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quinta-feira, 29 de julho de 2021

Mission Pilots and the Dropkick Apollo traz peso do stoner com camadas psicodélicas

Álbum de estreia conta com cinco músicas instrumentais com referências à Dead Meadow e Truckfighters.

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A Abraxas Records lança nas plataformas de streaming o disco de estreia da Mission Pilots and the Dropkick Apollo, power trio instrumental de Florianópolis. São cinco músicas que carregam o peso do stoner em meio à viagens psicodélicas e camadas de fuzz.

Ouça aqui: https://onerpm.link/242548343897.

O álbum foi concebido em torno de um universo narrativo embebido nas referências do sci-fi, nas viagens espaciais, no etéreo e no passional. Esses elementos se estabelecem, criando de forma subjetiva - e muito vinculada ao interpretativo - o início de uma saga.

"Mission Pilots and the Dropkick Apollo" foi gravado em 2019 de forma independente, no estúdio da banda, e todas as faixas foram produzidas por Bruno Bastos Nogueira.

Para a estreia, Sleepy Sun, Truckfighters, Dead Meadow, Causa Sui e Pink Floyd são referências para o material consistente e empolgante, uma viagem lisérgica com altas doses de adrenalina.

A banda

Formada em 2012, a Mission Pilots and the Dropkick Apollo inicia sua jornada tocando em pequenas festas na região.

Instrumental, busca uma sonoridade que une o peso do stoner com momentos introspectivos, sempre instigada por uma camada psicodélica. Em suas inspirações iniciais, lá estavam bandas como Sleepy Sun, Dead Meadow, Causa Sui e Pink Floyd.

Já com um repertório autoral, a banda logo é chamada para se apresentar ao lado de nomes internacionais do rock chapado, dentre eles, três realizados pela Abraxas: Radio Moscow, The Shrine e Earthless.

Próximo lançamento

Já está em produção uma graphic novel que aprofunda a narrativa do disco de estreia. A intenção da banda é ampliar a experiência auditiva para outras plataformas.

Evil Motor: quarteto disponibiliza novo videoclipe de “The Blast”

A banda carioca de hard rock Evil Motor, um dos precursores do Stoner no Brasil, lançou nessa última Quarta (28) seu novo single. “The Blast”, ótima faixa de hard rock e rock´n roll, veio com um videoclipe e foi disponibilizada no Youtube e no streaming, atrelando peso e boa melodia com uma dose generosa de energia.

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O quarteto, formado nos anos 90 na cidade de Teresópolis, é um dos primeiros nomes do país relacionados ao cenário Stoner, tendo lançado o álbum “Atomic Vacuum” em 1999. Seu lançamento anterior foi a faixa “Tell of My”, e mais material já se encontra em processo de produção, trazendo a banda de volta à ativa como nunca!

Confiram “The Blast”:

Em memória de Aldir Blanc, novo EP do músico brasiliense apresenta 3 faixas autorais com tom de protesto

Tiago Sá é músico, produtor, cantor e compositor com influências que vão do rock ao reggae, passando pela música brasileira até a eletrônica. Ele começou sua carreira ainda na década de 1990, tocando em bandas de reggae da capital e na banda do músico Renato Matos, com quem lançou um álbum ao vivo em 2004.  Ele tem dois álbuns autorais lançados: “Reação da Alquimia” (2012) com produção de Lucas Santtana e “Música pra te aguçar” (2019). Ambos lançados de maneira física e fora dos serviços de streaming atuais.

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Agora, o artista lança digitalmente o EP “Querelas de Brasília” (ouça no spotify, deezer, apple music), que tem esse nome em referência a Aldir Blanc e ao complicado momento político do nosso país. O protesto dá o tom das letras do EP e a sonoridade viaja pelo rock, o dub, a música brasileira e a eletrônica ao longo das três faixas do trabalho. "O Brazil tá matando o Brasil. Os versos de Blanc permanecem atuais. Nesse pesadelo necropolítico a resistência é nos mantermos vivos junto com os nossos sonhos. Esse EP é em memória de Aldir Blanc e das vítimas do desgoverno Bolsonaro, é minha afirmação de oposição e ao mesmo tempo uma espécie de terapia. Apesar do horror não deixo de contemplar a beleza que resiste junto com a esperança”, comenta Tiago.

O EP, que foi produzido pelo próprio artista, conta com as participações do rapper Japão Viela 17 em “Quase Tudo Bem”, do guitarrista Marcelo Barbosa da banda Angra fazendo o solo da faixa “Querelas de Brasília” e da cantora Andressa Munizo da banda Binarious na canção “Anticorpos Antifascistas”. A arte de capa é da Imaginarte.

Além das faixas, o EP ainda será acompanhado por Lyric Videos, também produzidos pela Imaginarte para todas as canções. Os 3 lyrics são praticamente clipes já que são feitos 100% com filmagens, têm uma estética que lembra o punk rock dos anos 80 e cada vídeo tem uma cor predominante como na trilogia de Kieslowski. O primeiro video lançado foi do single “Anticorpos Antifascistas” em junho. Junto com o lançamento do EP, Tiago aproveita para lançar o Lyric Video da faixa que dá nome ao trabalho. O último lyric, da canção “Quase tudo Bem”, será lançado em seguida.

Veja o Lyric Video de "Querelas de Brasília":

O EP “Querelas de Brasília” tem letras e produção do Tiago Sá, com mix e master por Ricardo Ponte e será lançado pelo selo digital nordestino Hominis Canidae REC. Tiago é o primeiro artista autoral do cast, de fora da região mais amada e antifascista do Brasil. O selo aproveita pra avisar que também irá disponibilizar os outros álbuns autorais do cantor e compositor brasiliense em todos os streamings, ao longo deste segundo semestre.

Ouça o EP “Querelas de Brasília” em seu streaming favorito:

https://rec.hominiscanidae.org/2021/07/HC36TiagoSa.html

quarta-feira, 28 de julho de 2021

Chal lamenta a ganância política no Brasil em clipe com videografismo

Cantor e compositor goiano, com uma indicação ao Grammy Latino, faz apelo na forte canção folk rock "Sinto Muito".

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A reflexiva ‘Sinto Muito’, música na qual o cantor e compositor Chal escancara um Brasil atual carregado de ganâncias e problemas do passado e do presente, ganha movimentos e elucidações – ora subjetivas, ora fiéis à realidade – em um impactante videoclipe, com direção e animação de Thales Magno.

Assista aqui:

Sinto Muito’, a canção, foi lançada pelo selo Toca Discos no último mês de maio, como a primeira faixa bônus de outras remanescentes do disco ‘O Céu Sobre a Cabeça’, registro indicado ao Grammy Latino de 2019, que ganhará uma edição Delux.

O audiovisual ilustra a crítica de Chal diante de um país assombrado pelas escolhas individualistas do ser humano. No clipe, o cantor aparece dentro de um trem que anda para trás, cuja estética sugere o retrocesso do país, nas rédeas de políticos autoritários, corruptos e que a todo custo buscam normalizar a miséria, a fome e a desigualdade.

Para além das críticas racionais, ‘Sinto Muito’ é um brado cantado do fundo do coração de Chal. Sua performance intensa quer despertar a indignação e a empatia por meio de sua arte - a música.

A trama do clipe perpassa a dimensão espiritual da música, reforçada pelas imagens do clipe por meio da técnica de videografismo com animação 2D, que remete também à relação do cantor com a religiosidade e sua sensibilidade à força e trabalho do padre Júlio Lancellotti e do seu tio Dom Tomás Balduino, bispo emérito da Cidade de Goiás ligado a Pastoral da Terra e aos movimentos Campesinos.

O roteiro, assinado por Chal junto a Thales, é expressado no clipe com uso de elementos antigos para reforçar – graficamente – como os problemas da construção da nação ainda refletem num presente igualmente desastroso e perigoso.

Enquanto Chal viaja em um trem dando ré, tendo como pano de fundo a construção de Brasília, diversas imagens sugerem à cena, bastante sugestivos: a vacina, um ditador com cloroquina em mãos, gado, tocos de madeira pegando fogo, a dicotomia fome/petróleo, um punho cerrado de resistência, uma cidade construída cheia de figuras tenebrosas (políticos e suas ganâncias), morte na pandemia, censura contra liberdade de expressão, pedidos por mais amor etc.

Um importante elemento do clipe é a maçã que tanto acompanha Chal ao longo da viagem como surge em diversas situações externas aos trilhos. A maçã comida representa a entrega humana a essa ganância, enquanto a maçã apodrecida representa uma esperança para uma consciência menos egoísta, a deixa urgente à pergunta final de ‘Sinto Muito’: “Vai ficar assim? Diz pra mim”.


terça-feira, 27 de julho de 2021

Fryer busca a luz em meio à escuridão em conceitual álbum “The Moth - Before the Darkness”

Lançamento é do selo Nightbird Records

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Tal qual uma mariposa desesperada à procura da luz, Fryer busca um olhar para o futuro através da escuridão em seu álbum de estreia. Usando com referência sons góticos, industriais e pós-punk com um viés contemporâneo, “The Moth - Before the Darkness” é um curto e cru trabalho cheio de ambiências que dialogam com o cenário de caos sócio-político do Brasil atual. O lançamento é realizado pelo selo norte-rio-grandense Nightbird Records em todas as plataformas de streaming. 

Ouça “The Moth - Before The Darkness: https://smarturl.it/TMBTDFryer

Esse é um disco conceitual que aborda várias figuras presas em um ambiente escuro onde ninguém sabe onde está, como chegou ali ou para onde está indo. Quase uma referência a Beckett. O álbum funciona como uma sátira nostálgica e atual do momento político e social que vivemos abordando temas como o narcisismo nas redes sociais e os desdobramentos políticos do Brasil nos últimos anos”, resume o artista.

Fryer é um artista visual e compositor piauiense que aborda em suas obras múltiplas questões sociais e políticas e suas ligações com temas psicológicos e emocionais. Natural de Teresina, ele traz o um olhar ao mesmo tempo enquanto pessoa nordestina e como ser humano em um mundo caótico, se conectando com as pessoas em suas exposições ou canções. A capa, de sua autoria a partir de uma colagem digital de fotografias, traz a sensação de desconforto e estranhamento proposto como ponto de partida para o início do disco.

A ausência do rosto vem justamente para representar os pensamentos e a consciência social sendo diluídas. Não é uma persona específica. Somos todos nós perdidos. Sem ambições, sem perspectivas, sem uma imagem clara do futuro e sem rosto. O objetivo era criar uma imagem que conseguisse transmitir essa personalidade quase concreta se dissolvendo em um ambiente abstrato, no escuro, como um inseto lentamente desaparecendo na noite. A figura está suspensa nesse ambiente para significar a todos nós, que nesse momento, não sabemos para onde ir ou como seguir devido aos fatos que nos cercam em 2021”, reflete ele, que preparou artes para cada uma das faixas.

O álbum foi idealizado por Fryer ao longo de 2019. A pré-produção foi feita em um processo colaborativo com sua banda, composta por Izídio Cunha (baixo), Flávio Lopes (bateria) e Jean Medeiros (guitarra). As gravações das faixas principais ocorreram no início de 2020, de modo analógico para manter a estética proposta, no ForestLAB em Petrópolis (RJ). As faixas de transição foram gravadas em Teresina (PI), ao longo da pandemia do coronavírus em uma abordagem mais experimental. Debut do artista em formato disco, “The Moth - Before the Darkness” pode ser ouvido em todos os serviços de streaming de música.

A Banda:

Sintetizadores, vocais e guitarras: Fryer

Guitarras: Jean Medeiros

Baixo: Izídio Cunha

Bateria: Flávio Lopes

segunda-feira, 26 de julho de 2021

Com rock psicodélico e blues, Ancestral Diva divulga álbum de estreia homônimo

Rock psicodélico, blues e resistência. É com esse espírito que a banda Ancestral Diva divulgara o seu álbum de estreia no dia 23 de julho. Homônimo, o disco é inspirado na música setentista e versa sobre a liberdade, a paz e o amor.

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Escute o álbum Ancestral Diva

Ao todo, 11 faixas integram o álbum. Entre elas, estão a faixa Lamento, gravada em colaboração com a drag queen, Dolly Piercing, e os singles "Macumbeira" e "Dançando no Inferno". Esta última, inclusive, conta com uma performance teatral de Ricardo Righi na introdução. 

As sessões de gravação ocorreram no estúdio Última Gota, em Belo Horizonte, Minas Gerais. Na ocasião, a banda contou com o suporte do produtor artístico e engenheiro de áudio, Vitor Lopes. A masterização ficou a cargo de Fred Chamone. 

O vocalista Babo Gruppi explica o significado de “Ancestral Diva”. 

É um nome inspirado no simbolismo das árvores milenares que resistem ao tempo. Elas têm suas raízes enterradas, mas seguem vivas respirando. E esse sentimento de que é preciso resistir para sobreviver, está presente em todo o nosso disco”, frisou. 

O guitarrista Zé Mário Sousa, por sua vez, frisa que o grupo teve um caldeirão de influências durante o processo de produção do álbum. 

Nós gostamos da sonoridade stoner/blues. Por isso, nos inspiramos em novos nomes como All Them Witches e Royal Blood. No entanto, também curtimos muita coisa nacional e ouvimos desde de Secos & Molhados a Pabllo Vittar. No Brasil, o Jards Macalé foi a principal referência. Ele lançou uma obra prima chamada ‘Besta Fera'. Esse álbum nos influenciou bastante”.

A banda Ancestral Diva está em atividade desde 2019 e é oriunda do projeto The Spacetime Ripples, que em 2017 excursionou nos Estados Unidos. Além de Babo e Ze, a formação ainda é constituída pelos músicos Luce Lee (baixo, piano e synths) e Saulo Ferrari (bateria e percussão).

Tracklist:

Enterrado Vivo (Parte I)

Lamento (feat. Dolly Piercing)

Fim Distante

Escancarado

Macumbeira

Levada da Breca

Dançando no Inferno

Despertamente

Enterrado Vivo (Parte II)

Pindorama

Samba Para o Fim do Mundo

quinta-feira, 22 de julho de 2021

Dia do Cantor Lírico: Conheça os destaques no Metal

No dia 22 de julho é comemorado no Brasil o Dia do Cantor Lírico. O profissional que geralmente encontramos em óperas usa de uma técnica específica para alcançar determinadas notas. O trabalho na área exige o uso da potência sonora e a impostação correta, num esforço físico e emocional grande, que se utilizado incorretamente pode trazer risco de lesões nas cordas vocais. Muito comum em concertos de câmara, principalmente durante o período Renascentista e na Idade Média, essas técnicas vocais aparecem também no coral e nos lieds, e claro, também no Metal. 

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Existem seis tipos de classificações vocais: soprano (a mais aguda das vozes femininas), mezzo soprano (não tão grave como a contralto e não tão aguda quanto a soprano), contralto (a mais grave feminina), tenor (a mais aguda das vozes masculinas), barítono (não tão grave quanto o baixo e não tão aguda quanto o tenor) e baixo (a mais grave masculina). 

Separamos uma lista que conta com 10 nomes do canto lírico no metal. Conheça:

Tarja Turunen

Ficou conhecida no Nightwish e atualmente segue em carreira solo. É classificada como soprano e inclusive já se apresentou em óperas.

Bruce Dickinson

Frontman do Iron Maiden, ele também contou com uma carreira solo. Seu alcance vocal é classificado como tenor, chegando a alcançar quatro oitavas.

Andre Matos

Faleceu em 2019, porém sua voz nunca será esquecida. Capaz de alcançar mais de cinco oitavas, ele é classificado como tenor e ficou conhecido como a voz à frente do Angra, Shaman e também cantou em carreira solo.

Floor Jansen

Rosto à frente do Nightwish atualmente, a cantora holandesa passou anteriormente pelas bandas After Forever e Revamp. É uma soprano que consegue expandir seu vocal para belting e também gutural.

Aline Happ

Fundadora e vocalista do Lyria, a cantora se divide entre a banda de metal sinfônico e um projeto solo que une influências do folk e da música celta. É mezzo-soprano e canta utilizando diferentes técnicas do lírico e do popular, com uma extensão vocal de mais de quatro oitavas.

Klaus Meine

O cantor do Scorpions passou por uma crise vocal em 1980 chegando a perder a voz. Mas de lá para cá ele se dedicou a treinar sua voz de tenor para evitar passar novamente por crises de saúde.

Simone Simons

A vocalista do Epica é uma mezzo soprano e acompanha a banda desde o disco de estreia, em 2003. Já colaborou com bandas como Kamelot, Leaves’ Eyes, Primal Fear, Ayreon, Angra, e etc.

Ronnie James Dio

Considerado por muitos a melhor voz do heavy metal, o cantor morto em 2010 passou pelas bandas Black Sabbath, Elf, Rainbow, e muitas outras. É classificado como tenor.

Monica Possel

A cantora soprano a frente da Hamen conta com mais de 10 anos de experiência na área, chegando a atuar como soprano em corais profissionais. 

Tony Kakko

Capaz de alcançar 5 oitavas, o vocalista da banda Sonata Arctica é um tenor com capacidade de atuar como barítono agudo.

terça-feira, 20 de julho de 2021

Aline Happ lança versão celta de Beatles; assista

Nos tempos mais escuros, é a luz que nos traz esperança de que tudo pode melhorar. Assim é também com a música. A canção “Here comes the sun”, um clássico dos Beatles ganha uma nova versão na voz de Aline Happ, cantora conhecida por seu trabalho à frente do Lyria. Com influência da música folk e celta, a canção surge em busca de tempos melhores, em busca da iluminação.

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Composta por George Harrison, "Here comes the sun", foi gravada pelos Beatles e lançada no álbum Abbey Road (1969). Também é George que canta originalmente nesta canção, enquanto Paul faz o coro. John Lennon não participou da música por estar se recuperando de um acidente de carro. Como se pode notar a canção foi inspirada por uma manhã ensolarada, enquanto George estava na mansão de Eric Clapton. No Brasil, a música ganhou uma versão em português,na voz de Lulu Santos, em 1989, chamada "Lá Vem o Sol".

Conhecida mundialmente por seu trabalho como líder, vocalista e compositora do Lyria, Aline Happ é hoje uma das vozes mais famosas do metal brasileiro. Em seu projeto solo, a artista promove releituras Gothic/Folk/Celtic de canções do rock e do metal mundial que estão disponíveis em seu canal no YouTube. Graças ao apoio dos fãs, a cantora arrecadou mais de 200% da meta do financiamento coletivo para o seu disco solo de estreia, que será lançado ainda neste ano.

Os vídeos postados no canal de Aline Happ contam com o apoio de fãs no Patreon e no Padrim. Conhecidos mundialmente, o Lyria é uma banda carioca fundada em 2012 por Aline Happ. De lá pra cá, o grupo lançou dois discos com apoio de crowdfunding, "Catharsis" (2014) e "Immersion" (2018) e tocou em diversas cidades brasileiras como Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Curitiba, São Paulo, entre outras, além de transmitir shows online com venda de ingressos para o mundo todo.

Assista “Here comes the sun”:

Adquira o álbum em pré-venda:

https://www.lyriaband.com/alinehappbr

sexta-feira, 16 de julho de 2021

Com membros do Strokes, Natalie Imbruglia lança single “Maybe It’s Great”

Álbum “Firebird” será lançado no dia 24 de setembro próximo, via BMG.

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A cantora e compositora australiana Natalie Imbruglia continua a antecipar novidades de seu primeiro álbum de inéditas em seis anos. “Firebird” será lançado no dia 24/09 via BMG, e além da já lançada “Build It Better”, apresenta novas sonoridades com “Maybe It’s Great”, um rock alternativo com forte veia indie composto junto do guitarrista do The Strokes, Albert Hammond Jr., e o produtor musical e colaborador da banda, Gus Oberg.

Eu e o Albert Hammond Jr somos amigos há muito tempo, mas eu estava muito nervosa para trabalhar com ele porque também sou uma grande fã. Nós conversamos sobre trabalhar juntos em Los Angeles, mas eu estava indo para a Austrália no Natal. Então ele disse, 'Por que eu simplesmente não vou também?' Os estúdios Rockinghorse ficam no interior de Byron Bay, então não poderia encontrar um cenário mais mágico para uma sessão de composição”, conta Natalie.

Imbruglia estourou nos anos 90, começando sua carreira na música no topo das paradas com o hit global “Torn”. Prestes a lançar seu sexto trabalho de estúdio, ela tem 10 milhões de álbuns vendidos e 1 bilhão de streams, junto de uma coleção de prêmios invejável. Para a produção de “Firebird”, a artista buscou sair da sua zona de conforto.

O novo álbum foi realizado em sessões de composição ao redor do mundo com grandes nomes como Romeo Stodart, do The Magic Numbers; KT Tunstall; Eg White (Adele, Dua Lipa, Sam Smith); Luke Fitton (Little Mix, Girls Aloud); Fiona Bevan (One Direction, Ed Sheeran); Rachel Furner (Little Mix, Jason Derulo, Craig David); entre outros. O resultado foi um disco plural que aborda a busca por independência, o poder de ser vulnerável em uma comparação de força e fragilidade fruto de uma artista confiante e feliz consigo mesma. 

O disco foi gravado inteiramente à distância durante a pandemia com produção de Natalie e MyRiot (Aurora, London Grammar, Birdy, James Morrison, Primal Scream) com detalhes adicionais de Albert Hammond Jr, Gus Oberg (The Strokes) e Romeo Stodart (The Magic Numbers).

Assista ao clipe “Build It Better”:

Fazer este álbum foi uma experiência profunda e satisfatória. Tendo passado por um longo período do que essencialmente era um bloqueio criativo, era difícil imaginar que chegaria a este lugar. Antes da pandemia, comecei o processo de escrever este álbum em Londres e logo depois, fui para Nashville. A cada sessão e a cada novo colaborador, comecei a ganhar confiança, reencontrar minha voz e criar o som e o estilo que pareciam autênticos para mim. É um privilégio trabalhar com tantos talentos no ‘Firebird’. Mal posso esperar que as pessoas finalmente ouçam”, conta Natalie.

Maybe It’s Great” está disponível para audição e o novo álbum “Firebird”, para pré-venda.

Ouça “Maybe It’s Great”: https://natalie.lnk.to/MaybeItsGreatPR

Garanta “Firebird” na pré-venda: https://natalie.lnk.to/firebirdPR

quinta-feira, 15 de julho de 2021

Diane Warren anuncia disco e lança single unindo rock e hip hop com G-Eazy e Santana

She's Fire” é o primeiro lançamento do álbum de estreia da compositora.

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A icônica e multipremiada compositora Diane Warren lança o primeiro single do seu disco de estreia “The Cave Sessions Vol. 1”. O álbum vai trazer composições de Warren nas vozes de artistas plurais como um portifólio da versatilidade do trabalho de uma das artífices da música pop das últimas décadas. A primeira faixa revelada, junto de um lyric vídeo, conta com o rap de  G-Eazy com as guitarras da lenda do rock Santana. Este é um lançamento BMG.

Estou tão animada para que todos ouçam ‘She’s Fire’! Ter a oportunidade de trabalhar com Carlos Santana sempre foi um sonho meu. Eu também queria muito colaborar com G-Eazy e essa parecia ser a música perfeita para os dois fazerem juntos. Eu esperava que fosse ótimo, e ficou ainda melhor do que eu imaginava, pura energia”, conta ela.

Autora de clássicos de artistas que vão de Celine Dion a Cher, de Alice Cooper a Aerosmith, de Lady Gaga a Rihanna, Diane Warren acumula mais de 40 décadas de sucessos. Uma das compositoras mais famosas da música m,oderna, ela é autora de 9 hits #1 e 32 top 10 na Billboard Hot 100. Vencedora do Grammy, Emmy e Globo de Ouro, ela já recebeu 12 indicações ao Oscar, incluindo esse ano pela música original “Io Si (Seen)” do filme “Uma Vida à Sua Frente”, feita junto de Laura Pausini. “She’s Fire” abre um projeto colaborativo que marca uma nova fase na premiada carreira da artista.

Diane tem um dom incrível, com a capacidade de pintar um quadro e transportar o ouvinte a um lugar de emoção e paixão. Suas letras e arranjos fazem parte da base da música mundial e devem ser apreciados para sempre”, conta Carlos Santana. “Foi uma experiência incrível trabalhar ao lado de Diane e Carlos, que são duas lendas da música. Diane realmente me levou para um próximo nível, vocalmente, durante todo o processo", completa G-Eazy.

She’s Fire” está disponível em todas as plataformas de streaming.

Assista “She's Fire ft. G-Eazy & Santana”:

Ouça “She's Fire ft. G-Eazy & Santana”: https://dianewarren.lnk.to/ShesFire

quarta-feira, 14 de julho de 2021

Em busca da próxima estrela do heavy metal finlandês

Uma competição online entre bandas da Finlândia, financiada pelo ministério da cultura, quer que a América Latina escolha a próxima grande banda de Heavy Metal do país.

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A Finlândia tem sido o coração e a alma de um dos grandes subgêneros do rock, o heavy metal. O país inspirou o gênero a ser incluído em óperas, abrindo caminhos para ascensão de cantoras líricas, combinando sagas mágicas com contos folclóricos, monstros míticos, abrindo portas para sonoridades mais extremas do gênero, como o death metal além de inserir elementos sinfônicos em diversas obras musicais.  

A Finlândia tem sido um grande celeiro para bandas originais que se permitiram conhecer suas raízes culturais e explorar artisticamente o solo intocado e fértil do país. 

O Heavy Metal faz parte do estilo de vida de muitos habitantes e se tornou uma marca oficial na Finlândia que é também o país que possui a maior quantidade de bandas de heavy metal per capita no Mundo. O país possui exatas 70 bandas por 100.000 habitantes e pretende aumentar esse número em breve. 

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Qual banda Finlandesa será aquela que continuará com o legado do heavy metal?

Esta é a pergunta que o ministério da cultura da Finlândia tem se feito ao criar a maior competição online entre bandas Finlandesas e adivinhe: Nós da América do Sul seremos responsáveis por escolher o grande vencedor entre inúmeros candidatos. 

Informações gerais, site oficial e detalhes sobre a competição serão disponibilizados em breve.

Setfire Fest: 6ª edição acontece de forma online em agosto

A 6ª edição do "Setfire Fest", organizada pela banda de Thrash Metal Setfire. acontece de forma online na primeira quinzena de agosto.

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O cast do festival conta com 20 bandas do cenário underground nacional, sendo que algumas destas bandas já estiveram presentes em edições anteriores do festival.

O Setfire Fest Online 2021 acontecerá no dia 15 de Agosto de 2021, às 19:30 no canal do Youtube da banda Setfire.

Confira o Cast do festival em ordem alfabética:

Andralls, Anthares, AnamA, Blackning, BrightStorm, Drowned, Death Conspiracy, Faces of Death, Final Disaster, Endrah, Hellgarden, Invokaos, Okill, Setfire, Sinaya, Torrencial, Tribal Scream, Válvera e Vulcano.

SERVIÇO:

Setfire Fest Online 2021 - 6ª edição

Data: 15 de abril de 2021

Horário: 19:30hrs

Transmissão: www.youtube.com/setfiretv

A 6ª edição do Setfire Fest conta com a parceria dos amigos, que juntos uniram com o objetivo de fortalecer o underground, sendo eles: Coletivo Rock ABC, EM Music Management, Pancadaria Sonora, Metal Music, Heavy Metal On Line, Garibaldi Tattoo Stúdio e Gangue Underground.

terça-feira, 13 de julho de 2021

Dr. Sin celebra trinta anos de carreira com duas apresentações em São Paulo no mês do Rock

Shows acontecem no Teatro J Safra, seguindo todas os protocolos de segurança.

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Comemorando 30 anos de uma vitoriosa carreira, o Dr. Sin, um dos maiores nomes do Rock no Brasil, realiza dois shows especiais no Teatro J. Safra, nos dias 23 e 24 de julho (sexta e sábado), a partir das 20 horas. O grupo é um dos primeiros nomes da música pesada a participar da retomada das apresentações ao vivo no país.

Para tornar esta celebração ainda mais especial, aliada as comemorações referentes ao mês do Rock, o trio contará com a participação de Edu Ardanuy, ex-guitarrista do grupo. A formação atual do conjunto é Andria Busic (vocal principal e baixo), Thiago Melo (guitarra e vocal) e Ivan Busic (bateria e vocal).

As apresentações, em formato mais intimista, acontecem em um espaço privilegiado e com ingressos limitados, seguindo todas os protocolos de segurança referentes a prevenção do Coronavírus.

Os ingressos para a apresentação podem ser comprados online, pelo site do Teatro. O Teatro J. Safra fica localizado na Rua Josef Kryss, 318, no bairro Barra Funda, próximo a Marginal Tietê.

O Dr. Sin, desde o início de sua trajetória, impressionou com a qualidade das músicas e os shows cheios de energia. No decorrer dos anos, a banda brasileira dividiu palco com grandes nomes do Rock e do Metal mundial, como Nirvana, AC/DC, Ian Gillan, Bon Jovi e Pantera, entre tantos outros.

Além de celebrar três décadas de estrada, o Dr. Sin se prepara para a próxima turnê, o lançamento de um novo single e de um DVD comemorativo. O grupo lançou este ano o aclamado single “Never Go Down”. O mais recente álbum completo do grupo, "Back Home Again", saiu no Brasil em 2019 pela Shinigami Records. O lançamento internacional aconteceu este ano, pela gravadora italiana Valery Records.

SERVIÇO:

Data: 23 e 24 de julho de 2021 (sexta e sábado)

Local: Teatro J. Safra (Rua Josef Kryss, 318 – Barra Funda. São Paulo/SP)

Horário: 20h

Venda online: https://www.teatrojsafra.com.br/espetaculo.html?id=355

Telefone: (11) 3611-3042

segunda-feira, 12 de julho de 2021

Vocalista da Hamen homenageia Vangloria Arcannus

As vocalistas do metal nacional criaram o “Amiga Secreta”, um projeto que estimula novas versões das músicas das bandas independentes com mulheres nos vocais. Com apoio do site Playfonic na última edição, a vocalista da Hamen, Monica Possel, presenteou a vocalista do Vangloria Arcannus, Rayssa Monroy, com uma versão mais pesada de "Arcana Opus II (Lust of the Storm)", presente no disco "Redemption" (2019).

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Essa música tem um ar sombrio, uma região mais grave, eu adorei, pude colocar umas dinâmicas nos vocais que quase não aplico na Hamen. O diferencial é a música e as técnicas que usei para cantá-la, mostrando a versatilidade na minha voz”, observa Monica Possel.

A canção foi lançada durante a euforia do fim do ano passado, quando Monica Possel recebeu a notícia de que ganhou o prêmio europeu FemMetal, na categoria Best Operatic Vocal. Ainda de acordo com a vocalista, a motivação para criar estas versões são mostrar aos fãs as técnicas vocais da artista, algo que ainda não foi possível demonstrar com a Hamen, mas que estarão presentes nos próximos lançamentos da banda.

Com oito anos de carreira, a Hamen traz em sua discografia o EP “Altar” (2015) e o disco de estreia, “Unreflected Mirror” (2018), que contou com participação especial de Marcelo Barbosa (Angra). De lá para cá, a banda participou de coletâneas internacionais e festivais online durante a pandemia, se tornando uma das representantes do power metal sinfônico brasileiro. Liderada por Monica Possel (voz), ganhadora do prêmio europeu FemMetal na categoria Best Operatic Vocals, o grupo também conta com Cadu Puccini (guitarra).

A canção "Arcana Opus II (Lust of the Storm)" traz instrumental da banda Vangloria Arcannus, com mixagem e masterização de Alexandre Pedro.

Assista a versão de "Arcana Opus II (Lust of the Storm)":

domingo, 11 de julho de 2021

Banda Rhevan encerra longo hiato com o novo single "Blood Moon Eclipse"; ouça


"Blood Moon Eclipse", novo single da banda brasileira de metal sinfônico Rhevan, chegara hoje, pondo um fim a um jejum que perdurava desde 2017, quando a banda lançara o EP "We Are Back".

Entrevista com a Banda Rhevan de Campo Grande-MS. (2017)

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Para este trabalho, a Rhevan contara com o Grupo de Pesquisa e Performance em Música Antiga Illvminata, diretamente de Curitiba/PR, como esclarece a banda em nota:

"Após um longo período desde nossa última reunião, em um show em 2017 quando comemoramos 10 anos de banda, no final de 2020 resolvemos que era hora de voltar à ativa novamente, mas em plena pandemia, ainda não sabíamos exatamente o que faríamos, só queríamos algo para 2021. Então postamos aleatoriamente uma imagem da lua com simples dizeres "Rhevan 2021". Surgiu então a ideia de lançarmos uma música nova. A ideia para o tema veio simplesmente dessa imagem. A letra é sobre uma pandemia em uma época remota, muito antiga, quando é descoberto através de escrituras que havia uma única salvação para o mundo, que seria um ritual durante o eclipse da lua de sangue, feito do topo do monte. Especialmente para esta música queríamos um som mais nórdico, algo que diferenciasse bem do que já havíamos feito nos albuns anteriores. Foi quando nossa parceira de longa data, Dani Oliveira, trouxe o pessoal do Illvminata,, grupo de pesquisa e performance em música antiga, que adicionou instrumentos característicos daquela sonoridade, além do belíssimo coral que abrilhantou ainda mais a composição.  As faixas extras do single são duas versões para "You Parasite", incluindo a original lançada no album "One More Last Attempt" e uma versão totalmente descontraída, tocada ao vivo só com voz, violões e cajon, com direito a erros, esquecimento de letra e risadas. E para encerrar, uma versão acústica da própria "Blood Moon Eclipse".

Ouça o single no player abaixo:

Tracklist:

01 - Blood Moon Eclipse (Carmine/Navarro/Oliveira/Keyler)

02 - You Parasite (informal version) (Carmine)

03 - You Parasite (Carmine)

04 - Blood Moon Eclipse -(acoustic version) (Carmine/Navarro/Oliveira/Keyler)

A Banda:

Daniele Navarro - vocals

Thiago Azevedo - guitar

Gleydson Keyler - guitar

Aldo Carmine - bass

Matheus Mattos - drums.

"Blood Moon Eclipse" featuring ILLVMINATA - Grupo de pesquisa e performance em música antiga.

Credits:

Gabi Rogalsky - flute

Gabriel Inague - hurdy-gurdy

Daniele Oliveira - atabaque, tambor, jawharp, caxixi

Ensemble vocal:

Caio Lúcio Nascimento, Cláudio de Biaggi, Daniele Oliveira, Jean Alisson, Karolyne Liesenberg.

Acoustic guitars played by Aldo Carmine, Thiago Azevedo and Gleydson Keyler.

Musical direction by Dani Oliveira

Produced by Aldo Carmine

sábado, 10 de julho de 2021

Tuuh lança single com riffs poderosos

Música é um lançamento em parceria com a Resso/TikTok no Brasil.

Conhecido entre os fãs de cultura geek no Brasil (e no Japão!), Tuuh anuncia nova fase na carreira com o single, “8 Horas”, que traz forte influência do Lo-Fi Rock. A canção segue a forte presença das guitarras encontradas no disco de estreia, "DOPPEL1", e conta com letra em português, com orientação para o pop rock e o emo. A faixa é a estreia da parceria entre o cantor e a Resso/TikTok no Brasil.

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O single é um grito para todos que sentem o silêncio cortante da existência. Fechar os olhos pra queimar em algum sonho e voltar para realidade. Eu estava ouvindo bastante Dream Theater quando produzi esse som, e foi desafiador trazer o equilíbrio de riffs violentos com uma melodia pop.”, relembra Tuuh, vocalista e compositor da faixa.

A música faz parte de uma fase teatral que o artista se encontra, expandindo o universo criado no álbum "DOPPEL1", que é a experiência de um ISEKAI (mundo alternativo, comum em animes e mangás). Por meio da música e do jogo em RPG, Tuuh conta histórias por meio de singles e lançamentos entre as personas Tuuh e Tutz, interligados desde 2018.

Artur Wilson é um cantor, compositor e multi-instrumentista que se divide entre o duo Nordex, a banda Toth, e a iniciativa multipersona Tutz e Tuuh. Desde 2009 na estrada, já passou pelas bandas Sugoi, Velvet Moonlight e Miura Jam. Figura conhecida no meio de música geek, o cantor une o j-rock com o metal melódico e já chegou a ser atração de abertura para o Sonata Arctica em São Paulo. O músico também já se apresentou em eventos de grande destaque no meio geek, como Anime Friends, Anime Dreams, Anime Family, chegando a realizar 100 shows por ano pelo Brasil inteiro.

O nome artístico Tuuh existe desde 2009, quando fazer um som autoral era apenas um sonho, porém o projeto solo existe desde de 2020. Com um álbum autoral lançado, o "DOPPEL1", esta é uma persona voltada para o rock, indo do metal ao Lo-Fi rock, com a estética no palco inspirada no visual kei. 

O single "8 Horas" conta com produção do próprio artista, que também cantou, compôs e tocou guitarra. Acompanham Tuuh os músicos Vagner (baixo) e Lucas Almeida (guitarra solo). A foto de capa é de Lukin.

Ouça o single "8 Horas": https://song.link/br/i/1575095463

quinta-feira, 8 de julho de 2021

Riffcoven: trio paulista de Metal lançará em 16 de Julho nova session através do perfil do Sesc Jundiaí

No próximo dia 16 de Julho, a banda paulista Riffcoven lançará pelo perfil de Instagram do Sesc Jundiaí seu novo registro, uma session da faixa “Feiticeiros do Riff”. Lançada originalmente em 2019 no excelente EP “Cursed”, promovido pelo selo Abraxas Records, a faixa carrega uma ode ao motor e centro do universo do Doom Metal, o riff, versando sobre um ritual sombrio de onde emanam forças ocultas mostrando o caminho hipnótico e esfumaçado aos iniciados.

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Confira o teaser do lançamento :

O registro foi gravado no dia 20 de Junho no Estúdio Eguchi/Jundiaí e realizado pela Allamute Filmes, contendo uma produção de alta qualidade em termos de áudio e vídeo e reforçando o peso e presença massiva da banda em suas apresentações, executando uma de suas mais icônicas faixas. Formada em 2016 com o intuito de tocar música pesada influenciada principalmente pelo Doom Metal e Stoner Metal, versando sobre temas como Fantasia, Horror e Mitologia, a banda paulista formada por Reverendo Bode (voz e guitarra) e Old One (bateria) estreou em 2018 com o ótimo álbum “Crown of Darkness”, lançado em formato físico e muito bem difundido nas mídias do segmento. Seu mais recente registro anterior é “Raw 2 – Live At Aurora Studio”, uma gravação feita a partir e um show da banda no clássico Estúdio Aurora/SP em 2019 ao lado da  banda Weedevil e lançado em 2020.

A session de “Feiticeiros do Riff” estará disponível dia 16 de Julho no link do perfil abaixo:

https://instagram.com/sescjundiai?utm_medium=copy_link

quarta-feira, 7 de julho de 2021

Acústicos & Valvulados celebram 30 anos de carreira com coletânea recheada de participações de peso

Disco tem participação especial de nomes como Beto Bruno, Henrique Portugal (Skank) e Rafa Machado (Chimarruts)

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Com um caldeirão de participações especiais, os Acústicos & Valvulados divulgam a coletânea "Diamantes Verdadeiros Vol.II – With a Little Help From Our Friends". O álbum é uma celebração aos 30 anos de estrada da banda e reúne releituras de canções de toda a trajetória do quinteto.

O repertório inclui os hits "A Minha Cura" e "Ao Vivo e a Cores", que respectivamente têm participações de Duda Calvin (Tequila Baby) e Beto Bruno (ex-vocalista do Cachorro Grande). 

Escute o álbum "Diamantes Verdadeiros Vol.II – With a Little Help From Our Friends" com exclusividade

As sessões de gravação ocorreram no Estúdio Tabuleiro, em Porto Alegre (RS), com produção de Diego Lopes e Felipe Magrinelli. O disco tem 10 faixas ao todo, sendo que 9 dessas foram disponibilizadas como singles ao decorrer dos últimos meses. 

Mesmo assim, "Diamantes Verdadeiros Vol.II – With a Little Help From Our Friends", mostra frescor ao trazer uma versão para a canção "Cinco Frases", contando com a participação especial de Frank Jorge (Graforréia Xilarmônica), ícone do Rock Gaúcho.

Além de Frank, Beto e Duda, o disco ainda reúne parceria com músicos como Henrique Portugal (Skank), Rafa Machado (Chimarruts), Serginho Moah (ex-Papas da Língua),  Alemão Ronaldo, Carlinho Carneiro (Bidê ou Balde/Império da Lã), Fabrício Beck (Vera Loca), Luciano Albo (ex-Cascavelletes), Jacques Maciel (Rosa Tattooada), Luciano Leães e Vicente Guedes. 

Compre a edição física do CD "Diamantes Verdadeiros Vol.II – With a Little Help From Our Friends".

O baterista e principal compositor dos Acústicos & Valvulados, Paulo James, frisa que a coletânea almeja levar a sonoridade do grupo a novos ouvidos. 

Quando decidimos revisitar nosso repertório, a ideia era destacar certas músicas que achamos que mereciam ser ouvidas com mais atenção, que mereciam estar na vitrine. As releituras partiram da sonoridade original  dessas faixas, mas certamente ganharam arranjos melhores. Tudo fica ainda mais interessante com os feats de tantos artistas legais, que admiramos e que são nossos parceiros de estrada”, frisou.

Tracklist:

A Minha Cura feat. Duda Calvin (Tequila Baby)

Ao Vivo e a Cores feat. Beto Bruno

Em Pouco Tempo feat. Alemão Ronaldo 

Cinco Frases feat. Frank Jorge 

A Espera feat. Serginho Moah (ex-Papas da Língua)

Pra Mim feat. Carlinhos Carneiro (Bidê ou Balde/Império da Lã)

Fervura feat. Fabrício Beck (Vera Loca)

Bilhete feat. Luciano Albo (ex-Cascavelletes)

Se Você For Assim feat. Jacques Maciel (Rosa Tattooada)

Junto a Mim feat. Rafa Machado (Chimarruts)

Observação: 

As faixas "Pra Mim" e "Fervura", contam respectivamente com os instrumentistas Henrique Portugal (Skank) e Luciano Leães tocando Hammond. O percussionista Vicente Guedes também atuou como músico de apoio no disco.

terça-feira, 29 de junho de 2021

Aline Happ regrava 'Wherever You Will Go"

Muitas bandas ficam conhecidas por causa de apenas um hit, que marcaram uma época. Assim foi com Vanessa Carlton, 4 Non Blondes, entre outros. Com recém-completados 20 anos de lançamento, a canção "Wherever You Will Go", do The Calling, ganha uma versão “Enya” por Aline Happ, cantora e produtora conhecida por seu trabalho a frente do Lyria. A versão está disponível no canal do YouTube da artista.

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Esta é uma música bonita mas também triste. Eu descobri o The Calling quando era adolescente assistindo a videoclipes na MTV e adorava a voz do Alex Band. Espero que os fãs gostem desta versão Classical Crossover que une influências folk e new age”, conta Aline Happ.

Lançada em 2001, a canção "Wherever You Will Go", do The Calling, faz parte do disco de estreia, Camino Palmero e chegou ao 5º lugar da Billboard, sendo a única da banda a alcançar este nível de sucesso. No Brasil, a música fez parte da trilha sonora de algumas novelas, tornando-se popular muito rapidamente e levando o grupo a apresentar-se em alguns programas da tv aberta.

Conhecida mundialmente por seu trabalho como líder, vocalista e compositora do Lyria, Aline Happ é hoje uma das vozes mais famosas do metal brasileiro. Em seu projeto solo, a artista promove releituras Gothic/Folk/Celtic de canções do rock e do metal mundial que estão disponíveis em seu canal no YouTube. Graças ao apoio dos fãs, a cantora arrecadou mais de 200% da meta do financiamento coletivo para o seu disco solo de estreia, que será lançado ainda neste ano.

Os vídeos postados no canal de Aline Happ contam com o apoio de fãs no Patreon e no Padrim. Conhecidos mundialmente, o Lyria é uma banda carioca fundada em 2012 por Aline Happ. De lá pra cá, o grupo lançou dois discos com apoio de crowdfunding, "Catharsis" (2014) e "Immersion" (2018) e tocou em diversas cidades brasileiras como Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Curitiba, São Paulo, entre outras, além de transmitir shows online com venda de ingressos para o mundo todo.

Assista “Wherever You Will Go”: 

Adquira o álbum em pré-venda: https://www.lyriaband.com/alinehappbr

sexta-feira, 25 de junho de 2021

Dall lança primeiro disco ao vivo com sonoridade crua

Trabalho traz as principais músicas da banda reunidas em show ao vivo.

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Após revelar no ano passado o EP “Três Vidas”, o trio gaúcho Dall lançara nesta quarta-feira, dia 23 de junho, o disco “Ao Vivo na GIG Solidária”, o primeiro álbum ao vivo da carreira da banda.

Com sua habitual identidade que une canções existenciais e reflexivas com uma sonoridade que combina rock, reggae, funk, pop e experimentalismo, a banda formada por Rodolfo Deon (guitarra, pad e voz), Neni Hx (baixo, teclado e voz) e Pedro Graeff (bateria e voz), procura com este trabalho evidenciar ainda mais esse conceito de transmitir a ideia da união entre o que é diferente. O resultado é um repertório que é ora dançante e ora reflexivo, ora animado e ora experimental.

Ouça “Ao Vivo na Gig Solidária”: https://fanlink.to/gigsolidariadall

O registro audiovisual foi realizado em 21 de abril desse ano, no evento beneficente GIG Solidária, tradicional festival de artistas e bandas independentes da região metropolitana de Porto Alegre. Os shows foram realizados no Núcleo Cultural da Holiday Produtora, em Sapucaia do Sul-RS. Devido ao contexto da pandemia, o festival ocorreu em formato de live e contou também com a participação das bandas Verte, Jogo Sujo e Carlos Andreas.

Após assistir a gravação, os integrantes da Dall gostaram tanto do resultado que decidiram lançar o trabalho como disco ao vivo. Por não apresentar essa intenção prévia, não houve qualquer tipo de produção ou pós-produção , resultando em uma sonoridade bastante crua, bem como a banda soa ao vivo mesmo. O repertório do disco é composto por músicas de diferentes fases da carreira da banda, como do EP “Dall” (2017), “Três Vidas” (2020) e o single “Renascer” (2018).  

O trabalho já está disponível em todas as plataformas de streaming de áudio, bem como o registro audiovisual da live, disponível no canal da banda no YouTube.

Assista o show completo: https://bit.ly/dallgigsolidaria