quiser colocar o KISS aí, tudo bem. AC / DC, etc. Até U2, Prince, Bowie, Eagles. E então você começa as coisas disco, e Madonna, e essas coisas, e Motown, é claro. E então, de 1988 até hoje, quem são os novos Beatles?

Heavy Consequence também conversou recentemente com o guitarrista do Black Sabbath Tony Iommi, considerado por muitos como o “pai do heavy metal”. Quando perguntamos a ele o que ele pensava sobre Simmons dizendo repetidamente "o rock está morto", Iommi nos disse: 

"Eu não acho que o rock vai morrer. Isso tem sido dito há anos. Quer dizer, quantas vezes eu já ouvi essa afirmação nos últimos 50 anos? É bastante, realmente.

Ele continuou:

Acho que a boa música não vai acabar. Sempre haverá um mercado para isso. Haverá uma quantidade de bandas que cairão no esquecimento, como sempre há, sempre haverá. Mas há certas bandas que vão se destacar e vão estar lá. Você tem o Metallica aí, eles não vão desaparecer. Eles têm muitos fãs e uma ótima base de fãs. Existem muitas bandas por aí. Não, a música não vai embora.

Via Heavy Consequence.

terça-feira, 30 de março de 2021

General Sky aposta no modern rock no lançamento do single "Meus Dias"

Faixa fora lançada pelo selo Kind Music

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A General Sky apresenta uma sonoridade musical com influências do rock, modern rock, hard rock e stone com riffs marcantes e vibrantes do início ao fim.

Formada por André Santos (voz e guitarras), Filipe Paitz (bateria) e Henrique Vignando (baixo), o trio partilha das mesmas convicções de vida e se uniram para levar uma mensagem de amor, paz e respeito através da sua arte. 

A banda acaba de lançar pelo selo Kind Music o seu novo single intitulado "Meus dias" em todas as plataformas de streaming. 

"Meus Dias" foi composta com base no cotidiano das pessoas, e no que fazem diariamente; acordando, saindo pra trabalhar, entre outros afazeres da vida moderna. Na correria do dia-a-dia não pararam pra pensar que Deus cuida de cada detalhe, nos livrando de acidente ou doença e tudo isso mesmo sem merecer.

A banda General Sky representa o movimento que acredita que através da música e atitudes podemos transformar gerações. Há mais de 10 anos a General Sky reuniu vários amigos em suas formações, porém foi em 2017 que três amigos com as mesmas convicções de vida se uniram para levar uma mensagem de amor, paz e respeito através da sua arte.

Em 2017 tiveram o privilégio de ganhar o prêmio de melhor execução como single “Decisão” no festival de música Garage da Juventude de Maringá. Em 2020, apesar da pandemia, lançaram 3 singles “Queda Livre”, “A Questão” e “Sem Você”. A música “Queda Livre” ganhou um clipe no seu lançamento.

Confira "Meus Dias": https://ps.onerpm.com/6531300002.


sexta-feira, 14 de abril de 2017

Ritchie Blackmore: o erudito, o blueseiro, o hard, o performático


Hoje é dia dele. Chato, mal encarado, marrento, mal humorado e tudo mais nesse sentido, mas um dos maiores musicistas nascidos no século XX.

Criador e difusor do estilo neoclássico de entoar sua guitarra, Ritchie Blackmore traz em seu DNA o erudito, o blueseiro, o roqueiro hard e acima de tudo, o músico, por muitas vezes performático.

Hoje o foco principal será dedicado a ele, com n postagens o homenageando nas suas três faes principais de sua carreira: Deep Purple, Rainbow e Blackmore's Night.

Iniciando nossas homenagens ao mestre Ritchie Blackmore, eis o que considero seu melhor momento na fase Deep Purple.

Justiça seja feita: todos os cinco membros do grupo só faltou fazer chover nas apresentações na terra do sol nascente, que originaram o duplo ao vivo "Made In Japan".

E Ritchie simplesmente fora fantástico.

Desde a inicial e trovejante "Highway Star", com o seu famoso e inigualável solo melódico, a melhor versão de "Child In Time", com um Blackmore literalmente endiabrado, o improvisado e prolongado riff inicial de "Smoke And The Water", o inesquecível duelo guitarra-voz travado com Ian Gillan em "Strange Kind Of Woman", o mergulho no blues-rock em "Lazy" e a viagem absoluta de "Space Truckin'.


Enfim, Ritchie Blackmore e seus amigos (amigos pero no mucho) fizeram os japas arregalarem os olhos e infelizmente isso não foi filmado.

Seguindo em nossas homenagens ao guitarrista Ritchie Blackmore, destaco agora o momento que considero como sendo o seu ápice na fase Rainbow: a apresentação registrada no CD/DVD Live in Munich, de 1977.

Ao contrário do álbum da nossa primeira mensagem de hoje, o Deep Purple "Made in Japan", onde tudo funcionava e brilhava pelo conjunto e entrosamento, aqui no Rainbow, tudo fora montado para que o chefe e idealizador do grupo brilhasse.

Mas o nosso Blackmore, como de bobo nunca tivera nada, convocou músicos de primeira grandeza para serem seus "coadjuvantes de luxo", com potencial imenso de roubarem a cena.

Então, acompanhado pelo "nanico" em tamanho, mas gigante na voz, Ronnie James Dio, do baixista Bob Daisley, que depois iria se juntar a Ozzy Osbourne e Uriah Heep, do fantástico pau pra toda obra, o baterista Cozy Powell, além do tecladista David Stone, o que se viu e ouviu fou um maravilhoso espetáculo de blues-hard-rock, capitaneado por sua excelência Ritchie Blackmore, que despejou ali todas as suas influências musicais.

A porrada hard já nos pega de jeito com os riffs e solos de Ritchie guarnecidos pelos lindos gritos de Dio em "Kill the King".

Divagando na intro e climatizando tudo, Blackmore nos remete ao blues-rock-lamento de "Mistreated", onde novamente Dio é magistral em seu canto (e quando ele não era).

Outros espetáculos à parte são a linda e extensa "Catch the Rainbow", onde o erudito aparece na introdução, com Blackmore entoando um trecho lírico de "Ave Maria" e mais pra frente durante a canção ele sola a perder de vista, felizmente.


A certeira "Long Live Rock 'n' Roll" é o clássico hard rock por definição, território onde Ritchie Blackmore conhece como ninguém.

Em "Man on the Silver Mountain" ele nos brinda com uma blueseira improvisada dentro da canção.
E como último destaque, o que ele fez em "Still I'm Sad", um cover da banda The Yardbirds que na sua versão orignal não passa de três minutos e aqui fica nove vezes maior é algo fora-de série.

Sequenciando com nossa homenagem ao excepcional Ritchie Blackmore, chegamos à fase que ele está hoje, a bordo de sua banda celta-folk-rock Blackmore's Night ao lado de sua candura, a esposa e cantora Candice Night.

E desta fase eu enalteço justamente o debut, ou seja, o álbum primeiro deste projeto, "Shadow Of The Moon", lançado em 1997.

O trabalho todo é refinado e primoroso, com um Ritchie Blackmore aqui, mais sereno e compenetrado às suas notas, sem todo o espalhafato sonoro e performático que imaginávamos ao ouvir e víamos nas suas obras do tempo de Purple e Rainbow além de deixar um pouco as guitarras descansarem e empunhar mais violões e bandolins.

Destaco as faixas "Play Minstrel Play", com participação de ninguém menos de Ian Anderson, com sua flauta mágica, "Ocean Gypsy", cover do Renaissance, onde Candice não fica devendo à Annie Haslam e Blackmore faz lindos acordes.


Em "Writing on the Wall", Blackmore faz uma linda adaptação celta à obra de Tchaikovski.
Mas é no segmento final que o disco fica maravilhoso ao cubo.

"No Second Chance", uma linda balada celta, "Mond Tanz", um show de notas de Blackmore, numa canção alegre, "Spirit of the Sea", a voz de Candice nos faz ter certeza que fora feita para o violão de Ritchie Blackmore, a famosa "Greensleeves" ganha sua versão trabalhada pelas cordas de Ritchie e a última "Wish You Were Here" (apenas homônima a aquela do Pink Floyd) na minha opinião, sozinha ela já valeria todo o álbum, música completa, lindíssima e aqui sentimos novamente uma guitarra que nos faz lembrar que aqueles tais acordes são púrpuros.

Versões posteriores ainda trouxeram a faixa bônus "Possum's Last Dance".

Em 2016 Ritchie voltou a "rockar", montando um novo Rainbow para concertos na Alemanha e Inglaterra. CONFIRA AQUI