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sábado, 20 de março de 2021

Blackmore's Night lança clipe de '"Second Element", canção de seu novo álbum; assista"

 

"Second Element" íntegra "Nature's Light", o novo álbum do Blackmore's Night, que chegara no dia 12 de março último, em diversos formatos.

Blackmore's Night libera clipe de "Nature's Light"; faixa-título de seu novo álbum; assista.

Blackmore's Night libera "Four Winds"; canção de seu novo álbum; ouça.

Blackmore's Night anuncia novo álbum e libera lyric video da canção "Once Upon December"; assista.

Blackmore's Night lança EP natalino e libera lyric video da canção "O Little Town Of Bethlehem".

Assista ao clipe de "Second Element" no player abaixo:

Ouça "Nature's Light" integralmente no player abaixo:

Tracklist:

01. ONCE UPON DECEMBER
02. FOUR WINDS
03. FEATHER IN THE WIND
04. DARKER SHADE OF BLACK (INSTRUMENTAL)
05. THE TWISTED OAK
06. NATURE’S LIGHT
07. DER LETZTE MUSKETIER (INSTRUMENTAL)
08. WISH YOU WERE HERE (2021)
09. GOING TO THE FAIRE
10. SECOND ELEMENT

sexta-feira, 19 de março de 2021

System Of A Down: Serj Tankian lança novo EP solo, "Elasticity", e libera clipe; ouça e assista

"Elasticity", novo EP de Serj Tankian, o primeiro lançamento solo do cantor do System Of A Down desde "Orca" de 2013, chegara hoje, via Alchemy/BMG.

"Electric Yerevan", que integra o trabalho, ganhara um clipe. Tankian disse sobre a melodia:

"A música foi inspirada nos protestos bem-sucedidos 'Electric Yerevan' na Armênia no verão de 2015, onde as pessoas protestaram contra os aumentos propostos nos preços dos serviços públicos. Minha escrita daquela época está grafada palavra por palavra na música."

O clipe dirigido por Garin Hovannisian fornece uma linha do tempo visual dos eventos que levaram aos protestos de 2015 "Electric Yerevan" e a Revolução de Veludo 2018 que se seguiu, ao mesmo tempo em que mostra o poder das manifestações pacíficas em todo o mundo.

Sobre como surgiu a ideia de "Elasticity", Serj disse:

"Quando concebi a possibilidade de fazer outro álbum com os caras do System Of A Down alguns anos atrás, comecei a trabalhar em um conjunto de músicas que arranjei em formato de rock para esse propósito. Como não podíamos estar de acordo com a visão do futuro com um álbum do SOAD, decidi lançar essas músicas com o meu nome."

O System Of A Down não lança um álbum completo desde "Mezmerize" e "Hypnotize", chegados em 2005.

Assista ao clipe de "Electric Yerevan" e a seguir o EP "Elasticity" na íntegra nos players abaixo:



Tracklist:

Elasticity
Your Mom
How Many Times?
Rumi
Electric Yerevan


Chegou "Inspirations", novo álbum de covers do Saxon; ouça

 

"Inspirations", novo álbum do Saxon, composto por canções de artistas e bandas que influenciaram o grupo bretão, chegara hoje, em diversos formatos, via Silver Lining Music.

Saxon libera clipe de "Paint it Black", canção dos Rolling Stones de seu novo álbum; assista.

Ouça o álbum na íntegra no player abaixo:

Tracklist:

01. Paint It Black
02. Immigrant Song
03. Paperback Writer
04. Evil Woman
05. Stone Free
06. Bomber
07. Speed King
08. The Rocker
09. Hold The Line
10. Problem Child
11. See My Friends

Burning Witches divulga clipe de, "Flight Of The Valkyries", canção de seu novo álbum; assista


"Flight Of The Valkyries", novo single da banda suíça Burning Witches, integra "The Witch of The North", novo álbum que chegará ém 28 de março próximo, via Nuclear Blast.


O trabalho marca a estreia da guitarrista Larissa Ernst, que substituíra Sonia "Anubis" Nusselder, que deixara a banda em maio de 2020 para se juntar à nova banda de death metal Crypta.

Assista ao clipe de "Flight Of The Valkyries" no player abaixo:


Tracklist:

01. Winter's Wrath
02. The Witch Of the North
03. Tainted Ritual
04. We Stand As One
05. Flight Of The Valkyries
06. The Circle Of Five
07. Lady Of The Woods
08. Thrall
09. Omen
10. Nine Worlds
11. For Eternity
12. Dragon's Dream
13. Eternal Frost

quarta-feira, 17 de março de 2021

Dramón: texturas, ruídos e tensões no single "Vencer o Sol"

Música antecede lançamento de "Áspero", primeiro disco cheio, que sai no final de março pela Sinewave Label

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Dramón, projeto experimental do músico e produtor Renan Vasconcelos, lança 'Vencer o Sol', single com ambientações fundidas a guitarras e que mostra as novas possibilidades e texturas no primeiro disco cheio do artista, "Áspero", que chega ao streaming no final deste mês de março via Sinewave Label.

Ouça Vencer o Sol aqui: https://tratore.ffm.to/vencerosol.

"Vencer o Sol" é uma música que faz a fusão do passado com o momento atual do Dramón. É uma música que tanto tende para o rock, por causa das guitarras e da levada, mas que possui os ingredientes que pavimentam o projeto, como samples, climas e experimentações. É uma faixa sombria, com tensões e dramas progressivos.

Vasconcelos comenta sobre "Vencer o Sol" e o disco "Áspero". "Esta faixa é a que melhor transita entre os dois universos, do passado e do presente. O disco também transita entre o rock e a experimentação, e é diferente de tudo que já lancei anteriormente".

Este já é o segundo lançamento do Dramón em 2021. Em janeiro, Vasconcelos soltou nas plataformas digitais o EP de duas músicas "Bétula" // "Membrana" (ouça aqui).

"Áspero"

Primeiro álbum de Dramón, cuja discografia conta com quatro EPs (Bétula // Membrana, de 2021; Oscilar, de 2020; Equilíbrio Utopia, de 2019, e Ansiedade Morte, de 2018) e o single Afã (2020).

O lançamento acontece dia 26 de março pelo selo Sinewave.

O disco terá oito faixas, todas compostas por Renan Vasconcelos em 2020. Como explica o músico e compositor, "Áspero" pode ser visto como mais uma peça na construção de um mosaico distópico na discografia, uma recusa em acomodar-se nos horizontes fechados do realismo capitalista".

O músico

Músico, produtor e design gráfico, Renan Vasconcelos é natural do Rio de Janeiro e atualmente reside em São Paulo capital. Em 2018 tocou na banda de post-rock Avec Silenzi, que lançou cinco álbuns.

No Dramón, Renan traz a base das experimentações da antiga banda e potencializa as composições com uso minimalista de guitarras, drum machine e synths.

terça-feira, 16 de março de 2021

Cat Arcade divulga single "Outro Lugar"

A banda Cat Arcade está divulgando o single “Outro Lugar”, sétima faixa do primeiro álbum da banda com lançamento marcado para o dia 30 de março. O disco foi gravado no estúdio Trilha Hub Cultural, em Sapucaia do Sul, nos meses de janeiro e fevereiro. A produção, mix e master é assinada por Jeferson Marchetto e Rodrigo Rysdyk. A arte da capa é de Nilton Rogers. O som está disponivel nas plataformas de streaming: https://linktr.ee/CatArcade .

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Outro Lugar” é uma música com fortes sentimentos. O som aborda um sentimento de não pertencer, de estar em um lugar e não sentir que deveria estar ali. Um sentir-se nas sombras e tomar coragem de sair e buscar o seu verdadeiro eu. Com uma atmosfera quase sombria, mas que rasga o peito em busca de liberdade. E realmente assim que ela foi feita, com muitos sentimentos, sendo finalizada em meio a um momento caótico de pandemia, porém um momento de grande realização para o grupo. A música foi apresentada primeiramente em uma versão no violão. A letra é de autoria do baterista Fábio. O som foi desenvolvido no estúdio durante o processo de gravação. A vocalista Nina entrou com a linha de voz e a música foi ganhando corpo e alma com o decorrer das sessões. 

Com início em 2019, a Cat Arcade é formada por Nina Barcellos no vocal, Paulinha Lencina no contrabaixo, Pedro Henrique na guitarra, Cass Fraga na guitarra e sintetizador e Fábio Gonçalves na bateria. O álbum de estreia será lançado no dia 30 de março e conta com financiamento da Lei Aldir Blanc viabilizada por edital da Prefeitura de Canoas.

Chegou "The Metal Opera by Magnus Karlsson", 1º álbum do Heart Healer; ouça

"The Metal Opera by Magnus Karlsson", debut do Heart Healer, novo projeto de Magnus Karlsson, multi-instrumentista do Primal Fear, chegara no dia 12 de março último, via Frontiers.

O trabalho conta com 7 marcantes vocalistas da cena metal, sendo eles Adrienne Cowan (Seven Spires, Sascha Paeth's Masters Of Ceremony, Avantasia), Ailyn (Her Chariot Awaits, ex-Sirenia), Netta Laurenne (Smackbound, Laurenne/Louhimo), Youmna Jreissati (Ostura), Noora Louhimo (Noora's corner official, Battle Beast), Margarita Monet (Edge Of Paradise), e Anette Olzon (The Dark Element, ex-Nightwish).

PRÉ-VENDA.

A história conta sobre a Heart Healer (Curadora de Corações), personagem que acorda um dia sem nenhuma memória e sem saber o próprio nome, e aos poucos descobre o que tem o poder de curar as pessoas com o toque, mas, ficando mais fraca toda vez que o utiliza.*

* Informações adicionais via @playfonic.

Ouça na íntegra:

Tracklist:.

1. Awake ft. Adrienne Cowan

2. Come Out Of The Shadows ft. Youmna Jreissati, Margarita Monet, Netta Laurenne

3. Who Can Stand All Alone ft. Adrienne Cowan, Anette Olzon

4. Back To Life ft. Margarita Monet, Ailyn, Adrienne Cowan

5. Into The Unknown ft. Noora Louhimo

6. When The Fire Burns Out ft. Ailyn, Netta Laurenne

7. Evil’s Around The Corner ft. Noora Louhimo, Adrienne Cowan

8. Mesmerized ft. Anette Olzon

9. Weaker ft. Adrienne Cowan

10. This Is Not The End ft. Adrienne Cowan, Ailyn, Youmna Jreissati, Netta Laurenne, Noora Louhimo, Margarita Monet, Anette Olzon.

sexta-feira, 12 de março de 2021

Marcus Marques mistura brasilidade, soft rock e música progressiva em "Teatro de Estrelas", seu álbum de estreia

O cantor e compositor Marcus Marques acaba de lançar o seu álbum de estreia. O trabalho é intitulado "Teatro de Estrelas" e é composto por seis faixas. Ao decorrer da obra, o cantor frisa o sentimentalismo enquanto traz nuances de soft rock, MPB, jazz e rock progressivo.

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Escute o álbum "Teatro de Estrelas" via Spotify, Deezer ou Apple Music.

O repertório conta duas inéditas: a faixa-título "Teatro de Estrelas" e a canção "They Are Among Us". Esta última, inclusive, ainda obtém uma versão intimista e instrumental incluída no setlist. Os singles "Você E Eu", "Foi Um Sonho", "Lá no Cipó" também integram o álbum.

O material foi registrado na capital paulista, com sessões de gravação nos estúdios Space Blues, Buena Familia Sounds e Trama Nacena. 

Tanto a produção quanto os arranjos são assinados por Danilo Santana. A mixagem, por sua vez, foi realizada por Pepê Monnerat e Luís Paulo Serafim “LP”. Já a masterização ficou a cargo de Maurício Gargel. Segundo Marcus, explica o título do álbum "Teatro de Estrelas".

É um disco que aborda o universo e o oferece a quem amamos. Por isso, escolhi este nome. Também sinto que ele dialoga com a música dos anos 70 e com a brasilidade de artistas mineiros e gaúchos que admiro. Concebi este trabalho visando uma estética específica, que retrata a sinergia entre os arranjos e a mensagem de cada canção”.

Durante o período de gravação, Marcus Marques contou com uma série de músicos de apoio. Tais como Kuki Stolarski (bateria), Adriano Trindade (bateria). Fernando Nunes (baixo), Ricardo Vignini -  (viola), Federico Puppi  (cello), Toninho Ferragutti (acordeão), entre outros.

Chegou "Nature's Light", o novo álbum do Blackmore's Night; ouça

"Nature's Light", o novo álbum do Blackmore's Night, chegara hoje, em diversos formatos.

Blackmore's Night libera clipe de "Nature's Light"; faixa-título de seu novo álbum; assista.

Blackmore's Night libera "Four Winds"; canção de seu novo álbum; ouça.

Blackmore's Night anuncia novo álbum e libera lyric video da canção "Once Upon December"; assista.

Blackmore's Night lança EP natalino e libera lyric video da canção "O Little Town Of Bethlehem".

Ouça "Nature's Light" integralmente no player abaixo:

Tracklist:

01. ONCE UPON DECEMBER
02. FOUR WINDS
03. FEATHER IN THE WIND
04. DARKER SHADE OF BLACK (INSTRUMENTAL)
05. THE TWISTED OAK
06. NATURE’S LIGHT
07. DER LETZTE MUSKETIER (INSTRUMENTAL)
08. WISH YOU WERE HERE (2021)
09. GOING TO THE FAIRE
10. SECOND ELEMENT

quinta-feira, 11 de março de 2021

Circus Rock alerta sobre perigo da desinformação à democracia

Com mensagem poderosa, música ‘1317’, do elogiado disco "Transmissão" (2020), ganha videoclipe

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Existe um ecossistema que usa a desordem da informação em seu favor e a provoca ativamente. Ele é intencional, organizado e tem muito dinheiro. É assim que a desinformação corrói sociedades e fragiliza democracias, um artifício que até mesmo mata.

Este é um ciclo do mal – entre tantos – que foram empregados com sucesso em diversas estruturas do Brasil e que deve ser compulsivamente combatido, aliás, o conceito do videoclipe da banda carioca de hardcore melódico Circus Rock para a música "1317", presente no elogiado disco ‘Transmissão’ (2020).

Assista ao videoclipe: 

"1317", a música, descreve o cenário político brasileiro dos últimos anos, que a banda pontua a partir do impeachment de Dilam Rousseff até os dias atuais, de um governo enveredado entre fake news e movimentos controversos. Tem uma típica sonoridade hardcore, rápida, direta, com letra que coloca o dedo na ferida, cantada em português.

O cenário do clipe ilustra a mensagem da letra. A banda montou a cronologia do golpe que destituiu a presidente até as eleições de 2018. “Entendemos que é uma mensagem poderosa, que deve ser dada igual um ponta pé na cara, a partir daí, surge a energia da banda tocando, passando a mensagem com toda força e dinamismo possível”, comenta ao vocalista Bernardo Tavares.

A fotografia, edição e roteiro do videoclipe é assinada por Daniel Marques (@danielfugaa), enquanto a produção e direção ficou com a Circus Rock.

Além disso, é uma música forte, com uma mensagem muito importante ao futuro próximo do Brasil, e por isso foi escolhida para ser a primeira produção audiovisual da banda neste início de 2021. “Nela discorremos sobre o processo das campanhas políticas, tudo isso se relacionado às fake news no jogo do marketing eleitoral”.

Repercussão do álbum "Transmissão"

Transmissão foi destaque em diversos sites e blogs especializados em rock, além de músicas incluídas em playlists nas plataformas digitais, rádios rock e clipes em canais de TV. A banda comenta o resultado positivo:

Demoramos aproximadamente um ano para produzir esses 20 e poucos minutos. Pra banda, o poder das oito faixas é imenso. Mostra nossa história, nossa mensagem, nosso potencial, nosso esforço. Tem pessoas de fora do nosso ciclo comentando, galera nova se interessando, além do público que já nos acompanhava. Acreditamos que entregamos o que eles imaginavam ou além”.

Ouça "Transmissão" aqui: https://bit.ly/3mVnzJc.

O disco mescla a potência dos riffs do quinteto carioca com uma lírica pungente e necessária ao Brasil atual e teve participações de peso: Arthur Mutanen (Bullet Bane), Caio Weber (Cefa), Milton Aguiar (Bayside Kings), Renato Rasta (NDR), o rapper Marcão Baixada e Rodrigo Lima (Dead Fish).

quarta-feira, 10 de março de 2021

Adrian Smith e Richie Kotzen divulgam lyric video de "Running", 3º single do novo projeto da dupla; assista


"
Running", 3º single do Smith/Kotzen, novo projeto musical dos guitarristas renomados Adrian Smith (Iron Maiden) e Richie Kotzen (The Winery Dogs, ex-Poison, ex-Mr. Big) integra o álbum que chegará no dia 26 de março próximo.

Adrian Smith e Richie Kotzen divulgam clipe de "Scars", 2º single do novo projeto da dupla; assista.

Adrian Smith e Richie Kotzen divulgam clipe de "Taking My Chances", 1º single do novo projeto da dupla; assista.

Assista ao lyric video de "Runningno player abaixo:


Tracklist:

01. Taking My Chances
02. Running
03. Scars
04. Some People
05. Glory Road
06. Solar Fire
07. You Don't Know Me
08. I Wanna Stay
09. 'Til Tomorrow

Pink Floyd lançará Live At Knebworth em CD e vinil duplo

O histórico concerto em Silver Clef Winners do Pink Floyd em 1990 será lançado em CD e vinil duplo pela primeira vez separadamente

"Pink Floyd Live At Knebworth 1990" chegará pela primeira vez em CD, vinil duplo e plataformas digitais em 30 de abril próximo. O show foi parte da apresentação do evento beneficente Silver Clef Winners na Knebworth House.

O concerto, em um dia chuvoso e ventoso em 30 de junho, incluíra apresentações de Paul McCartney, Dire Straits, Genesis, Phil Collins, Mark Knopfler, Robert Plant (com Jimmy Page), Cliff Richard, Eric Clapton e Tears For Fears na frente de uma multidão de 120.000 pessoas.

Músicos convidados juntaram-se ao Pink Floyd, incluindo a saxofonista Candy Dulfer e o tecladista e compositor Michael Kamen, as vocalistas de apoio Clare Torry ( vocalista original do "The Great Gig In The Sky"), Sam Brown e sua mãe Vicki, e Durga McBroom, além da banda de turnê, incluindo Guy Pratt, Jon Carin, Tim Renwick e Gary Wallis.

Há algo especial em Knebworth”, lembra o baterista Nick Mason. “Todos nós ainda temos boas lembranças de tocar lá nos anos 70, e esse show não foi diferente. Como um garoto do norte de Londres, isso era quase um jogo em casa, mas com o prazer adicional de ser a re-montagem da banda depois de um mega turnê que durou mais de um ano. Também foi uma oportunidade de fazer a maravilhosa Candy Dulfer tocar. Eu já era fã dela há um bom tempo, e era uma pena que não tivéssemos a oportunidade para utilizá-la mais. Também recebemos a visita de nosso querido amigo Michael Kamen. Michael havia contribuído muito para o PF nos últimos dez anos, é ótimo ter algo dele tocando na gravação.

David Gilmour e Andy Jackson remixaram o áudio e o álbum apresenta uma nova arte filmada pelo colaborador do Floyd Aubrey ‘Po’ Powell da Hipgnosis e projetada por Peter Curzon da Storm Studios. O concerto, até então inédito até aparecer no box set "Later Years" de 2019, agora está disponível como CD ou vinil duplo pela primeira vez como um álbum independente.

Encomende o Live At Knebworth 1990.

terça-feira, 9 de março de 2021

Jedias Hertz explora a psicodelia soturna no single "2 Drinks"

Jedias Hertz dá início a divulgação de seu álbum de estreia, "Maverick Voador", com o single "duplo "2 Drinks", que conta com as músicas "Drink da Meia-Noite" e "Um Drink com o Diabo". As faixas trazem a influência sessentista dos Rolling Stones e The Doors, em mistura do rock psicodélico com country e samba. As canções, na verdade, estavam no catálogo de Jedias há tempos e foram revitalizadas para o disco, que tem previsão de lançamento para este primeiro semestre.

Quer anunciar sua banda/artista/eventos/notícias/produtos musicais na Confraria?Mande seu material para confrariafloydstock@gmail.com

"Com apenas uma exceção, todas as músicas do álbum foram escritas há 10 anos. Na época eu tocava em barzinhos e já tinha intenção de gravá-las. Porém, sofri uma agressão de madrugada e a partir disso desenvolvi síndrome do pânico. Não conseguia mais trabalhar, passava mal quando ia me apresentar. Até cheguei a gravar em 2011, mas a produção não ficou tão boa", conta Jedias. 

Ao revisitar o repertório, Jedias viu que, para partir para novos trabalhos, era preciso gravar versões definitivas das músicas, com a qualidade de produção que elas merecem. Assim renasceu o projeto "Maverick Voador". 

OUÇA AQUI

"As canções deste single trazem o lado soturno da psicodelia. 'Drink da Meia-Noite' conta a história de um personagem que toma uma bebida, que é como um veneno, e ele vai parar em uma festa em um cemitério. Lá, ele descobre que o pós-vida é melhor para quem aproveitou a vida e, as pessoas que não aproveitaram, viram espíritos frustrados. Ela tem uma pegada country, porém tentei abrasileirar e coloquei uma levada de samba na bateria. Virou uma música para dançar esquisito", explica. "Já 'Um Drink Com o Diabo' é baseada na história do Robert Johnson, porém é um Robert brasileiro. Ele queria tomar umas doses de cachaça, mas encontra um copo de pinga e manda uma para o santo, como manda a etiqueta. Daí aparece o capeta, que ensina ele a tocar violão, como na história original. Ela é uma mistura de blues e rock 'n' roll anos 50 com 'batuquêra' em toda a faixa", completa. 

Além do single, Jedias prepara ainda um videoclipe especial para "Drink da Meia-Noite", que deve ser lançado em breve. 

Sobre Jedias Hertz

Jedias Hertz é artista de Rio Claro (SP) que há mais de 10 anos trabalha com a música experimental e psicodélica. Há quase dois anos, passou a trabalhar com Marina Silva e, embora tenham perfis separados nas plataformas de streaming, os dois se apresentam como um duo. Hertz tem diversas participações no álbum "O Caótico Jazz Tropical de Marina Silva" e Marina também tem muita influência em "Maverick Voador". Os dois trabalharam juntos também no EP especial "Feliz Natal e Um Ano Novo Melhor Que Esse", lançado no final de 2020.

sábado, 6 de março de 2021

Review: "Ωmega", oitavo álbum do Epica, é puro Jung em metal-lírico

O UM, a unidade proliferativa, a expansão, subdivisão, início, meio fim e reagrupamento ao começo e origem de tudo.

Eis o conceito de "Ωmega", diretamente calcado no Ponto Ωmega, desde o bing bang e a criação do universo, convergindo-se nova e unificadamente para o mesmo ponto, agora bem maior, assim como Gaia, a Grande Mãe Terra, que abriga tudo num vasto todo, unificando todas as mentes individuais numa só coletiva, (olha o Jung aí) .

Mark Jansen, guitarrista, co-vocalista e principal criador dos conceitos dos álbuns e canções do Epica, é também psicólogo e deixa cada vez mais entrever nuances do eterno pupilo de Sigmund Freud, o suiço Carl Gustav Jung, trazedor da psicologia analítica ao mundo.

Jansen vem se mostrando cada vez um pesquisador mais afeito às ciências da mente e seus potenciais quânticos, com suas intersecções ou não com os aspectos religiosos, trazendo tais abordagens desde "The "Divine Conspiracy", seu aclamado álbum de 2007 e ficando ainda mais exponencial na agora nominada "trilogia quântica", envolvendo os álbuns "The Quantum Enigma" (2014), "The Holographic Principle" (2016) e agora em "Ωmega", que chegara em 26 de fevereiro último.

O trabalho fora minunciosamente pensado, composto, elaborado, desenvolvido e executado pelo sexteto epiciano, reclusos num estúdio rural nos confins neerlandeses a fim de se concentrarem com mais veemência na obra, sob novamente a produção do competente Joost van den Broek.

Simone, Coen, Isaac, Rob, Mark e Ariën ganharam a companhia da Orquestra Filarmônica de Praga, um coro infantil e mais as incríveis Marcela Bovio e Linda Janssen nos backing vocals, além de Zaher Zorgati, para as traduções e textos em árabe, Paul Babikian e Vicky Psarakis nas narrações.

A impecabilidade musical deste álbum recai sobremaneira nas vigorosas orquestrações e potentes partes coralísticas, notórias em canções como “Abyss of Time – Countdown to Singularity”, uma espécie de futuro hino ao vivo, assim como vem no início do disco, provavelmente deverá abrir futuros concertos, quando a pandemia permitir; “Seal of Solomon” e "Gaia", sim esse álbum felizmente parece possuir duas canções a la "Beyond the Matrix", com refrões coralísticos empolgantes; “Code of Life”, que poderia levar o nome da própria banda, devido à sua atmosfera preponderantemente épico-medieval; “Freedom – The Wolves Within”, brindada com um clipe gráfico lindíssimo; e finalmente, o fator orquestra-coralístico impressiona definitivamente nas suítes, a magnânima “Kingdom of Heaven Part III – The Antediluvian Universe”, encerrando uma feliz trilogia cancioneira, que se iniciara ainda nos tempos de Mark Jansen no After Forever, sua banda de outrora; e a faixa-título, que encerra o trabalho.

"É o nosso oitavo álbum de estúdio. O número oito também é muito espiritual porque se você colocá-lo no lado, é o símbolo do infinito. "Kingdom Of Heaven" é sobre a vida após a morte e também é o número oito no álbum. Portanto, há muito simbolismo oculto no álbum e na capa. A grande questão da vida, "O quê é o verdadeiro sentido da vida? ' Como navegamos pela vida dentro de nós mesmos? Somos todos 'yin e yang'. Todos nós somos feitos de luz e escuridão. Todos nós temos esse labirinto dentro de nós mesmos no qual temos que navegar. Esperamos encontrar nosso caminho para sair do labirinto e não nos perder dentro do labirinto de nós mesmos." - discorrera Simone Simons sobre "Ωmega".

A mezzo-soprano Simone Simons se mostrara cada vez mais madura neste oitavo e simbólico álbum do Epica, tanto como compositora, como entoando notas altas e suaves com crescente autoridade, dividindo o canto com Mark, este com o seu canto gutural marca registrada. Abaixo, "Rivers" e mais adiante "The Skeleton Key", que não me deixam mentir.

Isaac Delahue aqui nos traz uma guitarra com refinadas elaborações e o melhor: mais solos harmônicos, bem como o tecladista, Coen Jenssen, deixando sua assinatura magistral nas harmônicas e bases às teclas.

Se o número 8 remete ao conceito de infinito, "Ωmega", o oitavo álbum do Epica o envia para infindas proposições conceito-sonoras, culminando novamente na unidade absoluta da excelência.

Como cereja do bolo a banda ainda disponibilizara um material bônus, o "ΩmegAcoustic", trazendo 4 versões acústicas.

Tracklist:

01. Alpha – Anteludium (1:38)

02. Abyss of Time – Countdown to Singularity (5:20)

03. The Skeleton Key (5:06)

04. Seal of Solomon (5:28)

05. Gaia (4:46)

06. Code of Life (5:58)

07. Freedom – The Wolves Within (5:37)

08. Kingdom of Heaven Pt. 3 – The Antediluvian Universe (13:24)

09. Rivers (4:48)

10. Synergize – Manic Manifest (6:36)

11. Twilight Reverie – The Hypnagogic State (4:29)

12. Omega – Sovereign of the Sun Spheres (7:06)

sexta-feira, 5 de março de 2021

Simone Simons: ""Omega" é o álbum mais profundo e maduro da história do Epica."

Em uma nova entrevista ao The Metal Hammer Podcast, a cantora do Epica, Simone Simons fora questionada sobre o que ela mais sente falta nas turnês. Ela respondeu:

"O que sinto falta é definitivamente estar no palco, cantar, viajar. Desde os 17 anos, viajo muito e esse era o meu estilo de vida, não apenas o meu trabalho, e era normal para mim. Estar muito em casa não é normal para mim. [Risos] E eu sinto falta da variação, viajar, encontrar os fãs. Não há nada comparado a estar em um palco, cantando ao vivo, criando a música naquele momento, nada se compara a isso; nada pode substituir isso. Definitivamente, isso está faltando e me sinto um pouco como se estivesse em espera. Além disso, o que também sinto falta é que outras pessoas estão cozinhando e limpando para mim [risos]. Quer dizer, eu me sinto escrava da cozinha hoje em dia. De manhã, fazendo café da manhã, depois almoço, jantar ... me sinto um pouco como um hamster preso em um laço, a bagunça nunca acaba; Eu sempre continuo limpando, cozinhando, comprando comida, dormindo e depois repito."

Simone e seu marido, o tecladista do Kamelot Oliver Palotai, têm um filho de sete anos, Vincent G. Palotai. Eles moram na Alemanha.

O novo álbum do EPICA, "Omega", chegara em 26 de fevereiro pela Nuclear Blast. O sucessor de "The Holographic Principle" de 2016 foi mais uma vez produzido por Joost Van Den Broek (Powerwolf, Ayreon), em parte na Sandlane Recording Facilities em Rijen, Holanda.

Em uma entrevista recente com o AMNplify da Austrália, Simons falara sobre suas inspirações e influências para "Omega": "A vida em geral. Quer dizer, nos anos que antecederam 'Omega', eu estava lutando com muito esgotamento, mas também tendo um estilo de vida agitado. Combinar a vida em turnê com a vida familiar nem sempre foi fácil. Então, minha bateria, eu diria que estava extremamente exausta das turnês e também do estresse emocional de estar longe do meu filho. Isso me esgotou muito. Mas acho que você passe por fases em sua vida também.

O que quer que esteja acontecendo na sociedade, nós, como músicos, como artistas, somos um pouco um espelho do que está acontecendo, é claro, dentro de nós mesmos, das pessoas próximas a nós e do que está acontecendo no mundo”, ela continuou. “O aquecimento global é um grande tópico em uma das minhas letras. Edição do genoma. O que está acontecendo no mundo todo é um tópico. Mas acima de tudo, este álbum é um álbum muito espiritual. É o álbum mais profundo e maduro da história do Epica.

O nome 'Omega' está na verdade se referindo ao Ponto Omega, onde você tem o Big Bang, a criação do universo. Omega é o fim, onde basicamente tudo se reúne, espiritualmente e ciência. Tudo no universo está destinado a um final ponto de unificação. É o fim da nossa série "Kingdom Of Heaven". Portanto, esta é a terceira e última música "Kingdom Of Heaven". É o nosso oitavo álbum de estúdio. O número oito também é muito espiritual porque se você colocá-lo no lado, é o símbolo do infinito. "Kingdom Of Heaven" é sobre a vida após a morte e também é o número oito no álbum. Portanto, há muito simbolismo oculto no álbum e na capa. A grande questão da vida, "O quê é o verdadeiro sentido da vida? ' Como navegamos pela vida dentro de nós mesmos? Somos todos 'yin e yang'. Todos nós somos feitos de luz e escuridão. Todos nós temos esse labirinto dentro de nós mesmos no qual temos que navegar. Esperamos encontrar nosso caminho para sair do labirinto e não nos perder dentro do labirinto de nós mesmos."

Via Blabbermouth

Evanescence libera "Better Without You", nova canção de seu novo álbum. Ouça

Better Without You" integra "The Bitter Truth", novo álbum do Evanescence, que chegará no dia 26 de março próximo, em diversos formatos.

Evanescence anuncia data da chegada de seu novo álbum e libera a nova canção “Yeah Right". Ouça.

Evanescence lança clipe oficial de "Use My Voice". Assista.

A banda executará ao vivo este e outros singles previamente divulgados numa Live amanhã (05/12), às 4:00 p.m. ET (18 horas no horário de Brasília) no Rock Falcon Studio.

Ouça “Better Without You" no player abaixo:

quarta-feira, 3 de março de 2021

Violência Cega, pioneiro do horror punk baiano lança novo disco "Vida Suja Insana"

A Violência Cega acaba de lançar seu segundo álbum intitulado "Vida Suja Insana", gravado em Esplanda na Bahia  produzido e mixado por Raed e distribuído pela K.G.C Selo Digital. A banda pioneira no horror punk baiano, foi formada em 2006, na cidade de Esplanada-BA pelos atuais membros: Chris (vocal) e Ruebster (bateria), e teve várias modificações na formação, chegando à atual com Raed (guitarra), Vitor (baixo) e os fundadores já citados.

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O quarteto busca expressar com personalidade e originalidade nas suas canções todos os horrores reais e fictícios que rondam a humanidade, agregando estilos diferentes de sonoridades ao punk.

O disco conta com nove faixas que apresentam uma nova fase da banda, com letras que abordam temas que se misturam entre críticas com doses de terror.

Mesclando um crossover visceral, horror punk e punk rock, Violência Cega, chega com um disco insano é repleto de críticas às instituições religiosas do país, o mau uso das redes digitais, a banalização da vida, tudo em  um som cadenciado é pesado na medida certa. 

Confira "Vida Suja Insana": https://album.link/s/2CyjzyULjaDpjZYrtDcS9B

Coronel Seven divulga EP de estreia "Ressurgir"

A Coronel Seven acaba de lançar o EP "Ressurgir". A obra marca a estreia da banda mineira e reflete sobre a sociedade contemporânea enquanto aponta a importância de sonhar e aprender com as dores e os desafetos. O material conta com nuances acústicas e distorções sutis, aproximando-se do pop rock e da música alternativa.

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Escute o EP "Ressurgir" via Spotify, Deezer ou Apple Music.

O lançamento é independente e obtém um repertório composto por quatro músicas: O Recomeço,  No Meu Tempo, Here's The Pain e Nada Será Igual, sendo que esta última conta com a participação especial do cantor Nando Dias. A produção é assinada por Tierez Oliveira, sendo que as sessões de gravação ocorreram no Rise Together Studios, em Juiz de Fora (MG).

O vocalista Fernando Daniel destaca que o experimentalismo foi essencial para o resultado final do EP "Ressurgir".

Gostamos de Red Hot Chili Peppers, Charlie Brown Jr, e Pink Floyd. Ou seja, as nossas referências são bem diversas. Por isso, escrevemos os arranjos e letras sem amarras criativas. Isso foi positivo à medida que conseguimos encontrar a nossa própria identidade musical”.

Além de Fernando, o grupo é constituído pelos músicos David Andrade (guitarra), James Vinicius (bateria), Rodrigo Marques (baixo) e Cristiano Silva (teclado) e está em atividade desde meados de 2017.

Chico Chico e João Mantuano modernizam MPB com dinâmica e texturas

Banda carioca aposta em canções expressivas, com muitas camadas

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Chico Chico, o filho da Cássia Eller, junto ao conterrâneo e amigo de longa data João Mantuano, lançam o álbum que leva o nome dos cantores e violonistas. São 12 canções que rondam a nova música brasileira com estruturas do pop contemporâneo, incluindo os singles anteriormente disponíveis nas plataformas digitais.

Ouça aqui: https://rebrand.ly/chicochico_joaomantuano.

O disco foi gravado na Toca do Bandido (Rio de Janeiro), produzido por Felipe Rodarte e mixado pelo engenheiro de som Raphael Dieguez. São 12 músicas que apostam e convencem pela mistura de melodias, texturas e sentimentos, todas elas conduzidas pelos violões expressivos de Chico e João.

Da efusiva ‘Largo do Machado’, passando pela minimalista pop ‘Pra Tua’, a blueseira moderna ‘Medo’ e a swingada ‘Vai com Deus’, a dupla faz música com uma poética única e ousada.

Já a faixa de abertura, 'A Cidade', marca pela força do instrumental e do refrão da letra que critica a forma como as metrópoles consomem o indivíduo: "Bons homens têm fome, homens maus comem".

Chico Chico & João Mantuano, o disco, é plural tanto no instrumental, quanto na parte vocal, desconstruindo ritmos para conceber novas métricas e provocações sonoras.

E não seria possível atingir esse resultado sem contar com a parceria de som e vida dos músicos Pedro Fonseca (teclados e edição), Miguel Dias (baixo) e Lucas Videla (percuteria), que ainda assumem com brio a criação dos arranjos junto ao produtor Felipe Rodarte.

"Esse é o resultado de três anos de trabalho numa banda que acumula quase 20 anos de amizade e um pouco mais do que isso de vivência em nossas individualidades urbanas. Por vezes doce, quase sempre ácida. Esse disco é sobre isso”. - Chico Chico

"Nosso jeito de retratar a vida urbana, histórias, personagens e cenários, sentimentos intensos, reflexões, textura, felicidades frias pelo tempo, futuros fatais. E uma banda de identidades". João Mantuano

O produtor Felipe Rodarte também comenta sobre o disco, que como ele destaca, entrelaça e abraça a ousadia, formando um mosaico do que almejam para uma MPB contemporânea, carregada de elementos de pós produção e inovação. "Sem perder de vista os pés no chão, mas a cabeça ultrapassou as nuvens".

Trabalhamos três anos nesse álbum. Buscamos neste álbum trazer a MPB para uma sonoridade mais contemporânea, por meio de uma produção atual, com eletrônicos. E tudo mesclado à qualidade técnica dos músicos dos instrumentos orgânicos. Estamos renovando a MPB tradicional. Trago neste álbum outros elementos que fiz nas produções dos discos com Ava Rocha, Baco Exu do Blues, Marcelo Falcão e do álbum pop que vai ser lançado do Vinicius”. produtor Felipe Rodarte.

Tracklist:

1) A Cidade - Chico e Lucas Videla

2) Largo do Machado - Chico

3) Não Tô Entendendo Nada - João Mantuano

4) Casamento - João Mantuano, Marcos Mesmo e Pedro Romao

5) Mel - Chico,Pedro Fonseca e Luiz Ungarelli

6) Queixo ou Queixa - Chico e Pedro Fonseca

7) Pra Tua - Chico Chico

8) Felicidade Fria - João Mantuano

9) Caixinha Colorida - Chico Chico

10) Morrer Mais Cedo - João Mantuano

11) Medo - Chico e Pedro Fonseca

12) Vai com Deus - João Mantuano

segunda-feira, 1 de março de 2021

Fabio Rizental lança “Guitarras do Brasil” em áudio e vídeo

Com influências de Tom Jobim a Chick Corea, guitarrista carioca homenageia Pepeu Gomes, Toninho Horta e Ricardo Silveira em novo trabalho instrumental gravado ao vivo e disponível no YouTube e nas plataformas digitais

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O guitarrista carioca Fabio Rizental está com novo trabalho audiovisual e, desta vez, dedicado aos guitarristas brasileiros. Com lançamento a partir de 1º de março, “Guitarras do Brasil – Ao vivo”, gravado em outubro de 2020 no Audio Rebel (Rio de Janeiro) faz uma reverberante homenagem a grandes guitarristas brasileiros: Toninho Horta, Pepeu Gomes e Ricardo Silveira. As faixas, todas instrumentais, estarão disponíveis no Spotify; e os vídeos, no canal do artista no YouTube.

Minha proposta é preservar a memória da geração de músicos contemporâneos, esses nossos craques da guitarra que fizeram sucesso nos anos 1970 e 1980, trazendo os trabalhos deles para o público jovem. Essa geração tem de saber quem foram esses caras”, empolga-se Rizental.

No repertório do “Guitarras do Brasil – Ao vivo”, estão músicas compostas e/ou gravadas pelos três guitarristas citados. Reverenciando Toninho Horta, Fabio regravou “Idolatrada” e “Fé cega, faca amolada” que ele já havia registrado no CD “Noites de Minas”, um tributo a Milton Nascimento. As gravações originais dessas duas canções contam com a sofisticada guitarra de Horta.

Já Pepeu Gomes foi homenageado com “Malacaxeta”, que, claro, tem aquela temperadíssima pegada baiana. E das composições de Ricardo Silveira, Fabio pinçou “Bom de tocar”, um precioso standard de jazz fusion.

Apesar dessas músicas não serem minhas, imprimi minha marca. Estão com a minha pegada de tocar a guitarra, minha forma de tocar, minha identidade, minha personalidade”, destaca Rizental. “Mesmo quando não mexo no arranjo, caso de ‘Malacaxeta’, eu faço um improviso”, acrescenta.

Além dessas canções, Fabio Rizental escolheu também obras próprias, de CDs anteriores, como “Boninha”, “Metal cigano” e o single “Pássaro dourado”, que ele lançou ano passado com produção de Kassim, mas estará em seu próximo CD autoral.

Ouça “Guitarras do Brasil – Ao vivo 

Fábio Rizental

Nascido no Rio de Janeiro, berço do samba e da bossa nova, Fabio Rizental transpira na guitarra as inspirações motivadas pelas obras de Tom Jobim, Milton Nascimento, Chico Buarque e de nomes do jazz, como Thelonious Monk, Duke Ellington e Chick Corea, acrescentando, de forma original, pitadas do rock de feras como Jeff Beck e Eric Clapton.

Formado em harmonia funcional pela Musiarte, no Rio de Janeiro, e em improvisação pela Berklee College of Music, em Boston (EUA) – maior faculdade independente de música do mundo –, Fabio Rizental iniciou sua carreira na década de 1980. Participou das bandas Hangar 18 e Malabaristas e se apresentou ao lado de grandes artistas, como Wagner Tiso, Jane Duboc, Cris Delanno, Alma Thomas, Rosana, Rosemary e Nico Rezende.

Em 2013, Rizental lançou o primeiro trabalho da sua carreira solo, e tocou no Rock in Rio; repetindo a dose na edição do festival em Lisboa, no ano seguinte. Foi, aliás, o único guitarrista a se apresentar solo nessas edições dos dois festivais. Ainda em 2013, foi entrevistado pela revista Guitar Player Brasil.

O guitarrista lançou, em 2017, seu segundo álbum: “Noites de Minas”, em que emprestou sua técnica e seus toques da melhor fusion latina para o cancioneiro de Milton Nascimento e da turma do Clube da Esquina.

Ficha técnica “Guitarras do Brasil – Ao vivo

Fabio Rizental – guitarra

Alexandre Berreldi – baixo

Renan Francione – teclado

Léo Bandeira – bateria