Confraria Floydstock: Assista ao clipe de “Mantis”, canção do EP de estreia do Buzzard

quarta-feira, 7 de abril de 2021

Assista ao clipe de “Mantis”, canção do EP de estreia do Buzzard

O duo catarinense Buzzard lançara no dia 2 de abril último, em seu canal de Youtube, o videoclipe de “Mantis”, uma das quatro faixas de seu EP de estreia "Eye of the Sun" que será lançado no dia 9 de próximo. Realizado pela produtora audiovisual PULSO de Florianópolis, o videoclipe tem trechos instigantes e beira o surrealismo, em uma produção bela e lisérgica adequada à faixa que caminha entre o Rock Psicodélico e o Doom com uma aura hipnótica.

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O duo formado em 2020 na cidade de Brusque por André Leoni (baixo/voz) e Suyanne Gabrielle (bateria/voz) se inspira em nomes como Om, Sleep e Samsara Blues Experiment e produz uma sonoridade dividida entre o peso e a profundidade, com uma energia meditativa, cíclica e atraente. O EP de estreia "Eye of the Sun" foi contemplado em todo seu processo pelo recurso de apoio à cultura Aldir Blanc.

Segue uma declaração da banda sobre o conceito do videoclipe:

Na faixa Mantis procuramos abordar a temática "mágoa", o próprio nome faz alusão ao inseto louva-a-deus (praying mantis), que faz sentido quando relacionado à entidade que retratamos no clipe. Buscamos retratar a relação humana com esse sentimento de forma lúdica, dramática. Acrescentando objetos que fazem referência à letra e as próprias entidades, como se esses objetos trouxessem lembranças e consequentemente mágoas, os objetos o rodeiam na banheira, quando ele consegue sair de lá, após o toque/batismo da entidade branca, ele corre daquilo que o cercava e se vê em desespero, a entidade branca guardava a porta frontal, o protegendo da matérias escuras que aparece em forma de entidade escura quando a porta se abre. No desenrolar do clipe as mãos se sujam cada vez mais, a entidade antes branca agora aparece manchada, cada vez mais. A casa é a representação de uma prisão, e de como a mágoa nos prende de fato, a  banheira é uma passagem, é o tempo, é o momento de digerir as coisas, as mãos que o incomodam e que o fazem sair da banheira são a realidade apertando-o e incomodando-o, então ele levanta da banheira, corre pelo corredor e a saída está trancada, a saída é voltar e lidar com o que há dentro de si, a mágoa fica pra trás, a entidade branca absorve toda a mágoa/matéria escura, o livra disso e retoma sua forma limpa e imaculada, no fim se voltam à você, como se dissessem ‘Você é o próximo’

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