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segunda-feira, 23 de maio de 2022

Yes: Alan White não participará da turnê do 50º aniversário de 'Close to the Edge'

O Yes anunciou que o baterista Alan White estaria ausente de sua próxima turnê que marca o 50º aniversário do álbum "Close to the Edge".

A sucessão de datas no Reino Unido também comemoraria o 50º ano de White como membro dos gigantes do prog depois que ele se juntou a eles em tempo de participar da primeira turnê deste álbum, de 1972.

Devido a problemas de saúde atuais, Alan White não participará da próxima… turnê”, disse o comunicado da administração da banda. “Alan estava realmente ansioso para tocar ao vivo novamente, preparando-se para comemorar 50 anos com o Yes. … O amigo próximo de Alan, Jay Schellen, assumirá as funções de baterista no lugar de Alan.

O anúncio confirmou que Steve Howe, Geoff Downes, Jon Davison e Billy Sherwood participariam da viagem, juntamente com o colaborador artístico de longa data Roger Dean, que dirigirá os visuais do palco e também apresentará uma exposição de arte relacionada ao Yes. Schellen já tocou com o Yes enquanto White fez uma cirurgia nas costas em 2016, depois foi convidado como o segundo baterista em 2018, enquanto White se recuperava de uma infecção bacteriana.

A próxima turnê deveria inicialmente incluir uma apresentação completa do LP "Relayer" de 1974, mas isso será realizado para uma futura turnê no programa Album Series da banda. Em vez disso, os shows deste ano contarão com "Close to the Edge" na íntegra “junto com outras faixas clássicas do extenso catálogo do Yes”.

Você pode ver as datas abaixo.

6/15 – Glasgow Royal Concert Hall

6/17 – Manchester Bridgewater Hall

6/18 – Nottingham Royal Concert Hall

6/20 – Liverpool Philharmonic Hall

6/21 – London Royal Albert Hall

6/22 – York Barbican

6/24 – Birmingham Symphony Hall

6/26 – Newcastle O2 City Hall

6/28 – Dublin Vicar Street

6/29 – Cork Opera House

Via UCR.

ZZ Top antecipa álbum ao vivo “RAW” com “Tube Snake Boogie”

Disco é a trilha sonora do documentário “That Little Ol’ Band From Texas”.

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Uma das mais icônicas bandas de blues rock das últimas décadas, o ZZ Top se prepara para lançar seu novo álbum ao vivo. Intitulado “RAW”, o registro reúne a trilha sonora do documentário “That Little Ol’ Band From Texas” (2019) e é o primeiro lançamento da banda desde o falecimento de Dusty Hill. Após versões explosivas de “Brown Sugar” e “La Grande”, eles apresentam uma interpretação de uma das mais marcantes faixas da banda: “Tube Snake Boogie”, um dos destaques do álbum “El Loco” (1981). Este é um lançamento da Shelter Records/BMG.

Ouça “Tube Snake Boogie”: https://lnk.to/ZZTopTubeSnakeBoogieRAWPR

Dusty Hill caracterizava "Tube Snake Boogie” como a “música de festa” definitiva, enquanto Billy Gibbons credita o baterista Frank Beard por colocá-la em funcionamento. "A faixa realmente gira em torno da abertura de Frank, que é tem um clima de surfe-encontra-selva", conta Gibbons. De sua parte, Beard credita sua introdução de bateria como tendo sido inspirada no clássico “Teen Beat”, de Sandy Nelson.

Com clima de jam session que marca o blues rock dos artistas, o disco foi gravado ao vivo no Gruene Hall, uma das casas mais icônicas e tradicionais do Texas, sua terra natal. A performance intimista e intensa da formação clássica de Gibbons, Beard e o saudoso Hill mostra a química de muitos anos fazendo música juntos.

Com previsão de lançamento para o dia 22/07, “RAW” é antecedido por “Tube Snake Boogie”, que está disponível em todas as plataformas de streaming.

1em cada 3 jovens no Reino Unido desconhecem os Beatles e outros medalhões, diz pesquisa

Uma nova pesquisa comparou os hábitos musicais da geração Z com a geração mais velha para checar o quão familiarizados eles estão com certos artistas.

Uma pesquisa descobriu que um terço da Geração Z não sabe sobre os Beatles.

O site Roberts pesquisou 2.000 entrevistados da Geração Z (16 a 23 anos) e Boomers (mais de 74 anos) para investigar o quão familiar cada grupo demográfico é com vários artistas e se seus gostos se desenvolveram ao longo do tempo.

Embora os Beatles não fossem universalmente conhecidos entre a geração mais jovem, os resultados não são tão sombrios. Enquanto 1 em cada 3 membros da Geração Z não conhecia o Fab Four, 68,97% deles sabiam.

De fato, os Beatles foram os artistas mais reconhecidos entre o público quando se trata de música mais antiga, seguidos por Elvis Presley (67,24%), Whitney Houston (67,24%) e Queen (66,81%).

Infelizmente, o artista menos reconhecido pela Geração Z foi a falecida Rainha do Soul, Aretha Franklin, com quem apenas 36, 64% deles estavam familiarizados.

A geração Z pode não saber muito sobre música antiga, mas eles se saíram muito melhor do que suas contrapartes quando se tratava de música contemporânea.

Talvez sem surpresa, Ed Sheeran foi um dos artistas mais reconhecidos pela geração mais velha, com 61,11% sabendo quem ele era.

Em seguida foram Lady Gaga (53,70%), Beyoncé (47,22%), Taylor Swift (40,74%), Ariana Grande (37,96%) e Justin Bieber (35,19%) - com apenas 34,26% dos entrevistados conhecendo o homem do momento , Harry Styles.

Bem na parte inferior da tabela estava AJ Tracey, com apenas 0,93% dos Boomers familiarizados com o artista, provando em geral que as gerações mais jovens eram muito mais propensas a conhecer a música mais antiga do que as gerações mais velhas a novas músicas.

Veja o estudo completo aqui.

Via Radio X.

Iron Maiden dá o pontapé inicial da turnê "Legacy Of The Beast" em show na Croácia

Concerto ontem, na Arena Zagreb, marcou a primeira aparição ao vivo da banda em 31 meses.

O Iron Maiden abriu os trabalhos da etapa de 2022 de sua turnê mundial "Legacy Of The Beast" no início da noite última (domingo, 22 de maio) na Arena Zagreb, com capacidade para 22.000 pessoas, Croácia. A apresentação marcou a primeira aparição ao vivo da banda em 31 meses.

O grupo abriu o set com "Senjutsu", a faixa-título de seu último álbum de estúdio, e seguiu com mais duas músicas do mesmo LP, "Stratego" e "The Writing On The Wall".

Entre outras faixas exibidas durante a apresentação estavam "Revelations", "Blood Brothers", "Sign Of The Cross", "Flight Of Icarus", "Fear Of The Dark", "Hallowed Be Thy Name", "The Number Of The Beast" e "Iron Maiden".

A banda também tocou mais canções no Encore: "The Trooper", "The Clansman", "Run To The Hills" e a faixa de encerramento da noite, "Aces High".

Antes do show em Zagreb, o Iron Maiden não se apresentava ao vivo há dois anos e meio, desde a conclusão de sua turnê sul-americana em outubro de 2019.

Setlist:

01. Senjutsu (live debut)

02. Stratego (live debut)

03. The Writing On The Wall (live debut)

04. Revelations

05. Blood Brothers (first performance since July 2017)

06. Sign Of The Cross

07. Flight Of Icarus

08. Fear Of The Dark

09. Hallowed Be Thy Name

10. The Number Of The Beast

11. Iron Maiden.

Encore:

12. The Trooper

13. The Clansman

14. Run To The Hills.

Encore 2:

15. Aces High.

quinta-feira, 19 de maio de 2022

Urian Heep: Em 19 de maio de 1972 (há 50 anos) era lançado o clássico álbum "Demons & Wizards"

Nesta data, 19 de maio de 1972, há exatos 50 anos, a banda britânica de Hard Rock/Prog, Uriah Heep, lançava seu quarto full lenght, “Demons And Wizards”, pelo selo Bronze Records. O registro foi produzido por Gerry Bron.

Esse disco marcou a estreia dos saudosos Lee Kerslake (bateria e vocal) e Gary Thain (baixo e backing vocal), que substituíram Iain Clark e Paul Newton, respectivamente.

Tracklist:

 1.”The Wizard”

2.”Traveller In Time”

3.”Easy Living”

4.”Poets Of Justice”

5.”Circle Of Hands”

6.”Rainbow Demon”

7.”All My Life”

8.”Paradise/The Spell”

A Banda:

David Byron (vocal)

Mick Box (guitarra)

Ken Hensley (teclado, guitarra, vocal)

Gary Thain (baixo) (exceto faixa 1)

Mark Clarke (baixo na faixa 1)

Lee Kerslake (bateria e vocal)

Via MUNDO METAL.

quarta-feira, 18 de maio de 2022

Rage Against the Machine no Brasil

Jornalista José Norberto Flesch adiantou a notícia de shows da banda ainda este ano.

Segundo o guru dos anúncios de shows no Brasil, o jornalista José Norberto Flesch, a banda americana Rage Against the Machine aportará em terras brasileiras para shows por aqui em dezembro próximo, com datas cravadas e locais a confirmar.

Essa será a segunda passagem pelo Brasil da banda de Tom Morello e cia, que iniciará a turnê d reunião em julho pelos EUA, depois seguindo para o continente europeu.

Esta turnê já deveria ter sido iniciada em 2020, porém a pandemia da COVID-19 a impossibilitou à época.

Em sua primeira passagem por aqui, o grupo se apresentou na estreia do festival SWU, em 2010.

Maiores informações em breve. Aguardemos.

sexta-feira, 13 de maio de 2022

Airbourne anuncia único show no Brasil em São Paulo

Banda australiana retorna ao Brasil após cinco anos para apresentação na Fabrique.

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Um dos maiores nomes do Rock and Roll na atualidade, o Airbourne retorna ao Brasil para única apresentação. O quarteto australiano se apresenta no dia 28 de agosto, domingo, a partir das 17  horas, no palco da Fabrique Club, em São Paulo. Os ingressos estão à venda online pela plataforma Bilheto, e também no Manifesto Bar, sem taxa de conveniência.

O show será uma celebração de um dos mais conceituados bares de Rock do Brasil, o Manifesto Bar, que completa 28 anos de atividades ininterruptas, se tornando um reduto clássico para os admiradores de Rock e Metal. Durante este tempo, o local recebeu fãs de todos os cantos do Brasil e exterior, e também artistas de peso, como membros do Deep Purple, Iron Maiden, Saxon, Manowar, entre tantos outros, que foram curtir a noite no local.

O Airbourne se destacou logo com o primeiro disco, o visceral "Runnin' Wild" (2007), agradando fãs de Rock and Roll direto ao ponto, trazendo similaridades com o AC/DC e outros grandes nomes do Rock and Roll, porém imprimindo uma identidade própria e única em suas composições. Os trabalhos seguintes colocaram a banda nas paradas de diversos países e consolidaram o Airbourne no cenário mundial.

O grupo é formado pelos irmãos Joel O’Keeffe (vocal e guitarra) e Ryan O’Keeffe (bateria), Justin Street (baixo) e Matt "Harri" Harrisson (guitarra). Visitando pela segunda vez o Brasil – após um show explosivo em São Paulo em 2017 – já realizaram shows e turnês ao lado de grandes monstros da música pesada como o Iron Maiden, Mötley Crüe, Motörhead e os Rolling Stones.

A banda divulga atualmente o mais recente álbum, "Boneshaker", lançado pela gravadora Spinefarm Records em 2019, que marcou a estreia de Harrison em estúdio. Mesmo trazendo esta mudança na formação, o grupo manteve a linha dos quatro trabalhos de estúdio anteriores, ao mesmo tempo buscando uma gravação mais orgânica, e obteve excelente retorno dos fãs e da crítica especializada.

Antes de passar pela América Latina, o Airbourne realiza extensa turnê pela Europa para shows como headliner e passagens por grandes festivais como Download, Hellfest Open Air, Rock the Ring e Rock im Park. Em setembro, embarcam para mais uma excursão pela América do Norte.

Famosos por suas apresentações enérgicas e poderosas, o Airbourne oferece uma segunda chance aos fãs brasileiros de ter esta experiência única de vê-los em ação ao vivo.

SERVIÇO:

Airbourne em São Paulo

Data: 28 de agosto de 2022 (domingo)

Local: Fabrique Club

Endereço: Rua Barra Funda, 1071 – Barra Funda

Horário: 17h (portões)

Ingressos: R$ 190 (1º lote pista/promocional)

Venda online: https://www.bilheto.com.br/evento/755/Airbourne

Mais informações: www.manifestobar.com.br

quinta-feira, 12 de maio de 2022

Pink Floyd participará de evento-concerto global online em prol da Ucrânia

Buscando unir o mundo para a ajuda humanitária ucraniana, o evento virtual em streaming, de mais de 90 minutos, visa arrecadar US$ 10 milhões para ucranianos desabrigados por meio da Fundação EUA-Ucrânia.

O World Unite for Ukraine™, um movimento global de base que une milhões de pessoas em todo o mundo para apoiar os ucranianos e aliviar a crise humanitária na Ucrânia, anunciou que transmitirá um evento-concerto beneficente de mais de 90 minutos em 16 de junho de 2022. Transmitido para mais de 25 países, o evento contará com o Pink Floyd, AJR, Pat McGee Band, Crash Test Dummies, entre outros, além de aparições dos atores Liev Schreiber e Pej Vahdat, a artista multimídia nascida na Ucrânia Janina Pedan e outras celebridades dos EUA, Ucrânia e outros países ao redor do mundo. O objetivo do World Unite for Ukraine é arrecadar US$ 10 milhões para aliviar a crise humanitária na Ucrânia por meio da Fundação EUA-Ucrânia (USUF) e sua rede de ação direta, BlueCheck.

O veterano produtor de eventos Simon Kinney está doando seu tempo, energia e experiência para atuar como produtor executivo do evento. Os créditos do evento de Kinney incluem as Cerimônias de Abertura e Encerramento das Olimpíadas de Tóquio de 2020 e produções de turnês para grandes artistas internacionais, incluindo Taylor Swift, Maroon 5 e P!nk.

O evento World Unite for Ukraine atualmente apresenta músicas e aparições dos principais artistas, atores e outras celebridades globais dos EUA, Ucrânia e outros países, incluindo:

Pink Floyd

AJR

Pat McGee Band

Crash Test Dummies

Janina Pedan

Nastia Kamenskykh

Ruslana

Jamala

Michelle Andrade

DOROFEEVA

POSITIFF

ROXOLANA

Pianoboy

Os principais artistas, atores e celebridades também participarão com mensagens de apoio e inspiração, juntamente com histórias poderosas da Ucrânia que destacarão a história, a cultura do país e o impacto devastador que a guerra teve na Ucrânia e seu povo.

O World Unite for Ukraine anunciará participantes adicionais nas próximas semanas.

A transmissão do evento começará na plataforma de streaming Mandolin às 20h. ET  (21 horas pelo horário de Brasília) de 16 de junho de 2022. Também estará disponível on demand por pelo menos 24 horas após o evento. Os espectadores podem acessar a transmissão visitando a página do evento Mandolin e podem escolher entre vários níveis de doação para garantir seu ingresso. Antes do evento, os doadores também podem doar pela página do evento ou pela campanha ativa do GoFundMe e receber um código de acesso para assistir à transmissão. Patrocínios corporativos também estão disponíveis.

Os fundos arrecadados pela World Unite for Ukraine serão destinados a alimentos e abrigo para ucranianos deslocados, suprimentos e equipamentos médicos, roupas e outros bens e serviços essenciais, incluindo apoio à saúde mental. Os fundos também serão implantados em organizações locais de base via Blue Check e investidos em esforços para combater o tráfico de seres humanos.

A doação sugerida pelos organizadores é de US$ 30 por espectador, que pode:

Fornecer fórmula infantil a uma criança desabrigada por duas semanas;

Alimentar uma família de quatro pessoas por duas semanas;

Transporte de famílias desabrigadas para países da UE para realocação;

Fornecer medicamentos extremamente necessários para condições de saúde críticas e de longo prazo;

"Nosso evento transmitido em 16 de junho unirá o mundo através de uma experiência memorável para gerar a energia, amor e apoio financeiro que a Ucrânia precisa desesperadamente agora", disse Victoria Yampolsky, imigrante da antiga União Soviética em Nova York e uma empresária americana que concebeu e co-fundou o World Unite para a Ucrânia.

Jon Queen, membro do conselho da Fundação EUA-Ucrânia, acrescentou: "A crise humanitária na Ucrânia é horrível. Juntos, o mundo deve se unir para ajudar a aliviar a dor e o sofrimento dos ucranianos neste momento urgente. Convido a todos para ver este evento e doar o que puderem para apoiar organizações de base que causam impacto na Ucrânia."

As doações para a campanha World Unite for Ukraine podem ser feitas antes, durante ou depois do show. Para obter mais informações, visite https://worlduniteforukraine.com/.

Para acessar a transmissão e comprar ingressos antecipados, acesse https://boxoffice.mandolin.com/products/world-unite-for-ukraine.

Via YAHOO FINANCE.

Iggy Pop explica o que aprendeu com Mick Jagger e Jim Morrison

Desde que Iggy Pop tem se apresentado, ele ultrapassou os limites e testou o limite. Em raras ocasiões, sua veia selvagem colocou Iggy em apuros, e ele aprendeu com os melhores em Mick Jagger e Jim Morrison.

O desastre do The Doors em Michigan (aos olhos fascinados de Iggy Pop).

Embora Jagger nunca tenha agido de forma tão perturbadora quanto Morrison no palco, ele sabia exatamente como levar o público a fazê-los cair em um estado de histeria total. Por muitos anos, os shows dos Rolling Stones tornaram-se uma abreviação para o caos, principalmente pela maneira travessa que o vocalista orquestrava aqueles à sua frente.

Os shows selvagens dos Stooges rapidamente conquistaram uma reputação semelhante à dos Stones, e isso se deveu a Iggy, que havia recebido dicas dos melhores do ramo. Ele queria que seus shows fossem deliberadamente ásperos e com um elemento de perigo pairando no ar.

No entanto, como a carreira de Iggy começou depois que seus antecessores já reinaram supremos, seria seguro se ele simplesmente replicasse suas travessuras. Em vez disso, o frontman teve que dar um passo adiante, pois os limites foram movidos.

Em 2007, Iggy Pop se abriu sobre sua influência em sua carreira e como ele gosta de ser uma presença dominante ao se apresentar. O cantor disse à Rolling Stone: “De Morrison, era a maneira de ficar ao microfone, a postura e a pegada. Ele pendurou no suporte. Ninguém mais fez isso. A outra coisa é que ele pode fazer qualquer coisa, e ele não respeita você. Você não recebe respeito por dez dólares, desculpe! De Mick Jagger, seria ele se movimentando enquanto toca a música. Além disso, a voz como um fator irritante. Quando ele cantava, era o oposto de bom.

Ele continuou: “Eles foram tão longe quanto precisavam ir. Se eu ia trabalhar na mesma direção, tinha que ir mais longe. Mas isso não significa necessariamente mais extremo. Os Stooges foram mais longe em nossas influências. Ouvimos [a banda de acid-folk] Pearls Before Swine e [o compositor de vanguarda] Harry Partch. A batida em '1969' não é uma batida de Bo Diddley. É direto de um disco de dança do ventre. Pedra do Crescente Fértil."

Embora musicalmente os Stooges talvez parecessem ter influências amplas, Iggy Pop incluiu Jagger e Morrison em sua lista de cantores favoritos de todos os tempos. Em seu ranking, ele teve os ingleses em 11º e o frontman do The Doors em 18º.

Iggy usou habilmente a influência de ambos os frontmen. Ao contrário de muitos outros de sua geração, ele adicionou um ingrediente extra à mistura, que criou toda essa nova e excitante entidade que homenageou suas inspirações sem entrar em território de tributo.

Via FAR OUT.

quarta-feira, 11 de maio de 2022

Roger Waters e seu encontro constrangedor com o "esnobe" John Lennon

Em várias ocasiões, Roger Waters, do Pink Floyd, falou longamente sobre a influência de John Lennon sobre ele como compositor. No entanto, as coisas não saíram conforme o planejado quando se conheceram e Waters ficou desapontado com o encontro gelado.

Pink Floyd: Nick Mason explica porque David Gilmour e Roger Waters ainda estão brigando.

Pink Floyd pode lucrar £ 350 milhões (+ de R$2 BILHÕES) com venda de seu catálogo.

Waters estudou meticulosamente os Beatles durante seus anos de formação, e a banda de Liverpool ensinou-lhe as regras básicas de composição. O Fab Four forneceu ao homem do Pink Floyd uma base de conhecimento que o ajudou imensamente, mas, mais notavelmente, os Beatles também ensinaram a Waters uma lição valiosa sobre expressão artística.

Certa vez, ele explicou: “Aprendi com John Lennon, Paul McCartney e George Harrison que não há problema em escrevermos sobre nossas vidas e o que sentimos – e nos expressarmos… nessa liberdade. E assim foi.

Além disso, Waters nomeou Lennon e McCartney entre seus compositores favoritos de todos os tempos em 2015. “Existem certos grupos cujos nomes você pode simplesmente arrancar do ar, e compositores. Como você pode dizer, John Lennon é um compositor importante, assim como Paul McCartney”, comentou.

Infelizmente, seu caminho cruzou apenas uma vez com Lennon durante a vida tragicamente curta do Beatle. De acordo com Waters, os dois estavam trabalhando respectivamente em Abbey Road na época e, infelizmente, ambos estavam com comportamento “esnobe”.

Falando no podcast WTF de Marc Maron, Waters refletiu sobre o encontro. Ele explicou: “Estávamos fazendo "Piper at Gates of Dawn", no estúdio número três em Abbey Road, e os Beatles estavam fazendo "Sgt. Peppers" no número dois, e eu fiz discos no número dois depois, fizemos coisas lá também.

Ele continuou: “Eu só encontrei John Lennon uma vez, para meu grande arrependimento, e isso foi na sala de controle número dois, e ele era um pouco… Ele era bastante arrogante, e eu também”.

O Pink Floyd era relativamente desconhecido na época e ainda não havia lançado seu álbum de estreia, o que talvez explique a falta de calor de Lennon em relação ao grupo. No entanto, seu comportamento não impediu Waters de amar os Beatles e o "Sgt. Pepper's" continua sendo um dos discos mais importantes de sua vida. “Lembro-me quando o Pepper saiu, parando o carro em uma parada, e sentamos lá e ouvimos”, disse Waters ao KLCS. “Alguém tocou a coisa toda no rádio. E eu me lembro de estar sentado nesse velho Zephyr Four, espancado, assim.

Este encontro entre Waters e Lennon é precisamente a prova de por que as pessoas dizem que você não deve conhecer seus heróis. Embora o baixista do Pink Floyd admitisse que a culpa não era apenas do Beatle e ele era igualmente culpado por criar a atmosfera estranha.

Via FAR OUT.

Metallica: fã que deu à luz em show de Curitiba recebe ligação de James Hetfield e se emociona

Joice Figueiró e principalmente o recém-nascido, Luan Figueiró, viraram notícia no domingo último, após a divulgação do nascimento de Luan em meio à execução da canção "Enter Sandman", no fim do show do Metallica no estádio do Couto Pereira em Curitiba no dia anterior.

A notícia alvissareira ganhou a imprensa nacional e até internacional e obviamente não demoraria a sensibilizar os membros do próprio Metallica.

Tanto que o frontman James Hetfield telefonou para o casal Joice e Jaime Figueiró, pais de Luan, pouco antes do show da banda no Morumbi em São Paulo, ontem à noite. A conversa durou 7 minutos e foi postada por Joice em seu stories no Instagram.

Olá, aqui é o James do Metallica”, iniciou a conversa, o vocalista.

Oh, meu Deus, estou chorando”, disse Joice, emocionada e lacrimosa.

Assista no player abaixo:

segunda-feira, 9 de maio de 2022

Pink Floyd pode lucrar £ 350 milhões (+ de R$2 BILHÕES) com venda de seu catálogo

Os membros do Pink Floyd são os mais recentes roqueiros que procuram lucrar com seus sucessos depois de convidar licitantes a fazerem uma oferta para um catálogo de referência, incluindo 'The Dark Side of the Moon' e 'The Wall'.

Pink Floyd: A canção favorita de David Gilmour para ele tocar ao vivo.

O hit “Money” satirizou os excessos do capitalismo.

Mas agora o Pink Floyd quer lucrar com um dos catálogos mais valiosos do rock em um leilão de 350 milhões de libras pelos direitos de sua música.

Representantes da banda, que venderam 250 milhões de cópias de álbuns que definiram uma era, incluindo o lançamento de 1973, "The Dark Side of the Moon", entraram em contato com potenciais compradores.

Formada em 1965, a banda, que começou a tocar nos clubes psicodélicos underground de Londres, ficou famosa por seus álbuns conceituais e turnês espetaculares que lotaram estádios em todo o mundo.

Os investidores aproveitaram os direitos das músicas como um valioso ativo de longo prazo, com Bruce Springsteen vendendo recentemente seus sucessos por £ 366 milhões, enquanto Bob Dylan embolsou £ 470 milhões por seu catálogo.

Qual é o álbum do Pink Floyd favorito de Geddy Lee?.

Mas o mercado pode ter atingido o pico com plataformas de streaming enfrentando um crescimento mais lento à medida que a crise do custo de vida atinge e apenas um número limitado de catálogos “blue-chip” disponíveis para venda.

Isso pode explicar por que o Pink Floyd, cujos sucessos incluem “Another Brick in the Wall”, abriu discussões com pretendentes, que a Bloomberg News informou que estão em estágios iniciais.

Seu catálogo, incluindo os álbuns de estúdio "Wish You Were Here" e "The Wall", foi comprado pela Warner Music como parte de um acordo de £ 487 milhões em 2013 para adquirir a Parlophone, a antiga gravadora da EMI.

O cantor e baixista Roger Waters deixou a banda em 1985 e mais tarde processou seus companheiros de banda pelo uso do nome. O tecladista Richard Wright morreu em 2008.

O último álbum do Pink Floyd, "The Endless River", foi lançado em 2014. O guitarrista David Gilmour e o baterista Nick Mason lançaram uma música no mês passado sob o nome Pink Floyd para apoiar a Ucrânia após a invasão russa.

Possíveis licitantes para o catálogo do Floyd incluem Hipgnosis, o veículo de investimento que gastou £ 1 bilhão comprando os direitos de 65.000 músicas, incluindo o catálogo de Neil Young e sucessos de Shakira, Blondie, Stevie Nicks e Barry Manilow.

Fundada pelo gerente de artistas Merck Mercuriadis e Nile Rodgers do Chic, a Hipgnosis seria uma boa opção para o Floyd – a empresa recebeu o nome da equipe de design da Hipgnosis por trás das atraentes capas dos álbuns dos anos 70 do Floyd, pelos quais o adolescente Merck era obcecado. Hipgnosis se recusou a comentar sobre a oportunidade do Floyd.

Espera-se que a Warner Music, de propriedade de Sir Len Blavatnik, o bilionário britânico-americano nascido na Ucrânia, faça uma oferta substancial para manter o catálogo de uma das joias de sua coroa.

Uma briga de longa data entre Gilmour e Waters pode complicar qualquer venda. Waters acusou Gilmour de bani-lo de usar o site do Pink Floyd para promover seu trabalho solo e disse que seu ex-colega de banda recebeu crédito excessivo pelo loop de fita "tocando caixa registradora", que fornece a abertura distinta para "Money".

Pink Floyd: Nick Mason explica porque David Gilmour e Roger Waters ainda estão brigando.

Waters assinou sua parte editorial de clássicos do Floyd, incluindo “Money”, “Another Brick in the Wall” e “Shine on You Crazy Diamond”, a música dedicada ao vocalista original Syd Barrett, para a empresa alemã BMG. Os direitos de publicação Floyd de Gilmour, Mason e Wright são administrados pela Imagem Music UK.

Abordando temas de alienação, ganância e doença mental em composições muitas vezes estendidas, o catálogo do Floyd, liderado pelos 30 milhões de vendas de "Dark Side of the Moon", continua a vender fortemente em vinil, conquistando uma nova geração de fãs. Seu catálogo de 28 álbuns, incluindo compilações, poderia igualar os 366 milhões de libras que Springsteen garantiu da Sony por sua música.

Pink Floyd: Como David Gilmour se sente ao cantar as músicas de Roger Waters.

Gilmour, de 76 anos, com uma fortuna estimada em £ 145 milhões, vem “enxugando” nos últimos 20 anos, vendendo sua casa em Londres por £ 3,6 milhões em uma tentativa de financiar moradia para os sem-teto. Ele leiloou 123 de suas guitarras mais premiadas, arrecadando 15 milhões de libras para caridade. O cantor e baixista Waters, que regularmente faz turnês com seus álbuns solo e músicas do Floyd, que valem 250 milhões de libras.

O baterista Mason, que investiu sua fortuna em uma coleção de carros clássicos, incluindo Ferraris, Bugattis, Aston Martins e Porsches, formou uma nova banda, Saucerful of Secrets, para fazer uma turnê tocando o material mais antigo do Floyd.

Pink Floyd: Qual é a opinião de Roger Waters sobre os Beatles e Bob Dylan?.

A Hipgnosis afirma que as músicas são um ativo mais confiável que o petróleo, agora que o streaming e plataformas como o TikTok estão dando uma nova vida a sucessos que provaram seu valor ao longo de décadas.

Os players estabelecidos da indústria da música argumentam que a Hipgnosis, tendo levantado £ 1 bilhão em private equity, está pagando múltiplos em músicas que podem não gerar retorno sobre seu investimento.

Roger Waters critica Bono por "poema de merda" sobre a Ucrânia.

Dentre os roqueiros que percebem seus ativos incluem Sting, que vendeu seu catálogo antigo, com sucessos como “Roxanne”, “Every Breath You Take” e “Englishman in New York”, para a Universal Music em um acordo estimado em até US$ 300 milhões e 221m).

Bob Dylan vendeu as gravações master para todo o seu catálogo para a Sony Music por £ 150 milhões, depois de negociar uma taxa de £ 320 milhões por seus direitos de publicação.

Paul Simon vendeu seu catálogo para a Sony por 200 milhões de libras, o mesmo valor que o espólio de David Bowie atingiu em um acordo com a Warner Music para seus álbuns clássicos.

Via I NEWS.

U2: Bono e The Edge se apresentam em estação de metrô de Kiev, capital da Ucrânia; assista

Membros do grupo de rock irlandês elogiam os ucranianos por 'lutarem por todos nós que amamos a liberdade'.

Pink Floyd se reúne para apoiar a Ucrânia: "Este é um ataque louco e injusto".

Bono, o vocalista do grupo de rock irlandês U2 e seu colega de banda The Edge, fizeram um show de 40 minutos em uma estação de metrô em Kiev e elogiaram os ucranianos que lutam por sua liberdade da Rússia.

"Seu presidente lidera o mundo pela causa da liberdade agora... o povo da Ucrânia não está apenas lutando por sua própria liberdade, está lutando por todos nós que amamos a liberdade", disse Bono a uma multidão de até 100 pessoas reunidas no interior. a estação de metrô Khreshchatyk.

A Rússia avançou em direção a Kiev depois de invadir a Ucrânia em 24 de fevereiro, antes de retirar suas forças de perto da capital no final de março para concentrar suas forças no leste do país.

Embora a Rússia continue realizando ataques com mísseis em toda a Ucrânia, alguma vida voltou a Kiev, embora as sirenes de ataque aéreo soem regularmente.

Bono e The Edge reuniram uma pequena multidão durante sua apresentação.

Esta noite, 8 de maio, tiros ressoarão no céu da Ucrânia, mas você finalmente estará livre. Eles podem tirar suas vidas, mas nunca podem tirar seu orgulho”, disse ele.

Via The Guardian.

domingo, 8 de maio de 2022

Metallica: mãe dá à luz durante o show em Curitiba

O Metallica fez seu segundo show da sua atual passagem pelo Brasil, ontem no Estádio do Couto Pereira, em Curitiba -PR.

Na saída, um expectador a mais saiu em relação aos fãs que entraram.

Trata-se de Luan Figueiró, que nasceu ali no local, quando sua mãe, a tatuadora Joice lhe dera à luz, como ela própria postou e contou:

"Quando que eu iria imaginar que estaria no show do Metallica de 39 semanas de gestação e esse menino decide nascer ali mesmo, três músicas antes do show acabar no Couto Pereira, ao som de 'Enter Sandman'?

Nas duas bandas de abertura, Ego Kill Talent e Greta Van Fleet, eu estava de boa", prossegue Joice, "mas quando começou o Metallica as contrações começaram, tudo muito rápido. Quando faltavam umas três músicas, o Jaime (marido) chamou os bombeiros. No meio do caminho pro ambulatório, a bolsa estourou. Quando a médica disse que iam me levar de ambulância, já não dava mais tempo. Ele nasceu ali mesmo, no Couto Pereira.", explicou a nova mamãe.

Todas as bençãos ao pequeno Luan e Feliz Dia das Mães para a felizarda Joice.

quarta-feira, 4 de maio de 2022

Paul McCartney no Brasil em 2023

Site afiliado do UOL adiantou a informação sobre os shows da turnê “Got Back” pelo país.

Segundo o jornalista Jota Wagner. do Music Non Stop, ligado ao portal Uol, Macca fará ao menos 2 shows no Estádio do Morumbi, São Paulo, podendo haver uma 3ª apresentação.

O solene beatle canhoto já iniciou a sua grandiosa turnê, a "Got Back Tour" em Spokane, EUA, o primeiro de uma longa viagem pelo país da América do Norte.

Como de costume em suas turnês de tempos para cá, McCartney traz longos setlists, prevalecendo, claro, canções dos Beatles, mas também contendo músicas do Wings e solo, incluindo de seu mais recente full-lenght, "McCartney III". (2020). somando cerca de 35 canções por concerto.

O destaque vem sendo o tão falado dueto presencial-virtual com John Lennon ao telão, juntos entoando o clássico "I’ve Got a Feeling”, composição da dupla que integra o álbum "Let it Be", dos Beatles.

A última passagem de Paul pelo Brasil foi em 2019, com três shows em São Paulo e um em Curitiba, todos pela “Freshen Up Tour”.

Judas Priest, enfim, no Rock and Roll Hall of Fame. Duran Duran e Pat Benatar também foram agraciados

O Rock and Roll Hall of Fame divulgou a lista dos artistas escolhidos dentre os indicados, para serem induzidos em 2022 à sua calçada em Cleveland, EUA, no dia 5 de novembro próximo.

O Judas Priest, ausência muito sentida na caçada até aqui, enfim entra nesta, ainda que não sendo pela categoria tida como principal, a Performer. A banda de Rob Halford e cia será induzida pela categoria Award for Musical Excellence, através da qual também foram induzidos Randy Rhoads, Billy Preston e LL Cool J em 2021, Nile Rodgers em 2017, Ringo Starr (solo) em 2015 e a E Street Band em 2014, entre outros.

Já a banda icônica oitentista Duran Duran e a cantora já premiada com o Grammy, Pat Benatar, entrarão como Performers. 

O museu induzirá esse ano:

Performers:

Dolly Parton

Duran Duran

Eminem

Lionel Richie

Pat Benatar

Eurythmics

Carly Simon

Award for Musical Excellence:

Judas Priest

Jimmy Jam & Terry

Non-performers (Ahmet Ertegun Award):

Allen Grubman

Jimmy Iovine

Sylvia Robinson

Early influences:

Elizabeth Cotten

Harry Belafonte

Como critério para ser elegível, o artista e/ou banda deve ter lançado um single ou álbum relevante há pelo menos 25 anos, ou seja de 1997 pra baixo.

A escolha foi aberta ao voto popular, através do site do Museu, até 29 de abril último, porém o peso deste é minimizado, tendo o valor de 1 jurado dentre um grande montante destes.

terça-feira, 3 de maio de 2022

Pink Floyd: A canção favorita de David Gilmour para ele tocar ao vivo

David Gilmour é um dos maiores músicos e compositores da época, atuando como guitarrista e co-vocalista da agora icônica banda Pink Floyd. Gozando de um catálogo antigo que ajudou a abrir o novo alvorecer da música alternativa, ser permitido dar uma espiada por trás da cortina na mente de um artista verdadeiramente grande continua sendo um prazer culpado para a maioria dos fãs.

Quando perguntado sobre sua música favorita para tocar ao vivo, David Gilmour respondeu: “‘Echoes’, eu diria. Foi muito divertido tocar, principalmente na minha última turnê solo em 2006 com Rick Wright.

A música em si, 'Echoes', foi lançada como parte do álbum "Meddle" de 1971, com letras compostas pelo baixista e cantor Roger Waters, e a banda tocou a faixa ao vivo principalmente entre os anos de 1971 e 1975. Continuando suas opiniões sobre a música , Gilmour acrescentou: “Eu sempre vejo essa música como sendo um dueto entre ele e eu. Então isso foi ótimo e não poderia e não deveria ser tocada novamente agora que ele está morto.

Claro, esta não é a primeira vez que Gilmour menciona a música diretamente, pois ele incluiu o número quando foi perguntado anteriormente sobre suas músicas favoritas do Pink Floyd de todos os tempos: “High Hopes” do The Division Bell é uma das minhas músicas favoritas faixas de todos os tempos do Pink Floyd", disse ele, acrescentando: "'The Great Gig in the Sky', 'Echoes', há muitos delas".

Claro, é absolutamente possível ter uma variedade de favoritas, pois parece que Gilmour nada entre uma seleção de criações brilhantes. No entanto, é claro que 'Echoes' tem um lugar especial em seu coração, especialmente por poder tocar a música novamente e até levá-la na turnê solo de 2006.

Quando perguntado sobre o legado de sua música, Gilmour deu uma resposta um tanto atrevida: “Oh! [Longo silêncio] Legado? O que é um legado? Acho que nossa música continuará a ser tocada por um tempo. Então será esquecido como todo o resto será esquecido. Quanto tempo isso vai levar? Cem anos, mil anos, um milhão de anos? Eu não faço ideia. Isso não é algo que eu penso muito.

Via FAR OUT.

Mesmo tocando a música que ele mais ama, David Gilmour continua humilde. Você pode ver e ouvir 'Echoes' do Pink Floyd abaixo.

segunda-feira, 2 de maio de 2022

Ann Wilson lança o seu novo álbum “Fierce Bliss”, repleto de colaborações; ouça

"Fierce Bliss" chegou no dia 29 de abril último pela Silver Lining Music.


Uma das principais vocalistas de hard rock de todos os tempos, Wilson quebrou fronteiras com sua banda Heart, oito vezes platina e mais de 35 milhões de vendas, com direito a Rock And Roll Hall Of Fame, pioneira que se formara em 1973. Durante décadas de carreira, Wilson andou na montanha-russa da fama, fortuna e loucura, aprendendo lições alegres e difíceis ao longo do caminho. Avançando para o verão de 2020 e uma reunião com o lendário veterano "advogado do artista" Brian Rohan forneceu o catalisador para a criação de "Fierce Bliss".

Ann diz: "Brian me recomendou pessoas que conheciam pessoas em Nashville, então eu conheci esses caras como [o famoso guitarrista de sessão de Nashville] Tom Bukovac e Tony Lucido naquelas sessões do Muscle Shoals Sound Studio. Eu nunca os conheci antes, e eles realmente me inspiraram. Foi como uma grande porta se abrindo."

Com a química musical organicamente estabelecida, "Fierce Bliss" se juntou rapidamente. "Eu originalmente pretendia entrar, gravar algumas músicas e ver o que eu tinha, mas isso acabou tomando essa vida", comenta Wilson. "No Sound Stage em Nashville, Kenny Wayne Shepherd entrou e tocou em algumas músicas. Ele foi uma outra influência. Ele apenas tocou e com os cantores gospel e tudo mais se unindo, todo o projeto apenas começou a crescer."

Wilson continua: "Eu conhecia Warren Haynes do Gov't Mule há algum tempo. Nós escrevemos algumas músicas juntos com o grupo tocando, e essas completaram o álbum. Então, de repente, onde não havia nenhum disco antes, de repente eu tinha onze músicas legais que eu realmente gostava."

"Fierce Bliss" é uma comida clássica de rock com os melhores ingredientes, trazendo uma riqueza e uma luz que permite que você escape para uma nostalgia atemporal. 11 músicas perfeitamente ponderadas e selecionadas, desde originais co-escritas por Wilson até covers e colaborações de tirar o fôlego. "A Moment In Heaven" poderia facilmente se aplicar a qualquer um que viu sua carreira subitamente banhada em um brilhante raio de glória antes que os holofotes fossem abruptamente movidos para outro lugar. Há um ar profundamente espiritual em Ann Wilson 2022, e tanto "Black Wing" quanto "Angel's Blues" mostram diferentes facetas dessa alma e ethos. Além disso, Wilson traz nova vida e verve a canções clássicas, como "Love Of My Life" do Queen, "Missionary Man" do Eurythmics e "Bridge Of Sighs" de Robin Trower, e ajudou a criar versões definitivas de cada uma delas.

Para coroar tudo, a capa do álbum vem da mente e das mãos do célebre artista de fantasia Roger Dean, que além de seu trabalho em arte de fantasia também é conhecido por suas capas para o Yes.

Via Blabbermouth.

Confira o álbum na íntegra via Spotify ou clique AQUI para demais plataformas.

A seguir assista ao clipe de "Greed".


Tracklist:

01. Greed
02. Black Wing
03. Bridge Of Sighs
04. Fighten For Life
05. Love Of My Life (feat. Vince Gill)
06. Missionary Man
07. Gladiator
08. Forget Her
09. A Moment In Heaven
10. Angel's Blues* (disponível só em CD)
11. As The World Turns.

A Banda:

Ann Wilson - Vocals

Tom Bukovac - Guitar

Tony Lucido - Bass

Sean T Lane - Drums, Percussion & Bike

Gordon Mote - Keyboards

Tim Lauer - Keyboards

Músicos convidados:

Vocals - Vince Gill on "Love Of My Life"

Lead Guitar - Kenny Wayne Shepherd on "Bridge Of Sighs" and "Missionary Man"

Guitar - Warren Haynes on "Gladiator" and "Angel's Blues"

Guitar - Tyler Boley on "Black Wing"

Keyboards - Danny Louis on "Gladiator" and "Angel's Blues"

Keyboards - Dan Walker on "Black Wing"

Bass - Jorgen Carlsson on "Gladiator" and "Angel's Blues"

Bass - Andy Stoller on "Black Wing"

Drums - Matt Abts on "Gladiator" and "Angel's Blues"

Choir - The Rev Nathan Young Singers on "Missionary Man"

sexta-feira, 29 de abril de 2022

Robin Trower lança seu novo álbum “No More Worlds to Conquer”; ouça

No More Worlds to Conquer”, novo álbum do guitarrista ex-Procol Harum, Robin Trower, chegou hoje, via Provogue / Mascot Label Group.

Além de sua guitarra, o músico aqui gravou também o baixo e foi acompanhado por Richard Watts ao microfone e Chris Taggart  às baquetas.

Há um grande passo entre ‘Bridge of Sighs’ (1974)  e agora. É como qualquer coisa. Quanto mais você trabalha nisso, em teoria, melhor você deve ser. E eu definitivamente sinto que este álbum é um dos melhores trabalhos que já fiz.” - disse Trower em nota sobre o trabalho.

Ouça “No More Worlds to Conquer” via Spotify, ou clique AQUI para mais plataformas.

Tracklist:

Ball of Fire
No More Worlds to Conquer
Deadly Kiss
Birdsong
Losing You
Waiting for the Rain to Fall
Wither on the Vine
Cloud Across the Sun
Fire to Ashes
The Razor’s Edge
I Will Always Be Your Shelter

quinta-feira, 28 de abril de 2022

Qual é o álbum do Pink Floyd favorito de Geddy Lee?

O baixista, tecladista e cantor do Rush, Geddy Lee, inspirou toda uma geração de músicos e ao longo das décadas falou sobre os grupos que o influenciaram. Uma dessas bandas era Pink Floyd, que Lee teve a chance de ver ao vivo em Toronto antes de formar o Rush. Em entrevista ao The Quietus em 2012, ele revelou qual é o seu álbum favorito do Pink Floyd e explicou o motivo.

O baixista revelou que o álbum de 1971 “Meddle” é seu disco favorito do Pink Floyd, dizendo: “esse foi provavelmente o último álbum do Pink Floyd antes de entrarem na série de clássicos. Antes de seus grandes discos. Mas… de novo… de novo… foi o show deles em Toronto que me cativou e incendiou a imaginação. Eles abriram aquele show com todo o Meddle e imediatamente pude sentir que as possibilidades eram imensas para essa banda.

Foi realmente emocionante porque você poderia dizer que algo único estava acontecendo. Para onde eles iriam em seguida? Bem, foi um grande precursor de "Dark Side of the Moon". Já existiam “Echoes” genuínos disso. Continua a ser o meu favorito por causa desse timing. Aquele momento em que uma banda realmente começa a atingir seu pico. Estou ciente do Floyd de Syd Barrett, mas, no sentido musical, era uma época diferente, uma banda diferente.

Para Geddy Lee, o Pink Floyd sabia o que era carisma.


Em entrevista ao Sirius XM em 2013 (Transcrito pela Rock and Roll Garage), Geddy falou sobre suas influências e mais uma vez explicou por que o Pink Floyd era tão importante, dizendo: “Pink Floyd, lembro de vê-los em Toronto e acho ' Dark Side of The Moon' estava acabando de sair ou ainda não tinha saído. Eu acho que no primeiro set eles tocaram ‘Echoes’ do álbum anterior, você sabe, como uma extravagância de 20 minutos. Eles foram impressionantes também em um jovem músico. Não apenas por causa da estrutura da música na atmosfera, mas pelo fato de que eles realmente fizeram um show incrível. Eles realmente entendiam o carisma.

A famosa faixa “Money” foi uma inspiração para Geddy Lee.

O frontman do Rush escolheu em 2019 para a Amazon Music as 22 músicas que inspiraram seu baixo tocando consciente ou inconscientemente e uma delas foi “Money”, do Pink Floyd, lançada em seu álbum clássico “The Dark Side Of The Moon” (1973).

Em um vídeo (Transcrito pela Rock and Roll Garage), Geddy Lee explicou suas escolhas em geral, dizendo: “Escolhi essas músicas porque sou um cara tão ‘centrado no baixo’. É tudo o que tenho pensado nos últimos anos. É o papel do baixo na música popular e o que tentei fazer com meu livro (The Beautiful Book of Bass) foi fornecer uma história alternativa da música popular através do ponto de vista do baixista. Desde a extremidade inferior obscura até a extremidade superior vibrante.