Confraria Floydstock: Regis Tadeu: Metallica e o meet and greet que fugiu do bom senso

quarta-feira, 4 de setembro de 2019

Regis Tadeu: Metallica e o meet and greet que fugiu do bom senso

Quem não gostaria de ter aquele momento antes ou depois dos shows de seus artistas e bandas prediletos, de poder conhecê-lo pessoalmente, cumprimentar, pegar um autógrafo, trocar umas palavras e registrar o momento com uma foto?

Até os anos 80, por exemplo, havia uma certa expectativa a cada show para tentar saber se o artista receberia ou não os espectadores de seus shows nos camarins, após o fim dos mesmos.

Isso ocorria com mais frequência entre os artistas da MPB à época. Me lembro bem quando minha família teve a chance de falar com o cantor e compositor Belchior após um show dele no Teatro João Caetano, no Rio de Janeiro. E ele fora de uma gentileza ímpar.

Noutra ocasião, em 2012, tive a honra de conversar rapidamente com o incrível Marcelo Nova, eterno líder do Camisa de Vênus, nos bastidores, momentos antes de sua apresentação em Campo Grande-MS.

É claro que isso tudo depende muito do tamanho da então popularidade do artista. É óbvio que um Roberto Carlos seria esmagado pela multidão se simplesmente abrisse as portas de seu camarim livremente para todos.

Com o tempo, empresários e artistas viram que "opa, isso pode ser uma ótima oportunidade financeira", e criaram o famigerado "meet and greet", algo como "encontre e contemple" o seu ídolo, onde pagando bem, que mal tem, não é mesmo?

Pois é, as bandas e artistas começaram a vender as suas "gentis presenças".

E claro, quanto maior o tamanho do artista no momento, simbora cobrar mais pelo meet and greet, podendo chegar até a cifras estratosféricas em pacotes mais recheados de "regalias", na melhor (ou pior) política do "a gente lhe trata conforme o tamanho de seu bolso.

Pois é, as bandas e artistas começaram a vender as suas "gentis acolhidas". Só que também por ene vezes isso remete o fã a roubadas e desilusões.

A fim de ilustrar tal assunto, adentremos na recente polêmica após a divulgação dos pacotes do meet and greet do Metallica para as suas apresentações no Brasil em 2020.

E  ninguém melhor para comentar essa questão do que o sempre sincero jornalista Regis Tadeu, que você pode conferir no player abaixo:

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