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quarta-feira, 28 de outubro de 2020

"Stardust", cinebiografia sobre David Bowie, ganha 1º trailer. Assista

O filme "Stardust" retratará a primeira passagem do camaleão do rock pelos EUA em 1971, viagem essa que o inspirou a desenvolver seu alter ego Ziggy Stardust, protagonista do então vindouro álbum icônico "The Rise and Fall of Ziggy Stardust and the Spiders From Mars".

O cantor ator Johnny Flynn (das séries "Lovesick" e "Genius") interpretará o jovem Bowie, enquanto a atriz Jena Malone (de "Jogos Vorazes") fará o papel de Angie, a primeira esposa de David Bowie.

Como David Bowie foi banido durante o pouso na Lua

A película contará ainda com Marc Maron (De "Glow), interpretando o executivo da gravadora do cantor e terá a direção de Gabriel Range ("A Morte de George W. Bush") com roteiro de Christopher Bell.

A estreia nos EUA está prevista para 25 de novembro próximo.

Assista ao 1º trailer no player abaixo:

segunda-feira, 6 de janeiro de 2020

Taron Egerton ganha Globo de Ouro de melhor ator por viver Elton John em "Rocketman"


Tendo recebido a sua 1º indicação, o ator Taron Egerton faturara o Globo De Ouro na noite de ontem (05/01), pelo seu papel na cinebiografia "Rockeman", vivendo Elton John, na categoria "Melhor Ator em filme de comédia ou musical".

Egerton batera os concorrentes Daniel Craig ('Entre facas e segredos'), Roman Griffin Davis ('Jojo Rabbit'), Leonardo DiCaprio ('Era uma Vez em... Hollywood') e Eddie Murphy ('Meu nome é Dolemite').

Sir Elton John também fora agraciado, juntamente com seu letrista, Bernie Taupin, com o premio de Melhor Canção Original Pela Música '(I'm Gonna) Love Me Again', que integra a trilha sonora da película.


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Uma publicação compartilhada por Taron Egerton (@taron.egerton) em


sexta-feira, 31 de maio de 2019

Mötley Crüe: Assista ao clipe de “Take Me To The Top”, com cenas da cinebiografia "The Dirt"


Take Me To The Top” integra o debut da banda californiana "Too Fast For Love" e agora ganhou um vídeo oficial contendo cenas do filme "The Dirt", que estreara em março na Netflix.

A filmagem original desse vídeo foi feita antes de termos um contrato para um álbum em 1981. Ver isso em contraposição às cenas do filme de 2019 é algo que nós não esperávamos. Tem sido muito divertido para a banda ver todos celebrando o filme, a música e o legado da banda, explicou o baixista Nikki Six.

Assista no player abaixo:

sábado, 27 de abril de 2019

Em 27 de abril de 1979 o Black Sabbath demitia Ozzy Osbourne


Em 27 de abril de 1979, os outros membros do Black Sabbath definitivamente perderam a paciência com o vocalista Ozzy Osbourne e seu comportamento descontrolado e lhe mostraram a porta.

Foi uma decisão impressionante, que atingiu Osbourne como uma tonelada de tijolos, como ele lembra em seu livro, "I Am Ozzy":

Nós estávamos fazendo alguns ensaios em Los Angeles e eu saia carregado, mas depois eu estava saindo carregado o tempo todo”, lembrou ele. “Era óbvio que Bill [Ward] tinha sido enviado pelos outros, porque ele não era exatamente o tipo que teria tal iniciativa. Não me lembro exatamente o que ele disse para mim… mas a essência era que Tony [Iommi] achava que eu era um perdedor triste, chateado e um desperdício de tempo para todos os envolvidos”.

No livro "In Iommi's memoir, Iron Man", o guitarrista se defendeu escrevendo:

Ozzy parece pensar que fui eu quem insistiu, mas eu estava apenas falando em nome da banda e tentando fazer a coisa acontecer. Alguém teve que fazer um movimento, alguém teve que fazer algo de outra forma, nós ainda estaríamos lá agora e todos estaríamos fora disso. Então foi isso."

Iommi continuou descrevendo o estado da banda no momento da demissão de Osbourne e o custo que as drogas tinham sobre o grupo como um todo:

“Estávamos juntos há uma década, mas chegou a um ponto em que não pudemos. relacionar-se uns com os outros mais. Havia tantas drogas voando por ali, cocaína, quaaludes e Mandrax, e havia bebida e tarde da noite, mulheres e tudo mais. E então você fica mais paranóico e pensa que eles me odeiam. Nós nunca brigamos, mas é difícil lidar com as pessoas, para se comunicar e resolver as coisas quando todo mundo está fora de sí.”

Por mais chocante que tenha sido o incidente, acabaram por trabalhar mais ou menos a favor de todos, pelo menos a curto prazo. O Black Sabbath contratou um cara chamado Ronnie James Dio para assumir os vocais e, juntos, eles fizeram um dos maiores e mais bem vistos discos do grupo, "Heaven and Hell".

Osbourne, em uma das mais inesperadas repercussões da história do rock, descobriu um guitarrista de L.A. chamado Randy Rhoads no caminho para criar uma carreira solo incrivelmente bem-sucedida. Ele logo superaria a popularidade da banda que o demitiu apesar de ainda estar lutando contra seus vícios.

Nos últimos anos, uma série cada vez mais rápida de mudanças de programação deixou o Black Sabbath em posição comercial comparativamente fraca. Em 1997 eles se reuniram com Osbourne para a primeira do que seria uma série de reuniões. Em 2013, o grupo - sem Ward lançou seu primeiro álbum de canções inéditas em décadas, "13".

Via UCR

sexta-feira, 22 de março de 2019

Filme sobre Mötley Crüe chegou hoje na Netflix


"The Dirt", cinebiografia do Mötley Crüe baseada no livro homônimo chegara hoje (22/03) à Netflix.

A película tem a direção de Jeff Tremaine, fora roteirizada por Erik Olsen e Amanda Adelson e é estrelada por Daniel Webber ("O Justiceiro"), Iwan Rheon ("Game Of Thrones", "Inumanos"), Douglas Booth ("Noé") e Machine Gun Kelly, respectivamente nos papeis de Vince Neil, Mick Mars, Nikki Sixx e Tommy Lee.

Em sua trilha sonora o filme traz quatro canções inéditas: a versão de "Like a Virgin" (Madonna), "Ride With The Devil", "Crash And Burn" e "The Dirt (Est. 1981)", que você pode conferir no fim deste post.

Segue abaixo a sinopse oficial:

"Baseado na autobiografia best-seller de 2001, 'The Dirt – Confissões do Mötley Crüe' retrata sem censura uma história de sexo, drogas, rock 'n roll e fama, e o alto preço a pagar por uma vida de excessos. O diretor Jeff Tremaine (cocriador de Jackass e diretor de Vovô Sem Vergonha) mostra como Nikki Sixx (Douglas Booth), Mick Mars (Iwan Rheon), Tommy Lee (Colson Baker) e Vince Neil (Daniel Webber) deixaram Sunset Strip para se transformar na banda mais polêmica do planeta."


Tracklist da Trilha Sonora:

01. "The Dirt (Est. 1981)" (feat. Machine Gun Kelly)
02. "Red Hot"
03. "On With The Show"
04. "Live Wire"
05. "Merry-Go-Round"
06. "Take Me To The Top"
07. "Piece Of Your Action"
08. "Shout At The Devil"
09. "Looks That Kill"
10. "Too Young To Fall In Love"
11. "Home Sweet Home"
12. "Girls, Girls, Girls"
13. "Same Ol' Situation (S.O.S.)"
14. "Kickstart My Heart"
15. "Dr. Feelgood"
16. "Ride With The Devil"
17. "Crash And Burn"
18. "Like A Virgin" (Madonna cover)



quinta-feira, 21 de março de 2019

Uma história viciosa - o amaldiçoado amor punk rock de Sid e Nancy que permanece um mistério


Por um curto período no final dos anos 1970, John Simon Ritchie foi um dos maiores astros do rock no mundo.

Por algum tempo após sua morte, sua imagem tornou-se o símbolo de uma geração e um movimento niilista em dois continentes.

Não reconhece o nome? Tente este: “Sid Vicious. Os Sex Pistols. Agora você reconhece, certo?

Os Sex Pistols (Sid Vicious à esquerda, Steve Jones ao centro e Johnny Rotten à direita) se apresentando em Trondheim, Noruega, em julho de 1977

Sid Vicious foi preso por assassinar sua namorada, Nancy Spungen, no outono de 1978. Ele foi libertado sob fiança logo em seguida, e em fevereiro de 1979, pouco depois de pagar uma fiança por uma acusação de assalto que ele recebeu após sua primeira condenação, ele deu uma festa, sofreu uma overdose de heroína e morreu, sendo encontrado na manhã seguinte por sua mãe.

Parecia a muitos um final adequado para um ícone de um movimento que abraçou o slogan "viva rápido e morra jovem".

Sid Vicious e Nancy Spungen c. 1978 em Nova York. Foto de Allan Tannenbaum / IMAGES / Getty Images

Durante anos após sua morte, a imagem de Sid apareceu em camisetas, cartazes e alfinetes usados por todas as jaquetas de couro dos punks que o idolatravam. A história de seu envolvimento com os Sex Pistols e Nancy até lançou a carreira do vencedor do Oscar Gary Oldman em Hollywood.

Como e por que John Simon Ritchie subiu tão alto e caiu tão baixo? Nos últimos anos, John Lydon, conhecido nos dias de punk rock como “Johnny Rotten”, expressou arrependimento por trazer Sid para sua banda, os Sex Pistols, dizendo em público em 2014 que “Ele (Sid) não tinha a menor chance. Sua mãe era viciada em heroína. Eu me sinto mal por tê-lo trazido para a banda, ele não conseguiu lidar com isso. Eu me sinto um pouco responsável por sua morte."

Segundo todos os relatos, Sid, quando não completamente chapado, era um garoto engraçado e sarcástico cujas imitações faziam as pessoas rir. Ele conheceu John Lydon em 1973, onde ambos eram estudantes em uma faculdade técnica. Ele e Lydon tinham paixão por música e roupas de vanguarda. Os dois seguiram caminhos separados para Londres, onde as coisas eram miseráveis e mutantes.

Sid Vicious do Sex Pistols - Winterland - 14 de janeiro de 1978 - este foi o último show da primeira turnê original dos Sex Pistols e a última vez que Sid esteve no palco. Foto do Departamento de Arte de Chicago, CC BY 2.0

Londres, na década de 1970, era um lugar deprimente para ser jovem. Suja, com uma economia pobre e uma perspectiva ruim para o futuro imediato, os londrinos estavam habituados a greves, desemprego e a viver de subsídios do governo.

A única coisa que mantinha crianças como Lydon e Ritchie era a música deles. O resto - televisão, rádio, música - era tudo mainstream, feito por e para pessoas que nunca conseguiam entender como era a vida no submundo.

Londres nos anos 70. Foto de Paul Townsend CC BY SA 2.0

Essa vida gerou o “punk rock”. Os fãs de música e os aficionados discutirão a questão até a morte: “Quem começou o punk rock e onde? Alguns dizem Nova York e os Ramones, ou ainda mais para trás com Lou Reed, e outros dizem Londres.

A longo prazo, isso importa? O punk rock em ambos os lugares, EUA e Reino Unido, foi um produto de sua época: desemprego, tumultos, uso de drogas, a ameaça da Terceira Guerra Mundial, infraestrutura arruinada, pouca esperança e políticos que não pareciam se importar.

Sex Pistols na Noruega, 1977.

Mais do que qualquer outra coisa, o punk rock era uma expressão de raiva e frustração. Para pessoas como Sid, cuja mãe era viciada em heroína e cujo pai abandonou sua família. Quando sua mãe se casou novamente, não demorou muito para que seu novo padrasto morresse.

Não foi uma boa vida para uma criança. Na época em que era adolescente, Sid estava bebendo muito e se metendo em encrencas, freqüentemente se metendo em brigas e ameaçando pessoas com correntes ou garrafas quebradas.

Os Sex Pistols com Thomas Dellert, c. 1977 Foto por frankiboi (Bruno Ehrs) CC BY-SA 3.0

À medida que a cena punk crescia em Londres, Sid estava lá. Ele seria o baterista da prestes a se tornar icônica "Siouxsie and the Banshees" e foi considerado como vocalista de outro importante grupo do início do punk, "The Damned".

O problema era que Sid realmente não tinha muito talento, e ele passava muito tempo chapado. Ao fim, fazendo um show na bateria com Siouxsie, ele atacou o novo vocalista do Damned, Dave Vanian, com um copo de cerveja quebrado, mas errou e cegou uma espectadora em um olho.

Siouxsie e os Banshees em 1979, da esquerda para a direita: Kenny Morris, Siouxsie Sioux, John McKay e Steven Severin. Foto de Paulus1 CC BY-SA 3.0

Sid passou algum tempo na prisão pelo incidente, e em algum momento após sua liberação, ele foi convidado a se juntar à então incrivelmente famosa (infame?) Banda de Lydon, os Sex Pistols, depois que seu baixista Glen Matlock deixou a banda.

Muitas pessoas pensaram que era um erro. Sid sempre foi um fã hardcore de Pistols e podia ser encontrado na maioria dos seus shows - por um tempo ele viveu com Lydon, mas não tinha praticamente nenhum talento musical real. Alguns disseram que isso não importava - o punk não era sobre a música, era sobre a atitude.

O primeiro álbum do The Pistols, “Never Mind the Bollocks, Here’s the Sex Pistols!” vendeu milhões de cópias e, embora a banda nunca fosse tão musicalmente dotada quanto os Beatles, eles levaram ensaios e shows a sério.

Cartaz dos EUA para Never Mind the Bollocks, aqui estão os Sex Pistols.

Sid recebeu aulas de guitarra de Lemmy Kilmister do Motorhead, mas nunca foi capaz de aprender. Ele na verdade só apareceu em duas músicas do disco, tendo Matlock desistido durante a produção.
Johnny Rotten era fiel ao seu amigo, mas os outros dois membros da banda, Paul Cook e Steve Jones, tinham pouca paciência com Sid. Ainda assim, o promotor da banda, Malcolm McLaren, cuja boutique Sid e Johnny usavam como ponto de encontro nos anos anteriores, achou que a imagem de Sid era suficiente para fazer milhões.

Sex Pistols se apresenta em Paradiso, Amsterdã. Foto de Koen Suyk CC BY-SA 3.0 nl

Quando a banda chegou aos Estados Unidos para sua única turnê pelo país, a banda inteira estava farta do comportamento de Sid. Embora nunca tenham procurado agradar ou ser alguém além de si mesmos em entrevistas, os Pistols eram geralmente coerentes, mas Sid estava viciado em heroína e seu alcoolismo havia progredido.

Aos 20 anos, o dinheiro, a fama, o reconhecimento era demais para Sid - ele atravessou a porta de vidro de um quarto de hotel, desmaiava nos ensaios e se esforçou para hostilizar as multidões de pessoas que apareciam para ver os Pistols - muitos na multidão esperando por uma chance de odiá-los, e Sid deu-lhes muitos motivos para isso.

Brigas e tumultos acompanharam a banda em sua turnê norte-americana em 1978, e o último show dos Sex Pistols aconteceu em San Francisco, com a famosa frase de Lydon: "Você já teve a sensação de ter sido enganado?". Mais tarde, ele disse: "Eu me senti enganado e não iria continuar com isso; Era uma farsa ridícula. Sid estava completamente louco - apenas um desperdício de espaço. A coisa toda era uma piada naquele momento."

Certificado de óbito de Sid Vicious.

A essa altura, toda a banda, incluindo Johnny Rotten, estava cansada das travessuras de Sid e cansados uns dos outros. Os Sex Pistols se separaram e Sid ficou nos EUA. Através disso tudo, Sid foi acompanhado por sua namorada americana, Nancy Spungen, que, segundo muitos, era uma princesa de Long Island incrivelmente chata e mimada, com um sério vício em drogas - mas que aparentemente amava Sid.

Tentando fazer a fama durar, Nancy, que esteve envolvida na cena punk em Nova York e Londres e conhecia muitas pessoas com conexões, arranjou uma série de shows para Sid. Alguns dizem que ela fez um bom dinheiro, que Sid nunca viu.


Acordando em 12 de outubro de 1978, Sid rolou de lado e descobriu que Nancy tinha sangrado até a morte de uma facada no abdômen. O canivete de Sid foi encontrado no local e ele foi preso pelo assassinato de Nancy. De acordo com a declaração de Sid para o Departamento de Polícia de Nova York, ele não tinha nenhuma lembrança da noite anterior - talvez eles tivessem brigado e ela "caído" sobre a faca.

Apenas três meses depois, Sid teve uma overdose em sua festa e, embora seus amigos tentassem reanimá-lo, ele nunca respondeu. Eles saíram e sua mãe, que estava de visita, encontrou seu filho frio, pálido e morto na manhã seguinte.

Traduzido pelo confrade Renato Azambuja via The Vintage News

segunda-feira, 3 de dezembro de 2018

Ozzy Osborne completou mais um ano de idade

Difícil, mas muito difícil, dizer quem teria sido a maior encarnação viva do rock and roll.

Em 2015, perdemos o singular Lemmy Kilmister, que trazia com ele durante toda a sua vida, exponencialmente o tripé sexo, drogas e rock and roll, até onde deu, nos seus setenta anos nesse mundo.

Ainda entre nós, já pra lá dos setenta, ainda temos o guitarrista stoniano Keith Richards, outro ícone do tripé supra-descrito, sendo base para diversas piadas inclusive, cacadas na tese que ele seria imortal.

E temos, por incrível que pareça, o Príncipe das Trevas, o Pai do Heavy Metal, Mr. Ozzy Osbourne, que hoje, enfiam, chegou aos seus setenta anos de idade, sabe-se lá Deus e o Diabo como.

Entre as inúmeras lendas (passagens verdadeiras ou quiçá folclóricas apenas) da vida do madman, consta que médicos já teriam afirmado que Ozzy teria um DNA modificado, o que explicaria ainda estar vivo após a exacerbação de todos os vícios possíveis.

Outra lenda ou passagem famosa foi a inalação via canudinho de uma carreira de formigas que caminhavam pela beira da piscina de um hotel, onde também se encontrava o Mötley Crüe.


Folclores à parte e ao seu devido tempo, pois hoje em dia Ozzy é bem mais natureba, talvez devido às ações regulatórias de sua inseparável esposa desde 1982, Sharon, sempre o pondo na linha (ou tentando), a verdade é que este sagitariano modelo é inquestionavelmente sim candidatíssimo ao posto de maior encarnação viva do rock and rol, incluindo o heavy metal e todas as suas pernas.

Dotado de ímpar carisma, que sem dúvida foi uma das molas propulsoras do Black Sabbath, juntamente com a fábrica de riffs do guitarrista Tony Iommi, Ozzy aprendeu desde cedo a encantar plateias e multidões, fazendo o que bem entendendo com elas, que o obedecem sempre felizes da vida, aos gritos de "louder, your fucking crazy" e coisas do tipo, assim como o famoso amável brado "We love you all".

No início deste ano, Ozzy Osbourne encerrou seus trabalhos junto ao Black Sabbath, mas recusa-se a parar, seguindo em carreira solo, onde é igualmente ou mais carismático e segundo ele próprio, se diverte bem mais.

Hoje ele completa setenta anos de idade, mas Ozzy Osboune já é uma divindade eterna entre nós.

Happy Birthday, madman.

Atualizado em 03/12/2019:

Entre os seus 70 e 71 anos, o madman dera alguns sustos em seus fãs, tendo sido internado às pressas devido a uma pneumonia e logo depois com um tombo em sua residência, o que o levara a adiar sua turnê com o Judas Priest para 2020, quando também lançará o seu novo álbum.

Atualizado em 03/12/2020:

E Ozzy Osbourne chegara aos 72 anos, vencendo o terrível ano de 2020, se esquivando do Coronavírus enfrentando o Mal de Parkinson.


segunda-feira, 19 de novembro de 2018

O fim do casamento tumultuado de John e Cynthia Lennon


Em 8 de novembro de 1968, o divórcio de John e Cynthia Lennon tornou-se oficial. Foi o fim de um romance tumultuado que incluiu namoro, casamento, parto e infidelidade - tudo sob a crescente sombra da Beatlemania.

Lennon conheceu Cynthia Powell em 1958, enquanto ambos frequentavam o Liverpool College of Art. “Ele era um verdadeiro babaca, um verdadeiro Teddy Boy. Ele parecia que iria socá-lo assim que olhasse para você”, lembrou Cynthia durante uma entrevista com o jornalista Alex Belfield. "Ele acabou na minha aula de caligrafia e ele não queria estar lá."

Mesmo que inicialmente tenha descartado Lennon como algum tipo de rebelde problemático, Powell foi conquistada por seu talento musical. "Todos os outros saíram para almoçar e eu estava tentando juntar minhas canetas", ela relembrou sobre um dos seus dias de escola. "Ele sentou e tocou 'Ain't She Sweet', e eu olhei para ele e pensei: 'Isso é para mim'."

Os dois começaram a namorar. Mesmo nos primeiros dias, havia sinais de alerta. Lennon tinha um temperamento notório, uma característica que muitos atribuíam a um relacionamento distante com o pai. Durante uma discussão em particular, na faculdade, Lennon atingiu Powell no rosto. Ela o dispensou imediatamente, mas três meses depois eles voltaram.

"Ele estava desesperadamente triste", lembrou Powell. “Foi apenas um instante e ele não conseguiu evitar. Ele não fez isso de novo, e eu não estaria com ele se ele tivesse feito. Foi a primeira e última vez que ele levantou um dedo para mim."

Durante uma entrevista de 1981 com a Playboy, Lennon admitiu sua natureza abusiva. “Eu costumava ser cruel com minha mulher, e fisicamente - qualquer mulher”, ele disse. “Eu era um agressor. Eu não conseguia me expressar e batia. Eu brigava com homens e batia nas mulheres."

Enquanto Lennon e Powell estavam trabalhando nos altos e baixos de seu romance, outro relacionamento estava crescendo: a banda de Lennon, os Quarrymen, havia construído uma base de fãs leais. Paul McCartney e George Harrison já estavam no grupo. Uma residência em Hamburgo, na Alemanha, foi arranjada. As sementes dos Beatles estavam no lugar.

Em 1962, a banda demitiu o baterista Pete Best e substituiu-o por Ringo Starr. Mais tarde naquele ano, Powell também trouxe novidades: ela estava grávida. Lennon decidiu que eles deveriam se casar, uma ocasião que aconteceria em 23 de agosto daquele ano. Todos os Beatles estavam presentes, com o empresário Brian Epstein como padrinho.

"Foi um casamento bizarro em comparação com qualquer outro", disse Powell mais tarde. “Não havia fotógrafo. Nós nem temos uma foto do dia, e o sujeito que nos casou parecia estar fazendo um funeral, não um casamento.

Nessa época, a Beatlemania estava apenas começando a varrer o Reino Unido. Preocupado com o fato de que ter um Beatle casado poderia afastar alguns dos fãs da banda, Epstein encorajou os Lennons a manter seu relacionamento longe dos holofotes. Cynthia tornou-se um segredo.

"Se o principal homem no grupo, John, fosse flagrado na situação de homem casado, isso poderia minar esse sucesso em particular", disse ela à NPR em 1985. "Então eu andei grávida por um bom tempo, disfarçando. "Eu usava roupas muito grandes e folgadas. Na verdade, muitas vezes me perguntaram se eu era a esposa de John, e tive que negar e dizer: 'Não, não. Sou outra pessoa'".

Julian Lennon nasceu em 8 de abril de 1963. Seu pai estava em turnê na época e não conheceu seu filho até três dias depois. As exigências de ser um Beatle já estavam pesando em Lennon. "Víamos muito pouco dele", disse Cynthia. "E quando ele voltava para casa, estava tão exausto, tão cansado e tão sobrecarregado pelas pressões do mundo exterior que tudo o que ele queria era desmoronar."


Cynthia acompanhou a banda em sua primeira turnê nos Estados Unidos em fevereiro de 1964. Em Nova York, ela testemunhou em primeira mão como a Beatlemania se tornara opressiva. "Fomos cercados por policiais montados em uma ocasião, escoltas de motocicleta em outra ocasião, tentando escapar dos hotéis", lembrou ela. “Foi muito horrendo, tirando as performances reais, que foram fantásticas. O resto foi horrível, porque você não podia ver além da prisão em que estava naquele momento em particular."

Ela também logo soube das tentações disponíveis para a banda, quando seguiu os Beatles para uma suíte de hotel para uma de suas entrevistas de rádio. "Na sala, havia uma coleção de todas essas garotas lindas e drapeadas", lembrou ela. “Eu percebi então como seria, você sabe, no futuro. Quero dizer, obviamente, era assim que seria, apenas as mulheres se jogando para eles o tempo todo."!

Enquanto ela suspeitava da infidelidade de John ao longo dos anos, Cynthia ignorou as fofocas sobre casos amorosos. "Eu era tão ingênua e preferi ficar assim", ela disse. "O que você não sabe, não o preocupa, mas nos anos seguintes você lia a respeito do que eles estavam fazendo".

Seus problemas matrimoniais chegaram a um ponto de ebulição em fevereiro de 1968, quando Lennon confessou, embriagado, dormir com outras mulheres.
Cynthia decidiu tirar férias. Ela voltou para encontrar o marido sentado em frente a Yoko Ono no chão. "Ela estava com John naquela noite e eu cheguei em casa e lá estavam eles", Cynthia lembrou mais tarde. Aquele momento "representou o fim do nosso casamento, na verdade, até onde todos nós nos recordamos."

O uso de drogas de Lennon também estava cobrando seu preço. "Através do ácido - LSD - sua visão não incluía o que ele tinha, que éramos nós", disse Cynthia sobre os efeitos das drogas em sua vida familiar. "Ele estava em um espaço onde não sabia que tipo de espaço era."

Embora Ono e, em menor escala, as drogas, sejam comumente citadas como razões para o rompimento do casal, uma carta descoberta de 1976 parece indicar que o casamento estava condenado, independentemente disso. Escrita pelo Beatle e enviada para sua ex-esposa, John escreveu para Cynthia: “Como você e eu bem sabemos, nosso casamento acabou muito antes do advento do LSD ou Yoko Ono…e essa é a realidade!

O divórcio foi resolvido fora do tribunal, com John concordando em dar uma quantia inicial a Cynthia, um pequeno pagamento anual e a custódia de Julian. Embora o rompimento tenha sido complicado, inspirou uma das músicas mais reconhecidas dos Beatles. McCartney escreveu o clássico "Hey Jude" para ajudar Julian a lidar com a separação de seus pais. Sem o divórcio, é possível que a música nunca tivesse sido escrita.

Tradução do confrade Renato Azambuja - Via UCR

quarta-feira, 7 de novembro de 2018

The Beach Boys: A primeira vez que os Beach Boys demitiram Brian Wilson


Em 2012, as vibrações felizes em torno da turnê de 50 anos do Beach Boys evaporaram após relatos de que Mike Love havia dispensado Brian Wilson e Al Jardine do grupo. Mas esta não foi a primeira vez que Wilson e Jardine foram demitidos da banda: em 5 de novembro de 1982, Wilson ganhou as contas.

O início dos anos 80 não era exatamente um período ensolarado para os Beach Boys, para dizer o mínimo. Após um breve revival nos anos 70, suas harmonias incansavelmente ensolaradas caíram em desgraça nas paradas pop. Enquanto o álbum 15 Big Ones, de 1976, arrebatou o Top 10 da Billboard, os trabalhos subsequentes testemunharam os Boys assolados por um forte declínio comercial, com o M.I.U. Album, de 1978, e o L.A. (Light Album), de 1979, saindo-se particularmente miseráveis.

Enquanto suas vendas diminuíam, as relações entre os membros da banda continuavam tão complicadas como sempre, com lutas por tudo, desde a direção artística do grupo até as questões de certos membros com abuso de substâncias desviando o foco do negócio de simplesmente fazer música.

As bem divulgadas batalhas de Wilson com vício e instabilidade emocional há muito provaram ser uma pedra no caminho para os outros Beach Boys - a ponto de, quando chegou a hora de gravar Keepin 'the Summer Alive, em 1980, os executivos da CBS exigirem que Wilson fosse encurralado de volta para a condição de membro em tempo integral.

Infelizmente, a condição física e mental de Wilson deteriorou-se já no início da década, embora a banda tenha conseguido juntar material digno de um álbum para a gravação de Summer, isso não ajudou muito a melhorar a sua saúde - ou solucionar os conflitos entre os Beach Boys.

A crise veio à tona em 1982, quando o irmão de Brian, Carl, pressionou os demais membros da banda para tentar uma intervenção junto a seu líder criativo de fato - uma tática que, em 5 de novembro de 1982, resultou na demissão de Brian do grupo que ele ajudou a fundar.

A divisão ocorreu durante uma reunião no escritório do advogado da banda, onde ele recebeu uma carta declarando, em parte:

"Isto é para avisá-lo de que seus serviços como funcionário da Brother Records Inc. e outros estão encerrados, com efeito imediato. ... Esta ação foi tomada em seu próprio interesse, e é irreversível. Desejamos-lhe recuperação plena."

Essa última sentença foi a chave: como Steven Gaines escreve em seu livro Heróis e Vilões: A Verdadeira História dos Beach Boys, a demissão de Wilson era parte de um elaborado estratagema planejado para tentar forçá-lo a mudar de vida. Depois de expulsá-lo da banda e tentar convencê-lo a acreditar que estava sem dinheiro, a equipe de Wilson o convenceu a voltar aos cuidados de Eugene Landy, o polêmico terapeuta que havia trabalhado com ele - e que foi demitido pela banda - em meados dos anos 70.

Infelizmente, enquanto as táticas de Landy acabaram estabilizando a conduta pública e a produção criativa de Wilson por vários anos, seu segundo período como terapeuta de Wilson acabou provocando outra onda de ações judiciais - e isso não resolveu as coisas com os Beach Boys, que sofreram com a morte trágica do baterista Dennis Wilson em 1983 e vagaram pela maior parte dos anos 80, mormente sem a participação de Brian, como um esporádico ato de registro ao vivo.

Traduzido pelo confrade Renato Azambuja - Via UCR

segunda-feira, 5 de novembro de 2018

Queen: Bohemian Rhapsody é a 2ª maior abertura de cinebiografia musical nos EUA


Superando completamente as expectativas dos próprios produtores, músicos do Queen, Brian May e Roger Taylor, a cinebiografia da banda focada na trajetória do frontman Freedie Mercury, "Bohemian Rhapsody", atingira a marca  de 2ª maior abertura de cinebiografia musical nos EUA.

Com cifras de US$ 50 milhões nos EUA e mais US$ 141 milhões nos cinemas do resto do mundo, tal arrecadação já dera altos lucros, visto que a produção da película teve um orçamento de US$ 52 milhões.

"Bohemian Rhapsody" - Brian May: "Sacha Baron Cohen não levava Freddie Mercury a sério"

As somas da abertura de "Bohemian Rhapsody" só ficou atrás dos US$ 60 milhões da abertura de "Straight Outta Compton" (2015).

Que tal feito cause uma grande motivãção para futuras produções e filmagens de cinebiografias de bandas e artistas célebres.

Queen: Detalhes da trilha sonora do filme 'Bohemian Rhapsody'

sexta-feira, 26 de outubro de 2018

Milton Nascimento: um dos cantores e compositores brasileiros mais gravados no mundo


Carioca de nascimento e mineiro de coração, Milton Nascimento é, junto a Tom Jobim, Vinícius de Moraes e João Gilberto, um dos cantores e compositores brasileiros mais gravados no mundo.

Nomes como Wayne Shorter, Pat Metheny, Björk, Peter Gabriel (com quem co-escreveu a faixa "Breath after Breath" do Duran Duran), Herbie Hancock, Quincy Jones, Jon Anderson, Andreas Vollenweider.e Sarah Vaughan gravaram suas músicas e “Bituca” chegou participar de shows ao vivo com alguns deles.

Filho de mãe solteira que faleceu quando ele tinha apenas dois anos foi criado pela avó que trabalhava na casa de uma família cuja uma das filhas não conseguia engravidar. Foi adotado pelo casal Lilia e Josino Campos e criado junto aos outros irmãos também adotivos e apenas uma filha biológica que o casal conseguiu ter anos depois após intensos tratamentos. Sempre soube que era adotado e isso nunca foi um problema para ele que sempre declarou ter tido uma infância feliz.

A música sempre fascinou Milton e aos 13 anos já era crooner da banda de Wagner Tiso fazendo bailes onde continuou por anos se apresentando.

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Pink Floyd: Músicos de Roger Waters gravarão música com Milton Nascimento


Morando em casa de diversos amigos no interior de Minas Gerais e outros estados vivendo de cachês em bares noturnos e viajando quando podia com a banda de Tiso, Milton sempre quis se dedicar à música e foi convencido pelos amigos a abandonar seu emprego de escriturário para seguir seu sonho e mudou-se para Belo Horizonte para cursar economia onde continuou se apresentando em bares.



Conheceu o embrião do que viria a ser o Clube da Esquina quando morava numa pensão em Belo Horizonte. Lá estavam os irmãos Borges, Marilton, Lô e Márcio. Dos encontros na esquina das Ruas Divinópolis com Paraisópolis surgiram os acordes e letras de canções como "Cravo e Canela", "Alunar", "Para Lennon e McCartney", "Trem Azul", "Nada Será Como Antes", "Estrelas", "São Vicente" e "Cais". Aos meninos fãs do The Beatles e do The Platters vieram juntar-se Tavinho Moura, Flavio Venturini, Beto Guedes, Fernando Brant e Toninho Horta.

Em 1967 a música “Travessia” composta por ele e Fernando Brant, ocupou a segunda posição no Festival Internacional da Canção e que no qual foi o título do primeiro disco gravado por Milton.



Após lançar mais três discos em 1972 a EMI gravou o primeiro LP, "Clube da esquina", que era duplo com Lô Borges. Com este disco Milton Nascimento entra definitivamente para o seleto grupo dos grandes artistas da MPB.


Dono de uma das vozes mais particulares e melódicas da MPB ele fascinou Elis Regina que conheceu em 1963 no Rio de Janeiro quando ainda viajava com Wagner Tiso. Daí em diante surgiu uma grande amizade e Elis o escolheu como o cantor e compositor preferido e Milton retribuiu com sentimento dizendo que todas as músicas que compôs foi pensando em Elis o qual considera o grande e verdadeiro amor da sua vida, algo que realmente sentiu com intensidade após o próprio irmão dela dizer isso a ele. Com a amizade de Elis conheceu Agostinho dos Santos que o viu se apresentando num bar onde substituiu um músico e logo se tornaram amigos. Agostinho foi o responsável por inscrever três músicas no Festival Rio de Janeiro e as três foram aprovadas.



E assim Milton se tornou um dos maiores cantores e compositores do Brasil e um nome de peso quando se fala em música brasileira no exterior. A mais nova conquista de Milton é nada mais nada menos que Esperanza Spalding que conheceu as canções do “Bituca” através de uma amiga também contrabaixista brasileira e que apresentou a ela um disco que ele gravou com Wayne Shorter.

Longa vida a Milton Nascimento.

Pelo confrade Gonçalo Jr.


quarta-feira, 5 de setembro de 2018

Freddie Mercury: no palco havia um frontman seguro, excêntrico e cheio de energia, longe dele, um homem reservado


Freddie Mercury, Farrokh Pluto Bulsara (Petra - Tanzânia, 5 de setembro de 1946 — Londres, 24 de novembro de 1991).
Era o ano de 1954 quando o filho do Sr. e Sra. Bomi e Jer Bulsara foi educado na St. Peter Boarding School, uma escola inglesa perto de Bombaim, onde deu seus primeiros passos na música, ao ter aulas de piano aos 8 anos de idade.

Foi na escola que ele começou a ser chamado "Freddie" e, com o tempo, até os seus pais passaram a chamá-lo assim. Depois de se formar em sua terra natal, Freddie e sua família mudaram-se em 1964 para a Inglaterra, devido a uma revolução iniciada em Zanzibar.

Ele tinha dezoito anos. Lá diplomou-se em design gráfico e artístico na Ealing Art College, seguindo os passos de Pete Townshend. Esse conhecimento se mostrou muito útil depois, quando Freddie desenhou o famoso símbolo da banda Queen. Já na faculdade Freddie conheceu o baixista Tim Staffell. Tim tinha uma banda na faculdade chamada Smile, onde Brian May era guitarrista e Roger Taylor o baterista, e levou Freddie para participar dos ensaios.

Em abril de 1970, Tim deixa o grupo e Freddie acaba ficando como vocalista da banda, que passa a se chamar Queen. Freddie decide colocar Mercury no nome. O agora Queen com Mercury, May e Taylor passariam pelos dissabores de diversas alterações no contrabaixo até que em 1971 finalmente John Deacon chega para ficar a convite de May e Taylor. Esta seria definitivamente a formação de uma das maiores bandas de Rock que o mundo já viu.


Mercury compôs muitos dos sucessos da banda, como "Bohemian Rhapsody", "Somebody to Love", "Killer Queen", "Love of My Life" (esta dedicada a Mary Austin sua namorada que conheceu ainda em 1970 e a primeira pessoa a saber sobre o seu homosexualismo) , "Crazy Little Thing Called Love" e "We Are the Champions" - músicas eloquentes e de estruturação extraordinária, particulares e sentimentais e diversos sucessos.

Suas exibições ao vivo eram lendárias. A facilidade com que Freddie dominava as multidões e os seus improvisos vocais, envolvendo o público no show, tornaram as suas turnês um enorme sucesso na década de 1970, enchendo estádios de todo o mundo nos anos 80.

Freddie Mercury lançou dois discos-solo, aclamados pela crítica e pelo público. "Mr. Bad Guy" foi lançado em maio de 1985, e entre seus estilos estão desde reggae até dance e até uma parte orquestrada na faixa "Mr. Bad Guy". Em 1988, é lançado o disco "Barcelona", sendo que a faixa de mesmo nome tinha participação da cantora lírica espanhola Montserrat Caballé. Esta canção fez um enorme sucesso mundial na época e foi usada como tema nos Jogos Olímpicos de Barcelona, em 1992.



Em 1991, após ficar muito doente, surgiam rumores de que estaria com AIDS, o que se confirmou afinal, através de uma declaração feita por ele mesmo em 23 de novembro, um dia antes de morrer. Freddie faleceu na noite de 24 de novembro de 1991, em sua casa, chamada Garden Lodge. Sua morte causou repercussão e tristeza em todo o mundo. Sua casa foi passada por testamento à ex-namorada, Mary Austin, que recebeu muitos buquês de flores na época e continua a recebê-los até hoje. O corpo de Freddie Mercury foi cremado e suas cinzas foram espalhadas na margem do Lago Genebra na Suíça. Em 25 de novembro de 1992, foi inaugurada uma estátua em sua homenagem, com a presença de Brian May, Roger Taylor, da cantora Montserrat Caballé, Jer e Bomi Bulsara (pais de Freddie) e Kashmira Bulsara (irmã de Freddie), em Montreux, na Suíça, cidade adotada por Freddie como seu segundo lar.

Amigos mais chegados como o mais novo e novato da banda Queen John Deacon, opinam que quando trocou seu nome de batismo pela alcunha artística de Freddie Mercury, a situação se inverte por completo no amigo que conheceram. Uma das figuras mais emblemáticas do rock mundial, o líder da banda Queen era dono de personalidade carregada de dualidades. Quem o assistia nos palcos encontrava um frontman seguro, excêntrico e cheio de energia. Longe deles, havia um homem reservado e inseguro.

Dono de uma voz própria, potente e ao mesmo tempo carismática e carregada de sentimentos diversos Freddie Mercury entrou para a história como um dos maiores vocalistas de Rock de todos os tempos.

Pelo confrade Gonçalo Jr Campos

Ouçamos-no em ação na nossa playlist "Queen - Happy Birthday Freddie Mercury!"

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domingo, 19 de agosto de 2018

Queen: John Deacon construía linhas de extremo bom gosto em seu instrumento


Desde criança ele nutria a paixão por música e eletrônica. Na pré adolescência apaixonou-se pelos Beatles e aos 14 anos já tocava guitarra em sua primeira banda, ‘The Opposition’.

A carreira de Deacon como baixista se inicia exatamente nesta banda. Devido a diferenças musicais os integrantes da banda demitiram o baixista e ele assume o instrumento. Como um simples ato de uma banda de adolescentes pode mudar toda uma história? Ninguém e talvez nem mesmo Deacon seria capaz de prever o que estava por vir.

No final dos anos 60, Deacon matriculou-se na Universidade de Londres, Chelsea College, para continuar seus estudos em eletrônica (onde se formou com todas as honras), e após passar 4 anos na banda ‘The Opposition’, em 1970 deixa esta (que já se chamava The Art), por não concordar com os rumos musicais da banda.

Em janeiro de 1971 após conhecer Brian May e Roger Taylor (antes ele já havia visto um show do Queen em 1970), é convidado para fazer um teste na banda e levou o seu baixo e um amplificador, construído por ele mesmo, chamado "Deacy Amp" (que passou a ser usado por Brian May).

O Queen passava por um momento onde não conseguia ter um baixista fixo e após este teste no Imperial College onde a banda estava ensaiando todos foram unânimes pela sua entrada na banda devido à suas qualidades técnicas no baixo e já estar cursando eletrônica, o que foi muito interessante para o Queen e é muito interessante para qualquer banda. Dentre todos os integrantes era o mais novo. Tinha apenas 19 anos. E assim começou a sua trajetória em uma das maiores bandas de Rock de todos os tempos.

Dono de uma maneira peculiar de se comportar no palco Deacon construía linhas de extremo bom gosto em seu instrumento. Usando quase sempre um Fender Precision Bass fazia muito uso de notas agudas e melódicas que se integravam perfeitamente ao piano de Freddie Mercury. Este com sua influência em música clássica sempre abusava de notas graves e Deacon fazia o seu baixo encaixar com precisão nos arranjos de Freddie ao piano. Isso pode ser notado em canções como “You’re My Best Friend” de sua composição, “Somebody To Love”, “Bohemian Rhapsody” e muitas outras.
Há um outro lado pouco conhecido do baixista. Além de todo o trabalho que tinha com a banda participava ativamente da administração da mesma pois era algo que realmente gostava. Tinha o prazer de guardar tudo o que se referia ao Queen e tomou este caminho naturalmente colaborando para o sucesso financeiro da banda principalmente após reclamações de Freddie Mercury em relação aos rendimentos financeiros da banda junto aos empresários.


Deacon é o autor de um grande número de sucessos do Queen, incluindo os singles "You're My Best Friend", já citado acima, "Spread Your Wings", "Back Chat", "I Want to Break Free" e o maior sucesso de todos, o single mais vendido da banda nos Estados Unidos, "Another One Bites the Dust", onde se mostra influenciado por nada mais nada menos que Bernard Edwards baixista da banda Chic (ouçam Good Times), bem como outras faixas de praticamente todos os discos do Queen. Deacon era multi instrumentista e em gravações tocou guitarra, piano e violão em vários álbuns, bem como teclados, sintetizadores e programação e foi um dos principais responsáveis pelos arranjos de “Radio Gaga”. Isso por si só comprova a sua versatilidade e talento.

Em 1991 com a morte de Freddie Mercury, de quem se tornou muito próximo e grande amigo, o muito abalado John Deacon praticamente se afastou da banda. Fez algumas colaborações no “The Freddie Tribute Concert Mercury” em 1992 e, ao lado de Roger e Brian ajudou na produção do álbum “Made In Heaven” lançado em 1995. O destaque deste álbum fica para o remake da música “I Was Born To Love You” do álbum solo de Freddie Mercury “Mr.Bad Guy” de 1985. Simplesmente uma aula de Rock’n Roll.

Por fim Deacon fez sua ultima apresentação ao vivo com o Queen quando a banda tocou ao lado de Elton John a música “The Show Must Go On” em Paris no ano de 1997.

Encerra-se então a carreira de um dos maiores baixistas da história do Rock. Com as suas linhas e arranjos extremamente inteligentes e melódicas John Deacon guardou para sempre o seu nome na história da música mundial deixando um legado para os milhares de fãs espalhados pelo mundo mostrando que simplicidade e bom gosto também são sinônimos de perfeição.

Pelo confrade Gonçalo Jr.

terça-feira, 3 de julho de 2018

Epica lançará livro comemorando seus 15 anos de carreira

"The Essence of Epica" deverá chegar em 2019 trazendo inúmeras fotos, entrevistas e histórias de um dos pilares do symphonic metal mundial: a banda neerlandesa Epica, que já vem trabalhando no projeto comemorativo, confeccionando um promissor compêndio ilustrado.

No player abaixo, assista ao vídeo com a frontwoman Simone Simons falando sobre a obra:


NESTE LINK você poderá se cadastrar para receber todas as informações do desenvolvimento de "The Essence of Epica" até o seu lançamento.


segunda-feira, 11 de junho de 2018

Rita Lee conta em livro que teve que alterar letra de um de seus sucessos devido à ditadura militar


Lançando um livro com mais dezenas de suas histórias, intitulado "favoRita", a rainha do rock brasileiro revelou ao jornal O Estado de São Paulo, entre outras curiosidades, a censura pesada que sofrera no período da ditadura militar, que por exemplo, fizera com que ela tivesse que alterar a letra da canção "Banho de Espuma", que integra o álbum "Saúde" (1981), a começar pelo título, uma vez que a música originalmente se chamaria "Afrodite".

"Acredito que os 'home' da censura me viam como uma Maria Madalena que gostariam de apedrejar, hahahaha. "Nem lembro mais das censuradas, era tanta chateação que eu acabava desistindo", disse Rita ao Estadão.

Confira a letra original de "Afrodite":

"Que tal nós dois
Numa banheira de espuma
El cuerpo caliente
Num dolce far niente
Sem culpa nenhuma
Fazendo massagem
Relaxando a tensão
Em plena vagabundagem
Em qualquer posição
Falando muita bobagem
Bulinando com água e sabão"

Confira a letra modificada que se tornou "Banho de Espuma":

"Que tal nós dois
Numa banheira de espuma
El cuerpo caliente
Num dolce far niente
Sem culpa nenhuma
Fazendo massagem
Relaxando a tensão
Em plena vagabundagem
Com toda disposição
Falando muita bobagem
Esfregando com água e sabão"

Confira a canção no player abaixo:

terça-feira, 10 de abril de 2018

Pink Floyd: O dia em que Pete Townshend faltou a show do The Who para junto com Eric Clapton verem Syd Barrett tocar


Em um trecho do livro "Pete Townshend – a autobiografia" o guitarrista do The Who discorre sobre quando "cabulou" um show de sua própria banda para assistir a uma apresentação do Pink Floyd no UFO Club em 1967, nos tempos áureos barrettianos.

Leia abaixo:

"Em 6 de janeiro de 1967, perdi um dos únicos shows de minha carreira na banda, por causa do abuso de drogas. Foi quando fiz minha terceira viagem de ácido e me dei conta de que talvez não conseguisse dirigir quase quinhentos quilômetros até morecambe, onde tínhamos de fazer um show.

Em vez disso, fui ver o Pink Floyd tocar pela primeira vez no UFO Club. Syd Barrett estava maravilhoso, assim como os outros músicos. Apaixonei-me pela banda e pelo próprio clube, em especial por John Hopkins ("Hoppy", como era conhecido), que administrava o clube e ficava na recepção.

Fui de novo na noite seguinte. dessa vez não usei ácido e levei Eric Clapton para ver Syd, que caminhava pelo palco (a cabeça dele, sim, no ácido), tocava um único acorde e o fazia durar cerca de uma hora, usando uma câmara de eco eletrônica chamada Binson. Quando ele de fato começou a tocar novamente foi muito inspirador. Roger Waters tinha a presença mais incrível, era muito bonito e deixou Karen bastante atraída. Achei-o um pouco assustador. Era evidente que ele seria a principal força motriz do Pink Floyd. O que ninguém conseguiria saber, já que a banda ainda não tinha gravado nada, era o quão gloriosa se tornaria grande parte de sua música quando a influência mais experimental de Syd desaparecesse".

COMPRE Pete Townshend – a autobiografia AQUI

quinta-feira, 5 de abril de 2018

Judas Priest: K.K. Downing lançará autobiografia


O ex-guitarrista do Judas Priest, K.K. Downing, anunciou que lançará uma autobiografia. O livro tem o título de "Heavy Duty: Days and Nights in Judas Priest" e foi escrito em parceria com o jornalista Mark Eglinton, mesmo autor das biografias de James Hetfield, Rex Brown e Nergal.

O livro tem 304 páginas e chegará às livrarias inglesas e norte-americanas no dia 18 de setembro. Ainda não há previsão de lançamento no Brasil.

Kenneth Downing Jr. é membro fundador do Judas Priest e integrou a banda entre 1969 e 2011, tocando em todos os discos lançados pelo quinteto inglês entre "Rocka Rolla" (1974) e "A Touch of Evil: Live" (2009). Ele deixou a banda em 2011, sendo substituído por Richie Faulkner.

VIA COLLECTORS ROOM

terça-feira, 6 de março de 2018

Pink Floyd: em seus acordes David Gilmour emana seu DNA


Era segundo semestre de 1967 na Inglaterra e o Pink fazia enorme sucesso com seu estourado álbum de estreia "The Piper At Gates of Dawn", regenciado pelo seu então líder, compositor e guitarrista Syd Barrett.

Mas infelizmente este vinha fritando seu cérebro com uso maciço de mandrax e LSD e não era mais possível depender dele nos shows.

A solução foi chamar um velho amigo de Cambridge, trazendo na bagagem a experiência de ter tocado nas bandas Joker's Wild (depois se tornou Flowers) e Bullitt.

A solução fora efetivar David Jon Gilmour.

Inicialmente a pressão era enorme. Empresários e produtores chegavam a exigir que David literalmente emulasse fielmente o modo como Syd Barrett tocava as músicas, quase como um playback.

Syd já havia conquistado o total respeito no meio, devido ao estupendo legado que deixou no pontapé inicial do Pink Floyd.

Portanto a missão de David Gilmour seria claramente árdua.

Mas não era somente Syd Barrett, um louco diamante. O brilho de Gilmour já começa a acender antes mesmo do fim da década de 60.

Além de seus acordes de guitarra começarem a despontar no segundo álbum do grupo, "A Saucerful of Secrets", em canções como "Let There Be More Light" e "Corporal Clegg", no álbum seguinte, a trilha "More", ele se revela também um ótimo cantor de voz macia nas bela "Green Is The Colour".

E eis que sua virtuose minunciosa surge embrionariamente no cult e duplo álbum "UMMAGUMMA", metade estúdio, metade ao vivo, onde em ambos os formatos, David Gilmour é cativante: na parte ao vivo, com uma ousada pegada na canção "Astronomy Dominée", de seu antecessor, e na linda versão de "A Saucerful of Secrets", onde imortalizou a parte final com seu belo canto; na parte de estúdio foi sublime no duo voz e violão com Roger Waters e na sua peça dividida em três partes "The Narrow Way", onde começa-se a marcar o "estilo David Gilmour", usando todo o equipamento de pedais que lhe são disponibilizados, experimentando e dando seu refinamento nas notas sem pressa ( e para que a pressa).

Chega a década de 70 e David Gilmour já entra nela com o devido respeito no meio musical, especialmente como guitarrista.
No opulento álbum "Atom Heart Mother", faz o solo embluesado dentro da canção-titúlo, solo este que por sí só já valeria toda ela. Gilmour nos brindou ainda neste mesmo álbum com a belíssima "Fat Old Sun", a música mais antiga que ele toca até hoje em sua carreira solo. O disco finaliza com a psicodélico-progressiva "Alan's Psychedelic Breakfast", com participação magnífica dos quatro floyds, e claro, de David Gilmour.


Gilmour vai ficando cada vez mais classudo e virtuso a cada álbum do Pink Floyd. Em "Meddle", ele volta com sua linda voz em "A Pillow Of Winds" e "Fearless", além de ser esplendoroso em "One Of These Days" e "Echoes", que graças a todos os deuses ele a resgatara na turnê solo de 2006.

"Obscured By Clouds" é talvez o melhor álbum dos menos badalados do Pink Floyd, embora tenha feito um sucesso até considerável na América.
E ele o é porque nele contém "The Gold It's In The...", "Wot's Uh Deal", "Mudmen" e "Childhood's End", onde Gilmour está absolutamente mergulhado no mar do rock progressivo.
Aí chegamos no "DC - Depois de Cristo".

Quando "The Dark Side Of The Moon" ganhara o mundo, este conheceu um guitarrista para cravar seu nome na história.

Chega a ser tolice querer explicitar onde David Gilmour fora genial ao longo das dez faixas desta obra-prima. Ainda assim tentemos: "Breathe", Time", "Money", "Us And Them" e "Any Colour You Like" são para aplaudí-lo de pé por meia hora.

Ali parecia que não havia como melhorar, ledo engano.

No álbum seguinte e seu preferido do Floyd, ironicamente 'Wish You Were Here", que integralmente homenageou Syd Barrett, David Gilmour gravou seus acordes e notas que o definiram: na introdução de "Shine On You Crazy Diamond", na parte final desta, em "Have A Cigar" e obviamente na imortal faixa-título.

Seguimos com "Animals", disco amplamente concebido e dominado por Roger Waters. Porém, ainda assim Gilmour conseguiu ser magistral.

O que seriam de "Dogs", "Pigs" e "Sheep" sem ele?

Roger Waters já reina absoluto no Pink Floyd e então a Ópera-rock The Wall foi lançada em 1979. David Gilmour cada vez mais espremido nessa obra, reluz em "Another Brick in The Wall", "Mother", "Young Lust", "Hey You", "Is There Anybody In There", "Run Like Hell" e na canção onde certamente habita o melhor solo de sua carreira: "Comfortably Numb".

No "epitáfio" floydiano de Roger Waters, "The Final Cut", lá estava Gilmour alfinetando seus solos como em "The Fletcher Memorial Home", na faixa-título e na "pesada" "Not Now John".

O Pink Floyd então chegou ao seu fim! Não, não chegou.

David Gilmour reconvoca seus colegas floydianos Rick Wright e Nick Mason, desperta a ira de Waters e em 1986 lançam o sucesso "A Momentary Lapse Of Reason", que deu origem a turnê registrada no duplo ao vivo "The Delicate Sound Of Thunder", contendo as inesquecíveis "Dogs Of War", "On The Turning Away" e a sensacional "Sorrow".


Vira a década e em 1993, mais uma dádiva.

Chega o álbum 'The Division Bell", com a estupenda guitarra de Gilmour nas canções "Cluster One", "What You Do Want From Me", "Marooned" e "High Hopes". Esse disco originou a turnê P.U.L.S.E., onde Gilmour executou o melhor solo, na melhor versão de "Comfortably Numb".

Para fechar com chave mestra, das sobras de "The Division Bell", foi lançado no fim de 2014 o epílogo floydiano "The Endless River", como um tributo ao saudoso tecladista Richard Wright, mas que David Gilmour bem aparece numa das melhores canções do Pink Floyd, "Louder Than Words" e na rasgada "Nervana".

E isso sem contar a carreira solo que é um outro capítulo, à parte.

Abaixo ouça a nossa playlist A Arte de David Gilmour, clicando no player da imagem: