Confraria Floydstock: classic rock
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quarta-feira, 14 de abril de 2021

Murdock lança novo single “Irônico Maldito” em première por icônico site de Stoner e Doom

Nessa quinta-feira (15) o quarteto catarinense Murdock lança antecipadamente pelo icônico site Doomed and Stoned (EUA) seu novo single, a faixa “Irônico Maldito”. Com estreia oficial marcada para dia 17 no streaming através do selo carioca Abraxas, a música marca a nova safra de composições da banda de Tijucas, que investe no Hard Rock setentista, no Stoner e no Blues para produzir sua sonoridade, com letras em Português e excelentes melodias e produção.

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Gravada no estúdio Soundbeat (SC), a faixa trata de dualidade mental e conturbação, e também sobre como achar um válvula de escape para isso, conforme explica o guitarra e vocalista Guilherme Sezoski. Nesse caso, através da música e composição. A faixa é o primeiro single do próximo EP de estúdio da banda, que deverá chegar no meio do ano trazendo uma coleção de ótimas faixas de Heavy Rock em nosso idioma. A banda, formada em 2019, realizou recentemente uma session gravada para a página Void Stoner Doom Worship no projeto “Live in the Void”, que apresenta sessions de alta qualidade de bandas de Stoner e Doom do mundo todo. Seus últimos singles foram as músicas “Olhos Sinistros” e “Porcos”, esta última também lançada pelo selo Abraxas.

Confiram “Irônico Maldito” nessa quinta-feira no site Doomed and Stoned: https://doomedandstoned.com/

No Possession: o espírito do rock ‘n roll vive em novo single “Lights Out”

Capturando o doce som do rock ‘n roll em vinil, a gravadora sueca Melodic Passion Records divulgou na sexta feira dia 02 de abril, o single “Lights Out” da banda No Possession.

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Servindo como prévia do vindouro álbum “Third Time’s a Charm”, no single “Lights Out” é possível ouvir ecos do passado (Rolling Stones, Faces, Deep Purple, Black Crowes e Aerosmith) e sons de hoje (John Mayer, Joey Bonamassa e Rival Sons).

Segundo o vocalista e guitarrista Micko Ylinikka, “a banda começou a trabalhar no novo material como se estivéssemos treinando para um campeonato de luta. Estamos procurando entregar shows de alta octanagem ao vivo quando for novamente possível”.

Ter a oportunidade de produzir “Lights Out” juntos em estúdio fez com que o No Possesion se tornasse coeso e com uma sonoridade única que, unida a brilhante masterização de CJ Grimmark (Narnia), fez com que o single soasse como um clássico single 7” de rock ‘n roll.

Confira o videoclipe de “Lights Out” no link abaixo:

Escute “Lights Out” na sua plataforma digital preferida:

https://orcd.co/lights-out

No Possession é:

Micko Ylinikka – Voz e guitarra solo

David Ylinikka – Guitarra e vocais

Mattias Vestlund – Baixo e vocais

Thomas Andersson – Bateria e vocais 

Faça o pré-save de “Third Time’s a Charm” nas plataformas digitais:

https://orcd.co/third-times-a-charm

terça-feira, 13 de abril de 2021

Rolling Stones e Foo Fighters: Mick Jagger e Dave Grohl lançam a canção "Eazy Sleazy"; ouça

A faixa surpresa dos frontmen do Foo Fighters e The Rolling Stones fora compartilhada no YouTube nesta tarde (13 de abril), tendo sido escrita por Jagger durante o lockdown pelo coronavírus.

Jagger faz os vocais e toca guitarra, com Grohl tocando bateria, guitarra e baixo. Um vídeo oficial mostra a dupla gravando a música remotamente de seus respectivos espaços de estúdio.

Eazy Sleazy’ encontra a referência de Jagger "chamadas de zoom", estando em "casa nestas paredes da prisão", aplausos falsos e uma "dança estúpida TikTok", enquanto olha para a vida pós-COVID e o "jardim das delícias terrenas" esperando.

É uma música que escrevi sobre como sair do bloqueio, com um certo otimismo muito necessário”, explicou Jagger. “Obrigado a Dave Grohl por pular na bateria, baixo e guitarra, foi muito divertido trabalhar com ele - espero que vocês gostem de‘ Eazy Sleazy ’.”

Grohl acrescentou: “É difícil colocar em palavras o que gravar esta música com Sir Mick significa para mim. Está além de um sonho tornado realidade. Bem quando eu pensei que a vida não poderia ficar mais louca ... e é a música do verão, sem dúvida !!"

Foo Fighters apareceu como a banda de apoio de Mick Jagger durante uma festa de encerramento do Saturday Night Live em 2012, com Grohl relembrando a experiência "incrível" de tocar juntos anos depois, em 2017.

E então a festa começa e nós o vemos e pensamos,‘ Pleeeease, Mick Jagger’, e ele apareceu e fez ‘Bitch’ e foi incrível”, lembrou ele. “Ele estava tão envolvido e o público estava tipo, 'Oh, meu Deus', e nós vamos direto para 'Miss You' para ter certeza de que ele não sai do palco e foi louco porque você não percebe como Mick é super legal. Ele é um cara ótimo.

Via NME.

Pink Floyd: Roger Waters diz que turnê ‘This Is Not A Drill’ pode ser a sua última

Pode ser o "último alento" do co-fundador do Pink Floyd ou uma "primeira turnê de despedida"

Roger Waters anunciou que sua turnê "This Is Not A Drill", remarcada para o verão americano de 2022 pode ser sua "última" ou pelo menos sua "primeira turnê de despedida!"

Os shows são mais do que meros shows, como o político Waters, que já se encontra com 77 anos de idade, explicou em um comunicado à imprensa:

This Is Not A Drill" é uma nova extravagância cinematográfica/rock and roll inovadora, realizada em geral, é uma acusação impressionante da distopia corporativa na qual todos nós lutamos para sobreviver e um chamado à ação para AMAR, PROTEGER e COMPARTILHAR nosso planeta e lar precário. O show inclui uma dúzia de grandes canções da era dourada do PINK FLOYD ao lado de várias novas, palavras e música, mesmo escritor, mesmo coração, mesma alma, mesmo homem. Pode ser seu último grito. Uau! Minha primeira turnê de despedida! Não perca. Amante."

Em um anúncio em vídeo, o cofundador do Pink Floyd disse que “estamos parados no precipício e só precisamos de um pequeno empurrão e seremos notícias de ontem. Isso não é um exercício; sou eu gritando do meu telhado. E esperando que todos vocês gritem do alto de seus telhados e todos nós comecemos a agir como um e acabemos com essa loucura."

Confira o clipe abaixo:

Waters fará 36 shows nos EUA e Canadá, começando em Pittsburgh em 6 de julho de 2022 na PPG Paints Arena. Estava tudo programado para 2020 e fora adiado devido à pandemia.

Os portadores de ingressos para as datas da turnê de 2020 anunciadas anteriormente receberão um e-mail com mais informações e os ingressos originais serão válidos para as novas datas de 2022.

Via SPIN.

segunda-feira, 12 de abril de 2021

Aline Happ apresenta versão Classical crossover de Shout, do Tears for Fears

Uma das canções mais populares do new wave britânico, "Shout", do Tears for Fears, ganha influências da música folk, celta e gótica na voz de Aline Happ. Em uma versão Classical crossover, a cantora e compositora apresenta a música com uma roupagem mais misteriosa.

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Essa é uma música que pode ser interpretada como um chamado por liberdade e a busca por poder ser você mesmo, além de trazer força para lutar por uma vida e um mundo melhor.”, define Aline Happ.

A canção faz parte de uma série de releituras que Happ realiza em seu canal no YouTube, o qual já conta com versões de Rihanna, Linkin Park, Iron Maiden, e até mesmo, The Mandalorian. Algumas das canções também estão disponíveis nas principais plataformas de streaming e download.

Lançada em 1984 no disco “Songs from the Big Chair”, a música chegou a alcançar o primeiro lugar do Billboard Hot 100, nos EUA, permanecendo por três semanas. Com o passar dos tempos, tornou-se um hit da banda Tears for Fears, mas sem nunca deixar seu significado original: um grito contra as velhas formas de lidar com o mundo, contra o que te agride, contra um governo que oprime a sua forma de pensar.

Conhecida mundialmente por seu trabalho como líder, vocalista e compositora do Lyria, Aline Happ é hoje uma das vozes mais famosas do metal brasileiro. Em seu projeto solo, a artista promove releituras Gothic/Folk/Celtic de canções do rock e do metal mundial que estão disponíveis em seu canal no YouTube. Graças ao apoio dos fãs, a cantora arrecadou mais de 200% da meta do financiamento coletivo para o seu disco solo de estreia, que será lançado ainda neste ano.

Os vídeos postados no canal de Aline Happ contam com o apoio de fãs no Patreon e no Padrim. Conhecidos mundialmente, o Lyria é uma banda carioca fundada em 2012 por Aline Happ. De lá pra cá, o grupo lançou dois discos com apoio de crowdfunding, "Catharsis" (2014) e "Immersion" (2018) e tocou em diversas cidades brasileiras como Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Curitiba, São Paulo, entre outras, além de transmitir shows online com venda de ingressos para o mundo todo.

Assista a versão de “Shout”:


sexta-feira, 9 de abril de 2021

Cheap Trick lança “In Another World”, vigésimo disco de estúdio

Álbum conta com versão de “Gimme Some Truth”, do John Lennon

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Uma verdadeira instituição do rock americano, o Cheap Trick acaba de lançar seu vigésimo álbum de estúdio. “In Another World” chega ao Brasil via BMG e traz uma banda com espírito e gás de quem está só começando a estrada apesar dos quase 50 anos de história.

Nós somos irresponsáveis o suficiente para não desistir", brinca o guitarrista e fundador Rick Nielsen. “Amamos nos unir e tocar. No nosso primeiro disco eu dizia ‘tenho 30 anos mas sinto como se tivesse 16’. E bem, ainda me sinto assim… Pelo menos até a realidade me alcançar. Mas quando toco, me sinto o cara mais jovem do mundo”.

Fundado em 1974, o Cheap Trick atualmente conta, além de Nielsen, com Robin Zander (voz, guitarra base), Tom Petersson (baixo) e Daxx Nielsen (bateria). Membros do Hall da Fama do Rock and Roll, eles tem mais de 20 milhões de cópias vendidas e 40 certificações internacionais de ouro e platina em sua premiada carreira. Produzido pelo parceiro de longa data Julian Raymond, o novo álbum traz o grupo indo do clima de rock de estádio até o blues de Chicago sem perder a identidade que marca a banda.

Cheap Trick sempre teve um som diverso. Não tentamos fazer uma música mais pop e tentar replicar essa fórmula. Sinto que tem muita nuance e nossas músicas, por mais que pareçam simples para o ouvinte”, reflete Nielsen. 

Além dos explosivos singles “Light Up The Fire” e “Boys & Girls & Rock N Roll”, o álbum conta com uma versão da clássica “Gimme Some Truth”, de John Lennon, com a participação especial de Steve Jones (Sex Pistols) nas guitarras.

Esse disco em especial reflete o mundo atual e o que estamos passando”, conta o vocalista Robin Zander. “Sempre fomos uma banda com um olhar positivo, esperançoso, mesmo quando éramos irônicos. Mas agora que estamos ficando mais velhos, vemos que não temos muito o que comemorar ao nosso redor. A ideia de fazer a versão de 'Gimme Some Truth’ veio em um dia que fiquei muito incomodado com notícias de política na TV e essa música veio à minha mente. Na hora imaginei que ela está mais atual hoje do que quando foi escrita por John”.

Disponível em todas as plataformas de streaming, “In Another World” marca mais uma página de uma banda que não pensa em descansar.

Essa banda é unida por música. É a cola que nos mantém unidos para gravar e lançar discos. Formamos essa banda para tocar, compor e lançar discos. Se isso parasse, qual seria a motivação de continuar?”, conclui Zander.

Ouça o álbum “In Another World”: https://cheaptrick.lnk.to/InAnotherWorld.

Tracklist:

The Summer Looks Good On You

Quit Waking Me Up

Another World

Boys & Girls & Rock N Roll

The Party

Final Days

So It Goes

Light Up the Fire

Passing Through

Here’s Looking At You

Another World reprise

I’ll See You Again

Gimme Some Truth

Pink Floyd - Fleetwood Mac: veja David Gilmour tocando "Albatross"



Faixa estará em disco tributo a Peter Green e primeiros anos do Fleetwood Mac

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Em fevereiro do ano passado, o lendário Mick Fleetwood reuniu um time de estrelas em Londres para homenagear a vida e a obra de Peter Green. O registro dessa noite, que ganhou um novo sentido com o falecimento de Peter. “Mick Fleetwood & Friends Celebrate The Music Of Peter Green and The Early Years Of Fleetwood Mac”, que chegará inicialmente em 24 de abril próximo, em HD e 4K com som Dolby Atmos e 6 dias depois sendo lançado nos formatos físicos doméstcos.

Mick Fleetwood se une a Steven Tyler (Aerosmith) e Billy Gibbons (ZZ Top) em “Rattlesnake Shake”.

O eterno guitarrista floydiano, David Gilmour, subira ao palco para a execução da canção "Albatross" ao lap-steel, lado de Rick Vito e Andy Fairweather Low, somados ao baixista Dave Bronze, Zak Starkey na percussão e o próprio Mick Fleetwood na bateria.

A noite e o álbum são uma celebração à obra de um artista que influenciou gerações junto de um resgate de uma fase do Fleetwood Mac que muitos não conhecem, focada no blues.

O show foi uma homenagem ao blues, onde todos nós começamos, e é importante reconhecer o profundo impacto que Peter e essa primeira fase do Fleetwood Mac tiveram no mundo da música. Ele foi meu maior mentor e foi uma alegria homenagear seu incrível talento. Tive a honra de compartilhar o palco com alguns dos muitos artistas que Peter inspirou durante os anos e que compartilham meu grande respeito por ele”, relembra Mick Fleetwood.

Confira o trailer do projeto:

Passaram pelo evento nomes que fazem parte da história do rock como Neil Finn (Fleetwood Mac), Noel Gallagher, David Gilmour, John Mayall, Christine McVie (Fleetwood Mac), Jeremy Spencer (Fleetwood Mac), Zak Starkey (The Who), Pete Townshend (The Who), Kirk Hammett (Metallica) e Bill Wyman (Rolling Stones). O produtor Glyn Johns (The Beatles, The Who, The Rolling Stones, Led Zeppelin e Eric Clapton) foi o responsável pela gravação.

quinta-feira, 8 de abril de 2021

Pink Floyd: Roger Waters anuncia as datas de sua turnê em 2022

 

O eterno gênio floydiano, Roger Waters, anunciara as novas datas de sua turnê "This is not a Drill", que percorrerá os EUA a partir de julho de 2022.

Confira as datas, locais e informações sobre ingressos em ROGERWATERS.COM.



"Terei que adiar minha turnê até o ano que vem devido ao Coronavirus. É uma pena, mas se servir para salvar uma vida que seja, terá valido a pena," disse Waters em nota em 2020.

Udo Dirkschneider & The Old Gang lança clipe e single "Where Angels Fly"

No dia 2 de abril, o single chamado “Where The Angels Fly” foi lançado e há semanas há um boato está borbulhando por aí: quando o vídeo da música foi ao ar, uma enorme tempestade se formou nas redes sociais. Dirkschneider & The Old Gang já alcançaram mais de dois milhões de cliques no YouTube!

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O nome praticamente explica o que está por trás do projeto musical: a lenda do rock Udo Dirkschneider reuniu seu grupo de músicos mais próximos em meados de 2020 e fundou um novo projeto espetacular. Já estão disponíveis as primeiras informações concretas sobre o projeto Dirkschneider & The Old Gang. Além de Udo, seu filho Sven, os ex-membros do Accept, o baixista Peter Baltes e o guitarrista Stefan Kaufmann e da cantora Manuela Bibert também decidiram embarcar nesta nova iniciativa. A extensão desta formação e seus planos futuros só serão anunciados nas próximas semanas.

Apenas isto: qualquer pessoa que anteriormente acreditou que já sabia de todos os planos desta ousada iniciativa está enganada. Dirkschneider & The Old Gang começou com um vídeo sensacional, mas é apenas um piscar de olhos nesta nova dimensão imensa que está pra surgir. Portanto, fique de olhos e ouvidos atentos: A partir de agora algo emocionante está para acontecer!


quarta-feira, 31 de março de 2021

Black Sabbath - Tony Iommi: "Eu não acho que o rock vai morrer"

O pai do metal respondera às reiteradas afirmações de Gene Simmons

Por anos, Gene Simmons do KISS expressou sua opinião, em várias ocasiões diferentes - de que “o rock está morto”. Em um artigo na revista Esquire em 2014, o baixista e cantor cuspidor de sangue forneceu citações como “Rock está finalmente morto” e “A morte do rock não foi uma morte natural. Rock não morreu de velhice. Foi assassinado.” No entanto, a lenda do rock Tony Iommi tem uma opinião diferente sobre o estado da música rock.

Black Sabbath e King Crimson - Tony Iommi sobre Robert Fripp e Toyah Wilcox: "Eu acho que eles enlouqueceram".

No início deste ano, Simmons reiterou sua afirmação de que “o rock está morto” em uma entrevista ao Gulf News e, em seguida, explicou totalmente sua teoria em uma entrevista à Heavy Consequence. Ele nos contou, entre outros motivos:

Aquele garoto que morava no porão da mãe decidiu um dia que não queria pagar pela música. Ele queria baixar e compartilhar arquivos. E foi isso que acabou com as chances da próxima geração de grandes bandas. O fato de a música ser gratuita. Então, hoje em dia, novas bandas não têm chance.

Ele também acrescentou:

A questão é, sim, o rock está morto porque se jogarmos o jogo de 1958 até 1988, que é 30 anos, você teria Elvis, The Beatles, Stones, Pink Floyd e assim por diante. E você pode ir para a parte pesada, que é o Metallica, o Maiden, se você quiser colocar o KISS aí, tudo bem. AC / DC, etc. Até U2, Prince, Bowie, Eagles. E então você começa as coisas disco, e Madonna, e essas coisas, e Motown, é claro. E então, de 1988 até hoje, quem são os novos Beatles?

Heavy Consequence também conversou recentemente com o guitarrista do Black Sabbath Tony Iommi, considerado por muitos como o “pai do heavy metal”. Quando perguntamos a ele o que ele pensava sobre Simmons dizendo repetidamente "o rock está morto", Iommi nos disse: 

"Eu não acho que o rock vai morrer. Isso tem sido dito há anos. Quer dizer, quantas vezes eu já ouvi essa afirmação nos últimos 50 anos? É bastante, realmente.

Ele continuou:

Acho que a boa música não vai acabar. Sempre haverá um mercado para isso. Haverá uma quantidade de bandas que cairão no esquecimento, como sempre há, sempre haverá. Mas há certas bandas que vão se destacar e vão estar lá. Você tem o Metallica aí, eles não vão desaparecer. Eles têm muitos fãs e uma ótima base de fãs. Existem muitas bandas por aí. Não, a música não vai embora.

Via Heavy Consequence.

terça-feira, 30 de março de 2021

Garbage lança “The Men Who Rule The World”, 1º single de seu 7º álbum de estúdio

No Gods No Masters” será lançado dia 11 de junho

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Um dos principais nomes do rock alternativo dos últimos 30 anos, o Garbage lança “The Men Who Rule The World”, seu incisivo novo single e primeira faixa de seu próximo álbum de estúdio. Primeiro trabalho de inéditas do grupo em cinco anos, “No Gods No Masters” tem lançamento previsto para o dia 11/06 e já está em pré-venda pela gravadora BMG.

A faixa é um convite a ação, a sair da apatia e traz uma crítica direta ao capitalismo sem-visão que é base para uma sociedade racista, sexista e misógina. É um contundente cartão de visitas para uma nova fase da banda.

Esse é o nosso sétimo disco e esse número e seus múltiplos significados afetaram o DNA do conteúdo do trabalho. As sete virtudes, as sete dores da religião, os sete pecados capitais. Foi nosso modo de tentar achar algum sentido nessa loucura que é o mundo e esse caos sem limites que nos metemos”, reflete a vocalista Shirley Manson.

Além dela, a banda conta as guitarras e baixos de Duke Erikson, as guitarras e teclados de Steve Marker e as baterias e produção musical de Butch Vig. Desde sua fundação, em 1993, o Garbage acumula 25 milhões de discos vendidos em todo mundo e verdadeiros hinos geracionais como “Only Happy When It Rains”, “Push It” e “I Think I'm Paranoid”.

O lançamento marca uma nova página na história da banda. “The Men Who Rule The World” foi produzido pela banda com o colaborador de longa data Billy Bush e chega com um vídeo dirigido pelo cineasta, pintor e animador chileno Javier.MiAmi. A faixa está disponível em todas as plataformas de streaming.

Ouça “The Men Who Rule The World”: https://garbage.lnk.to/TMWRTWPR

Faça pré-save do álbum “No Gods No Masters”: https://garbage.lnk.to/NoGodsNoMastersPR


General Sky aposta no modern rock no lançamento do single "Meus Dias"

Faixa fora lançada pelo selo Kind Music

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A General Sky apresenta uma sonoridade musical com influências do rock, modern rock, hard rock e stone com riffs marcantes e vibrantes do início ao fim.

Formada por André Santos (voz e guitarras), Filipe Paitz (bateria) e Henrique Vignando (baixo), o trio partilha das mesmas convicções de vida e se uniram para levar uma mensagem de amor, paz e respeito através da sua arte. 

A banda acaba de lançar pelo selo Kind Music o seu novo single intitulado "Meus dias" em todas as plataformas de streaming. 

"Meus Dias" foi composta com base no cotidiano das pessoas, e no que fazem diariamente; acordando, saindo pra trabalhar, entre outros afazeres da vida moderna. Na correria do dia-a-dia não pararam pra pensar que Deus cuida de cada detalhe, nos livrando de acidente ou doença e tudo isso mesmo sem merecer.

A banda General Sky representa o movimento que acredita que através da música e atitudes podemos transformar gerações. Há mais de 10 anos a General Sky reuniu vários amigos em suas formações, porém foi em 2017 que três amigos com as mesmas convicções de vida se uniram para levar uma mensagem de amor, paz e respeito através da sua arte.

Em 2017 tiveram o privilégio de ganhar o prêmio de melhor execução como single “Decisão” no festival de música Garage da Juventude de Maringá. Em 2020, apesar da pandemia, lançaram 3 singles “Queda Livre”, “A Questão” e “Sem Você”. A música “Queda Livre” ganhou um clipe no seu lançamento.

Confira "Meus Dias": https://ps.onerpm.com/6531300002.


segunda-feira, 29 de março de 2021

Mazzeron: atitude, distorção e belas harmonias


Power Trio carioca vem surgindo com destaque no rock nacional, apostando numa sonoridade intensa e de atitude

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Formado por Pedro “The Rock” (baixo), Mazzera (vocal e guitarra), e Rick Frainer (bateria), o Mazzeron vem ganhando destaque nacional trazendo um rock com atitude, distorção e belas harmonias.

A banda já participou dos principais festivais de música do Brasil e fez turnês pela América do Sul e Europa, com destaque para o Festival Fête de La Musique, Auditório da Rádio Suisse Romande e pubs como Bisteruk, Piment Rouge e Café Bizzare. Além disso concorreram a melhor Clipe do Ano na Multishow TV com a música “Quem Não Se Comunica”. A banda também já participou do Projeto Muela, com a difusão de artistas da América Latina e atualmente está na programação da Music Box Brasil.

Em seu trabalho também podemos destacar as músicas “Feche a Porta”, com uma pegada inicial bem “zeppeliana”, mas com transições de clima muito bem feitas, lembrando um som bastante setentista, sem deixar de ser atual e empolgante. “O Sol Raiou” é uma bela balada com belos arranjos de cordas e uma letra que nos deixa pra cima. E por último, mas não menos importante “Os Tolos Não Entendem”, outra bela balada que lembra um pouco Jota Quest e Barão Vermelho, mais uma vez destacando os belos arranjos e a letra bastante intrínseca.

Todas essas músicas fazem parte do álbum “Os Tolos Não Mentem” que conta com a produção musical de Marcelo Sussekind. Recentemente eles lançaram o Clube do Rock, evento o qual o grupo exibe as suas principais influências, com um repertório variado e inusitado. A cada show artistas de renome sobem ao palco participando de uma verdadeira celebração ao rock and roll com a banda.

Para conhecer mais a banda acessem o seu canal no YouTube, bem como suas redes sociais no Facebook e Instagram.

domingo, 28 de março de 2021

Pink Floyd: "The Division Bell"


"The Division Bell" ("Os Sinos da Divisão") é o álbum n°14 do Pink Floyd lançado em 28 de Março de 1994 pela gravadora EMI/Columbia.
CONCEITO/CAPA : O título do álbum refere-se aos sinos do Parlamento Britânico que são tocados nos debates e diálogos ou quando ocorrem divergências mais acirradas entre os parlamentares no momento de votação. Storm Thorgerson, colaborador de longa data, construiu duas cabeças metálicas de 4,5m de altura que formam uma única face. As duas faces em perfil indicariam o diálogo como um solucionador de problemas, visto que a COMUNICAÇÃO (como algo importante no relacionamento entre pessoas) é o tema que permeia o álbum.

Destaco a intensa tristeza da instrumental "CLUSTER ONE" que abre o disco. "WHAT DO YOU WANT FROM ME?" uma música forte (ainda que lenta) é trata de relacionamentos interpessoais. O título (O QUE VOCÊ QUER DE MIM?) foi dito por Gilmour ou pela sua esposa Polly Samson numa desentendimento de casal. POLES APART mostra o primeiro verso falando de Syd. O segundo verso fala de Waters. Minha música preferida do álbum. Bela, atmosférica e com aquela guitarra linda de Gilmour no final dramático. "A GREAT DAY FOR FREEDOM" aborda sobre o Muro de Berlim e a liberdade vinda por sua queda. Todavia parece haver um ar de descrença em meio as mudanças que não se concretizaram. "MAROONED" é aquela faixa instrumental que transporta a mente para uma ilha a ouvir sons e barulhos relaxantes. Uma viagem maravilhosa, proporcionada graças aos pedais DigiTech Whammy de David Gilmour. "MAROONED" ganhou o Grammy em 1995 como melhor faixa instrumental. "HIGH HOPES" é um épico sagrado! Como não se emocionar com tamanha obra-prima?

Uma letra que fala das lembranças de Gilmour sobre sua infância mas que podemos conjecturar sobre o que vivemos ao longo da vida e de nossas lembranças vivas que carregamos. Mística. O solo final com a lap steel guitar de Gilmour é simplesmente pra chorar. Maravilha sonora!

Nas tabelas ao redor do mundo, atingiu o número 1 em diversos países, entre eles : EUA (Billboard 200), Reino Unido, Alemanha, Noruega, França, Espanha, Austrália, Canadá, Holanda, Áustria, Suíça, Nova Zelândia e Suecia 27 anos de um belo álbum, ao qual, particularmente tenho um carinho enorme.

Pelo confrade Moisés Floydiano.


Tracklist:

1. Cluster One (5:58)
2. What Do You Want From Me (4:21)
3. Poles Apart (7:04)
4. Marooned (5:28)
5. A Great Day For Freedom (4:18)
6. Wearing The Inside Out (6:48)
7. Take It Back (6:12)
8. Coming Back To Life (6:19)
9. Keep Talking (6:11)
10. Lost For Words (5:14)
11. High Hopes (8:31)

Total Time: 66:24

A Banda :

David Gilmour / vocais, guitarras elétricas e violões, e-bow (7), teclados, baixo, vocal principal, talk box, programação, co-produtor
Richard Wright / teclados, piano, vocal (6), vocais de apoio
Nick Mason / bateria, percussão

Com:

Tim Renwick / guitarras
Jon Carin / teclados, programação, vocais
Bob Ezrin / teclados, percussão, co-produtor
Dick Parry / tenor saxofone
Guy Pratt / baixo, vocais
Gary Wallis / acústico e eletrônico percussão
Sam Brown / backing vocals
Carol Kanyon / backing vocals
Rebecca Leigh-White/ backing vocals
Durga McBroom / backing vocals
Jackie Sheridan / backing vocals
Stephen Hawkins / voz sintetizada
Michael Kamen / arranjos orquestrais
Edward Shearmur / orquestrações

sábado, 27 de março de 2021

Pink Floyd libera vídeo de "Wish You Were Here" no "Live At Knebworth 1990"

O histórico concerto em Silver Clef Winners do Pink Floyd em 1990 será lançado em CD e vinil duplo pela primeira vez separadamente

"Wish You Were Here" integra "Pink Floyd Live At Knebworth 1990", que chegará pela primeira vez em CD, vinil duplo e plataformas digitais em 30 de abril próximo. O show foi parte da apresentação do evento beneficente Silver Clef Winners na Knebworth House.

O concerto, em um dia chuvoso e ventoso em 30 de junho, incluíra apresentações de Paul McCartney, Dire Straits, Genesis, Phil Collins, Mark Knopfler, Robert Plant (com Jimmy Page), Cliff Richard, Eric Clapton e Tears For Fears na frente de uma multidão de 120.000 pessoas.

Músicos convidados juntaram-se ao Pink Floyd, incluindo a saxofonista Candy Dulfer e o tecladista e compositor Michael Kamen, as vocalistas de apoio Clare Torry ( vocalista original do "The Great Gig In The Sky"), Sam Brown e sua mãe Vicki, e Durga McBroom, além da banda de turnê, incluindo Guy Pratt, Jon Carin, Tim Renwick e Gary Wallis.

Há algo especial em Knebworth”, lembra o baterista Nick Mason. “Todos nós ainda temos boas lembranças de tocar lá nos anos 70, e esse show não foi diferente. Como um garoto do norte de Londres, isso era quase um jogo em casa, mas com o prazer adicional de ser a re-montagem da banda depois de um mega turnê que durou mais de um ano. Também foi uma oportunidade de fazer a maravilhosa Candy Dulfer tocar. Eu já era fã dela há um bom tempo, e era uma pena que não tivéssemos a oportunidade para utilizá-la mais. Também recebemos a visita de nosso querido amigo Michael Kamen. Michael havia contribuído muito para o PF nos últimos dez anos, é ótimo ter algo dele tocando na gravação.

David Gilmour e Andy Jackson remixaram o áudio e o álbum apresenta uma nova arte filmada pelo colaborador do Floyd Aubrey ‘Po’ Powell da Hipgnosis e projetada por Peter Curzon da Storm Studios. O concerto, até então inédito até aparecer no box set "Later Years" de 2019, agora está disponível como CD ou vinil duplo pela primeira vez como um álbum independente.

Encomende o Live At Knebworth 1990.

Assista ao vídeo de "Wish You Were Here" no player abaixo:

sexta-feira, 14 de abril de 2017

Ritchie Blackmore: o erudito, o blueseiro, o hard, o performático


Hoje é dia dele. Chato, mal encarado, marrento, mal humorado e tudo mais nesse sentido, mas um dos maiores musicistas nascidos no século XX.

Criador e difusor do estilo neoclássico de entoar sua guitarra, Ritchie Blackmore traz em seu DNA o erudito, o blueseiro, o roqueiro hard e acima de tudo, o músico, por muitas vezes performático.

Hoje o foco principal será dedicado a ele, com n postagens o homenageando nas suas três faes principais de sua carreira: Deep Purple, Rainbow e Blackmore's Night.

Iniciando nossas homenagens ao mestre Ritchie Blackmore, eis o que considero seu melhor momento na fase Deep Purple.

Justiça seja feita: todos os cinco membros do grupo só faltou fazer chover nas apresentações na terra do sol nascente, que originaram o duplo ao vivo "Made In Japan".

E Ritchie simplesmente fora fantástico.

Desde a inicial e trovejante "Highway Star", com o seu famoso e inigualável solo melódico, a melhor versão de "Child In Time", com um Blackmore literalmente endiabrado, o improvisado e prolongado riff inicial de "Smoke And The Water", o inesquecível duelo guitarra-voz travado com Ian Gillan em "Strange Kind Of Woman", o mergulho no blues-rock em "Lazy" e a viagem absoluta de "Space Truckin'.


Enfim, Ritchie Blackmore e seus amigos (amigos pero no mucho) fizeram os japas arregalarem os olhos e infelizmente isso não foi filmado.

Seguindo em nossas homenagens ao guitarrista Ritchie Blackmore, destaco agora o momento que considero como sendo o seu ápice na fase Rainbow: a apresentação registrada no CD/DVD Live in Munich, de 1977.

Ao contrário do álbum da nossa primeira mensagem de hoje, o Deep Purple "Made in Japan", onde tudo funcionava e brilhava pelo conjunto e entrosamento, aqui no Rainbow, tudo fora montado para que o chefe e idealizador do grupo brilhasse.

Mas o nosso Blackmore, como de bobo nunca tivera nada, convocou músicos de primeira grandeza para serem seus "coadjuvantes de luxo", com potencial imenso de roubarem a cena.

Então, acompanhado pelo "nanico" em tamanho, mas gigante na voz, Ronnie James Dio, do baixista Bob Daisley, que depois iria se juntar a Ozzy Osbourne e Uriah Heep, do fantástico pau pra toda obra, o baterista Cozy Powell, além do tecladista David Stone, o que se viu e ouviu fou um maravilhoso espetáculo de blues-hard-rock, capitaneado por sua excelência Ritchie Blackmore, que despejou ali todas as suas influências musicais.

A porrada hard já nos pega de jeito com os riffs e solos de Ritchie guarnecidos pelos lindos gritos de Dio em "Kill the King".

Divagando na intro e climatizando tudo, Blackmore nos remete ao blues-rock-lamento de "Mistreated", onde novamente Dio é magistral em seu canto (e quando ele não era).

Outros espetáculos à parte são a linda e extensa "Catch the Rainbow", onde o erudito aparece na introdução, com Blackmore entoando um trecho lírico de "Ave Maria" e mais pra frente durante a canção ele sola a perder de vista, felizmente.


A certeira "Long Live Rock 'n' Roll" é o clássico hard rock por definição, território onde Ritchie Blackmore conhece como ninguém.

Em "Man on the Silver Mountain" ele nos brinda com uma blueseira improvisada dentro da canção.
E como último destaque, o que ele fez em "Still I'm Sad", um cover da banda The Yardbirds que na sua versão orignal não passa de três minutos e aqui fica nove vezes maior é algo fora-de série.

Sequenciando com nossa homenagem ao excepcional Ritchie Blackmore, chegamos à fase que ele está hoje, a bordo de sua banda celta-folk-rock Blackmore's Night ao lado de sua candura, a esposa e cantora Candice Night.

E desta fase eu enalteço justamente o debut, ou seja, o álbum primeiro deste projeto, "Shadow Of The Moon", lançado em 1997.

O trabalho todo é refinado e primoroso, com um Ritchie Blackmore aqui, mais sereno e compenetrado às suas notas, sem todo o espalhafato sonoro e performático que imaginávamos ao ouvir e víamos nas suas obras do tempo de Purple e Rainbow além de deixar um pouco as guitarras descansarem e empunhar mais violões e bandolins.

Destaco as faixas "Play Minstrel Play", com participação de ninguém menos de Ian Anderson, com sua flauta mágica, "Ocean Gypsy", cover do Renaissance, onde Candice não fica devendo à Annie Haslam e Blackmore faz lindos acordes.


Em "Writing on the Wall", Blackmore faz uma linda adaptação celta à obra de Tchaikovski.
Mas é no segmento final que o disco fica maravilhoso ao cubo.

"No Second Chance", uma linda balada celta, "Mond Tanz", um show de notas de Blackmore, numa canção alegre, "Spirit of the Sea", a voz de Candice nos faz ter certeza que fora feita para o violão de Ritchie Blackmore, a famosa "Greensleeves" ganha sua versão trabalhada pelas cordas de Ritchie e a última "Wish You Were Here" (apenas homônima a aquela do Pink Floyd) na minha opinião, sozinha ela já valeria todo o álbum, música completa, lindíssima e aqui sentimos novamente uma guitarra que nos faz lembrar que aqueles tais acordes são púrpuros.

Versões posteriores ainda trouxeram a faixa bônus "Possum's Last Dance".

Em 2016 Ritchie voltou a "rockar", montando um novo Rainbow para concertos na Alemanha e Inglaterra. CONFIRA AQUI