Confraria Floydstock: Os 20 melhores álbuns de rock e metal de 2019, segundo a Confraria Floydstock

quinta-feira, 19 de dezembro de 2019

Os 20 melhores álbuns de rock e metal de 2019, segundo a Confraria Floydstock

Enfim chegamos aos derradeiros dias de 2019, ano que vai fechando as portas da 2ª década do século XXI.

Como já de praxe em ene veículos musicais, e na Confraria Floydstock também, desde sua criação em 2015, como página no Facebook e a partir de 2017, também no blog, sempre nos finais dos anos elencamos alguns álbuns que mereceram nossa recomendação e aplausos.

Claro que não se pode fugir ao fato de que, assim como listas de outros sites do Brasil e do exterior, as escolhas acabam sendo muito influenciadas, tanto pelo o que quem as tece esteja ouvindo, como também pela linha editorial dos sites onde elas são publicadas, portanto, a lista da Confraria Floydstock tem e muito do que você deve ter visto rolar por aqui em 2019, além de algumas boas surpresas.

Lembrando que só selecionamos álbuns de estúdio, que contenham canções até então inéditas e neste ano de 2019, uma "menção honrosa" ao final, de um álbum Ao Vivo.

Os álbuns que estiverem com link, significa que há matéria e/ou resenha sobre eles aqui na Confraria, basta clicar e conferir.

Não se atenha tanto às colocações dos álbuns, pois rankear nestes casos é algo meramente subjetivo.

Obviamente que há inúmeros outros bons álbuns que também poderiam ser lembrados aqui e você, caro leitor pode ficar a vontade para citá-los.

Ao final da lista, disponibilizamos duas playlists no Spotify, a primeira, contendo todas as canções dos vinte álbuns selecionados abaixo, completinha e a segunda com um álbums Ao Vivo, como  "Menção Honrosa". São 253 canções em mais de 21 horas. Uma bela parte do universo do rock e metal que a Confraria Floydstock entende estar repleta de qualidade.

Todos os álbuns foram ouvidos e escolhidos por André Floyd e/ou Renato Azambuja.

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Enfim, para a Confraria Floydstock os melhores álbuns de 2019 foram:


20 - Kobra & the Lotus - "Evolution"

A banda canadense de hard rock com o pezinho ali no heavy metal viera em 2019 com o certeiro e direto álbum que tem a voz marcante da frontwoman Kobra Paige à frente de poderosas guitarras. Som de pegada e qualidade.



19 - Lacuna Coil - "Black Anima"

Pouco antes do lançamento deste álbum, a vocalista Cristina Scabbia vinha prometendo que este seria o trabalho mais denso e sombrio da carreira de sua banda. De fato eles entregaram um disco forte, pesado, como todos os elementos exponenciais característicos do grupo, cumprindo tal promessa.



18 - Robin Trower - "Coming Closer to the Day"

Aqui o já conhecido blues-rock, executado sempre com exímia qualidade pelo ex-guitarrista do Procol Harum, brinda o ouvinte com um ótimo disco, marcando o retorno do músico, após seu último álbum de 2017.


17 - Beth Hart - "War in my Mind"

Uma das mais recentes divas do blues-rock trouxera em 2019 seu novo disco, obviamente embebido em bluesy, onde sua voz sobra horrores. Um álbum esmerado nas composições e produção, agradando o ouvinte mais seleto, sem deixar de soar um tanto radiofônico.


16 - Dream Theater - "Distance Over Time"

Após "derrapar", ao menos na opinião de uma gama de fãs, em seu penúltimo álbum, o conceitual, "The Astonishing" (2016), os gigantes do prog metal, Dream Theater, arrumaram o meio de campo e simplificando mais as coisas, voltaram com este acertado disco.


15 - Within Temptation - "Resist"

A banda neerlandesa Within Temptation é aquela cujo o apreciador pode tanto bangear como colocá-la para animar uma festa em sua casa. Aqui temos um álbum politizado, sem deixar de cumprir a proposta de divertir o ouvinte.



14 - Tedeschi Trucks Band – “Signs

O casal Susan Tedeschi e Derk Trucks não costumam errar quando lançam algo. Ainda mais nas virtuosas companhias dos guitarristas Doyle Bramhall II e Warren Haynes. Logo o bom e velho southern rock vai muito bem, obrigado.


13 - Gary Clark Jr. - "This Land"

Neste álbum o blues é o anfitrião que gentilmente recebe algumas outras sonoridades que se misturam, tais como o funky, o rap, o reggae. Tudo elegantemente regido pelos acordes e timbres do fascinante guitarrista Gary Clark Jr., que parece em alguns momentos, ter se inspirado em Carlos Santana, a quem ele provavelmente admira.


12 - Slipknot – “We Are Not Your Kind

Voltar no tempo, aos primórdios, mas seguindo maduro. Pois o Slipknot conseguira neste trabalho resgatar as suas raízes e ousar ao mesmo tempo. Seco, direto, soco no estômago, contudo sem nostalgia exagerada e sim fitando o presente e futuro.


11 - Edenbridge - "Dynamind"

O canto lindo e macio da frontwoman Sabine Edelsbacher e os brilhantes arranjos e composições do multi-instrumentista Lanvall. Sobram lirismo e atmosfera erudita no décimo álbum a banda austríaca.
Saiba mais sobre este lançamento, clicando no link no título do disco, logo acima.


10 - Flying Colors - "Third Degree"

Prog rock, hard rock e metal, tudo junto e mesclado, executado por um time de musicistas de primeiríssima linha. O resultado não surpreende, ótimo, atende uma a uma a todas as expectativas.



09 - Neil Young & Crazy Horse - "Colorado"

Neil Young é 105%. E quando encontra com o pessoal da Crazy Horse este percentual costuma subir. Em "Colorado" não fora diferente. Prepare o seu whisky, poltrona e sossego para contemplar mais um exemplar trabalho do folk rock.


08 - Tool - "Fear Inoculum"

Imagine o "Tangerine Dream do prog metal", ou seja, turbinado no 220v. Após 15 anos de hiato, o Tool retornara com este disco que o remeterá a tal sensação. Música de extremo bom gosto, cheia de efeitos e arranjos rebuscados, em ene faixas longas, pois boa música não requer pressa.



07 - Devin Townsend - "Empath"

Sabe aqueles álbuns que nos primeiros segundos de audição você presente que está prestes a ouvir algo primoroso? Este é "Empath", novo trabalho do guitarrista e vocalista canadense Devin Townsend. Riqueza incrível de elementos quase que continuadamente sobrepostos. E a gigantesca canção "Singularity", que fecha o álbum é uma nova obra-prima do prog metal.


06 - Iggy Pop - "Free"

James Newell Osterberg, a Muralha conhecida como Iggy Pop, sobreviveu aos Stooges, ao punk (a quem também antecedeu) e principalmente a si mesmo, sendo o único remanescente da 'turma de Berlim', à qual poderíamos incluir, além de Bowie, que compartilhou com Iggy as instalações dos estúdios Hansa, Lou Reed, graças à enorme afinidade e também pelo título do álbum lançado em 1973. Tanto assim é que num dos destaques de seu imperdível último lançamento Iggy declama Reed em "We Are the People". Free descende da mesma linhagem dos álbuns "Après" e "Préliminaires". Sua introspecção é embalada pelos músicos Leron Thomas (trompete) e Noveller (a guitarrista Sarah Lipstate) mas acima de tudo por Berlim e sua turma. Além dessa 'faceta' permanece a inconfundível voz e a batida que precede o homem que, embora tão 'característico', a cada novo álbum parece fazer-se mais e mais indispensável.


05 - Opeth - "In Cauda Venenum"

Um álbum antes de tudo, solene e elegante. Daqueles que melhora a cada faixa, até alcançar seu ápice na canção derradeira. Todo o requinte do rock progressivo inserido numa armadura de peso. Aqui a música é tratada com todo carinho e intimidade.


04 - Magoria - "JtR1888"

Suntuoso, o projeto Magoria, fora encabeçado pelo guitarrista Mark Bogert, que se unira ao baixista Peter Vink, ambos holandeses, e juntos lançaram o álbum conceitual duplo "JtR1888", baseando-se no livro “The Conspiracy Theory” e contando com a participação de 9 vocalistas, interpretando diferentes personagens da história de Jack, o Estripador, e 6 musicistas, incluindo eles próprios, além de grande orchestra.


03 - Rosalie Cunningham - Rosalie Cunningham

Se pudermos sentir ou imaginar o místico-lisérgico, a cantora bretã Rosalie Cunningham nos mostrará como é tal coisa em termos musicais neste espetacular álbum auto-intitulado, onde seu rock progressivo parece pingar Jefferson Airplane, Mutantes e o colorido dos Beatles, entre outros do "lance". Maravilha pura.


02 - Ex Libris - "ANN - A Progressive Metal Trilogy"

Em um processo criativo que durara um pouco mais de um ano, três esplêndidas partes formaram, enfim, um todo maravilhoso.
A banda neerlandesa Ex Libris, capitaneada pela frontwoman Dianne Van Giersbergen, se lançou de cabeça em um projeto audacioso, porém, de resultado extremamente feliz: o álbum "ANN - A Progressive Metal Trilogy", concebido a partir de agosto de 2018, paulatinamente na forma de 3 EPs de aproximadamente 20 minutos, com 3 canções em cada, abordando em cada um deles a história musicada de 3 grandes "Anas" da história mundial, todas enormes vítimas do terror oriundo da própria raça humana, sendo elas: Anne Boleyn, Anastasia Romanova e Anne Frank.
Leia a resenha completa, clicando no link do título, acima.


01 - The Who - "Who"

O primeiro álbum do The Who após um hiato de 13 anos traz a indelével marca da prolífica carreira solo de Pete Townshend, além de sua eterna crise existencial epitomizada desde a escolha do nome da banda e acrescida, no título de seu novo lançamento, de ares de definitividade ("WHO"). Pois Townshend agora não se contenta em vaticinar apenas sobre o fim da banda, mas sobre o da própria vida. Enfim, esse é Pete, e é o preço que pagamos por seu magnífico dom. E a nostalgia e referências pululam desde a capa, concebida por Sir Peter Blake, passando pela faixa Detour (referência ao antigo nome da banda), um dos grandes destaques que traz o DNA Mod do Who, soando bastante como o clássico da Motown, Heatwave, interpretado pela banda em seu álbum de 1966, "A Quick One", e desembocando em "Got Nothing to Prove", demo rejeitada pelo produtor da banda em 1966 e finalmente lançada com acompanhamento de orquestra.

Menção honrosa (Álbum Ao Vivo):



Nightwish - "Decades: Live In Buenos Aires"

Registro ao vivo, irretocável trazendo a irretocável e vigorosa apresentação da banda nórdica na capital argentina na noite de 30 de setembro de 2018, pela então turnê "Decades World Tour". Chegara em 6 de dezembro de 2019.

Ouça a playlist completa:

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