Confraria Floydstock: cinema
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quarta-feira, 12 de fevereiro de 2020

Elton John em 'Rocketman' contra 'Bohemian Rhapsody': 'O nosso diz a verdade'


Traduzido pelo confrade Renato Azambuja via Variety

É uma comparação lógica: "Rocketman" e "Bohemian Rhapsody" são biografias sobre astros do rock britânicos cujas carreiras foram lançadas na década de 1970 - Elton John e o falecido vocalista do Queen, Freddie Mercury, respectivamente - e ambos foram dirigidos por Dexter Fletcher. Por isso, tivemos que pedir a opinião do mais recente vencedor do Oscar.

O nosso diz a verdade - mesmo que seja uma fantasia”, John disse à Variety horas depois de ganhar seu segundo Oscar (de melhor música original por “(I'm going) Love Me Again” com o co-autor de longa data Bernie Taupin) e chegar ao 28º evento beneficente anual de sua fundação de combate à Aids em West Hollywood. "Minha vida não pode ser coberta de açúcar e eu não queria que fosse."

Ironia registrada: a abordagem fantástica de John ao formato biográfico mostrou-se mais verdadeira do que o indicado à categoria de melhor filme em 2018 sobre a ascensão de Mercury e sua morte prematura de AIDS. De fato, “BoRhap” deu um novo significado à letra do Queen: “Is this real life? / Or is this just fantasy?*

Muitos críticos questionaram a maneira como 'Bohemian Rhapsody' dramatizou os eventos reais de sua história - e, em muitos casos ao longo do filme, inventou totalmente os fatos para os encaixar na história de Brian May e Roger Taylor, do Queen, (que atuaram como 'produtores executivos musicais') queriam contar”, escreveu a Esquire acerca do lançamento do filme. A IndieWire informou que o filme foi "chamado à atenção por imprecisões factuais, incluindo o tratamento cruel do diagnóstico de HIV de Freddie Mercury".

Explorar a doença fatal de Mercury como um dispositivo dramático - em "Bohemian Rhapsody", ele se apresenta como soropositivo para seus colegas de banda durante os ensaios do Live Aid - não é apenas historicamente impreciso (uma das muitas revisões da história da banda), um crítico do Daily. Beast a descreveu como uma "versão manipuladora da tragédia" que "perpetua o cenário da Aids como punição pela promiscuidade gay".

Ainda assim, John, o notável ativista da Aids, não vai massacrar o filme. "A performance de Rami Malek ganhou um Oscar; O Taron não foi indicado, mas ambas foram ótimas performances", disse ele. "Bohemian Rhapsody" foi um filme para todos, e funcionou de forma brilhante. Trouxe a ótima música de Freddie Mercury para um monte de gente que nunca teria ouvido falar dele. Estou emocionado com os caras [no Queen]."

E enquanto Egerton venceu Daniel Craig e Leonardo DiCaprio na categoria de Melhor Ator em Musical ou Comédia no Globo de Ouro, e com "Rocketman" obtendo melhores críticas com um consenso quase idêntico entre críticos (89%) e multidões (88%) no Rotten Tomatoes, John ainda se sente ofendido pela Academia por desprezar Egerton. "Eu queria ganhar por Taron Egerton, que foi tão incrível durante todo o filme - e ele ganhará um Oscar algum dia", prometeu John.

*"Essa é a realidade/Ou apenas uma fantasia"?

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2020

Oscar 2020: Elton John e Bernie Taupin ganham premio na categoria "Melhor Canção Original"


Aconteceu ontem (09/02), durante a Cerimônia do Oscar 2020.

Sir Elton John e Bernie Taupin foram agraciados com o premio de Melhor Canção Original, pela música “(I'm Gonna) Love Me Again”, música composta pela celebre dupla especialmente para a cinebiografia de Elton, "Rocketman".

A dupla batera os concorrentes “I can’t let you throw yourself away” (“Toy Story 4”) - Randy Newman, “I’m standing with you” (“Breakthrough”) - Diane Warren, “Into the unknown” (“Frozen 2”) - Kristen Anderson-Lopez e Robert Loopez e “Stand up” (“Harriet”) - Joshuan Brian Campbell e Cynthia Erivo.

O prêmio marca o segundo Oscar de John de Melhor Canção Original de Elton John, após sua vitória em 1995 de "Can You Feel The Love Tonight" da animação da Disney "O Rei Leão" (1994). Já Taupin obtivera agora a sua primeira estatueta.

Esnobada pela Academia, a cinebiografia de Elton John, estrelada por Taron Egerton, que no mês passado ganhara o Globo de Ouro na categoria de Melhor Ator e também de Melhor Canção Original, pela música “(I'm Gonna) Love Me Again, ontem tivera a ausência de Taron na premiação, pois nem indicado foi, ficando a película restrita a uma única indicação, que ganhara.


Confira todos os vencedores do Oscar 2020 AQUI

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2020

Assista ao trailer do filme sobre o desastre aéreo que vitimou o Lynyrd Skynyrd


"Street Survivors: The True Story of the Lynyrd Skynyrd Plane Crash" chegará no dia 16 de fevereiro próximo, trazendo a tristíssima história do trágico acidente aéreo que vitimara 3 membros do aclamado grupo de southern rock.

Lynyrd Skynyrd no Brasil

A película integrará o Hollywood Reel Independent Film Festival, que ocorrerá entre os dias 12 e 27 de fevereiro próximos, no Staples Center, Los Angeles.

Assista ao trailer do novo documentário "I'll Never Forget You: The Last 72 Hours Of Lynyrd Skynyrd"

A produção tem a narração do baterista Artimus Pyle, um dos sobreviventes do acidente, que segurou em seu colo a backing vocal Cassie Gaines em sua agonia final. Ele também assina a trilha sonora.

Lynyrd Skynird: inicialmente, "Free Bird" não tínha "aquele final"

sexta-feira, 31 de janeiro de 2020

Nick Mason: Assista ao clipe ao vivo de "Fearless", prévia do novo Blu-ray/DVD/CD da Saucerful of Secrets


"Fearless" integra "Saucerful of Secrets: Live at the Roundhouse", chegará em 17 de abril próximo, em CD, DVD e Blu-ray, porém, anteriormente será mostrado nos cinemas pelo mundo no dia 10 de março, trazendo de volta os primeiros anos do Pink Floyd executados por Nick Mason, o único membro da banda a ter tocado em todos os álbuns de estúdio do grupo, com sua banda atual, a Saucerful of Secrets.

Entrevistando Nick Mason: o homem do Pink Floyd em seu Saucerful Of Secrets

Capturado na Roundhouse de Londres, onde o Pink Floyd tocara alguns de seus shows mais reverenciados nos anos 1960, o filme apresenta um set list emocionante, incluindo canções oriundas da era Syd Barrett.

Apenas quatro músicas deste setlist já apareceram anteriormente em lançamentos ao vivo oficiais do Pink Floyd ou de seus membros. Todo o resto está sendo experimentado pela primeira vez desde suas apresentações ao vivo originais.

Este evento teatral também inclui perguntas e respostas exclusivas aos cinemas com Nick Mason e a banda, onde eles responderão perguntas enviadas pelos fãs.

Terça-feira, 10 de março às 19:00
Todos os ingressos $ 15

Assista ao clipe ao vivo de "Fearless", no player abaixo:


Tracklist:

Interstellar Overdrive
Astronomy Domine
Lucifer Sam
Fearless
Obscured by Clouds
When You're In
Remember a Day
Arnold Layne
Vegetable Man
If
Atom Heart Mother
The Nile Song
Green Is the Colour
Let There Be More Light
Childhood's End
Set the Controls for the Heart of the Sun
See Emily Play
Bike
One of These Days

Encore:

A Saucerful of Secrets
Point Me at the Sky

A Banda:

Nick Mason – drums, gong, bell, percussion
Guy Pratt – bass, vocals, cymbals on "A Saucerful of Secrets", gong on "Set the Controls for the Heart of the Sun"
Gary Kemp – guitars, vocals
Lee Harris – guitars, backing vocals

Dom Beken – keyboards, programming, backing vocals


domingo, 26 de janeiro de 2020

Pink Floyd: Nick Mason lançará show com a Saucerful of Secrets em Blu-ray/DVD e no cinema


"Saucerful of Secrets: Live at the Roundhouse" chegará em 17 de abril próximo, em DVD e Blu-ray, porém, anteriormente será mostrado nos cinemas pelo mundo no dia 10 de março, trazendo de volta os primeiros anos do Pink Floyd executados por Nick Mason, o único membro da banda a ter tocado em todos os álbuns de estúdio do grupo, com sua banda atual, a Saucerful of Secrets.

Capturado na Roundhouse de Londres, onde o Pink Floyd tocara alguns de seus shows mais reverenciados nos anos 1960, o filme apresenta um set list emocionante, incluindo canções oriundas da era Syd Barrett.

Apenas quatro músicas deste setlist já apareceram anteriormente em lançamentos ao vivo oficiais do Pink Floyd ou de seus membros. Todo o resto está sendo experimentado pela primeira vez desde suas apresentações ao vivo originais.

Este evento teatral também inclui perguntas e respostas exclusivas aos cinemas com Nick Mason e a banda, onde eles responderão perguntas enviadas pelos fãs.

Terça-feira, 10 de março às 19:00
Todos os ingressos $ 15

Tracklist:

Interstellar Overdrive
Astronomy Domine
Lucifer Sam
Fearless
Obscured by Clouds
When You're In
Remember a Day
Arnold Layne
Vegetable Man
If
Atom Heart Mother
The Nile Song
Green Is the Colour
Let There Be More Light
Childhood's End
Set the Controls for the Heart of the Sun
See Emily Play
Bike
One of These Days

Encore:

A Saucerful of Secrets
Point Me at the Sky

A Banda:

Nick Mason – drums, gong, bell, percussion
Guy Pratt – bass, vocals, cymbals on "A Saucerful of Secrets", gong on "Set the Controls for the Heart of the Sun"
Gary Kemp – guitars, vocals
Lee Harris – guitars, backing vocals

Dom Beken – keyboards, programming, backing vocals


segunda-feira, 6 de janeiro de 2020

Novo trailer de "Novos Mutantes" é embalado por canção do Pink Floyd. Assista


O trailer de The New Mutants (Novos Mutantes), da 20th Century Fox e da Marvel Entertainment, revelou um estilo totalmente novo para o gênero X-Men, o de horror. Para acompanhar o tema de uma geração mais jovem e a perseguição que enfrentam sob o pretexto de uma "educação" em um hospital, a escolha da música fora "Another Brick In The Wall (Parte 2)" do Pink Floyd.

Dirigido por Josh Boone, The New Mutants (Novos Mutantes), concentra-se em 5 jovens mutantes que estão apenas aprendendo a lidar com seus poderes recém-encontrados, e ao mesmo tempo vivendo a perseguição infernal de suas amáveis ​​experiências em uma instalação secreta. O décimo primeiro filme da série X-Men, estrelado por Anya Taylor-Joy, Maisie Williams, Charlie Heaton, Henry Zaga, Blu Hunt e Alice Braga.

A película chegará em 3 de abril próximo.

Assista ao trailer no player abaixo:

Taron Egerton ganha Globo de Ouro de melhor ator por viver Elton John em "Rocketman"


Tendo recebido a sua 1º indicação, o ator Taron Egerton faturara o Globo De Ouro na noite de ontem (05/01), pelo seu papel na cinebiografia "Rockeman", vivendo Elton John, na categoria "Melhor Ator em filme de comédia ou musical".

Egerton batera os concorrentes Daniel Craig ('Entre facas e segredos'), Roman Griffin Davis ('Jojo Rabbit'), Leonardo DiCaprio ('Era uma Vez em... Hollywood') e Eddie Murphy ('Meu nome é Dolemite').

Sir Elton John também fora agraciado, juntamente com seu letrista, Bernie Taupin, com o premio de Melhor Canção Original Pela Música '(I'm Gonna) Love Me Again', que integra a trilha sonora da película.


Ver essa foto no Instagram

Uma publicação compartilhada por Taron Egerton (@taron.egerton) em


quinta-feira, 12 de dezembro de 2019

Assista ao trailer do novo documentário sobre o ZZ Top

"That Little Ol' Band From Texas" chegará no dia 28 de fevereiro próximo em DVD, Blu-ray e formatos digitais, via Eagle Rock Entertainment.

Produzido pela premiada Banger Films ("Super Duper Alice Cooper"; "Peabody"/série internacional da Netflix premiada com o Emmy "Hip-Hop Evolution"), "ZZ Top: That Little Ol' Band From Texas", traz a história deste power-trio em um estilo artístico que complementa a vibração distinta do ZZ TOP. Originalmente estreou em uma exibição esgotada no Cinerama Dome, em Hollywood, no início deste ano, o filme passou por uma bem-sucedida exibição de 10 semanas em 150 telas em todo o país.

Ele revela a história de três músicos de blues adolescentes: o guitarrista Billy F Gibbons, o baixista Dusty Hill e o baterista Frank Beard, que se tornaram sensações internacionais. O filme traça o rico legado de ZZ TOP, desde o início dos shows nos bares até a era definidora da MTV e a ascensão meteórica à fama. Além de entrevistas com os membros da banda, a película apresenta conversas com fãs de alto nível como Billy Bob Thornton e Joshua Homme (Queens of the Stone Age), bem como imagens de arquivo nunca antes vistas. Filmado exclusivamente para este filme, uma performance intimista do ZZ TOP no histórico Gruene Hall, a mais antiga casa noturna do Texas, é exibida no documentário.

Além do filme, o DVD e o Blu-ray também incluem dois segmentos de performance ao vivo. 18 minutos da apresentação no Gruene Hall, junto com o Ham Estate Archive, que mostra raras cenas preliminares ao show "Eliminator", de 1976 e 1981.

"Acho que até nossos fãs mais firmes se surpreenderão com o que aprenderem sobre aqueles homens por trás de barbas e óculos de sol baratos", disse Gibbons. "Lá estamos nós, lá em cima na tela prateada e é algo que temos o prazer de compartilhar com fãs de todas as faixas etárias".

Atualmente comemorando sua carreira de meio século com extensas turnês pela Europa e América do Norte, o ZZ Top continua a inspirar os fãs 50 anos após sua criação. "That Little Ol 'Band From Texas" mergulha profundamente na história da banda, que é realmente um passeio imperdível.

Assista ao trailer no player abaixo:

terça-feira, 10 de dezembro de 2019

Steve Fabry apresenta seus projetos de carreira nas bandas Sercati e The Nightstalker

O baixista e vocalista belga, Steve Fabry, da banda Sercati e The Nightstalker, onde toca todos os instrumentos,  enviara à Confraria Floydstock alguns feitos de sua carreira com ambas as suas bandas, entre álbuns, filme e quadrinhos.

Quer anunciar sua banda/artista/eventos/notícias/produtos musicais na Confraria?
Mande seu material para confrariafloydstock@gmail.com

As duas bandas compartilham um conceito em suas letras. Elas contam uma história sobre um anjo caído que decidiu descer à Terra e ajudar a Humanidade. Os ouvintes podem acompanhar a história durante todo o nosso lançamento.

Com a Sercati, lançara o seu 4º álbum, "Devoted, Demons and Mavericks" (2018):


Com a The Nightstalker, lançara o álbum "A Journey in Hell" (2017):


Além disso, fora lançado um filme sobre o personagem principal que as duas bandas produzem no filme "Wormholedeath".

As duas bandas fazem a trilha sonora original.


Assista ao trailer do filme:


Link da produção:

https://whdfilmproductions.bigcartel.com/product/the-nightstalker-case-found-footage-digital-high-resolution-file?fbclid=IwAR0C0l6Lbkd2gkkKkUMh0TQZesWcrNjWbgyCd_dcf6rlq75D_

Página do Facebook: https://www.facebook.com/Thenightstalkerofficial
Canal do YouTube: https://www.youtube.com/channel/UCeL4jRqUP_c-mpOatP6NaJw
Página do Facebook: https://www.facebook.com/pages/Sercati

E tem mais: uma mini história em quadrinhos, “The Nightstalker – Poisoned Reflections” sobre nosso personagem principal nos quadrinhos da Tidalwave.

https://tidalwavecomics.com/index.php/2019/11/18/heavy-metal-band-sercati-joins-forces-with-tidalwave-comics/


segunda-feira, 9 de dezembro de 2019

The Doors: filme celebrando Ray Manzarek será exibido nos cinemas

"The Doors: Break on Thru - A Celebration of Ray Manzarek", um concerto-documentário realizado em 2016 em homenagem ao tecladista e co-fundador do The Doors, Ray Manzarek, será exibido nas salas de cinema pelo mundo no dia 12 de fevereiro próximo, data de nascimento do saudoso homenageado.

A película inclui raras imagens de arquivo da banda, conversas entre Jim Morrison e Ray Manzarek, além de novas entrevistas com John Densmore e Robby Krieger, que reuniram para o evento após 15 anos distanciados.

INGRESSOS

sábado, 7 de dezembro de 2019

Aproveitando o embalo de "O Irlandês" da Netflix, Joe Pesci lança seu 3º álbum. Ouça

"Pesci… Still Singing", 3º álbum do ator e músico Joe Pesci, chegara no dia 29 de novembro último, 2 dias após o lançamento na Netflix da película "O Irlandês", de Martin Scorsese, que conta também com Robert De Niro e Al Pacino.

O trabalho traz algumas participações especiais, como a de Adam Levine, vocalista do Maroon 5.

Ouça via Spotify, no player abaixo:



quinta-feira, 31 de outubro de 2019

Rolling Stones: assista ao trailer do novo documentário sobre Ronnie Wood

"Somebody Up There Likes Me", documentário sobre Ronnie Wood, chegará aos cinemas do Reino Unido em 26 de novembro próximo.

"Eu estava nas mãos do destino toda a minha vida ... estar no lugar certo na hora certa", diz o stoniano, logo no início do trailer, que você pode conferir no player logo abaixo:


O filme levou dois anos para ser produzido e explora a vida e a carreira de Wood, juntamente com clipes de seu tempo com os Stones, o Jeff Beck Group e o Faces, além de novas entrevistas com Mick Jagger, Keith Richards, Charlie Watts e Rod Stewart.

"Quando meu colega Mike Figgis se aproximou de mim para fazer este documentário, fiquei perplexo por onde começar e por onde terminar...", disse Wood. 

terça-feira, 15 de outubro de 2019

Documentário sobre icônico bar e reduto de rockstars de Los Angeles traz Lemmy, Ozzy, Slash e Gene Simmons

Via Blabbermouth

A Gravitas Ventures, empresa da Red Arrow Studios, adquiriu direitos mundiais de "The Rainbow", dirigido por Zak Knutson. O documentário apresenta entrevistas com as lendas do rock and roll, Ozzy Osbourne, Slash, Gene Simmons, Lita Ford e o falecido Lemmy Kilmister. O documentário estará disponível on demand em 29 de outubro.

"The Rainbow" explora a vasta história do famoso Rainbow Bar & Grill de Hollywood e Whisky A Go Go na Sunset Strip. Ambos os locais icônicos foram fundados pelo falecido Mario Maglieri. O Rainbow, inaugurado em 1972, está repleto de rica história do rock and roll. A herança italiana de Mario inspirou a deliciosa comida que é servida lá, especialmente a pizza, conhecida como a melhor da cidade.

Verdadeiramente um amante da música e das artes, Mario, conhecido como o Rei da Sunset Strip - ajudou centenas de artistas a começar em Los Angeles. Esperanças de todo o mundo chegaram ao The Rainbow com o desejo de serem descobertas. Ele costumava encontrar músicos talentosos que se tornaram vendedores de platina. Suas fotos estão alinhadas nas paredes do local.

O documentário mostra aos espectadores a família Maglieri, dona do local, que dedicara suas vidas à preservação da história do rock.

"Contar a história do Rainbow Bar & Grill, da família Whisky A Go Go e da família Maglieri neste filme foi uma grande honra e uma que realmente representa a história do rock n 'roll na América", diz o produtor Matthew Perniciaro, da Bow. & Arrow Entertainment. Perniciaro e Michael Sherman, do Bow And Arrow, produziram o filme, com Todd Singerman, Erik Kritzer da Link Entertainment, Mikeal Maglieri e Mike Maglieri Jr. como produtores executivos.

"Estamos empolgados em lançar o documentário 'The Rainbow', pois é um verdadeiro testemunho da história do rock and roll. O icônico Rainbow Bar and Grill tem sido o lar de muitas lendas ao longo dos anos e este é um documentário imperdível para qualquer música e amante do pôr-do-sol ", disse Nolan Gallagher, fundador e CEO da Gravitas Ventures.

Gallagher negociou o acordo com Matt Perniciaro, da Bow And Arrow Entertainment.

"The Rainbow" já pode ser encomendado no iTunes.

terça-feira, 8 de outubro de 2019

Assista ao trailer do novo documentário "I'll Never Forget You: The Last 72 Hours Of Lynyrd Skynyrd"

"I'll Never Forget You: The Last 72 Hours Of Lynyrd Skynyrd", novo documentário sobre uma das bandas mais icônicas do southern rock, chegará no dia 13 de dezembro próximo trazendo cenas e entrevistas inéditas.

O filme fora baseado no livro quase homônimo "I'll Never Forget You".

Assista ao trailer no player abaixo:


terça-feira, 1 de outubro de 2019

Roger Waters fala sobre o filme 'Us + Them' e sobre o porquê das músicas do Pink Floyd continuarem relevantes

Via Rolling Stone

O cantor e compositor também discute seus planos para uma próxima turnê e explica como uma trégua recente com o ex-colega de banda David Gilmour se desfez

Quando Roger Waters planejou sua recente e massiva turnê Us + Them, ele quis usar suas músicas como um apelo à humanidade, um pedido para que os ouvintes se reunissem e resolvessem os problemas do mundo. Então, ele vasculhou o catálogo do Pink Floyd em busca de músicas como "Us and Them", "Pigs" e "Money", que falavam sobre os males sociais de hoje e as emparelhavam com seleções de seu recente LP, "Is the Life We Really Want?" Como ele é Roger Waters, ele substituiu sua mensagem com visuais impressionantes, como um mural de vídeos que dividia o público da arena e mostrava quedas satíricas de Donald Trump, e ele fechava todas as noites com uma pirâmide de laser e uma luz de arco-íris que remetiam à capa do álbum "The Dark Side of the Moon".

Pink Floyd: assista ao vídeo de "One of these Days", canção do filme da turnê de Roger Waters, que será exibido nos cinemas

Mas esses toques multimídia não eram apenas um colírio para os olhos. Durante toda a performance, ele usou suas telas para contar histórias de refugiados que fugiam de suas terras e senhores da guerra que abusavam do poder. Esta é a mensagem que ele destaca, junto com todas as músicas de sucesso
no novo filme Us + Them, que ele co-dirigiu com o colaborador de longa data Sean Evans. O filme impressiona tanto no assunto quanto na apresentação, o teatro treme com o baixo no mix Dolby Atmos e você pode ver como o show afetou o público que veio assistir a turnê. O Us + Them, que contém imagens da apresentação em Amsterdã no ano passado, será exibido em todo o mundo nesta semana.

Arquivo Free Four - Pink Floyd: Roger Waters poderia ter acrescentado à obra "The Final Cut", o subtítulo: ”o sono da razão produz monstros", se Goya já não o tivesse feito.

"Estou feliz que o filme tenha uma mensagem humana e política", disse Waters à Rolling Stone. Ele ficou preocupado durante o processo de edição, já que o filme era muito longo, então decidiu cortar o bis noturno “Comfortably Numb”, já que “é um apêndice adicionado ao final da cena”, e ele e Evans concentraram o corte para mostrar mais da história da mulher apresentada no visual de sua música "This Last the Life", "The Last Refugee". "Eu acho que o filme se beneficia muito com isso", diz ele.

Quando ele assistiu as filmagens do show, porém, ficou surpreso ao ver a emoção nos rostos de seus fãs nas fotos em close. "Estou orgulhoso deles", diz ele. "Tenho orgulho de quem se deixa levar pela idéia de que os seres humanos agindo coletivamente para tornar a vida um do outro mais cheia de amor é algo pelo qual vale a pena lutar".

Você sente que a mensagem da turnê chegou às pessoas da maneira que você pretendia?

Você sabe sim. Isso sai no filme. Há uma mulher no filme que está cantando junto com o segundo verso em "Déjà Vu" de [Is This the Life], não me lembro qual fila - mas ela tem uma pequena lágrima escorrendo pelo rosto. E eu penso: “Uau. Eu devo ter feito algo certo que esses jovens estão respondendo ao trabalho que eu criei quando eu tinha 74 anos. É emocionante. Então, eu fiz algo certo.



Há muitas imagens de Trump no filme. Você já se cansou de ver fotos em tamanho real dele em turnê?

Eu não olhei muito. Fico feliz que esteja no filme. Eu gosto do zoom na [foto adulterada do pinto minúsculo de Trump]. Eu acho importante ressaltar isso, porque ele claramente é infantil e quase certamente tem um pau pequeno. Seja como for, é bobagem desperdiçar fôlego em Trump. Ou seria se não fosse pelo fato de ele estar conspirando para destruir os Estados Unidos tijolo por tijolo.

A imagem do pau é mostrada durante “Pigs (Three Different Ones)”. O que essa música significou para você quando você a escreveu e o que significa para você agora?

Bem, dentro do contexto deste programa, é "Porcos (um)". É apenas o porco, o terrível Trump.

Mas na coisa original, quem eram eles? Eu não sei. "Big man, pig man", qualquer empresário que esteja mais interessado em ganhar dinheiro do que em ter relacionamentos com outros seres humanos, o que pode ser mais gratificante do que acumular riqueza. Então, isso é para Steve Schwarzman e todos os demais. Eles são todos iguais, em geral.

O último verso é sobre alguém que tentou censurar a televisão inglesa para impedir o sexo dela chamado Mary Whitehouse, o que era conveniente, porque significa que eu posso dizer: "Ei, Whitehouse", e muitas pessoas pensam que eu estou cantando sobre a Casa Branca em Washington, DC e agora estou, porque ninguém se importa mais com Mary Whitehouse. Ela tentou limpar a televisão britânica, tornando-a uma espécie de evangélico-cristã-amigável de maneiras que não são saudáveis, na minha opinião. Então, espere, qual é o segundo verso?

Diz: "Ponto de ônibus, saco de rato ..."

Oh, Margaret Thatcher. Como eu poderia ter esquecido? Uma coisa maravilhosa da mente humana é que você pode esquecer Margaret Thatcher. Eu amo isso.

O que inspirou a cena no palco em que você e a banda colocam máscaras de porco e bebem vinho?

Há uma longa seção em "Dogs" depois de cantar o verso "Arrastado pela pedra", que trata de cães e porcos destruindo tudo o que podem em uma luta louca para ser Gordon Gekko. Então, apenas Joey [Waronker, bateria] e [tecladista] Jon Carin estão realmente tocando alguma coisa. Então, o que o resto de nós vai fazer? Ficar no palco? Vamos nos vestir como porcos e sermos servidos por ovelhas em um bar, tomar uma taça de champanhe e ser desagradável, por isso se desenvolveu a partir disso. é uma oportunidade de tentar encenar uma peça de teatro no palco.

E é um pouco de participação do público. Levanto uma placa que diz "Os porcos governam o mundo", seguida de outra que diz "Foda-se os porcos". E o público está muito feliz, porque em geral a maioria das pessoas não quer ser governada por esses idiotas. A maioria das pessoas reconhece que a divisão da riqueza é completamente inaceitável, e não queremos ser governados pelos oligarcas. Não achamos que seja um ótimo sistema em que os pobres fiquem mais pobres e os ricos cada vez mais ricos. Ele precisa ser tratado e corrigido o mais rápido possível.



Imagino que seja por isso que você usou tantas imagens de "Animals", como fazer com que a Battersea Station dividisse o público pela metade. Sua mensagem no show está relacionada aos temas do álbum.

Sim ele faz. Quando eu projetei a capa do álbum e fotografei a Battersea Station, achei que era muito bom simbolicamente para uma banda como o Pink Floyd, porque é algo que tem algum poder e somos quatro e quatro chaminés. É tudo muito fálico e tanto faz. Isso meio que representou, de certa forma, o poder, talvez, que tínhamos como banda se quiséssemos usá-lo para alguma coisa. E talvez a música não tenha poder. Eu não acredito nisso. Acredito que a música é uma forma de arte muito poderosa e que pode ser usada como uma ferramenta política, bem como uma fonte de entretenimento para manter as massas caladas.

Pink Floyd: os 75 anos de Roger Waters

Havia algo que não apareceu no filme que você gostaria que tivesse?

Eu meio que queria fazer algo que envolvesse as pessoas que estariam presentes nas reuniões semanais de Obama contra os drones, onde elas se sentavam em uma sala escura em algum lugar e decidiam quem matar na próxima semana, que é uma das peças mais repugnantes. da política externa dos EUA. Bem, não, talvez isso seja um pouco difícil. Mas é bastante assustador pensar em homens adultos sentados em uma sala decidindo quem matar, estrangeiros, e depois matá-los. Isso é nojento além de toda crença. Então, eu queria filmar algo que implicava nisso, mas não tivemos tempo. Então eu me arrependo disso.

Ouvir Pink Floyd melhora a saúde mental, de acordo com um estudo da Universidade de Cardiff

Que música você usaria como trilha sonora?

Em algum lugar no segundo semestre. A maioria das coisas que filmamos está dentro ou ao redor de "Déjà Vu", "The Last Refugee" e "Picture That". Então, eu provavelmente faria isso em "Dogs".

No filme, Lucius, as cantoras Holly Laessig e Jess Wolfe - fazem uma versão impressionante de “The Great Gig in the Sky”. Você deu a elas muita direção para isso?

Não, não fiz. Nós conversamos sobre isso e elas criaram algo. Então nós trabalhamos e trabalhamos nisso. Como qualquer coisa brilhante, dá trabalho. G.E. Smith e eu sentamos com Jess e Holly por algumas horas nos ensaios, mas isso não deve ser creditado por eles. É basicamente a criação deles, mas com a contribuição de G.E. e eu. Quando chegamos a Amsterdã, onde gravamos aquela apresentação em particular, é brilhante. A performance é linda.

Existem tantas bandas de tributo - o Australian Pink Floyd, Brit Floyd, o que for, e Dave também fez isso. Todos copiam servilmente a performance de Claire [Torry, a cantora original] do Abbey Road em 1973. E tudo bem, porque era lindo e ótimo. Mas acho maravilhoso que Jess e Holly tenham produzido sua própria interpretação. É também uma homenagem a Rick [Wright], de quem é a música.

Outro destaque do filme é "Wish You Were Here". O que isso significa para você agora?

A última vez que eu cantei “Wish You Was Here” foi na Balsham Street, do lado de fora do Home Office em Londres. Julian Assange está preso na prisão de Belmarsh, e ouvi dizer que ele não está muito bem. Você não saberá disso porque não foi relatado em um único meio de comunicação convencional; nem um único jornal ou estação de televisão relatou o fato de que eu fiz uma apresentação pública dessa música para Julian Assange. As pessoas me perguntam o tempo todo: "Por que os jornalistas não defendem Julian Assange? Ele é um jornalista fazendo seu trabalho. ”A resposta é que eles têm medo de serem demitidos. Mas, por que eu toquei “Wish You Were Here”, isso simplesmente veio à minha mente. É fácil cantar com um cara e um violão. Estou muito orgulhoso dessa música.

Há um close no filme, no início de "Time", em que você toca um tique-taque nas cordas do baixo. Foi assim que a música começou, fazendo aquele som?

Não, a coisa do tique-taque surgiu provavelmente apenas da ideia de "Ei, vamos usar sons de relógio", para que eles simplesmente apaguem as cordas na repetição. Mas o ímpeto foi a narrativa da música. Para mim, pessoalmente, é uma música muito importante. Eu escrevi que quando eu tinha 29 anos, então os trechos da música para onde ela vai: "Ninguém lhe disse quando correr / Você perdeu o tiro de partida", é sobre a minha experiência de ter 29 anos e certamente continuar " Foda-me. É o meio da vida. Disseram-me que estava me preparando para alguma coisa. ”Eventualmente, descobri o que era e provavelmente tinha algo a ver com ganhar a vida e ter uma família e blá, blá, blá.

Mas, de repente, percebi que estava sem rumo. A razão pela qual é uma boa música é porque descreve a situação de qualquer pessoa que, crescendo - se já crescemos - de repente percebe que o tempo está passando muito, muito rápido. Isso faz você começar a filosofar sobre a vida e o que é importante e como obter alegria disso. E se devemos deixar que os porcos e os cães gastem toda a nossa energia tentando foder outras pessoas e roubá-las ou se aceitamos a verdade desse fato: se você ajuda outro ser humano, isso traz alegria à sua vida. E o ato coletivamente traz mais alegria à sua vida do que agir egoisticamente. É simples assim.


Eu imagino que essa música significa algo diferente para você do que quando você a escreveu, quase 50 anos atrás.

Eu tenho conversado hoje com Sean [Evans] sobre essa turnê que faremos no próximo verão, e eu estava dizendo, que estava pensando em um título e em quais músicas fazer. Há uma música em uma demo de uma peça que estou gravando, e é: "O tempo continua se esvaindo." Acho que é porque todos estamos morrendo sob o ataque dos sociopatas homicidas que têm todo o dinheiro e todo o poder de administrar a mídia e o sistema de propaganda e mentir para nós constantemente e tentar nos manter na garganta um do outro para que eles possam manter o sistema.

O problema é que eles vão matar todos nós. Eles estão matando a todos nós agora. Isso é uma coisa que a garota da Suécia, Greta Thunberg, está dizendo. Estamos ficando sem tempo muito, muito rápido. Tão mais poder para ela. E mais poder para os movimentos anti-guerra e mudanças climáticas, que estão travando uma batalha valiosa para tentar matar os mortos-vivos, que infelizmente são a maioria das pessoas - certamente nos Estados Unidos da América - a acordar e entender que suas vidas e a vida de seus filhos não estão apenas ameaçadas, é quase certo que acabarão.

Tenho certeza que você ficou feliz em saber que, quando David Gilmour vendeu seus violões este ano, ele doou o dinheiro para combater as mudanças climáticas.

Oh, abençoe-o. Eu acho que é uma coisa boa. Bom para ele. [Pausas] Eu gostaria que ele me deixasse anunciar este filme no site do Pink Floyd. Não é permitido. Ele censurou e não tenho permissão para anunciar nada.

Quando foi a última vez que você falou com ele?

Conversamos em junho. Tivemos uma grande reunião em que surgiu um grande plano de paz que, infelizmente, não deu em nada.

Sinto muito por ouvir isso.

Eu sei que você e aposto que todos os fãs do Pink Floyd lamentam ouvir isso. Todos esperavam que pudéssemos nos beijar e fazer as pazes e tudo seria maravilhoso em um mundo acolhedor e maravilhoso. Bem, não seria tão aconchegante ou maravilhoso para mim, porque deixei o Pink Floyd em 1985 por um motivo. A razão é que eu queria continuar com o meu trabalho.

Bem, graças a Deus, pude continuar meu trabalho. O trabalho é sua própria recompensa. Fiquei muito feliz em ver na resenha do filme Variety que eles conseguiram conectar os pontos entre "Dark Side of the Moon", "Animals, "Amused to Death" e "Is This the Life We Really Want?" Isso foi gratificante. Enfim, eu disse mais do que deveria.




Antes de prosseguirmos com o tópico do Pink Floyd, eu o vi tocar "Set the Controls for the Heart of the Sun" com Nick Mason este ano em Nova York. O que você achou do show dele?

Fiquei realmente agradavelmente surpreendido com Saucerful of Secrets. Eu realmente gostei e, obviamente, eu amo Nick. Ele é um amigo muito velho e, felizmente, todas essas pontes foram reconstruídas. Nos vemos frequentemente, e eu o adoro. A atmosfera naquela noite foi maravilhosa, e eu não poderia estar mais feliz do que poder compartilhar o palco e cantar uma das minhas músicas com essa banda.

Guy Pratt foi ótimo cantando e tocando violão. Ele sabe muito sobre tudo isso, tendo trabalhado para Gilmour por todos esses anos. E eu pensei que Nick parecia ótimo. E os outros caras eram realmente esplêndidos.

Pink Floyd: "Live at Pompeii", uma das coisas mais impressionantes do mundo da música no século XX

Você gostaria de fazer uma turnê como essa em uma escala menor, onde toca-se músicas mais antigas para pessoas que não esperam grandes sucessos?

Foda-se não. Por que eu iria querer fazer isso? Eu estou escrevendo coisas novas o tempo todo. Vou continuar fazendo o que sempre fiz. Meu trabalho é pensar: "Bem, como posso tornar o rock'n'roll mais interessante, teatral, empolgante, visual ou musical, ou o que for?" É isso que passei nos últimos 50 anos me expressando. E eu continuarei fazendo isso. Não consigo pensar em nada que eu queira fazer menos do que cantar e cantar "Set the Controls" em um pub.

Você disse uma vez: “O espetáculo [do show] é uma coisa interessante, porque posso dizer que o inventei.” O que o colocou nesse caminho?

Entrando em grandes locais e pensando: “Cristo, isso é chato.” Lembro-me do "Dark Side of the Moon", quando tivemos alguns risers com luzes construídas por Arthur Max, que era um cara de iluminação que roubamos de Bill Graham. e o leste de Fillmore. E ele meio que inventou a tela circular que usamos. Pensei: "Como podemos preencher esses espaços com teatro?" Foi quando comecei a trabalhar com pessoas que faziam infláveis ​​e pensavam mais em projetar imagens e disparar fogos de artifício que se transformavam em paraquedas no ar e em aviões voadores, toda essa porcaria. [Pausas] Na verdade, não é uma porcaria. É perfeitamente razoável.

Ter um Stuka [avião] saindo da platéia, como eu fiz no The Wall, ainda mais alguns anos atrás, é na verdade um dispositivo teatral perfeitamente legítimo. Lembro-me de quando o The Wall [em 1979] foi criticado por Bono. O U2 era uma banda muito jovem, e eles :“Oh, não podemos suportar toda essa bobagem teatral que o Pink Floyd faz. Nós apenas tocamos nossa música e as músicas para nós mesmos e blá, blá, blá. ”Ah, sério? Tudo o que eles fizeram pelo resto de sua carreira foi copiar o que eu estava fazendo e continuo fazendo. Boa sorte para eles, mas que besteira. Se você os liderar, as pessoas seguirão.

As pessoas diziam muito coisas assim?

Lembro-me de Jagger vindo ao Nassau Coliseum no final de 1979 e vendo The Wall. Ele voltou aos bastidores, tentando descobrir como conseguir isso. “Quero isso.” Alguém apontou para o ilustrador Gerald Scarfe, que estava sentado no sofá conversando com Nick Mason e disse: “Ele é quem você deveria ver.” E Jagger não viu. Ele pensou que era Nick. Então, ele foi até Nick e disse: “Acho que você fez todos os visuais e tudo isso.” E Nick, claro que sendo Nick, disse: “Bem, sim. Eu fiz. Faço isso no meu tempo livre, quando não estou praticando bateria. ”E Jagger sentou-se e conversou com ele, desperdiçando meia hora de sua vida pensando nisso. Abençoe Nick. Que legal.

E não que eu tenha algo contra Mick. Bem, eu não tenho. Bem, não muito. Ele é um pouco velho para mim.

Já que estamos falando de espetáculos, o que você está planejando para o próximo verão?

Eu acho que o plano é fazer 30 ou 40 shows na América do Norte no ano das eleições, e também alguns shows provavelmente apenas na Cidade do México. Se tocamos nos Estados Unidos, quero muito ir ao México porque o público é impressionante. Eu amo as pessoas. Será o Canadá, os EUA e talvez três shows na Cidade do México. E isso é tudo. Não posso viajar pelo mundo e também não quero. E eu não estou fazendo nenhum show ao ar livre; Estou apenas fazendo arenas, então só há uma coisa a produzir. Mas será um novo show. Será proibido.

Em que será diferente de Us + Them?

Será ainda mais político do que Us + Them, político e humano. Estávamos ouvindo músicas e vendo as listas de músicas hoje. Estávamos falando sobre como devemos chamá-lo. Eu não deveria estar revelando isso, mas não dou a mínima, porque provavelmente tudo mudará, mas imagine o helicóptero icônico que normalmente vem antes de "Happiest Days" e "Brick 2", aquele barulho que todos conhecemos e eu amo - e imagine um megafone, alguém abusou desse dispositivo antes, eu sei -, mas "Isso não é uma broca". Eu pensei que poderia ser um bom título para o show: Isso não é uma broca. A classe dominante está nos matando.

PS: Roger Waters Us + Them será exibido nos cinemas em todo o mundo nos dias 2 e 6 de outubro. Os ingressos estão à venda. Você pode encontrar mais informações no site oficial do filme.

segunda-feira, 23 de setembro de 2019

Pink Floyd: assista ao vídeo de "One of these Days", canção do filme da turnê de Roger Waters, que será exibido nos cinemas

Roger Waters está chegando a um cinema perto de você. O co-fundador do Pink Floyd anunciou um filme de um dos concertos com imagens de sua turnê Us + Them.

Pink Floyd: assista ao trailer de "Us + Them", filme da turnê de Roger Waters, que será exibido nos cinemas
Pink Floyd: assista ao clipe ao vivo de “Pigs (Three Different Ones)”, prévia do filme "Us + Them', de Roger Waters
Pink Floyd - Nick Mason: "pensei que Roger estava brincando quando perguntou se ele poderia tocar uma música conosco"

Descrito como um "evento de cinema imperdível", Roger Waters Us + Them promete "produção visual de última geração e som de tirar o fôlego". O projeto reúne Waters com o diretor Sean Evans, que já dirigiu o aclamado documentário de concerto de 2014 Roger Waters the Wall.

O filme estreará no Festival Internacional de Cinema de Venice entre os dias 28 de Agosto e 7 de Setembro.

Pink Floyd: o que você achou da versão de Alok para "Another Brick in the Wall (part 2)"?

Filmado em Amsterdã durante a turnê européia de 2018, Us + Them apresenta músicas dos álbuns icônicos do Floyd, "The Dark Side of the Moon", "The Wall", "Animals" e "Wish You Were Here". O set list também inclui músicas do álbum solo de Waters, "Is This The Life We Really Want?"

"Roger tem sido o inovador no formato de shows teatrais de rock em arenas e estádios desde o início dos anos 70", comentou Mark Fenwick, manager de Waters, para a Variety. "Ele é lendário por ultrapassar os limites do som surround e entretenimento visual com sua mensagem de amor e humanidade através de Us + Them."

Pink Floyd: os 35 anos da turnê de Roger Waters com Eric Clapton

"Estou ansioso pelo lançamento do filme em Outubro. ‘Us + Them’ não é uma apresentação padrão de rock’n’roll. Alguns na platéia podem até gritar, o que é bom, mas muitos vão chorar. Isso é o que eu espero.‘Us + Them’ é um chamado à ação. O Homo sapiens está em uma encruzilhada — podemos agrupar nosso amor, desenvolver nossa capacidade de ter empatia com os outros e agir coletivamente pelo bem de nosso planeta, ou podemos permanecer ‘confortavelmente insensíveis’ e continuar, como lemingues cegos, em nossa atual marcha em direção à extinção. ‘Us + Them’ é um voto de amor e vida," disse Roger waters.

Depois de alcançar fama mundial e sucesso comercial, Waters deixara o Pink Floyd em 1985, citando diferenças criativas com seus colegas de banda. Uma briga com o guitarrista David Gilmour impediu que o grupo se reunisse. Apesar disso, Waters, Gilmour e o baterista Nick Mason continuaram a utilizar o material do Floyd em suas respectivas performances ao vivo. Waters até fez uma aparição surpresa ao lado da nova banda Saucerful of Secrets, de Mason em abril.

Roger Waters Us + Them receberá um engajamento limitado, exibido nos cinemas em todo o mundo nos dias 2 e 6 de outubro. Os ingressos estão à venda. Você pode encontrar mais informações no site oficial do filme.

David Gilmour sobre um possível retorno do Pink Floyd: "Nunca diga nunca"

Posteriormente o material deverá ser lançado no formato doméstico.

Assista à prévia, com a canção “One of these Days” no player abaixo:


Assista ao trailer no player abaixo:

segunda-feira, 9 de setembro de 2019

Após 20 anos, o Metallica realizou 2 shows com orquestra. Assista aos vídeos

Na sexta-feira última (06/09) e ontem (08/09) o Metallica realizara duas noites apresentando o concerto "S&M²", no  Chase Center, EUA, celebrando os 20 anos do álbum "S&M" ("Symphony & Metallica").

O concerto fora, conduzido por Edwin Outwater, com uma participação especial de Michael Tilson Thomas.

O show de domingo atraiu mais de 16.000 fãs e viu os quatro membros do grupo tocando em um palco circular e giratório no centro do piso da arena, cercado por 75 membros da Orquestra Sinfônica de São Francisco, além do maestro Outwater.

O concerto de três horas foi dividido em duas partes e incluiu uma versão de "Anesthesia (Pulling Teeth)" do álbum de estréia do Metallica, "Kill 'Em All", tocada como solo pelo baixista do orquestra, Scott Pingel, em homenagem ao saudoso baixista Cliff Burton.

O Metallica divulgou uma lista com as 3 mil salas de cinemas no mundo (incluindo o Brasil) que exibirão o concerto supracitado nos dias 9 e 11 de outubro próximo.

Para saber qual o cinema mais próximo de você que exibira o filme, CLIQUE AQUI. Os ingressos já estão á venda.

Setlist apresentado ontem (08/09):

Set I

01. The Ecstasy Of Gold (Ennio Morricone cover) (performed by the San Francisco Symphony)
02. The Call Of Ktulu
03. For Whom The Bell Tolls
04. The Day That Never Comes
05. The Memory Remains
06. Confusion
07. Moth Into Flame
08. The Outlaw Torn
09. No Leaf Clover
10. Halo On Fire

Set II

11. Scythian Suite, Op.20, Second Movement (Sergei Sergeyevich Prokofiev cover) (performed by the San Francisco Symphony)
12. Iron Foundry (Alexander Mosolov cover) (live debut)
13. The Unforgiven III (performed by the San Francisco Symphony)
14. All Within My Hands (acoustic)
15. (Anesthesia) Pulling Teeth (bass part performed by San Francisco Symphony bassist)
16. Wherever I May Roam
17. One
18. Master Of Puppets
19. Nothing Else Matters
20. Enter Sandman (with "The Frayed Ends Of Sanity" outro)

Assista a alguns vídeos da noite de ontem, além do trailer do filme que será exibido nos cinemas:


terça-feira, 3 de setembro de 2019

Assista ao trailer "S&M2", concerto do Metallica que será exibido em breve nos cinemas

O Metallica divulgou uma lista com as 3 mil salas de cinemas no mundo (incluindo o Brasil) que exibirão o concerto que celebrará os 20 anos do álbum "S&M" ("Symphony & Metallica") nos dias 9 e 11 de outubro próximo.

Para saber qual o cinema mais próximo de você que exibira o filme, CLIQUE AQUI. Os ingressos já estão á venda.

Sobre o concerto:

Celebrando os 20 anos do CD/DVD "S&M", gravado ao vivo com a Orquestra Sinfônica de São Francisco, sob a regência do saudoso maestro Michael Kamen, o Metallica repetirá a dose nos dias 6 e 8 de setembro próximo no Chase Center, nos Estados Unidos, aproveitando para estrear o palco da arena construída para o time de basquete Golden State Warriors.

"S&M2" trará não somente os clássicos executados no concerto original, como roupagens metal-sinfônicas para outras canções lançadas desde então.

O maestro Michael Tilson Thomas substituirá Michael Kamen, que nos deixou em 2003.

Os ingressos para ambas as apresentações estão esgotados.

Assista ao primeiro trailer divulgado hoje (03/09) no player abaixo:


segunda-feira, 2 de setembro de 2019

Pink Floyd: "Live at Pompeii", uma das coisas mais impressionantes do mundo da música no século XX

No início de outubro de 1971, a formação que conhecemos como a clássica do Pink Floyd já estava estabelecida, o álbum "Meddle" estava prestes a ser lançado (31/10/71) e duas de suas canções "One of These Days" e "Echoes", ambas assinadas pelos quatro integrantes, Gilmour, Mason, Waters e Wright, a segunda com a letra integralmente escrita por Roger Waters, se tornariam emblemáticas no âmbito do rock progressivo setentista.

Fora neste contexto que o diretor francês Adrian Maben trouxera a ideia de fazer um filme em parceria com emissoras de tv belga e francesa, onde o Pink Floyd faria um show sem público no local, somente para os telespectadores.

O local: um anfiteatro varrido pelas lavas à beira do Vulcão Vesúvio, nas ruínas na cidade de Pompeia, Itália.

E como ligar todos aqueles equipamentos nababescos da banda no meio do nada? Quilômetros de fios elétricos foram puxados desde a cidade mais próximos até o referido anfiteatro para viabilizar os trabalhos.

Em 2 de setembro de 1972, "Live at Pompeii" fora exibido e em 1974 o filme foi relançado com cenas adicionais filmadas nos estúdios Abbey Road de 1972, onde o Pink Floyd gravava o seu então vindouro e incomensurável álbum, "The Dark Side of the Moon".

Em 2003, já na era do DVD, um novo corte do diretor fora incluído, trazendo imagens e entrevistas não mostradas anteriormente .


Com a realização deste filme, o Pink Floyd já deixava entrever a sua aptidão para a excentricidade e gigantismo, como se quaisquer pretensões pudessem ser colocadas em prática.

O rebuliço fora tão grande que começou-se a se falar à época em se levar bandas para tocar na Lua, lembrando que no final da década passada o homem pisara lá pela primeira vez.

Há quem diga que "Live at Pompeii" seja o vídeo mais louco que já se vira. Pode ser e pode não ser, mas uma coisa é certa: é impossível assisti-lo impassivelmente, sem ser afetado por ele, ficando indiferente.

Em 2016, 45 anos depois, o guitarrista floydiano David Gilmour retornara ao local, desta vez para realizar uma apresentação para um grande público presente. Sorte de quem viu.


Tracklist:

Filme para as TVs belga e francesa (1972):

"Intro Song"
"Echoes, Part 1" (do Meddle, 1971)
"Careful with That Axe, Eugene" (Lado B do single "Point Me at the Sky", 1968)
"A Saucerful of Secrets" (do A Saucerful of Secrets, 1968)
"One of These Days" (do Meddle, 1971)
"Set the Controls for the Heart of the Sun" (do A Saucerful of Secrets, 1968)
"Mademoiselle Nobs" (do Meddle, 1971)
"Echoes, Part 2" (do Meddle, 1971)

Filme no Cinema e VHS (1974):

"Intro Song"
"Echoes, Part I" (do Meddle, 1971)
"On the Run" (Arquivo de Estúdio) (do The Dark Side of the Moon, 1973)
"Careful with That Axe, Eugene" (Lado B do single "Point Me at the Sky", 1968)
"A Saucerful of Secrets" (do A Saucerful of Secrets, 1968)
"Us and Them" (Arquivo de Estúdio) (do The Dark Side of the Moon, 1973)
"One of These Days" (do Meddle, 1971)
"Set the Controls for the Heart of the Sun" (do A Saucerful of Secrets, 1968)
"Brain Damage" (Arquivo de Estúdio) (do The Dark Side of the Moon, 1973)
"Mademoiselle Nobs" (do Meddle, 1971)
"Echoes, Part II" (do Meddle, 1971)

DVD  - Versão do Diretor (2003)

"Echoes, Part 1"/"On the Run" (Arquivo de Estúdio) (Não creditada) (doMeddle/The Dark Side of the Moon, 1971/1973)
"Careful with That Axe, Eugene" (Lado B do single "Point Me at the Sky", 1968)
"A Saucerful of Secrets" (do A Saucerful of Secrets, 1968)
"Us and Them" (Arquivo de Estúdio) (do The Dark Side of the Moon, 1973)
"One of These Days" (do Meddle, 1971)
"Mademoiselle Nobs" (do Meddle, 1971)
"Brain Damage" (Arquivo de Estúdio) (do The Dark Side of the Moon, 1973)
"Set the Controls for the Heart of the Sun" (do A Saucerful of Secrets, 1968)
"Echoes, Part 2" (do Meddle, 1971)

terça-feira, 27 de agosto de 2019

Pink Floyd: assista ao clipe ao vivo de “Us and Them”, prévia do filme de Roger Waters

Roger Waters está chegando a um cinema perto de você. O co-fundador do Pink Floyd anunciou um filme de um dos concertos com imagens de sua turnê Us + Them.

Pink Floyd: assista ao clipe ao vivo de “Pigs (Three Different Ones)”, prévia do filme "Us + Them', de Roger Waters
Pink Floyd - Nick Mason: "pensei que Roger estava brincando quando perguntou se ele poderia tocar uma música conosco"

Descrito como um "evento de cinema imperdível", Roger Waters Us + Them promete "produção visual de última geração e som de tirar o fôlego". O projeto reúne Waters com o diretor Sean Evans, que já dirigiu o aclamado documentário de concerto de 2014 Roger Waters the Wall.

O filme estreará no Festival Internacional de Cinema de Venice entre os dias 28 de Agosto e 7 de Setembro.

Pink Floyd: o que você achou da versão de Alok para "Another Brick in the Wall (part 2)"?

Filmado em Amsterdã durante a turnê européia de 2018, Us + Them apresenta músicas dos álbuns icônicos do Floyd, "The Dark Side of the Moon", "The Wall", "Animals" e "Wish You Were Here". O set list também inclui músicas do álbum solo de Waters, "Is This The Life We Really Want?"

"Roger tem sido o inovador no formato de shows teatrais de rock em arenas e estádios desde o início dos anos 70", comentou Mark Fenwick, manager de Waters, para a Variety. "Ele é lendário por ultrapassar os limites do som surround e entretenimento visual com sua mensagem de amor e humanidade através de Us + Them."

Pink Floyd: os 35 anos da turnê de Roger Waters com Eric Clapton

"Estou ansioso pelo lançamento do filme em Outubro. ‘Us + Them’ não é uma apresentação padrão de rock’n’roll. Alguns na platéia podem até gritar, o que é bom, mas muitos vão chorar. Isso é o que eu espero.‘Us + Them’ é um chamado à ação. O Homo sapiens está em uma encruzilhada — podemos agrupar nosso amor, desenvolver nossa capacidade de ter empatia com os outros e agir coletivamente pelo bem de nosso planeta, ou podemos permanecer ‘confortavelmente insensíveis’ e continuar, como lemingues cegos, em nossa atual marcha em direção à extinção. ‘Us + Them’ é um voto de amor e vida," disse Roger waters.

Depois de alcançar fama mundial e sucesso comercial, Waters deixara o Pink Floyd em 1985, citando diferenças criativas com seus colegas de banda. Uma briga com o guitarrista David Gilmour impediu que o grupo se reunisse. Apesar disso, Waters, Gilmour e o baterista Nick Mason continuaram a utilizar o material do Floyd em suas respectivas performances ao vivo. Waters até fez uma aparição surpresa ao lado da nova banda Saucerful of Secrets, de Mason em abril.

Roger Waters Us + Them receberá um engajamento limitado, exibido nos cinemas em todo o mundo nos dias 2 e 6 de outubro. Os ingressos estão à venda. Você pode encontrar mais informações no site oficial do filme.

David Gilmour sobre um possível retorno do Pink Floyd: "Nunca diga nunca"

Posteriormente o material deverá ser lançado no formato doméstico.

Assista à prévia, com a canção “Us and Them” no player abaixo:


Assista ao trailer no player abaixo: