Confraria Floydstock: classic rock
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terça-feira, 6 de setembro de 2022

Bruce Dickinson voltará ao Brasil em 2023 para entoar o “Concerto For Group and Orchestra” e outros sucessos do Deep Purple

Frontman do Iron Maiden vem celebrando a grande obra do saudoso Jon Lord.

O jornalista José Norberto Flesch, conhecido por antecipar os grandes eventos do show business no Brasil, cravou que o vocalista Bruce Dickinson, que até o fim de semana último estava no Brasil para shows com o Iron Maiden, voltará ao nosso país para celebrar a obra “Concerto For Group and Orchestra”, composta pelo tecladista falecido do Deep Purple e originalmente apresentado no Royal Albert Hall em 1969, com a orquestra filarmônica de Londres conduzida por Malcom Arnold, registrado no álbum ao vivo da banda no mesmo ano e reapresentado 30 anos mais tarde, no mesmo local, dessa vez sobre a regência do maestro Paul Mann.

Iron Maiden: Bruce Dickinson perde a paciência com fã por usar sinalizador em show na Grécia.

Em 2012, no ano de sua morte, Jon Lord regravou em estúdio e também reeditou apresentações ao vivo da obra, e nela contou com os vocais de Bruce Dickinson e novamente com a regência de Paul Mann.

Dickinson voltou a se apresentar a peça com orquestra no ano passado em shows pelo continente europeu que contaram também com a participação de Roger Glover, baixista do Deep Purple.

No ano que vem a atração chegará ao Brasil, novamente sob a regência de Paul Mann, com Bruce Dickinson cantando, além das partes vocais do “Concerto For Group and Orchestra”, também outros sucessos do Purple, em datas e locais a seguir:

15/04/2023: São Paulo (Vibra São Paulo)

19/04/2023: Curitiba (Teatro Positivo)

21/04/2023: Rio de Janeiro (Vivo Rio)

25/04/2023: Porto Alegre (Auditório Araújo Vianna)

sexta-feira, 2 de setembro de 2022

Megadeth lança o seu novo álbum “The Sick, the Dying… and the Dead!”; ouça

The Sick, the Dying… and the Dead!”, 16° álbum de estúdio do Megadeth, que chegou hoje, via Tradecraft/Universal Music.

Megadeth libera “Night Stalkers” (feat. Ice T), 2° single de seu novo álbum; ouça.

Megadeth libera clipe de “We’ll Be Back”, 1° single de seu novo álbum; assista.

O trabalho sucede o ótimo "Dystopia" (2016) e será traz James LoMenzo às 4 cordas, na vaga do demitido David Ellefson.

Ouça via Spotify no player abaixo ou clique AQUI para demais plataformas.

Tracklist:

The Sick, The Dying… And The Dead!
Life In Hell
Night Stalkers (com Ice-T)
Dogs Of Chernobyl
Sacrifice
Junkie
Psychopathy
Killing Time
Soldier On!
Célebutante
Mission To Mars
We’ll Be Back
Police Truck
This Planet’s On Fire (Burn In Hell) (com Sammy Hagar)

quinta-feira, 1 de setembro de 2022

Quando Bill Clinton falhou em reunir o Led Zeppelin

Quando você pensa no Led Zeppelin, a última pessoa que alguém associaria à banda é o ex-presidente dos Estados Unidos, Bill Clinton. No entanto, o ex-governador do Arkansas e executivo da América é um grande fã da banda inglesa e, há uma década, tentou, embora sem sucesso, reunir os membros sobreviventes para um último hurra.

Embora as pessoas normalmente equacionem Bill Clinton com a ideologia política da 'Terceira Via', Monica Lewinsky, e o impeachment, muitos não percebem que ele também é um grande fã de rock, o que muda um pouco as dimensões com que ele é visto.

A chegada do Led Zeppelin mudou a face da cultura popular para sempre. Formados a partir das cinzas da antiga banda do guitarrista Jimmy Page, The Yardbirds, eles rapidamente cultivaram uma base de fãs por trás de seu estilo de rock inspirado no blues, mas mais estrondoso, e ao longo de seus 12 anos como banda, seu som continuou a desenvolver com eles tornando a forma uma fera mais expansiva e encantadora do que nunca.

O poder combinado de Page, o vocalista Robert Plant, o baixista John Paul Jones e o baterista John Bonham foi um espetáculo para ser visto, e eles rapidamente se estabeleceram como a maior banda do planeta, quebrando o recorde dos Beatles de público em shows antes do álbum "Led Zeppelin II" tirar "Abbey Road" do primeiro lugar nas paradas de álbuns. Quando 1970 chegou, o Led Zeppelin era o rei indiscutível do rock, e a década seria deles.

Por que o Led Zeppelin não estava na mesma liga que os Beatles e os Rolling Stones?.

Em 2013, a CBS informou que Clinton revelou que tentou e não conseguiu fazer com que o Led Zeppelin se reformasse no ano anterior, segundo a Billboard. No referido relatório da CBS, David Saltzman, da Robin Hood Foundation, a organização por trás do programa beneficente Hurricane Sandy em Nova York, revelou que ele e o agora desgraçado executivo de cinema e estuprador condenado, Harvey Weinstein, voaram para Washington DC especificamente para se alistar. Clinton tentou ajudá-los a fazer o Led Zeppelin se reunir para o show que contou com nomes como The Rolling Stones, Eric Clapton e The Who.

Clinton concordou com o pedido de Saltzman e Weinstein e abordou Page, Plant e Jones em Washington, em noite de gala do Kennedy Center Honors, que ocorreu apenas alguns dias antes do evento beneficente em prol das vítimas do furacão Sandy. Refletindo o quão positivo era o sonho de Saltzman e Weinstein, nem mesmo o famoso ex-presidente de língua prateada conseguiu que eles se reunissem.

Harvey Weinstein teve essa grande ideia de que poderíamos convocar Bill Clinton para convencer o Led Zeppelin a se reunir”, disse Saltzman. “O presidente foi ótimo, "eu realmente quero fazer isso, será uma coisa fantástica, eu amo o Led Zeppelin’. E o próprio Bill Clinton pediu que o Led Zeppelin se reunisse, e eles não o fizeram.”

Via FAR OUT.

Rock in Rio: guia rápido sobre quais as atrações serão transmitidas e onde assistir

Mais uma edição do festival carioca terá início amanhã, com transmissões ao vivo de 4 palcos diferentes.

O Rock in Rio 2022, evento adiado de 2021, abrirá seus portões amanhã (02/09) e seguirá por este final de semana adentro, no sábado e domingo (dias 03 e 04/09), além dos dias na próxima semana (8, 9, 10 e 11/09).

Para quem não quis ou não coonseguiu comprar o Rock in Rio Card, o ingresso do festival, a opção é assistir pela TV ou internet, nos canais e sites a seguir.

Confira a programação:

2 de setembro, sexta.

Palco Mundo (com exibição no canal Multishow, Globoplay, G1 e Rede Globo (melhores momentos):

Dream Theater – 0h05

Iron Maiden – 21h30

Gojira – 19h25

Sepultura + Orquestra Sinfônica Brasileira – 17h25

Palco Sunset (com exibição no canal Multishow, Globoplay , G1 e Rede Globo (melhores momentos):

Bullet For My Valentine – 20h30

Living Colour ft. Steve Vai – 18h25

Metal Allegiance – 16h25

Black Pantera – 14h55

Espaço Favela (Canal Bis e  Globoplay):

Gangrena Gasosa – 20h05

Affront – 17h55

Revengin – 16h30

New Dance Order (Canal Bis e  Globoplay):

Len Faki 02h00 – 04h00

Renato Ratier Vs Diogo Aciolly 00h30 – 02h00

Ananda 23h00 – 00h30

Victoria Engel 21h30 – 23h00

Valentina Luz 20h00 – 21h30

Binaryh 18h30 – 20h00

Flo Masse Vs Craig Ouar 17h00 – 18h30

Chang Rodrigues Live 16h00 – 17h00

3 de setembro, sábado.

Palco Mundo (com exibição no canal Multishow, Globoplay, G1 e Rede Globo (melhores momentos):

Post Malone – 0h10

Marshmello – 22h20

Jason Derulo – 20h10

Alok – 18h00

Palco Sunset (com exibição no canal Multishow, Globoplay , G1 e Rede Globo (melhores momentos):

Racionais – 21h15

Criolo convida Mayra Andrade – 19h05

Xamã convida Bro’s MCs – 16h55

Papatinho e L7nnon convidam MC Carol e MC Hariel – 15h30

Espaço Favela (Canal Bis e  Globoplay):

PK convida MC Don Juan – 20h05

Bin – 17h55

Azula – 16h30

New Dance Order (Canal Bis e  Globoplay):

Chris Lorenzo 03h00 – 04h00

Bhaskar 01h30 – 03h00

Malifoo 00h30 – 01h30

Carola 23h30 – 00h30

Groove Delight 22h15 – 23h30

Kvsh 20h45 – 22h15

Illusionize 19h15 – 20h45

Victor Lou 18h00 – 19h15

Almanac 17h00 – 18h00

Fluxzone 16h00 – 17h00

4 de setembro, domingo

Palco Mundo (com exibição no canal Multishow, Globoplay, G1 e Rede Globo (melhores momentos):

Justin Bieber – 23h00

Demi Lovato – 20h35

Iza – 18h25

Jota Quest – 16h15

Palco Sunset (com exibição no canal Multishow, Globoplay , G1 e Rede Globo (melhores momentos):

Gilberto Gil e família – 21h55

Emicida convida Drik Barbosa, Rael, Priscilla Alcântara e Pastor Henrique Vieira – 19h30

Luísa Sonza convida Marina Sena – 17h20

Matuê – 15h10

Espaço Favela (Canal Bis e  Globoplay):

Funk Orquestra – 20h05

Buchecha – 17h55

Taylan – 16h30

New Dance Order (Canal Bis e  Globoplay):

Lost Frequencies 02h30 – 04h00

Liu 01h00 – 02h30

Samarah 23h15 – 01h00

Sickick 22h15 – 23h15

Dubdogz 20h45 – 22h15

Cat Dealers 19h15 – 20h45

Gabe 18h00 – 19h15

Ownboss 17h00 – 18h00

Maz 16h00 – 17h00.

8 de setembro, quinta.

Palco Mundo (com exibição no canal Multishow, Globoplay, G1 e Rede Globo (melhores momentos):

Guns N’ Roses – 0h10

Måneskin – 22h20

The Offspring – 20h10

CPM 22 – 18h00

Palco Sunset (com exibição no canal Multishow, Globoplay , G1 e Rede Globo (melhores momentos):

Jessie J – 21h15

Corinne Bailey Ray – 19h05

Gloria Groove – 16h55

Duda Beat – 15h30

Espaço Favela (Canal Bis e  Globoplay):

Drenna – 20h55

Th4i convida Lia Clark – 17h55

Izzra – 16h30

New Dance Order (Canal Bis e  Globoplay):

Adriatique 02h00 – 04h00

Zac 01h00 – 02h00

Sarah Stenzel 00h00 – 01h00

Ben Böhmer 22h30 – 00h00

Gui Boratto 21h30 – 22h30

Du Serena Vs Junior C 20h00 – 21h30

Leo Janeiro Vs Nepal 18h30 – 20h00

Marta Supernova 17h00 – 18h30

Nu Azeite Live 16h00 – 17h00

9 de setembro, sexta.

Palco Mundo (com exibição no canal Multishow, Globoplay, G1 e Rede Globo (melhores momentos):

Green Day – 0h10

Fall Out Boy – 22h20

Billy Idol – 20h10

Capital Inicial – 18h00

Palco Sunset (com exibição no canal Multishow, Globoplay , G1 e Rede Globo (melhores momentos):

Avril Lavigne – 21h15

1985: A Homenagem – 19h05

Jão + convidado – 16h55

Di Ferrero & Vitor Kley – 15h30

Espaço Favela (Canal Bis e  Globoplay):

MD Chefe e Domlaike – 20h05

Choice – 17h55

Marvvila – 16h30

New Dance Order (Canal Bis e  Globoplay):

Neelix 02h30 – 04h00

Blazy 01h30 – 02h30

Paranormal Attack 00h00 – 01h30

Vegas 22h30 – 00h00

Rica Amaral 21h30 – 22h30

Aly & Fila 19h00 – 21h30

Antdot 17h30 – 19h00

Meca 16h00 – 17h30

10 de setembro, sábado.

Palco Mundo (com exibição no canal Multishow, Globoplay, G1 e Rede Globo (melhores momentos):

Coldplay – 0h10

Camila Cabello – 22h20

Bastille – 20h10

Djavan – 18h00

Palco Sunset (com exibição no canal Multishow, Globoplay , G1 e Rede Globo (melhores momentos):

Ceelo Green – 21h15

Maria Rita + convidado – 19h05

Gilsons + Jorge Aragão – 16h55

Bala Desejo + convidado – 15h30

Espaço Favela (Canal Bis e  Globoplay):

Ferrugem e Thiaguinho – 20h05

Orochi – 17h55

El Pavuna – 16h55

New Dance Order (Canal Bis e  Globoplay):

Kaskade 02h30 – 04h00

Jetlag 01h00 – 02h30

Curol 23h45 – 01h00

Gabriel Boni 22h30 – 23h45

Makj 21h30 – 22h30

The Fish House 20h00 – 21h30

Chemical Surf 18h30 – 20h00

Bruno Be Vs Fancy Inc 17h00 – 18h30

Alexiz Bcx 16h00 – 17h00

11 de setembro, domingo.

Palco Mundo (com exibição no canal Multishow, Globoplay, G1 e Rede Globo (melhores momentos):

Dua Lipa – 0h10

Megan Thee Stallion – 22h20

Rita Ora – 20h10

Ivete Sangalo – 18h00

Palco Sunset (com exibição no canal Multishow, Globoplay , G1 e Rede Globo (melhores momentos):

Ludmilla – 21h15

Macy Gray – 19h05

Power! Elza Vive – 16h55

Liniker convida Luedji Luna – 15h30

Espaço Favela (Canal Bis e  Globoplay):

Lexa – 20h05

Azzy – 17h55

Ella Fernandes – 16h30

New Dance Order (Canal Bis e  Globoplay):

Anna 02h00 – 04h00

Eli Iwasa 00h00 – 02h00

Blond:Ish 22h30 – 00h00

Ella De Vuono 21h00 – 22h30

Anabel Englund 19h30 – 21h00

Aline Rocha 18h00 – 19h30

Mary Olivetti 16h00 – 18h00.

Maiores informações no IGORMIRANDASITE.

quarta-feira, 31 de agosto de 2022

Confira “Summer Storm”, 2º single do vindouro álbum de Nita Strauss

Faixa integrará o álbum que sucederá “Controlled Chaos” (2018).

A guitarrista Nita Strauss, que recentemente entrou para a banda de apoio de Demi Lovato, após acompanhar Alice Cooper por anos, lançou “Summer Storm”, o 2º e instrumental single de seu 2º álbum, ainda sem data e título revelados.

Nita Strauss faz sua estreia na banda de apoio de Demi Lovato.

Nita falou sobre a canção:

A música instrumental é onde está meu coração. ‘Summer Storm’ talvez represente o que sinto que mais captura meu estilo pessoal: catártica, emocional e emocionante. Tenho orgulho das faixas instrumentais e fico animada para lançá-la oficialmente para o mundo!

Confira “Summer Storm”:


Anteriormente, Strauss revelou “Dead Inside”, o 1º single do vindouro disco, dessa vez contando com os vocais de David Draiman, da banda Disturbed. Assista:

"Goats Head Soup": os Rolling Stones vão além do rock com nova receita

"Goats Head Soup" dos Rolling Stones teve seu lançamento como seu 11º álbum de estúdio no Reino Unido em 31 de agosto de 1973. Quarenta e sete anos depois, voltou a rodar em edições de luxo e multiformato que, notavelmente, o levaram de volta ao primeiro lugar em o Reino Unido. Como Mick Jagger disse na época de seu primeiro lançamento: “Eu realmente me sinto próximo a este álbum, e realmente coloquei tudo o que tinha nele... acho que parece que eu gosto mais de suas músicas.Não foi tão vago quanto o último álbum, que durou tanto tempo que eu não gostei de algumas coisas”, frisou ele, em uma referência depreciativa a "Exile On Main St." Foi gravado em todo o lugar durante cerca de dois ou três meses. As faixas são muito mais variadas do que a última. Eu não queria que fosse apenas um monte de músicas de rock.

"Goats Head Soup" foi gravado entre novembro de 1972 e julho de 1973 no Dynamic Sound Studios, Kingston, Jamaica; Gravadores da Vila, Los Angeles; Olympic Studios e Island Studios em Londres. Tornou-se o quinto álbum número 1 consecutivo da banda na Grã-Bretanha em 22 de setembro e o terceiro na América.

No topo das paradas americanas por quatro semanas, o LP refletiu o desempenho de "Exile On Main St." e "Sticky Fingers". Em 2020, tornou-se seu 13º álbum mais vendido e fez dos Stones a primeira banda a liderar as listas de músicos longos em seis décadas diferentes.

O novo lançamento de 1973 tinha um ingrediente não tão secreto que tornou a perspectiva do novo álbum ainda mais convidativa para os milhões de fãs dos Stones. Quando o LP estreou, a balada matadora “Angie”, com seu arranjo de cordas de Nick Harrison e piano igualmente elegante de Nicky Hopkins, estava passando uma segunda semana em seu pico de número 5 no Reino Unido. Faltava uma semana para reivindicar a coroa na Billboard Hot 100, como o trailer perfeito para o novo LP.

Rolling Stones: "Angie", um dos maiores "Mea Culpa" em forma de música.

Além disso, a banda havia iniciado uma turnê europeia em 1º de setembro na Áustria, na qual a perna britânica incluiria quatro noites no Empire Pool, Wembley, mais tarde renomeado Wembley Arena. “Angie” estava no set, assim como as faixas do álbum “Star Star”, “Dancing With Mr. D” e “Doo Doo Doo Doo Doo (Heartbreaker)”.

"Obstáculos em nosso caminho"

Star Star” causou muita polêmica com sua letra sobre uma groupie altamente ativa e contém o tipo de linguagem que ainda tem a capacidade de chocar. Em 1973, foi ultrajante, e a BBC proibiu a música de ser transmitida no rádio. De acordo com Keith Richards, “A Atlantic Records nos deu muitos problemas por todas as razões erradas, quero dizer, eles chegaram a dizer que Steve McQueen iria aprovar uma liminar contra a música por causa da fala sobre ele. Então nós apenas enviamos uma fita da música para ele e é claro que ele aprovou. Foi apenas um aborrecimento embora. Obstáculos colocados em nosso caminho.

O álbum foi gravado principalmente no Dynamic Sound Studio de Byron Lee em Kingston, Jamaica e produzido, em sua última saída de estúdio com os Stones, por Jimmy Miller. Além da formação Jagger-Richards-Taylor-Wyman-Watts, apresentava membros do esquadrão dos Stones como Hopkins, Bobby Keys, Ian 'Stu' Stewart e Billy Preston.


De acordo com Danny Holloway, escrevendo no NME: “Das minhas três visitas às sessões dos Stones, a primeira foi de longe a mais interessante. Na pequena sala de 20 x 30 pés, com divisórias primitivas ao redor dos amplificadores, havia cerca de uma dúzia de guitarras, principalmente Gibson e Fender, um piano Yamaha, pequenos amplificadores Fender, um pequeno PA e a bateria Gretsch de Charlie. O microfone do bumbo foi apoiado por um tijolo e um travesseiro e a cabeça foi deixada na frente.

Os Stones se aqueceram com um simples blues de 12 compassos com o road manager Ian Stewart adicionando licks saborosos dos anos 88. Wyman se arrastava em um pequeno baixo Fender Mustang, que deve servir para suas mãos pequenas. Watts e Wyman podem nem estar olhando um para o outro, mas de repente ambos mudam o sotaque do ritmo simultaneamente. Eles sentaram enquanto tocavam, exceto por Jagger e Richard.

Obra de Hipgnosis

"Goats Head Soup" tem uma das capas mais intrigantes de todos os discos dos Stones, e a história por trás dela também é. Em meados de maio de 1973, a conhecida empresa de design Hipgnosis, famosa por sua arte do Pink Floyd, foi contratada para trabalhar na nova capa. Eles levaram a banda para o estúdio Floral Hall em Covent Garden para uma sessão de fotos.

De acordo com Aubrey Powell, um dos sócios da Hypnosis, “As filmagens foram organizadas para as 13h e Mick e Keith apareceram por volta das 17h. Storm Thorgerson e eu delineamos o conceito para os Stones e todos ficaram entusiasmados, especialmente Mick. Todos eles deveriam ser centauros e minotauros saltitando na foto em uma paisagem da Arcádia, como os jovens fanfarrões que eram.” No final, a capa foi rejeitada e na quarta-feira, 6 de junho, os Stones fizeram uma sessão de fotos na casa de David Bailey em Gloucester Ave, London NW1.

Junior Carelli lança álbum com grandes clássicos em formato voz e piano

Greatest Hits on Piano” reúne 18 músicas que marcaram gerações com releituras especiais.

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O renomado músico brasileiro Junior Carelli lançou durante este ano três singles com releituras bastante particulares de grandes músicas da história, em um formato de piano e voz, que obtiveram grande retorno do público.

Este novo e versátil trabalho de Junior Carelli é uma oportunidade de entregar aos fãs uma nova abordagem para músicas que marcaram época. Com ampla bagagem de turnês por diversos continentes, o artista agora apresenta versões pianísticas de grandes sucessos internacionais no álbum “Greatest Hits on Piano”, que chegou recentemente às plataformas digitais em parceria com Outono Music, selo especializado em rock e metal, com distribuição da Universal Music.

Todas as 18 músicas presentes em “Greatest Hits on Piano” terão seus respectivos videoclipes, que serão disponibilizados aos fãs por meio do canal oficial do artista no YouTube.

Os singles lançados anteriormente, como uma prévia deste álbum, foram “Wasted Years” (Iron Maiden), “You'll Be in my Heart” (Phil Collins) e “Bridge Over Troubled Water” (Simon & Garfunkel). Confira abaixo a lista de todas as canções presentes neste novo trabalho de Junior Carelli:

1 - Sunrise (Norah Jones)

2 - What a Difference a Day Made (Aretha Franklin)

3 - Alone (Anie)

4 - Fly Me to the Moon (Frank Sinatra)

5 - Night Tale (Anie)

6 - Wasted Years (Iron Maiden)

7 - Hold On (Anie)

8 - When You Wish Upon a Star (Cliff Edwards)

9 - Against all Odds (Phil Collins)

10 - She (Charles Aznavour)

11 - Choices (Anie)

12 - I’m All Over It (Jamie Cullum)

13 - Angels (Robbie Williams)

14 - Bridge Over Troubled Water (Simon & Garfunkel)

15 - You'll Be in my Heart (Phil Collins)

16 - It’s Begging to Look a Lot Like Christmas (Bing Crosby)

17 - Let it Snow! Let it Snow! Let it Snow! (Frank Sinatra)

18 - Have Yourself a Merry Little Christmas (Judy Garland)

Escute na sua plataforma preferida:

https://umusicbrazil.lnk.to/GreatestHitsOnPiano

Dedicando sua vida à música há 25 anos, Junior Carelli tem vasta experiência no mercado musical, tocando ao lado de grandes nomes do Metal nacional, como Shaman, Noturnall, Angra, Edu Falaschi e ANIE. Como produtor, trabalhou com artistas das mais diversas áreas, indo de comediantes a importantes bandas do cenário mundial. Trabalhou por sete anos com a banda Viva Noite, do Pânico na TV e é sócio-diretor da empresa Foggy Filmes, que atua em diversas áreas no entretenimento.

Este novo e versátil trabalho musical de Junior Carelli é uma oportunidade de ouvir e absorver uma nova abordagem para músicas que marcaram gerações.

Guns N' Roses: Funcionária é demitida de hotel em Manaus por vazar vídeo com imagens de Axl Rose

Moça que trabalhava no lugar como garçonete, grande fã da banda americana, violou as regras pré-estabelecidas há dias.

O  Guns N’ Roses nem iniciou sua turnê pelo Brasil na capital do Amazonas amanhã e já conta com um incidente. Aconteceu no Hotel Juma Ópera, em Manaus. A banda já está hospedada por lá e fez a exigência de não poder haver registros de imagens do grupo circulando pelo espaço e mesmo com a exigência estabelecida há uma semana, uma funcionária ainda assim furou as regras e fez um vídeo onde nele aparece o frontman Axl Rose nas dependências do hotel. Ela foi demitida após vazar tais imagens. Tayrine, como a garçonete se chama, disse que é grande fã da banda e aparece em um vídeo onde diz emocionada que foi demitida por filmar Axl Rose, ainda que sutil e discretamente por “impulso e amor”.

Eu sou muito fã, só queria que entendessem o meu sentimento. Eu não corri até eles, não fiz escândalo, servi eles com muita emoção. É a melhor banda de todos os tempos, é a nossa história e isso é pra gente, não é justo.” - disse ela num programa de tv local, exibindo inclusive uma tatuagem que fez da banda.

Circunstantes mostraram empatia e solidariedade a Tayrine, chegando a pedir que a direção do hotel reconsiderasse a punição. Até o momento o Hotel não se manifestou.


terça-feira, 30 de agosto de 2022

Ozzy Osbourne voltará a morar no Reino Unido porque está 'farto' dos tiroteios em massa nos EUA

O Príncipe das Trevas diz que não quer morrer nos EUA e sim na sua "terra", o Reino Unido .

Ozzy e Sharon Osbourne estão voltando para o Reino Unido.

O astro do rock de 73 anos mora em Los Angeles, mas diz que está "farto" com o número de tiroteios em massa nos Estados Unidos.

Sharon e Ozzy, que se casaram em 1982, moram em Beverly Hills com seus três filhos há mais de 25 anos.

A estrela nascida em Birmingham também disse ao Observer que não quer morrer nos EUA e ser enterrado em Forest Lawn, o cemitério da Califórnia preferido por muitas celebridades.

Estrelas de cinema de Hollywood, incluindo Clark Gable, Elizabeth Taylor e Humphrey Bogart, estão todas enterradas lá.

Ozzy disse: "Tudo é ridículo lá. Estou farto de pessoas sendo mortas todos os dias. Deus sabe quantas pessoas foram baleadas em tiroteios em escolas.

"E houve aquele tiroteio em massa em Las Vegas naquele show... É uma loucura."

"E eu não quero morrer na América", acrescentou. "Eu não quero ser enterrado na porra do Forest Lawn.

Sou inglês. Quero voltar. Mas, dizendo isso, se minha esposa disse que temos que ir morar em Timbuktu, eu vou.

Mas, não, é apenas hora de eu voltar para casa."

Ozzy esteve pela última vez no Reino Unido no início deste mês, quando encantou os fãs com uma aparição surpresa na cerimônia de encerramento dos Jogos da Commonwealth.

Em 2020, ele revelou que tinha Parkinson. Ele havia sido diagnosticado com a doença degenerativa em 2003.

No entanto, Sharon disse que a decisão de voltar para o Reino Unido não tem nada a ver com seu diagnóstico.

Ela disse: "Eu sabia que as pessoas pensariam isso. Não é. É apenas a hora. A América mudou tão drasticamente.

"Não são os Estados Unidos da América. Nada está unido sobre isso. É um lugar muito estranho para se viver agora."

O casal disse anteriormente que o aumento dos impostos nos EUA poderia forçá-los a voltar para o Reino Unido.

Em preparação para seu retorno à sua mansão de 120 anos listada como Grade II em Buckinghamshire, eles cavaram uma piscina, instalaram ar condicionado e construíram um estúdio para Ozzy fazer música.

Eles dizem que vão voltar em fevereiro do ano que vem.

Ozzy lançará seu 13º álbum solo "Patient Number 9" - com Tony Iommi, Jeff Beck, o falecido baterista do Foo Fighters Taylor Hawkins e Eric Clapton em 9 de setembro próximo.

Via SKY NEWS.

Pink Floyd: A música dos Beatles que Richard Wright chamou de "totalmente pueril"

Assim como os Beatles, o Pink Floyd era uma banda adornada com engenhosidade e talento musical. Após o declínio mental do líder criativo original da banda, Syd Barrett, Roger Waters assumiu as rédeas como coordenador conceitual da banda. Enquanto isso, David Gilmour banhava-se no centro das atenções como o extraordinário guitarrista da banda, oferecendo seu tempero melódico único ao seu material progressivo. Durante todo o tempo, parecia que seu pianista, sintetizador e ocasional cantor e compositor, Richard Wright, havia sido excluído.

Nick Mason: "Rick Wright merecia mais reconhecimento pelo que fez no Pink Floyd".

Apesar de aparecer sozinho apenas nos créditos de composição de 14 das 217 músicas lançadas do Pink Floyd, Wright foi uma força fundamental por trás de muitos dos momentos mais memoráveis ​​da banda durante seu mandato de longa duração. Paralelos podem ser facilmente traçados entre a posição de Wright no Pink Floyd e a de George Harrison nos Beatles.

Como uma roupa psicodélica emergente da década de 1960, o Pink Floyd foi eminentemente inspirado pelo último trabalho dos Beatles. Afinal, o sargento de 1967. "Pepper's Lonely Hearts Club Band" é muitas vezes considerado o primeiro álbum de rock progressivo e é regularmente citado como a força central por trás de grandes grupos como Genesis e Yes.

Enquanto Wright estava indubitavelmente intrigado com o último material dos Beatles que falava de submarinos amarelos, céus marmelada, homem-macaco e dez mil buracos em Blackburn, Lancashire, ele não estava tão preocupado com as cantigas de amor anteriores da banda.

Em uma entrevista de 1994 em sua residência em Earl's Court, Wright discutiu alguns de seus discos favoritos enquanto vasculhava sua coleção bestial. Um dos primeiros que ele escolheu foi "Music from Big Pink" da The Band.

Ouça a playlist: "A Arte de Richard Wright no Pink Floyd".

A peça central deste álbum, ‘The Weight’, é uma música incrível”, opinou Wright. “Lembro-me de ver a The Band no Albert Hall no final dos anos 60 e, na minha cabeça, posso praticamente ouvi-los cantando ‘The Weight’ naquele show até agora. A forma como a música é cantada é tão emocional que mal consigo descrevê-la. Como você descreve uma resposta emocional à música? Eu poderia lhe dizer que uma peça se move de um mi bemol maior para fá sustenido ou qualquer outra coisa, mas esse não é o ponto, é?"

Continuando, Wright explicou como The Band foi o primeiro grupo pop que seus ouvidos receberam de braços abertos. “A Band foi a melhor coisa que aconteceu naquela época. Quando eu estava no Floyd, eu não gostava de música pop, eu estava ouvindo jazz, e quando os Beatles lançaram ‘Please Please Me’, eu não gostei nada. Na verdade, eu pensei que era totalmente pueril. Não havia muita coisa na época que me excitasse, mas então eu vi The Band, e eles eram totalmente diferentes, totalmente emocionantes. Como todas essas gravações, há algo nesse álbum que me toca emocionalmente. A música é simplesmente adorável, e torna esta uma escolha particularmente sentimental. Também devo mencionar ‘Tears Of Rage’, uma música brilhante.

Via FAR OUT.

sexta-feira, 26 de agosto de 2022

Elton John e Britney Spears lançam "Hold me Closet", versão de "Tiny Dancer"; ouça

Canção marca o retorno artístico da cantora, que nada lançava desde 2016.

A cantora americana Britney Spears, finalmente livre judicialmente de seu pai, vem retomando aos poucos a direção de sua própria vida, incluindo agora a artística, dando o pontapé inicial desse processo com o lançamento de hoje: uma versão de "Tiny Dancer" sucesso enorme do cantor bretão Elton John, contando com a participação do próprio, agora com o título de "Hold me Closet".

Sobre isso, Sir Elton John declarou:

Ela está longe há tanto tempo – há muito medo ali, porque ela foi traída tantas vezes e não esteve oficialmente no radar do público por tanto tempo. Estamos segurando a mão dela durante todo o processo, assegurando-lhe que tudo vai ficar bem. Estou muito animado por poder fazer isso com ela, porque se for um grande hit – e acho que pode ser -, isso lhe dará muito mais confiança do que ela já tem e ela perceberá que as pessoas realmente a amam.

terça-feira, 23 de agosto de 2022

The Who: Como tocar bateria como Keith Moon

Por seu status lendário no rock and roll, Keith Moon não recebe o nível de respeito que merece como músico. Atribua isso às suas travessuras selvagens fora do palco, energia exclusivamente enlouquecida e deterioração infame no final de sua vida, mas aqui estão alguns termos que se ligam ao nome de Moon: desleixado, desfocado, maníaco, exagerado e superestimado.

A própria avaliação de Moon de suas habilidades também foi modesta. “Acho que como baterista, sou adequado”, disse Moon autodepreciativamente à Melody Maker em 1970. “Não tenho aspirações reais de ser um grande baterista. Eu só quero tocar bateria para o The Who e é isso.

Pete Townshend pareceu concordar. “A bateria de Keith Moon era uma expressão de sua personalidade e seu ego e sua grandiosidade e seu ridículo e sua teatralidade e seu senso de humor!” Townshend explicou durante o episódio Classic Albums do "Who's Next". “Muito do que Keith fez foi incrivelmente engraçado… apenas diferentes variações disso tocaram muito, muito rápido. E às vezes ele tocava ‘dum dum dum dum duda-duda-dum dum’ e depois caía no chão.

Mas os outros colegas de banda de Moon foram mais simpáticos. “Se tocássemos nossa música no estúdio, se pudéssemos tocar a bateria, saberíamos que música era porque ele sempre tocava com os vocais”, explicou John Entwistle durante o episódio. De todos os companheiros de banda de Moon, Roger Daltrey foi o que mais elogiou seu estilo de tocar.

Muitas pessoas realmente, realmente, nunca entenderam a importância do estilo de bateria de Keith para o The Who”, explicou Daltrey. “E eu meio que o descrevo pictoricamente como se você imaginasse Pete e John como duas agulhas de tricô e Keith como um novelo de lã. Ele meio que manteria tudo junto, e com os vocais no topo, produziria um produto. Se você tirar Keith disso, meio que desmorona.

Foi o produtor e engenheiro do "Who's Next", Glyn Johns, que provavelmente resumiu melhor o enigma de Keith Moon. “Eu acho que a imagem dele sendo um pouco fora dos trilhos foi algo que ele promoveu, e isso realmente fez com que ele falasse mais sobre qualquer baterista em qualquer banda como resultado, porque ele se tornou uma personalidade: sua imprevisibilidade”, compartilhou Johns. “Mas se você conversar com os fãs do Who, acho que descobrirá que todos o achavam um baterista brilhante, e se você conversar com os músicos, eles concordariam e diriam a mesma coisa. Eles falariam sobre sua habilidade de tocar bateria muito mais do que os outros episódios de sua vida.

Na verdade, você não precisa ir muito fundo para encontrar lendas da bateria como Dave Grohl, Roger Taylor, Clem Burke e Mike Portnoy cantando louvores a Moon the Loon. Praticamente qualquer pessoa nascida depois de 1960 que pegou um par de baquetas ouviu e provavelmente foi inspirada pelo estilo de tocar singular de Keith Moon. Não procure mais do que talvez o maior baterista de rock de todos os tempos, Neil Peart do Rush, para resumir adequadamente a genialidade de Moon.

Certamente é verdade que Keith Moon foi um dos primeiros bateristas a me deixar realmente empolgado com a bateria de rock”, Peart disse ao Modern Drummer em 1980. “Sua personalidade irreverente e maníaca, expressa através de sua bateria, me afetou muito. [Ele me ensinou] uma nova ideia de liberdade e que não havia necessidade de ser fundamentalista. Eu realmente gostei de sua abordagem de colocar pratos de impacto no meio de um rolo. Depois, comecei a adotar um estilo mais disciplinado, à medida que ganhei um pouco mais de compreensão do lado técnico. Para mim, ele era o tipo de baterista que fazia grandes coisas por acidente ao invés de design. Mas a energia, expressividade e inovação que ele representou na época foi muito importante e grande.

A personalidade de Keith Moon foi totalmente formada a partir do dia em que ele apareceu como uma “visão ruiva”, de acordo com Townshend, em um show inicial do Who e assumiu oficialmente o banco da bateria. Mas demorou um pouco para que seu estilo fosse totalmente liberado no disco. Nos primeiros discos do Who, como 'Happy Jack' e 'I Can't Explain', o estilo frenético de Moon é decepcionado pelos modestos padrões de produção da época. Moon está claramente morrendo de vontade de sair do confinamento, mas sua restrição a um pequeno tambor o estava segurando.

O avanço veio no quarto single da banda, 'My Generation'. Estridente e selvagem diferente de qualquer disco que veio antes dele, 'My Generation' apresentava uma estrutura de acordes simples e amplo espaço para Moon se soltar. Entre cada preenchimento vocal veio uma oportunidade para Moon soltar a fera, e no final explosivo da música, o id indomável de Moon foi mostrado para o público pela primeira vez.

Mas para qualquer um que afirmasse que Moon não conseguia manter o tempo ou tocar ritmos complicados, 'My Generation' funciona como um contador perfeito. O padrão shuffle de Moon apresenta o tipo de destreza de pulso amplamente reservada para bateristas de jazz, enquanto sua capacidade de parar e começar junto com as pausas para os vocais principais de Daltrey provou que ele tinha um forte senso inerente de tempo.

Nos anos seguintes, Moon começou a estabelecer a configuração que melhor se adequava ao seu estilo. Essa configuração de bateria e pratos dependia fortemente de toms de rack e pratos de choque, para Moon, era quanto mais, melhor. Em um ponto, Moon extirpou completamente o chimbal de sua configuração, uma decisão que paralisaria qualquer outro baterista. Moon também adicionou bumbos duplos para uma batida adicional, algo que pode ser melhor ouvido no álbum "Live at Leeds".

À medida que o The Who se tornava mais ambicioso em seu escopo, Moon estava ao lado de seus companheiros de banda em intensificar suas habilidades técnicas. 'Underture' de "Tommy", 'Bargain' de "Who's Next" e 'Love Reign O'er Me' de "Quadrophenia" mostraram que Moon entendia o delicado equilíbrio entre seu estilo incansável e a necessidade de contenção quando uma música pedia. O flash e a agressividade de seus hits geralmente são os motivos pelos quais Moon é marcado, mas esses são talvez os exemplos mais importantes a serem apontados ao avaliar as habilidades de bateria de Moon: sua compreensão, embora breve, de manter as coisas simples.

Se você simplesmente agitar a bateria em uma fúria bêbada, descobrirá que na verdade não soa muito como Keith Moon. Para replicar com precisão o estilo de Moon, você deve se concentrar em preenchimentos que seguem padrões vocais, trabalhando sua destreza de bumbo duplo e um estilo agressivo que toca em cada música individual. Para o bem ou para o mal, tudo o que Moon tocou em cada música do Who era diferente, e o que ele deixou para trás foram algumas das faixas de bateria mais fascinantes e emocionantes da história do rock and roll.

Via FAR OUT.

sexta-feira, 19 de agosto de 2022

Pink Floyd: A travessura adolescente de David Gilmour e Syd Barrett

O Pink Floyd é um dos artistas de rock progressivo mais amados de todos os tempos. Na verdade, até mesmo aplicar o termo “prog-rock” a uma banda como Floyd às vezes pode parecer um pouco exagerado. A verdade é que o Pink Floyd tinha um som único que nenhum outro grupo pode reivindicar, então aplicar qualquer termo ou gênero a eles é algo fútil; eles são simplesmente 'Pink Floyd'.

Pink Floyd: quando Syd Barrett e David Gilmour tocaram Beatles.

A banda foi fundada em 1965 por Syd Barrett, Nick Mason, Roger Waters e Richard Wright, embora o guitarrista David Gilmour se juntasse em 1967, logo após o lançamento do álbum de estreia da banda, "The Piper at the Gates of Dawn". Gilmour e Barrett eram amigos de infância, e o guitarrista certa vez contou a história do encontro com o cantor.

Gilmour disse que conheceu Barrett “Quando eu tinha 14 ou 15 anos. Ele era alguém que as pessoas apontavam na rua; ele tinha esse carisma e magnetismo. Ele era engraçado. Inteligente. Nada passou por ele. Ele estava a par de tudo; bem lido e muito afiado. Eu saía com ele, ia na casa dele, e quando me mudei para Cambridge Tech, costumávamos nos encontrar na escola de arte na maioria das horas do almoço e tocar Bo Diddley e ‘Come On’ dos Rolling Stones.

Infelizmente, Barrett teve que deixar a banda em 1968 devido a um declínio acentuado em sua saúde mental. Isso foi em parte devido ao seu uso extensivo de LSD, e ele se tornou cada vez mais errático e retraído ao longo de 1967 e 1968. O cantor antes enérgico e alegre tornou-se deprimido e atormentado por pensamentos intrusivos.

Outra razão potencial para o declínio de Barrett pode ter sido o fato de que seu pai morreu tragicamente em 1961. Barrett, quando jovem, pode ter empurrado o trauma dessa ocorrência para seu subconsciente, onde provavelmente foi trazido à tona quando ele começou a carreira, experimentando drogas psicodélicas. Isso torna sua retirada da sociedade ainda mais triste.

Gilmour, no entanto, se lembraria dos momentos divertidos que a dupla compartilhou na adolescência e revelou uma anedota divertida dos momentos travessos que costumavam fazer. Ele disse: “No verão de 1965, acho que, enquanto meus pais estavam nos Estados Unidos novamente, peguei carona para o sul da França, e Syd desceu em um Land Rover com um amigo, e me juntei a eles em um acampamento. perto de St Tropez. Bacon e ovos no Primus no café da manhã – fantástico!

Ele acrescentou: “Fomos tocar em St Tropez e fomos presos. No caminho de volta para casa, paramos em Paris e compramos todos aqueles livros safados que eram proibidos na Inglaterra. O Almoço Nu e A História do Olho. Lembro-me de estar sentado no acampamento lendo essas coisas à luz de tochas. Tivemos um grande momento. A morte de seu pai nunca pareceu entrar em nada. Você sabe, todos nós somos muito bons em encobrir essas coisas.

Via FAR OUT.

quinta-feira, 18 de agosto de 2022

Ronnie James Dio: Assista ao trailer do documentário que será exibido nos cinemas pelo mundo

"Dio: Dreamers Never Die" terá duas noites especiais em setembro e outubro.

RONNIE JAMES DIO orquestra a própria versão do heavy metal de “We Are the World” em um novo clipe do próximo documentário, "Dio: Dreamers Never Die". O filme terá uma exibição especial de duas noites nos dias 28 de setembro e 2 de outubro.

O clipe gira em torno de "Hear 'n Aid", o disco de caridade de 1986 que Dio liderou para arrecadar dinheiro para o alívio da fome na África. Como a viúva e gerente de longa data de Dio, Wendy Dio, observa no clipe, o disco surgiu porque nem Dio, nem nenhum de seus outros colegas de metal, foram convidados a participar de esforços semelhantes como “We Are the World”. “Ronnie queria fazer parte disso”, diz Wendy, “mas éramos pessoas desagradáveis, heavy metal e sujas”.

Juntamente com imagens notáveis ​​e áudio isolado de Dio gravando seus vocais para “Hear 'n Aid”, o clipe apresenta algumas imagens dos bastidores das sessões e entrevistas contemporâneas com alguns artistas que participaram. Rob Halford, do Judas Priest, diz: “Ronnie só queria mostrar que também queremos ajudar, mas fazer algo um pouco diferente”. Ele acrescenta mais tarde: “Você tem todas essas pessoas, todos nós conhecemos uns aos outros e o que somos famosos por fazer ou não fazer. Ronnie era o capitão do navio e nos guiou pelo que poderia ter sido uma catástrofe absoluta!


Dirigido por Don Argott e Demian Fenton, "Dreamers Never Die" é o primeiro documentário sobre Dio autorizado pelo espólio do falecido músico (Wendy Dio atuou como produtora executiva do filme). O filme cobre toda a carreira de Dio, desde seus primeiros dias como cantor de doo-wop até seu tempo à frente de sua banda homônima, Dio, e apresenta uma série de imagens e fotos pessoais nunca antes vistas. O filme também inclui entrevistas com muitos colegas, colegas de banda e admiradores de Dio, incluindo Tony Iommi, Geezer Butler, Glenn Hughes, Vinny Appice, Lita Ford, Rob Halford, Sebastian Bach, Eddie Trunk e Jack Black.

Para a exibição cinematográfica de duas noites, o documentário será acompanhado por uma seleção de outtakes. Uma lista de cinemas participantes está disponível no site "Dreamers Never Die", onde os ingressos também estarão à venda na próxima quarta-feira, 24 de agosto, às 10h ET.


quarta-feira, 17 de agosto de 2022

Quando Bob Dylan destacou os talentos de George Harrison

George Harrison teve um papel difícil nos Beatles; ele era o membro mais jovem da banda e inicialmente lutou para causar impacto em suas composições. No entanto, ele fazia parte de um grupo com indiscutivelmente a parceria de composição mais prolífica de todos os tempos. Como tal, ele provavelmente foi marginalizado enquanto Lennon e McCartney pressionavam com sua aparente facilidade.

É um sentimento com o qual até Bob Dylan concordou, destacando os talentos que Harrison possuía no fundo. “George ficou preso em ser o Beatle que teve que lutar para conseguir músicas nos discos por causa de Lennon e McCartney”, disse Dylan. “Bem, quem não ficaria preso? Se George tivesse seu próprio grupo e estivesse escrevendo suas próprias músicas naquela época, ele provavelmente seria tão grande quanto qualquer um.

Dylan tocaria com George Harrison ao lado de Tom Petty, Roy Orbison e Jeff Lynne da Electric Light Orchestra em um supergrupo todo-poderoso chamado Traveling Wilburys. Os Wilburys lançariam seu primeiro álbum em 1988, "Traveling Wilburys Vol. 1" e o projeto chegaria ao fim em 1990, após o triste falecimento de Roy Orbison.

Enquanto Dylan achava que George Harrison tinha um papel meio fracassado nos Beatles, contra as figuras de proa de John Lennon e Paul McCartney, com os Wilburys, Harrison tinha algo que ele sentia que poderia chamar de seu. Tom Petty certa vez revelou: “George adorava os Wilburys. Esse foi o seu bebê desde o início, e ele fez isso com tanto entusiasmo. O resto de sua vida, ele se considerou um Wilbury.

E Harrison também ficou maravilhado por poder tocar em uma banda com alguém como Dylan. Ele era um grande fã de Dylan, e os Beatles costumavam fazer covers de suas músicas durante as jam sessions. No documentário "Get Back", a banda faz referências frequentes à estrela do folk, que estava fazendo ondas no exterior nos Estados Unidos na década de 1960, enquanto os Beatles faziam movimentos semelhantes no Reino Unido.

Bob Dylan também comentou sobre a proeza criativa dos dois principais compositores dos Beatles. Sobre a parceria Lennon-McCartney, ele disse: “Eles eram cantores fantásticos. Lennon, até hoje, é difícil encontrar um cantor melhor do que Lennon, ou do que McCartney foi e ainda é.

Ele acrescentou: “Estou admirado com McCartney. Ele é praticamente o único que eu admiro. Ele pode fazer tudo. E ele nunca desiste. Ele é tão malditamente sem preguiça.

Via FAR OUT.

Assista ao Pink Floyd reagir calmamente a esta entrevista a um esnobe crítico de música clássica

"Por que tem que ser tão alto?".

É fácil esquecer que mesmo os artistas hiper-influentes mais universalmente aclamados podem se perder em alguns. Na primavera de 1967, o Pink Floyd estava gravando seu álbum de estreia, "Piper At The Gates Of Dawn", quando apareceu no programa de artes da BBC The Look Of The Week, apresentado por Hans Keller, em 14 de maio. A banda tocou um breve trecho de "Pow R. Toc H.", antes de explodir através de "Astronomy Domine". Após a apresentação, Roger Waters e Syd Barrett sentaram-se para conversar com seu anfitrião, Sr. Keller, que não ficou impressionado.

Keller era um crítico de música proeminente especializado em clássicos, ópera e compositores clássicos do século 20, que vieram para o Reino Unido da Áustria para escapar da anexação com a Alemanha. Ele estudou violino e tocou com Oskar Adler, contemporâneo e amigo do influente compositor Arnold Schoenberg. Os interesses de Keller se estenderam além da música para a psicanálise, e ele trouxe uma abordagem cerebral para a crítica musical.

Mas ele não era fã do Floyd. “Talvez eu seja um pouco músico demais para apreciá-los completamente”, diz Keller, acertando seu primeiro golpe verbal em sua introdução. “Talvez seja minha culpa não apreciá-los”, declara em um tom que sugere que não é culpa dele.

Ele abre a entrevista perguntando a Waters: “Por que tudo tem que ser tão terrivelmente alto?”, acrescentando “Eu simplesmente não consigo suportar”. Para seu crédito, Waters e Barrett permanecem imperturbáveis ​​durante o interrogatório, respondendo simplesmente que eles gostavam de volume alto e que tocavam em lugares amplos onde o volume maior se fazia necessário. Deixando de lado o descaso de Keller, a entrevista ocorreu em um momento crucial na história do rock britânico, quando o Floyd liderou a transição de tocar em dancehalls, com o objetivo de manter as pessoas dançando, para realizar shows dedicados onde a performance em si era o foco. Dois dias antes de sua aparição na TV, eles realizaram o show de tendências Games For May no Royal Festival Hall, que apresentou aos fãs as delícias do som Quadrifônico ao vivo.

A influência psicanalítica de Keller se afirma quando ele encerra o segmento comparando a música de Floyd ao tratamento de choque, antes de concluir que sua abordagem representa uma regressão à infância. Por misericórdia eles não tocaram "Mathilda Mother", ou os instintos freudianos de Keller teriam se esgotado.

Via PROG.

Assista a entrevista infame abaixo.

segunda-feira, 15 de agosto de 2022

Mötley Crüe se prepara para relançar cinco de seus álbuns icônicos pela BMG

Discos dos anos 80 chegarão às lojas no formato físico em setembro.

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Uma das mais emblemáticas bandas de rock de sua geração, o Mötley Crüe tem passado por uma revitalização de sua popularidade nos últimos anos com um novo público descobrindo o grupo através do filme original da Netflix “The Dirt – Confissões do Mötley Crüe” (2019). Para apresentar o material histórico dos artistas para os novos fãs, cinco de seus álbuns icônicos ganharão novas edições físicas para o mercado brasileiro via BMG a partir de setembro.

Ouça Mötley Crüe: https://bmgbrazil.lnk.to/MotleyCrue

Too Fast For Love” (1981), “Shout At The Devil” (1983), “Theatre of Pain” (1985), “Girls, Girls, Girls” (1987) e “Dr. Feelgood” (1989), os primeiros discos do  Mötley Crüe, ganham reedição física e todo o catálogo digital está sobre o controle da BMG.. “É incrível estarmos colaborando com nossos novos parceiros da BMG. Eles tem um extenso histórico de sucesso com o rock e sentimos que é a casa perfeita para para preservar e para ajudar a crescer nosso legado, com o foco de permanecermos no topo!”, conta a banda.

Ícone do glam metal direto da California, o quarteto é formado por Vince Neil (voz), Mick Mars (guitarras), Nikki Sixx (baixo) e Tommy Lee (bateria) e se tornou um dos maiores nomes da música com suas performances explosivas. O Mötley Crüe tem mais de 100 milhões de álbuns vendidos em todo o mundo, três indicações ao Grammy, um livro nos mais vendidos do New York Times e sua própria estrela na calçada da fama de Hollywood. Este livro, lançado em 2001, se tornou a cinebiografia sensação da Netflix trazendo Machine Gun Kelly como Tommy, Douglas Booth (Orgulho e Preconceito e Zumbis) como Nikki Sixx, Iwan Rheon (Game of Thrones) como Mick e Daniel Webber (Justiceiro) como Vince Neil. 

Com funcionamento em São Paulo desde 2016, a BMG evoluiu de um escritório de gerenciamento de um repertório existente para uma busca estratégica de nomes de destaque. Seu catálogo é um dos mais imponentes para a história do rock com nomes de diversos estilos, como At The Drive-In, Black Sabbath, Duran Duran, The Get Up Kids,  The Kinks, Mötley Crue, Motörhead, Placebo, Santana, Spiritbox, Slash, Uriah Heep, Smith/Kotzen, Thunder, Mick Fleetwood, Garbage, DIO e Helloween.

Black Sabbath: Tony Iommi explica a ausência de Geezer Butler na performance nos jogos de Commonwealth

O guitarrista do Black Sabbath, Tony Iommi, revelou por que Geezer Butler não se apresentou na cerimônia de encerramento dos Jogos de Commonwealth deste ano em Birmingham.

Em 8 de agosto, Iommi e o vocalista Ozzy Osbourne, se reuniram em sua cidade natal Birmingham, Inglaterra, para tocar a música clássica da banda "Paranoid", precedida pela intro de "Iron Man". Eles se juntaram a dois músicos da última turnê da banda, Adam Wakeman, que tocava baixo e teclados, e o baterista Tommy Clufetos.

Falando ao BirminghamLive sobre a ausência de Butler no evento, Iommi disse: "Eu não acho que ele queria vir porque não estava bem com Covid. Ele estava de férias no Quênia e na Itália e sofreu um acidente em um barco, rachando ou quebrando uma costela cerca de três semanas atrás, então ele não estava muito bem para vir tocar. É uma pena porque nós conversamos há muito tempo sobre a possibilidade de tocar nos Jogos da Commonwealth."

Black Sabbath: Ozzy Osbourne e Tony Iommi se reunem para tocar e cantar "Paranoid"; assista.

sexta-feira, 12 de agosto de 2022

Scorpions lança "Hammersmith", faixa bônus da edição inglesa de seu novo álbum; ouça


"Hammersmith" integra a edição bretã de "Rock Believer", 19º álbum de estúdio do Scorpions, que chegou em 25 de fevereiro último.

A banda Scorpions lançou hoje uma faixa bônus que integra somente a versão inglesa de seu mais recente trabalho de estúdio, "Rock Believer".

Trata-se de "Hammersmith", canção que homenageia a lendária casa de shows de mesmo nome na Inglaterra, que hoje se chama Eventim Apollo.

O vocalista Klaus Meine discorreu sobre a música:

Esta música nos leva de volta a uma época em que tocávamos nos clubes menores, apenas sonhando em poder tocar no templo do rock, o Hammersmith Odeon.

Scorpions lança clipe ao vivo (no estúdio) de "Gas In The Tank", canção do seu novo álbum; assista.

Scorpions lança "Seventh Sun", canção de seu novo álbum; ouça.

Scorpions lança faixa-título de seu novo álbum "Rock Believer"; ouça.

Scorpions lança clipe de "Peacemaker", canção de seu novo álbum; assista.

O trabalho é o primeiro com a bateria gravada pelo ex-Motörhead, Mikkey Dee, que co-assina esta canção, sendo a sua 1ª participação como compositor no Scorpions.

’Rock Believer’ traz a velha vibe de álbuns como ‘Blackout’, ‘Love at First Sting’ ou até ‘Lovedrive’. Nós tentamos focar nesses álbuns e nessa atitude. Se chegarmos lá… quem sabe, faz tantos anos. Mas esse é o espírito e é a vibe que nos cerca neste álbum. Dessa vez, o foco é nas músicas mais pesadas.” - declarou o frontman Klaus Meine.

Ouça "Hammersmith" no player abaixo:

Ouça "Rock Believer" no player abaixo:

Tracklist:

"Gas In The Tank"

"Roots In My Boots"

"Knock 'Em Dead"

"Rock Believer"

"Shining Of Your Soul"

"Seventh Sun"

"Hot And Cold"

"When I Lay My Bones To Rest"

"Peacemaker"

"Call Of The Wind"

"When You Know (Where You Come From)"

A Banda:

Klaus Meine: vocal

Rudolf Schenker: guitarra

Matthias Jabs: guitarra

Pawel Maciwoda: baixo

Mikkey Dee: bateria

Black Sabbath: Políticos britânicos convocam a rainha para condecorar a banda

Um grupo de políticos britânicos está pedindo que os membros do Black Sabbath sejam homenageados por seus serviços à música.

Uma seleção transversal de MPs (membros do Parlamento) uniu forças com o líder do Conselho da Cidade de Birmingham, Ian Ward, e a vice-líder, a Conselheira Brigid Jones, e escreveu à rainha pedindo sua "intervenção direta".

O pedido vem menos de uma semana depois que o guitarrista do Sabbath, Tony Iommi, e o vocalista Ozzy Osbourne fizeram uma aparição surpresa juntos na cerimônia de encerramento dos Jogos da Commonwealth em Birmingham, que é sua cidade natal.

Khalid Mahmood, deputado trabalhista de Birmingham Perry Barr, também iniciou uma petição pedindo que a banda seja reconhecida por seus serviços à música e à cidade de Birmingham.

"Apesar de toda a sua fama global, eles mantiveram fortes ligações com Birmingham, demonstrado por seu desempenho surpresa na cerimônia de encerramento dos Jogos da Commonwealth", disse ele.

"Aprecio que este pedido não esteja dentro dos procedimentos normais de busca de honras reais. No entanto, sentimos que esta ocasião extraordinária merece um reconhecimento extraordinário deste extraordinário grupo de músicos", continuou a carta.

"Nós, portanto, buscamos a intervenção direta e o apoio de Vossa Majestade para reconhecer a grande contribuição feita por esses músicos excelentes e inovadores, que foram feitos em Birmingham e que mais uma vez não apenas entretiveram Birmingham, o Reino Unido e toda a Commonwealth mas talvez o mundo."

A formação original do Sabbath surgiu em 1969 com Iommi, Osbourne, Geezer Butler no baixo e Bill Ward na bateria. Essa formação gravou e excursionou até 1978, e periodicamente reformada nos anos 90 e 2000 para trabalhos ao vivo.

Eles se reagruparam novamente no final de 2011 para um novo álbum e turnê, embora Ward desistiu depois de alguns meses por questões financeiras. O Sabbath usou o baterista regular de turnê de Ozzy, Tommy Clufetos, desde então, para trabalhos ao vivo. Brad Wilk, do Rage Against The Machine, lançou as faixas de bateria em "13", que saiu em junho de 2013.

Em fevereiro de 2017, o grupo terminou a turnê "The End" em Birmingham, encerrando a carreira inovadora de 49 anos do quarteto.

"The End" foi a última turnê da banda porque Iommi, que foi diagnosticado com câncer em 2012 e está atualmente em remissão, não pode mais viajar por muito tempo.

O Sabbath escreveu e gravou seu álbum de reunião de 2013, "13", e excursionou por todo o mundo enquanto Iommi estava passando por tratamento para sua doença, com o guitarrista tendo que voar de volta para a Inglaterra a cada seis semanas.

Via BLABBERMOUTH.